Continuum


Escrita porPams
Revisada por Lelen


36 • To Be Continued

Instalações Darko, Rússia

  Nada como uma maratona de Harry Potter para fechar o momento nostalgia adolescente e fazer nossos refugiados esquecerem um pouco da realidade. Entretanto, um novo dia nasce para Fletcher e Bellorum, que se encontravam adormecidos na sala de multimídia. %Joseph% foi o primeiro a acordar e não se conteve em ficar em silêncio, apenas observando a bailarina. Seu coração em um misto de felicidade por ela estar mais próxima e tristeza por saber que aquele momento poderia terminar a qualquer momento.
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  — Bom dia. — Sussurrou ele, ao perceber ela acordando.
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  — Bom dia. — %Jenie% sorriu de leve e ajeitou sua postura no sofá. — Acho que dormi na metade do Enigma do Príncipe.
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  Ele riu baixo.
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  — Você nem chegou nele, me deixou assistindo sozinho o final da Ordem da Fênix. — Resmungou ele num tom brincalhão. — Quer o café agora ou prefere relaxar na cama um pouco?
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  — Ah, por mais que minhas costas estejam reclamando, a fome é maior. — Respondeu.
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  Ambos riram.
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   %Joseph% aconselhou que tomassem pelo menos um banho para relaxar o corpo e trocassem de roupa. %Jenie% seguiu para seu quarto. Minutos depois ao terminar de se trocar, se atentou ao novo celular que comprara antes de ir para Rússia. Havia uma mensagem singela de %Simon% que fez seu coração apertar de culpa pela noite anterior.
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  — Bom dia para a pessoa que mais amo e decepcionei. — Sussurrou ela ao ler.
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  Num longo suspiro, ela reprimiu seus sentimentos assim como a lembrança do dia em que ela se encontrava mais abalada e ele terminou seu namoro. Ao mesmo tempo que sentia raiva pela decisão irracional do Dominos, uma aquecida veio em seu coração por saber que ele ainda a amava e parecia arrependido. Mas… E %Joseph%? Fletcher ainda gostava dele, só não sabia classificar se era apenas em amizade ou não, estando ali e voltando às memórias do ensino médio, se sentia ainda mais confusa que na época em que o Bellorum apareceu em Seattle.
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  — Fletcher?! — A voz de Nissah soou da porta, seguida de dois toques.
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  O que despertou a bailarina de seus devaneios amorosos. Guardando o celular no bolso da calça, seguiu até a porta e girou a maçaneta para abrir. Um singelo sorriso apareceu em seu rosto, para disfarçar suas preocupações sentimentais.
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  — Bom dia, Nissah. — %Jenie% a olhou curiosa por sua presença ali. — Pensei que estivesse em viagem com o capitão.
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  — Vamos em dois dias, vim saber se está tudo bem e quer tomar o café da manhã comigo. — Respondeu.
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  — Hum, é que %Joseph% …
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  — Ah, não se preocupe com o Bellorum, ele precisou se ausentar com urgência para resolver alguns problemas em Los Angeles e me pediu para te fazer companhia. — Explicou a agente com o olhar observador para a bailarina.
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  — Ah, então vamos, estou com muita fome. — %Jenie% riu disfarçando sua curiosidade.
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  Em alguns dias ali já era a segunda vez que %Joseph% desaparecia do nada para resolver outros assuntos. Realmente a vida de um herdeiro da Continuum não deveria ser fácil, um exemplo disso foi a longa e impressionante história de vida que Annia contou a ela, no pouco tempo que ficaram juntas. Seguindo para o refeitório, Nissah foi parada no corredor por um agente que lhe repassou algumas informações. %Jenie% observou discretamente ambos conversarem por alguns segundos, até que a agente se aproximou dela novamente.
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  — Algum problema? — perguntou a bailarina.
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  — Digamos que meus planos de te fazer companhia por hoje foram embargados por minha responsabilidade de agente Alpha. — Explicou Nissah. — Vou precisar sair hoje à tarde para ajudar um amigo em uma missão.
