Continuum


Escrita porPams
Revisada por Lelen


11 • Sliter

- Baker House, Manhattan

  Se espreguiçando nos lençóis de seda, estava %Mia%. O pouco que lembrava do final da noite anterior, ela havia se rendido a alguns beijos e investidas de %Demeter%. Em sua mente, as lembranças dos sussurros de Baker veio com rapidez. No rompante, ela abriu os olhos erguendo seu corpo. O coração parou e voltou na mesma hora, quando se viu no quarto dele. Sentiu um frio tomar conta dela. E logo seu olhar chegou ao homem que olhava para a janela.
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  — Se está pensando que aconteceu algo entre nós, fique tranquila, não houve nada. — assegurou %Demeter%, num tom frustrado. — Não é assim que eu te quero.
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  — Do que está falando? — perguntou ela puxando os lençóis para se cobrir mais. — Acha que vou acreditar em você?
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  — Admito que foi tentador. — ele voltou seu olhar para ela. — Ter %Mia% Sollary se jogando em minha cama, dizendo que me queria, mas… Se não fossem pelas taças de champanhe que tomou e o tom embriagado…
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  Ele se afastou da janela e caminhou até ela; subindo na cama, se aproximou mais até ficar com o rosto colado ao dela.
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  — Quando você estiver em meus braços, será 100% sóbria e sussurrando meu nome pedindo por mais. — disse ele certo de suas palavras. — Enquanto isso não acontece, desfrute do café da manhã no orquidário, não terá minha presença pela manhã.
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  Ele se afastou dela e caminhou até a porta. %Mia% suspirou forte, um tanto desnorteada pelas ações dele. Desde quando Baker é assim? Se perguntou ela. Enquanto a Sollary permaneceu mais um pouco no quarto assimilando tudo que tinha acontecido. %Demeter% pegou as chaves de sua moto e seguiu até a oficina do amigo.
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  — Greg, você por aqui. — disse %Demeter% ao desligar a moto e retirar o capacete, reconhecendo o amigo.
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  — Desde quando está em Manhattan? — perguntou ele indo fazer seu cumprimento de amigos.
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  — Desde o início da semana. — respondeu se afastando de sua moto. — E você? O que faz aqui? Achei que tinha voltado para New Orleans.
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  — Ah não, aquele lugar não é mais o mesmo de quando criança, prefiro continuar aqui. Bem, para ser honesto, estava pensando em te pedir um emprego em Seattle, Hector me disse sobre sua empreitada como mecânico. — respondeu.
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  — E desde quando você tem aptidão para isso? — %Demeter% riu do amigo.
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  — Olha, eu aprendo rápido e sou comunicativo, posso te apresentar meu currículo, faço um sucesso com o público feminino. — ele riu, fazendo-o rir junto.
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  — Olha só, as duas fofoqueiras juntas. — Hector apareceu com uma chave de fenda na mão. — Espero que não estejam rindo de mim.
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  — Claro que estamos, rindo da sua falta de jeito com as mulheres. — brincou Greg.
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  — Você acredita que ele está me pedindo emprego? — disse Baker ao amigo.
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  — Acredito, porque antes ele pediu para mim. — Hector riu. — Não quero confusão aqui, ele se engraçando com mulher de cliente.
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  — Você sabe que eu não me envolvo com mulheres casadas. — protestou Greg.
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  — Vou pensar se você tem competência para ser meu funcionário. — %Demeter% riu da careta que ele fez, então voltou o olhar para Hector. — Vamos ao que interessa, preciso que me explique tudo que eu preciso saber e quero a lista de seus fornecedores mais confiantes.
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  — Quanto a isso, tá na mão, vem comigo. — o mecânico se dirigiu para seu escritório. — Greg, vigia a oficina aí.
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  — Vai pagar quanto? — retrucou o amigo.
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  — Seu mercenário. — Hector saiu rindo, sendo seguido por Baker.
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  Enquanto isso…

