Continuum


Escrita porPams
Revisada por Lelen


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Tempo estimado de leitura: 19 minutos

  Essa é a intrigante história da Continuum.
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  Uma sociedade criada por cinco grandes amigos no ano de 1927, entre a vida boêmia e artística que a cidade de Paris fornecia. A jornalista francesa Louise Tenebrae, o militar russo Victor Bellorum, a cientista britânica Dorothy Baker, o médico espanhol Georgie Sollary e o comerciante americano Charlie Dominos. Inicialmente Continuum era a forma que eles se nomeavam, dizendo que a amizade deles seria contínua e se estenderia para as gerações de suas famílias.
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  O que começou como um apelido de um grupo de amigos, se tornou uma sociedade em que interesses políticos, econômicos e sociais foram introduzidos. Onde cada família começou a ter seu ponto de influência e se destacar financeiramente ao longo dos anos. Porém, nem tudo são flores e, em um certo momento, algumas rivalidades começaram a aparecer entre as gerações posteriores.
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– x –

Outono de 2017
  – Hostel Fletcher

  Considerada um grande polo tecnológico, Seattle é a maior cidade do estado de Washington. Lugar onde algumas famílias estabeleceram moradia. Esse é o caso dos Fletcher, com sua matriarca, Beth, que lutou na vida para criar sua filha Lise, após perder o marido em um tiroteio. Seu ganha pão era o hostel que tinha montado com o seguro de vida do falecido marido, que recebera após ficar viúva. E com muito esforço e algumas ajudas de sua irmã Marie, ergueu seu negócio e seguiu em frente com sua vida. Agora, além de Lise, também dividia suas preocupações com a sobrinha %Jenie%, uma bailarina recém-formada no curso de dança da Universidade de NY.
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  A pontualidade de Beth era algo notório entre as pessoas que a conheciam, e todos os dias ela se dava ao trabalho de preparar uma farta mesa de café da manhã para os hóspedes do Hostel Fletcher. O barulho de sua velha chaleira soava pelo lugar, algo que anunciava a %Jenie% que já era hora de se levantar. A garota que dividia o quarto com a prima no último andar do pequeno prédio, se levantou ainda sonolenta após desligar o despertador do celular e trocou a roupa colocando o trivial conjunto de moletom cinza. Ao sair do quarto, seguiu para a cozinha para ajudar sua tia, seus passos lentos como uma tartaruga e seu senso de direção descoordenado, quase tropeçando nos móveis.
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  Foi em um momento de devaneio tentando se lembrar do sonho que tivera noite passada, que a campainha tocou e o grito de sua tia pedindo que abrisse a porta a despertou. %Jenie% se espreguiçou e caminhou até a porta, ao abrir, ela levantou seus olhos lentamente e os fixou no homem diante dela. Seu coração pulsou um pouco mais forte, fazendo-a estranhar. Puxando mais forte o ar para seus pulmões, sorriu de leve.
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  — Bom dia senhor, posso ajudar? — disse ela mantendo a suavidade na voz.
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  — Bom dia. — O rapaz sorriu de canto e olhou para a tela do celular, checando o endereço. — Soube que aqui é um hostel, vocês têm quartos vagos?
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  — Sim, temos. — Assentiu %Jenie%.
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  — %Jenie%, quem está aí? — Beth perguntou ao entrar na sala, seguindo até a porta.
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  A jovem se virou para respondê-la, porém não houve necessidade.
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  — Bom dia, senhor, posso ajudá-lo? — Beth olhou o homem com firmeza, então virou o rosto para a sobrinha. — %Jenie%, termine de colocar a mesa do café para mim.
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  A garota assentiu em silêncio e foi para a cozinha. Na porta, o rapaz guardou o celular no bolso e continuo sua indagação com Beth.
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  — Bom dia, senhora, eu estou procurando um lugar para ficar e descobri que aqui é um hostel. Estou certo?