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  — Hum… — %Jenie% deixou seu olhar como o de uma criança abandonada. — Eu posso ir junto?
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  — Não, é muito perigoso. — Nissah a olhou surpresa pelo pedido.
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  — Por favor, Nissah, acho que já passei por momentos mais perigosos na minha vida e eu sei me defender. — Insistiu %Jenie%. — Sinto que vou entrar em surto se não sair daqui e fizer algo com mais adrenalina.
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  — %Jenie% …
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  — Nissah, por favorzinho?! — %Jenie% se manteve insistente. — Pedido de amiga.
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  — %Joseph% vai me matar se eu deixar você sair daqui e Nikolai vai ajudar nisso. — Replicou ela.
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  — Eles não precisam saber, eu não conto se você não contar. — Argumento final da bailarina que venceu a agente pelo cansaço.
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  Nissah assentiu com inúmeras preocupações em mente, mas faria aquilo pela amiga. Algo totalmente inimaginável pela agente era se tornar tão próxima das três garotas do quarto ao lado do orfanato Miral, anos depois de reencontrá-las e com aquelas circunstâncias. E de todas, %Jenie% Fletcher se mostrava mais receptiva e amigável com ela, apesar de Annia Baker ter-lhe despertado bastante admiração, assim como a impressionante %Nalla% Miller.
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  — Nada como um reforçado café da manhã para começar o dia bem. — Comentou %Jenie% saboreando sua panqueca.
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  — Você realmente estava com fome. — Comentou a agente que se satisfez com apenas algumas torradas e uma xícara de café.
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  — E você come pouco. — Brincou em risos.
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  — Tenho uma alimentação balanceada, por causa das minhas cirurgias de reconstrução há coisas que não posso comer e outras que devo abusar. — Explicou ela. — Mas tenho que me alimentar regularmente de três em três horas, por isso não como muito.
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  — Ahh… Deve ter sido doloroso mesmo para você, ter passado por isso. — Comentou %Jenie%. — O que aconteceu comigo não foi nem a metade, Andrei Tenebrae foi até gentil demais.
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  — Isso também me deixou intrigada, porque comigo a ordem era para matar e com você, ele queria atrair as outras meninas. — Nissah começou a analisar o ocorrido. — Será que ele queria eliminar vocês juntas?
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  — Não sei, talvez, o lado bom é que ele não sabe que você sobreviveu. — %Jenie% tomou o último gole de suco e a olhou. — %Joseph% pegou meu material genético para fazer o teste.
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  — Sim, fiquei sabendo, Nikolai me contou e pediu sigilo, ele também pegou o meu. — Concordou Nissah. — Pelo que sei, a família Bellorum por ser da área militar são os responsáveis pelo cumprimento das leis da Continuum, e %Joseph% está concentrando todas as informações sobre a herdeira Tenebrae.
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  — Então ele sabe quem de nós é? — perguntou %Jenie%.
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  — Não sei, mas se ele não sabe, está bem perto de descobrir. — Afirmou Nissah com certeza.
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  — Bem, só há três possibilidades, porque Annia é filha do Dimitri, uma Lancaster. — Continuou %Jenie% no seu quebra-cabeças mental. — As duas meninas que faleceram, não sabemos, mas eu sei que %Joseph% tinha encontrado alguns documentos de registro em Seattle sobre o incêndio “acidental” no orfanato Miral.
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  — Também soube dessa história, muito oportuno esse acidental que fez com que os registros fossem todos incinerados, não acredito muito no encerramento do caso. — Nissah cruzou os braços voltando o olhar para a xícara vazia em sua frente. — Mas é certo que quem fez isso estava protegendo a verdadeira herdeira.
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  — Então somos três na fila de possibilidades. — E apontando para si. — E adivinha quem é o alvo fácil?!
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  — Eu também já fui um alvo fácil, foi mesmo um milagre ter sido resgatada, %Jenie%. — Nissah era grata por aquilo, pela Darko ter cruzado em seu caminho. — Mas tem uma coisa.