   %Mia%, que já havia se levantado, foi para seu quarto e trocou de roupa. Exatamente como %Demeter% havia dito, seu café estava aguardando-a no orquidário da propriedade. Um lugar especial, criado por Allison Baker com seu amor por orquídeas. A jovem se encantou com o lugar, apesar da planta em destaque não ser sua favorita. Mais uma vez havia se surpreendido com o Baker agora ousado.
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  — Estou sozinha aqui? — perguntou a jovem residente para a governanta Collins.
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  — Sim, senhorita Sollary, o herdeiro Baker saiu para resolver alguns assuntos e milady Baker retornou para seu apartamento no Central Park. — respondeu a mulher, mantendo a formalidade.
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  — Obrigada.
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  Ela tomou seu café da manhã com tranquilidade. Apreciando tanto a beleza do lugarcomo também a saborosa torta de maçã servida a ela. Após isso, ela chamou um táxi e seguiu para o campus da Columbia University. A amante da medicina tinha descoberto uma palestra que seria dada por um antigo professor. Pontualmente ela chegou no lugar e se acomodou entre as pessoas em um banco do auditório. Assim que o professor Parker entrou, todos aplaudiram e ficaram atentos. O foco de sua palestra era cirurgias envolvendo transplantes de células tronco.
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  Para a surpresa dela, Parker a reconheceu no meio de todas aqueles alunos e convidados. Ao final, o professor palestrante se aproximou de %Mia%, lhe convidando para tomar um café.
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  — E como está sendo sua residência no hospital da sua família? — perguntou ele assim que fomos servidos pelo atendente.
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  — Fácil não posso dizer que é, por eu ser filha do meu pai, a cobrança é em dobro. — admitiu ela meio envergonhada pelos olhares do seu ex professor. — Mas estou conseguindo acompanhar o ritmo.
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  — Você foi minha melhor aluna, posso garantir. — ele sorriu de canto. — Tenho certeza que será a melhor da sua família.
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  — Estou me empenhando para isso. — assegurou ela.
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  — Mas, me tire a curiosidade… O que faz em Manhattan? Pelo que me lembro, não tem muito tempo desde sua prova como interna. — analisou ele a situação. — Deveria estar exercendo sua residência, obtendo mais experiência.
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  — Sim, eu tive que me ausentar, mas todos os dias tenho estudado muito, estou focada em um artigo que iniciei exatamente sobre células tronco e sua relação com a leucemia mielomonocítica crônica. — explicou ela empolgada.
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  — Achei que seu desejo fosse neurocirurgia? — comentou ele. — Vai trocar sua especialização?
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  — Não, eu ainda quero a neuro, mas esse assunto mexe um pouco comigo, por causa da minha mãe. — confessou %Mia%, tentando não demonstrar sentimentalismo. — Você sabe que ela partiu por causa disso.
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  — Entendo. — ele respirou fundo. — Mas sua resposta foi vaga… Não está aqui por causa da minha palestra, não é?
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  — Não. — respondeu ela. — Estou como convidada de um amigo, participei de uma festa ontem.
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  — Interessante, um amigo? — seu olhar ficou mais analítico ainda para ela.
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  — Sim, um amigo. — confirmou.
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  — Então, seu amigo não vai se importar se passar o dia comigo, não é? — perguntou ele num tom sugestivo. — Tenho muito material sobre células tronco que gostaria de lhe mostrar.
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  — Será um prazer ver cada um deles. — disse ela se interessando mais em sua proposta.
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  Pouco antes de anoitecer, %Mia% retornou para a mansão Baker. A jovem carregava alguns documentos e livros cedidos por seu ex professor. %Demeter%, que permanecia sentado na poltrona próximo a lareira, não se moveu para recebê-la, seu olhar se mantinha atento ao jornal da Continuum. Uma matéria especial sobre o baile de máscaras promovido por Annia, relatava vários acontecimentos da noite assim como a seleta lista de convidados.
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  — Baker. — disse %Mia% ao se aproximar dele. — Quando voltou?
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  — Não tem muito tempo. — ele manteve o olhar no jornal.
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  — Hum… — resmungou pensando: “Pelo menos não passei o dia sozinha.”
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  Ela deixou as coisas que carregava em cima da mesa de apoio perto da escada e caminhou em direção a ele.
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  — Pode pelo menos olhar para mim? — perguntou ao parar em sua frente indignada pela recepção dele.
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   %Demeter% segurou o riso, fechou o jornal e olhou para ela com serenidade.
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  — O que mais deseja de mim? — perguntou ele.
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  — Que belo anfitrião está sendo. — ela manteve o tom de ironia.
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  — Diga claramente. — ele se manteve sério.
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  — Está com raiva de mim? — perguntou ela.
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  — Não, por que estaria? — ele se levantou da poltrona e ao passar por ela, foi parado.
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  — Não faz isso, não nos faça parecer um casal brigado depois de uma discussão sem propósito. — pediu ela mantendo o olhar firme para ele. — Não aja como um mimado que penso que é.
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  — Não estou agindo assim. — ele virou seu corpo ficando de frente para ela. — Mas precisa se acostumar a não ser mais o foco da minha atenção o tempo todo.
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  Ele se soltou dela e seguiu para a escada. %Mia% se viu revoltada com suas palavras e tomou impulso o seguindo. Ela segurou em sua mão, e assim que %Demeter% se virou para lhe dar atenção, ela o agarrou e o beijou com intensidade. Ele nem um pouco surpreso, retribuiu envolvendo seus braços em sua cintura.
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  — Engano seu. — sussurrou ela após o beijo. — Eu sempre vou ser seu foco.
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  Ela se afastou dele e subiu as escadas primeiro, com um sorriso escondido no rosto.
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  Sollary sabia como deixá-lo sem palavras.
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- Departamento de Polícia, Seattle