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  — Sim, entre para que eu possa fazer seu registro. — A mulher abriu a porta um pouco mais para que o jovem entrasse.
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  — Obrigado, senhora! — O rapaz entrou, colocando as mãos no bolso.
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  Sendo um bom observador, o jovem viu que na sala tinha várias pinturas e grafites em uma das paredes. Em outra parede, prateleiras de livros. Era um espaço de convivência bem decorado e aconchegante. Uma TV Smart, um sofá azul marinho e poltronas espalhadas. Não demorou muito para que ela preenchesse o cadastro no sistema, pelo tablet.
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  — Seu nome, por favor? — perguntou Beth.
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  — %Simon% Dominos — respondeu de forma tranquila ainda atento aos detalhes do lugar.
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  — Dominos? — A senhora o olhou com surpresa. — Você é da família Dominos?
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  — Conhece minha família? — O rapaz devolveu a pergunta.
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  — Conheço sobre a Continuum. — A mulher respirou fundo. — Não quero me preocupar com sua estadia aqui.
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  — Não se preocupe, senhora, já não tenho mais ligações com minha família — assegurou o recém-chegado. — Só preciso de um lugar para dormir.
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  — Tudo bem, vou confiar. — Beth voltou o olhar para o tablet em sua mão. — Prefere quarto individual ou compartilhado?
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  — Individual, por favor — respondeu.
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  — Parece que deu sorte, tenho um quarto vago — anunciou Beth com o olhar fixo no aparelho em sua mão. — Sua diária sai a 210 dólares, incluindo o café da manhã como cortesia.
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  — Sem problema. — %Simon% Assentiu já abrindo sua carteira e pegando o dinheiro. — Aqui estão os primeiros sete dias.
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  — A chave, você ficará no quarto 7. — Pegando o dinheiro, Beth lhe entregou a chave para finalizar o cadastro. — Obrigada, se precisar de alguma coisa é só me chamar, sou Beth Fletcher.
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  — Eu que agradeço por me deixar ficar. — Pegando a chave, ele se afastou da senhora e, ajeitando a mochila no ombro, subiu as escadas para procurar o seu quarto.
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  Na cozinha, completamente distraída em seus pensamentos, %Jenie% só pensava na imagem do rapaz que atendeu. Algo lhe dizia que ela já o tinha visto em algum lugar, e não era somente pela beleza dele que tinha esta sensação. Entre pensamentos e suspiros, um dos hóspedes entrou na cozinha de repente e a assustou.
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  — Ai! Que susto! — reclamou %Jenie% colocando a mão direita em seu coração. — Você é mesmo muito malvado, %Demeter%.
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  — Malvado? Jamais, só gosto de te assustar. — Ele riu dela e se sentou na cadeira.
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  — Bom apetite — disse a moça o observando atacar a mesa de bolos.
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  — Você já viu o novo hóspede? — %Demeter% disse com um sorriso cínico.
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  — O atendi na porta. Por quê? — %Jenie% o olhou curiosa.
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  — Hum, eu vi sua tia atendendo ele. — %Demeter% continuou saboreando a fatia do bolo de laranja que pegou. — %Simon% Dominos, acho que foi esse o nome.
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  — Um Dominos? Aqui?
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  — Conhece esse sobrenome? — O rapaz a olhou intrigado.
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  — Assim como conheço o seu, Baker. — A garota cruzou os braços.
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  — Sempre achei que os Dominos não saíam do seu castelo em Chicago — comentou %Demeter% pensativo.