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  — O que?! — Ela a olhou atentamente.
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  — Sua avó... Sua avó com certeza sabe quem é a verdadeira herdeira. — Continuou Nissah. — Você nunca pensou em conversar com ela sobre isso?!
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  — Acho que eu ainda não tive a oportunidade, mas pensando sobre isso agora, estou começando a considerar… — %Jenie% olhou para ela. — Acho que meus dias na Darko serão abreviados.
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  — Está pensando em que? — Nissah manteve um olhar desconfiado.
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  — Em fazer uma visita a minha avó, se ela tem as respostas, ela vai ter que revelar de alguma forma. — %Jenie% se mostrou segura de sua ideia imediata.
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  Mais alguns minutos de conversa, Nissah explicou para a bailarina o que exatamente elas fariam na capital da Rússia. Havia um cartel no bairro de Arbat que teriam documentos oportunos e ambicionados pela Darko, a missão era pegar esses documentos e levá-los à base de Moscou. %Jenie% como voluntária, se prontificou a ser a distração para que nossa agente alpha se infiltrasse nas instalações do For Pushkin, um restaurante de fachada para as transações clandestinas da família Pushkin.
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  E nada como um jatinho particular da Darko para facilitar o deslocamento daquela miniequipe tática de improviso. Com Nissah comandando, fora sorte Nikolai não ter se oferecido para acompanhá-la. Não por desconfiar de sua agente, mas por querer aproveitar ao máximo o tempo que tinham juntos, apesar de seu superior e responsável por ela, ele tinha outros assuntos a resolver pela Darko. E sempre que se distanciava de sua Petrov esquentada, seu coração vivia um misto de aperto e preocupação.
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  — Tem certeza de que quer fazer isso, %Jenie%?! — perguntou Nissah com o coração apertado.
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  — É claro que sim, sei dos riscos, mas estou mega animada. — Disse %Jenie% com os olhos brilhando.
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  — Acho que não tenho tanto medo assim dos Bellorum, minha preocupação é com outra pessoa. — Sussurrou Nissah, respirando fundo. — A Miller vai me matar depois disso.
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   %Jenie% foi na frente conforme o planejado, entrando no restaurante com Flint, o outro agente que pediu ajuda para elas. Ambos se sentaram em uma mesa cara fazendo o papel de um casal de turistas em lua de mel. Essa missão fez com que a bailarina se lembrasse das inúmeras peças de teatro que fora protagonista propositalmente com %Joseph% sendo seu par romântico. Para os alunos da escola secundária de Cliron, a diversão era ver os constantes embates entre Fletcher e Bellorum.
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  — E como estou me saindo? — perguntou %Jenie%.
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  — Perfeita, parece mesmo minha esposa. — Brincou Flint, piscando de leve.
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  Eles caíram em risos.
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  — Há quanto tempo você está na Darko? — perguntou ela, curiosa.
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  — Há uns três anos. — Respondeu ele, observando as movimentações no restaurante. — Fui recrutado enquanto estava na academia da Donna Fletcher, queria ser um sliter e acabei como um agente.
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  — Até que não me parece tão ruim assim. — Comentou ela. — Pensando agora, vejo todos falando sobre a tal academia da minha avó e de como ela é importante na Continuum, fico realmente chocada com tudo isso… Eu a conheço de um ângulo totalmente diferente.
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  — Hum… — Flint voltou seu olhar para o lado e viu o rosto do alvo de Nissah. — %Jenie%, é agora.
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  — Mas já? A conversa está tão boa. — Disse ela.
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  — Concentre-se, Fletcher. — Ele riu.
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  — Ok. — %Jenie% respirou fundo e já se levantou da cadeira em um rompante. — O que você pensa que está fazendo? Acabamos de nos casar e você fica olhando para as pernas de outra mulher?