  Segunda-feira, o relógio na parede marcava oito da manhã.
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   %Joseph% se encontrava na sala de arquivos, olhando alguns documentos. Ele estava em sua pesquisa pessoal sobre o antigo orfanato da cidade chamado Miral. O lugar tinha sido criminalmente incendiado há sete anos, tendo todos os registros de adoções e chegadas das crianças perdidos entre o fogo. %Joseph% não confiava muito em seu pai, então resolveu fazer sua própria investigação sobre a herdeira Tenebrae. Se recusava acreditar que pudesse ser a pessoa que mais se preocupava no mundo.
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  — Quer um reforço aí? — perguntou Nancy ao se aproximar dele. — Já tem dias que está isolado aqui.
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  — Gosto do silêncio desse lugar. — respondeu ele. — Me deixa mais concentrado.
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  — Posso? — perguntou ela puxando uma cadeira e se sentando.
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  — Estou olhando os registros do orfanato Miral. — disse ela esticando a pasta para ela. — Já rodei esse lugar todo e as informações não batem.
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  — Eu não sei muito sobre o caso do incêndio, mas conheço um policial aposentado que poderia nos ajudar. — disse ela interessada não mesmo em ajudá-lo, mas sim em se aproximar dele. — Ele acompanhou o caso.
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  — Quem seria? — perguntou curioso.
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  — Meu pai. — respondeu ela. — Você não é o único que pertence a uma família de militares.
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  Ela riu baixo.
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  — Posso não ser uma Bellorum, mas as família Sanches tem sua história na polícia. — afirmou ela segura do que dizia.
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  — Seu pai estaria aberto a contar sobre?
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  — Tenho certeza que sim. — assegurou ela.
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  — Agradeço por querer me ajudar. — %Joseph% sorriu de leve para moça.
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Algumas horas depois…