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  — Você saiu do seu em Manhattan — retrucou %Jenie%.
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  — Ah, eu não nasci para ser um robô nas mãos da minha mãe — reclamou ele voltando o olhar para %Jenie%. — Posso afirmar que estou muito mais feliz aqui.
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  — E vai continuar aí tomando café? Não está atrasado para o seu curso?
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  — Nossa, é mesmo! — Ele se levantou rapidamente. — Tinha me esquecido disso.
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  — Você é um péssimo aluno. — %Jenie% riu dele.
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  — Eu juro que um dia provo a você que consigo ser pontual em alguma coisa. — O rapaz se levantou e pegou a mochila que tinha jogado no chão.
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  %Demeter% saiu pela porta dos fundos, já retirando do bolso as chaves da sua moto. Chegando à rua, cruzou com a tutora, a cansada Dra. %Mia% Sollary, que chegava após um plantão de 36 horas na área de emergência do Seattle Sollary Hospital. Foi uma troca de olhares rápida, porém significativa, já que %Demeter% tinha um interesse amoroso na mulher, porém sempre rejeitado.
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  %Mia% era uma médica dedicada que vivia com o pensamento em seus pacientes, fazia qualquer coisa para dobrar seus plantões e não ser afastada pelo diretor-chefe da ala cirúrgica. Os cabelos presos em um rabo de cavalo, as roupas nas cores cinza e bege, o jaleco braço e all star preto eram sua marca registrada.
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  Enquanto %Demeter% montou em sua moto e deu partida em direção a seu curso, %Mia% entrou no Hostel e seguiu em direção a seu quarto. A única coisa que desejava no momento era tirar um cochilo e renovar as energias.
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  Na cozinha, Beth observava os outros hóspedes se alimentando. Por um instante, ela reparou que sua filha Lise ainda não tinha saído do quarto para o café, e certamente ainda estava a dormir. Logo, pediu à sobrinha para ir chamar a prima, pois se fosse ela, Lise seria arrastada da cama. %Jenie% assentiu rindo da cara de sua tia e saiu da cozinha, ao chegar no corredor, ela ouviu o telefone tocar na sala.
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  — Hostel Fletcher, quem fala? — disse %Jenie% ao atender o telefone.
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  — Oi, %Jenie%, aqui é o Alfred Molina, sua tia está?
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  — Ah, é o senhor Molina. Minha tia está sim, um momento.
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  — Obrigado.
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  — Disponha! — %Jenie% retirou o telefone do ouvido e se virando para a cozinha ela gritou: — Tia, o Sr. Molina está no telefone, quer falar com a senhora!
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  A voz de Beth, da cozinha, ecoa na sala, agradecendo e dizendo que já iria atendê-lo.
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  — Senhor, minha tia pediu para esperar uns dois minutos — informou a garota.
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  — Tudo bem, eu espero. Obrigado mais uma vez — ele respondeu.
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  — Sem problema.
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  Deixando o telefone em cima da escrivaninha, %Jenie% subiu as escadas e seguiu até o quarto. Ao passar pelo estreito corredor do seu andar, ela esbarrou no hóspede novo.
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  — Me desculpe, hoje eu estou um desastre — a moça se desculpou meio vergonhosa.
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  — Eu é que devo desculpas, estava distraído. — O rapaz estava com a cabeça abaixada, levantando seu olhar, fixou nos olhos da mulher à sua frente. — Você tem um nome?
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  — %Jenie%, e você, tem um nome? — Ela segurou o riso, afinal, aquela era uma forma estranha de se apresentar a alguém.