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  Assim que a atenção de todos se voltou para eles, foi o sinal para Nissah entrar em cena e através dos dutos de ventilação com entrada pelo terraço, invadiu o escritório central do cartel. Claro que assim que foi acionado o alarme de invasão, foi questão de minutos para o caos se instalar no salão das mesas e %Jenie% despistar todos, seguindo pelas laterais até chegar na sala de lavagem de dinheiro.
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  Ao entrar, a inocente bailarina ficou estática com a quantidade de dinheiro que viu em sua frente, sendo separados por algumas mulheres. Que ao percebê-la se assustaram com a sua presença. Foi em um piscar de olhos que ela sentiu uma mão segura-la pelo braço e puxá-la para longe, era Nissah que já havia pegado os documentos que precisava. E agora já estava traçando uma nova rota de evacuação com a ajuda de Flint, que não poupou sua energia em lutar contra alguns dos homens do cartel.
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  — Uau! — disse %Jenie% ao ver Nissah derrubar dois homens em sua frente, sem o menor esforço.
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  Claro que as partes de metal em seu corpo ajudavam bastante na parte defensiva e de resistência, além da agente ser mais do que habilidosa em combates diretos.
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  — Foco, %Jenie%, ainda não estamos seguras. — Nissah a alertou e voltou-se em direção a saído do beco.
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   %Jenie% a seguiu e logo ambas foram abordadas por um carro, era Flint com a saída estratégica pela lateral em um Sedan preto. Para uma missão improvisada, %Jenie% finalmente havia sentido a adrenalina que tanto imaginou suas amigas sentindo, quando ouviu suas histórias.
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  E com isso, a bailarina só imaginava viver algo assim novamente, e havia um único lugar que poderia lhe proporcionar tal experiência: a Academia Fletcher.
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--

Algum lugar de Seattle

  Três dias de Lua de Mel, foi o tempo precioso que o casal Baker-Sollary conseguiu ter de paz e tranquilidade. Até que Annia descobriu por terceiros o casamento às escondidas de seu irmão e demonstrou sua insatisfação em duas horas de ligação. Entretanto, ela estava feliz por seu irmão ter feito aquilo a seu modo, como um verdadeiro Baker que não deixa conduzir sua vida por outras pessoas.
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  Agora estava o casal desembarcando no aeroporto particular da Continuum na cidade, para voltar à sua rotina, ou melhor, formular uma nova rotina baseada em sua realidade de casados. As poucas malas dentro do táxi, parada direta no prédio onde moravam, a questão agora seria escolher qual apartamento seria a morada deles. Para Baker, pouco importava o lugar, ele estava mais do que feliz e realizado apenas por tê-la em seus braços todos os dias.
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  — Espera. — Disse ele, antes de ambos passarem pela porta do apartamento dela.
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  — O que foi?! — %Mia% o olhou confusa.
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  — Falta uma coisa. — Disse ele.
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  — O que? — Ela não entendeu.
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  Logo %Demeter% a pegou no colo e sorriu.
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  — Agora sim. — Disse ele.
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  — O que você está fazendo, Baker? Me coloca no chão! — pediu ela.
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  — Não. — Ele passou pela porta e olhou para ela com carinho. — Agora sim, lar doce lar.
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   %Mia% soltou uma gargalhada boba e o olhou. Conseguia ver nítido o brilho no olhar de seu agora marido. Para a médica, a ficha ainda não tinha caído. Estar casada com %Demeter% era um misto de surto e coragem, que a deixava animada e temerosa do que poderia acontecer. Ter um amor tão perseverante e otimista como o dele fora o que despertou sua atenção.
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  — Agora pode me deixar no chão. — Disse ela.
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  — Hum… Estava pensando mais em outra coisa. — Ele sorriu com malícia.
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  — Seu tarado. — Ela bateu nele e se remexeu em seus braços, descendo de seu colo. — Pervertido.
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  — O que eu falei demais? — Ele se fez ofendido. — Você que tem uma mente maliciosa.
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  — Eu?! — Ela cruzou os braços o olhando atravessado.