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  — Prazer, %Jenie%. — O rapaz sorriu de canto. — Eu sou o %Simon%.
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  — Você não é daqui — comentou ela tentando não demonstrar muita curiosidade. — Não se parece com um nativo de Seattle.
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  — Bem observado, não sou, minha família é de Chicago. Me mudei recentemente.
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  — Interessante — disse ela. — Eu sou de Cliron, uma pequena cidade que fica em Oregon.
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  — E se mudou para uma cidade mais movimentada?
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  — Sim, Beth é minha tia, eu precisava de um pouco de independência — explicou de forma evasiva. — E você? Se mudou por algum motivo especial?
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  — Problemas de família — respondeu subjetivamente.
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  — Esses são os piores. — Vendo que %Simon% não parava de olhar para ela, com muita timidez, perguntou: — O que foi? Tem alguma coisa estranha em mim?
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  — Nada, só achei seu sorriso bonito — respondeu o rapaz.
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  — Obrigada. — Ela se encolheu mais um pouco tímida.
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  — Me desculpe, %Jenie%, mas tenho que ir, espero vê-la em breve. — %Simon% voltou seu olhar para o relógio. — Até mais.
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  — Até. — Ela ficou parada observando-o se afastar.
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  Seu coração estava um pouco acelerado. %Jenie% se sentia encantada com a conversa tida com o Dominos misterioso.
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  Lindo, charmoso, sorriso radiante, que olhar… ah! Minha prima!
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  Foi neste momento que ela se lembrou da prima que ainda estava dormindo. Correu até o quarto, entrou pela porta, abriu as cortinas e enfim começou a chamá-la.
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  — Lise? Lise? Acorda, já amanheceu.
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  — Oh não, já está na hora? — A outra se virou para o canto cobrindo mais a cabeça. — Não quero trabalhar hoje.
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  — Se não se levantar tia Beth vem te arrastar dessa cama.
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  — Minha mãe é uma estraga prazeres. — A garota na cama bufou se encolhendo mais.
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  — Você não viu o hóspede novo — comentou %Jenie%.
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  — Oi? — Lise descobriu a cabeça de imediato e olhou a prima. — Ele é bonito?
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  — Sim. — A outra abriu um largo sorriso.
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  — Que pecado. — Sua prima mordeu o lábio inferior.
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  — Levanta e vai trabalhar — aconselhou %Jenie% rindo.
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  — Preciso de um banho primeiro. — Lise se levantou espreguiçando e juntou as coisas para levar para o banheiro.
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  — Boa sorte.
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  %Jenie% se aproximou de sua cama e pegou o celular que tinha deixado na mesa de cabeceira. Ela estava tão ansiosa para receber a mensagem do estúdio de dança que não conseguia pensar em voltar à cozinha para tomar o café da manhã. O sonho de %Jenie% de ser dançarina profissional tinha sido interrompido pela falta de apoio de sua mãe adotiva, Marie. Ter se formado na faculdade de Artes Cênicas, no curso de dança, havia sido sua maior conquista, porém não tinha conseguido trabalho na área em New York, mesmo que tenha sido muito elogiada por seu talento. Ela achava que tudo aquilo era obra de sua mãe a boicotando, e por isso se afastou dela e foi morar em Seattle com a tia.
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  %Jenie% queria liberdade e independência.
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– Dominos House