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  — Sim. — Ele se aproximou dela e segurou em sua cintura. — Hum… Já disse o quanto você fica sexy quando fica brava?
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  — Já, muitas vezes. — Respondeu ela, tentando ficar séria, porém não conseguindo.
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  — Ainda temos vinte e quatro horas de lua de mel, o que me sugere? — perguntou ele.
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  — Me diz você, suas ideias acabaram? — Ela arqueou a sobrancelha.
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  — Você sabe o que eu realmente quero. — um sorriso de canto surgiu em sua face.
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  — Pervertido. — Sussurrou ela.
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   %Demeter% soltou uma gargalhada alta e engraçada. Em segundos iniciou um beijo longo e intenso em Sollary. Claro que o casal teria mais aquele dia somente para eles e aproveitaram ao máximo o momento.
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  Na manhã seguinte, lá estava %Mia% em seu primeiro dia como a residente Baker. Isso nas palavras de sua amiga Hill, que não poupou comentários sarcásticos e engraçados sobre o anúncio surpreendente de sua amiga. Já %Demeter% se rendeu às brincadeiras de seus funcionários e riu muito quando James disse que sua vida seria totalmente de rendição total a Sollary.
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  — Senhor mecânico, poderia olhar meu carro por um instante?! — Soou uma voz melosa, próximo a ele.
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  Baker que estava embaixo de um carro, concentrado em seu trabalho, apenas virou o rosto para tentar ver quem era, porém somente conseguiu visualizar as atraentes pernas da mulher.
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  — Me desculpe, senhorita, mas estamos fechados e… — assim que ele deu impulso na base de rodinhas em que estava deitado e finalmente olhou para a mulher. — Uau.
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  Seu corpo arrepiou, não somente com o olhar atraente de %Mia%, como também seu look totalmente empoderado.
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  — Então, senhorita, nós estamos fechados, mas para você posso abrir uma exceção. — Ele sorriu de canto malicioso, se colocando de pé.
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  — Sério?! — Ela se fez a inocente e deu mais alguns passos ficando bem próxima a ele. — Sua esposa não vai brigar?!
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  — Tenho certeza que não. — Ele segurou o riso, sentindo ela envolver os braços em seu pescoço. — Tem certeza disso?
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  — Baker, não estrague meu momento. — Sussurrou ela ao beijar seu pescoço.
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  — %Mia%, você pode sujar sua roupa. — Retrucou ele.
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  — Quem entra na chuva é para se molhar, não acha? — Ela o olhou de forma sugestiva.
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  Arrancando mais arrepios dele, deixando o coração acelerado. Intencionalmente aquela oficina seria pequena para o amor de ambos que intensificava gradativamente. Se era um sonho ou desejo encubado de %Demeter%, não se pode afirmar, mas que %Mia% aproveitaria cada minuto para conhecer todos os lados de seu marido naquela noite, sim, ela não se intimidaria.
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  Na manhã seguinte, sentindo algumas dores em suas costas, a residente foi despertando aos poucos. Abrindo os olhos lentamente, sentiu o sol entrando pelas frestas da persiana do escritório de %Demeter%, refletindo em seus olhos. O que a fez lembrar que a noite longa e em chamas na oficina não havia lhes permitido voltar para o apartamento, o que a fez dormir juntamente com ele, no sofá cama daquela pequena sala. Baker já não estava mais lá, havia acordado bem antes de sua esposa para receber seus funcionários e lhes dar a manhã de folga, assim os barulhos dos consertos de carro não atrapalhariam o sono de Sollary.
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  — Por que ele não me chamou?! — sussurrou ela, ao olhar pela persiana seu marido com uma prancheta na mão conferindo uma caixa de peças.
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  Enrolada em uma manta que servia de peça decorativa para o sofá, %Mia% recolheu suas roupas ainda espalhadas pelo chão e se vestiu rapidamente. Ao descer as escadas para o galpão, atraiu a atenção dele para ela.
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  — Bom dia, flor do dia. — Brincou ele.
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  — Bom dia. — Disse ela, seguindo até ele e lhe dando um selinho. — Por que não me chamou?
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  — Você dormia tão bem que não quis te acordar. — Explicou ele. — Está com fome?
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  — Um pouco, vou tomar um café reforçado no hospital e voltar a luta. — Ela se espreguiçou. — Estou com medo de encarar minha família depois desse casamento, se meu pai já estava raivoso por eu escolher a cárdio, imagina agora depois que frustramos os planos da tia Joseline.
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  — Hum… Que tal você não se preocupar com isso agora, e nós dois tomarmos um café juntos em nossa casa? — sugeriu ele. — Nossa noite foi mágica e podemos manter nosso dia ainda melhor.
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  — Suas sugestões são sempre atraentes, como você. — Ela sorriu de leve. — Tem certeza que não vai atrapalhar seu trabalho por aqui?
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  — Tenho. — Ele deixou a prancheta em cima da caixa e segurou a mão dela.
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  Seguindo no carro de %Mia%, não demorou minutos para entrarem no estacionamento do prédio onde moravam. Assim que chegaram na recepção, o casal foi parado pelo porteiro que estava acompanhado por uma pessoa que queria falar diretamente com Baker. O mesmo estranhou, entretanto, assentiu que fosse apresentado a tal pessoa. %Mia% de início achou um tanto estranho, ainda mais se tratando de uma mulher desconhecida que aparentava ter a idade deles, acompanhada de uma criança.
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  — Prazer, eu sou o %Demeter% Baker. — Disse %Demeter% assim que se colocou frente à mulher. — Esta é %Mia% Sollary Baker, minha esposa.
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  — Prazer em conhecê-los, seu porteiro disse que estavam em lua de mel, eu realmente não sabia que você tinha se casado. — Disse a mulher num tom confuso e perplexo.
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  — Você fala como se conhecesse o meu marido. — Indagou %Mia%, num tom mais autoritário.
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  — De certa forma sim. — Assentiu a mulher.
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  — Posso entender quem é você? Não me lembro do seu rosto. — Pediu ele.
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  — Eu gostaria de ter essa conversa em um local mais reservado. — Pediu a mulher.
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  Não pelo ambiente em si, pois estavam no jardim privativo do prédio, o lugar mais silencioso e discreto que poderiam conseguir. Sua menção era relacionada a %Mia%, que internamente já se sentia incomodada com aquilo.
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  — Tudo o que precisa dizer, pode dizer na frente da minha esposa. — Disse %Demeter%, já num tom mais firme. — O que a trouxe aqui?
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  — Meu nome é Rosalie Nevi, realmente você não se lembra de mim porque somente me viu uma vez, mas… Tenho certeza que vai se lembrar da minha irmã Giulia, vocês tiveram alguns momentos no passado, que não obteve sucesso por causa da sua mãe…
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  — Giulia, sim, acho que me lembro da sua irmã. — %Demeter% vasculhou em sua memória o rosto da garota a qual o nome pertencia.
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  — Como eu disse, sua mãe não permitiu que ela se aproximasse mais de você naquela época e nos ameaçou, mas acontece que… — Rosalie respirou fundo tomando coragem para continuar.
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  — O que?! — %Mia% tentou não demonstrar sua ponta de ciúme quanto aquele assunto.
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  — A senhora Allison Baker não contava com a gravidez de minha irmã. — Continuou ela.
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  — Gravidez?! — disseram o casal em conjunto.
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  — Sim. — Rosalie voltou o olhar para a pequena criança que brincava com um urso assentada no chão perto do jardim vertical. — Aquela é minha sobrinha Jullie, e também sua filha.
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  Um frio passou pelo corpo de %Demeter%, assim como uma leve paralisia na mente de %Mia%. Era surreal acreditar que aquela menina que aparentava seus cinco anos de idade poderia ser uma quem sabe, futura herdeira Baker.
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Ela está me deixando louco,
Por que o meu coração está acelerado?

- Monster / EXO

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