  Final da tarde e %Sebastian% se mantinha pensativo em seu escritório. Sua mente fervilhava informações após o breve encontro que tivera com o senhor Han. Ele se preocupava com sua família desde antes de serem atacados em 2012, e ainda sentia a perda de alguns entes queridos.
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  Por mais que brigasse com o irmão mais novo, %Simon%, ele também se preocupava com sua segurança, por isso %Sebastian% Dominos era cauteloso em suas ações, se mostrava frio e calculista diante de todos, apesar de seu charme natural e olhar intenso.
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  — Senhor Dominos — disse %Nalla% ao entrar no escritório —, sua reunião com Annia Baker em Manhattan já está marcada para sexta-feira.
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  — Muito bem… Estou curioso para saber o que a nova presidente dos Laboratórios Baker quer comigo — comentou %Sebastian% ao se levantar de sua cadeira e olhar para a recém-chegada.
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  — Conhecendo o senhor, acho que está curioso para saber quem é ela — comentou a mulher ponderadamente.
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  %Nalla% conhecia muito bem seu chefe, já estava servindo a família Dominos há seis anos, tinha sido treinada especificamente para isso. Apesar de ter muitas responsabilidades, a maior delas era garantir a segurança de %Sebastian% Dominos. Era curioso isso, e muitos a subestimavam quando a viam ao lado dele. De assistente a segurança pessoal, ela era seu braço direito e consciência nas horas vagas.
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  — Allison Baker sempre foi uma mulher sagaz e estrategista, quero saber se a pessoa que ocupa seu lugar agora é tão boa quanto — assegurou %Sebastian% ao se aproximar de sua adega particular e pegar uma garrafa de vinho.
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  — Está preocupado? Se ela vai se aliar aos Tenebrae? — indagou %Nalla% observando seu chefe e analisando suas expressões.
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  — A família Baker sempre foi aliada a eles, quero mostrar a ela que Lionel Tenebrae é e sempre foi um homem desleal, que não merece estar no controle da Continuum. — %Sebastian% tinha seu plano vivo e queria mais que tudo destronar a família que arruinou a sua. — Já temos o apoio dos Bellorum, %Simon% está encarregado da herdeira Sollary, acho que Annia Baker não será um problema.
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  — Se o senhor diz.
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  Justiça ou vingança, %Nalla% sabia as intenções de %Sebastian% Dominos. Sabia de todos os seus segredos, fraquezas e medos e em contrapartida, ela era o ponto forte de %Sebastian%, onde ele encontrava apoio para se manter firme e proteger sua família. Mesmo não sendo fácil e mesmo ela sendo ainda muito jovem, encarava de frente a responsabilidade que tinha com ele.
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  — Vejo que está usando a katana que lhe dei de presente. — %Sebastian% desviou seu olhar para a espada na bainha da calça da mulher.
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  — Ela é um pouco mais leve que a outra, preciso me adaptar ao novo peso, assim conseguirei utilizá-la com precisão — comentou ela.
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  — Você gostou?
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  — Sim senhor. — Assentiu.
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  Ele a olhou mais um pouco. %Sebastian% tinha muitas inquietações quando o assunto era sua assistente/segurança. Uma mulher reservada e silenciosa, apelidada por sua família de “funcionária do ano”, mas só ele sabia quantas vezes ela tinha salvo sua vida, mesmo antes de compor sua lista de empregados. Ele jamais esqueceria o dia em que a conheceu, e em gratidão, a levou para a casa de Donna Fletcher.
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  — Continue monitorando os passos de %Demeter% Baker, ele ainda é o herdeiro legítimo — ordenou %Sebastian%.
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  — Não se preocupe, %Simon% se hospedou no mesmo lugar que ele em Seattle — respondeu %Nalla% se mantendo atenta aos passos dele.
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  — Devo presumir que foi influência sua? — Ele despejou um pouco do vinho na taça e sentiu o aroma.
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  — Sim, mandei o endereço de um hostel para ele. — Assentiu a moça.
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  — Sua forma de agir me admira a cada dia. — %Sebastian% tomou um gole e manteve o olhar enigmático para sua assistente.
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  — É o meu trabalho, pensar como o senhor — disse ela não se importando com o elogio disfarçado dele. — E manter o equilíbrio.
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  %Sebastian% sorriu de canto. Sim, ele admirava a competência se sua assistente. Sabia que podia contar com ela em qualquer situação.
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“You can call me monster.”
– Monster / EXO

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Li Santos

Ai, eu amo essa fic, mds <3

Meu casal fav: Nalla e Sebastian <3

CONTINUA PAMS, TÁ MARAVILHOSO!

Pâms

Você é um amor de leitora! 

MARAVILHOSA É VOCÊ!!!

Em breve mais fortes emoções. kkkkkkkkkkkk

Lelen

PERA QUE EU PRECISO ME INTEIRAR NO QUE TÁ ACONTECENDO. TORÇA POR MIM, TENHO 50 CAPÍTULOS PRA LER HHAHAHAHAHA

Lelen

Quero dizer que: CHEGUEI. Maomenos.
Agora bora 💪

Lelen
  — %Simon% Dominos — respondeu de forma tranquila ainda atento aos detalhes do lugar." Leia mais »

Sinto que vai dar merda

Lelen
  — A família Baker sempre foi aliada a eles, quero mostrar a ela que Lionel Tenebrae é e sempre foi…" Leia mais »

Sinto que vai dar ruim isso aqui também.

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