  Após o horário do almoço, %Jenie% aproveitou o pouco movimento da livraria e a ausência de Princia para iniciar sua leitura matinal.
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  — %Jenie%! — a voz de %Joseph% despertou sua atenção.
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  — Você? — olhou não muito feliz em vê-lo.
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  — Precisamos conversar. — com sua voz firme, porém branda.
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  — O que eu teria para falar com você? — ela se manteve séria, demonstrando impaciência com sua presença.
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  — %Jenie%, eu... — ele foi se aproximando dela. — Não sei como pedir perdão por ter me afastado, mas eu ainda te amo… E não posso aceitar que tenha me esquecido assim tão facilmente.
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  — Sério, %Joseph%? — não dando ouvidos ao que ele disse. — Depois de todos esses anos você aparece de repente e diz que ainda me ama? Tudo o que tivemos, agora faz parte do meu passado.
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  Ela saiu de trás do balcão e passou por ele, em direção a porta.
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  — Você ainda é meu presente. — %Joseph% a pegou pela mão e puxou-a para mais perto, deixando seus corpos a milímetros de distância um do outro. — Eu te amo, %Jenie% Fletcher, e isso é real.
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  — %Joseph%. — começando a ficar sem ar por causa do perfume envolvente que ele possuía. — Por favor, para.
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  Se %Jenie% ainda tivesse um pingo de sentimento por %Joseph%, lutaria até o fim contra isso. Ela estava feliz conhecendo %Simon%. Estava segura que desta vez sua mãe não atrapalharia, mesmo que Dominos fosse uma família Continuum.
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  — O que está acontecendo aqui? — perguntou %Simon% ao apareceu e empurrar %Joseph% bruscamente.
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  — %Simon%! — %Jenie% se colocou entre os dois.
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  — Fica longe dela. — intimou o Dominos com o olhar.
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  — Me obriga, meu amigo. — %Joseph% sorriu com maliciosamente.
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  — Quer apostar? — insistiu %Simon% tentou avançar contra ele.
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  — %Simon% para, por favor. — um pouco desesperada %Jenie% colocou suas mãos na face dele direcionando seu olhar para os olhos dela. — E você, sai daqui, %Joseph%.
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  O Bellorum assentiu mesmo relutante e saiu da livraria.
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  — Me desculpa pelo que teve que presenciar. — disse ela num tom baixo.
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  — Eu ouvi o que ele disse, que te amava. — comentou %Simon%. — Vou ter que lutar com o seu passado?
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  — %Simon% … — ela soltou um suspiro forte.
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  — Eu não me importo, se tiver que ser. — ele segurou em sua cintura e a puxou para mais perto. — Eu lutarei por você.
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  Ele a beijou com doçura e um toque de desespero de sua parte. O Dominos já se mostrava mais do que envolvido por ela, se mostrava apaixonado pela Fletcher.
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  Enfim, faltavam alguns dias para o Festival do Outono.
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  Junior o irmão caçula de %Jenie%, filho biológico de sua mãe adotiva, chegaria a rodoviária de Seattle. Beth fora bem cedo buscá-lo. Lise mesmo triste com o recente rompimento do namoro, tinha uma vida de trabalho pela frente, assim fora para o Café au Lait. %Demeter% e %Mia% ainda se encontravam em Manhattan. Todos os hóspedes haviam saído. Era domingo e %Jenie% se encontrava no quarto de %Simon%. Ele estava na janela olhando o horizonte.
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  — O que foi? — perguntou ela. — Ficou silencioso de repente.
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  — Nada. — ele respirou fundo. — Eu terei que voltar para minha casa no natal.
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  — Isso te preocupa? — perguntou ela indo até ele.
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  — Te deixar me preocupa. — respondeu precisamente.
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  — Não se preocupe, sua ausência não vai alterar o que estou sentindo por você. — assegurou ela. — %Simon% Dominos, fique tranquilo, quando voltar, meu coração ainda vai te querer.
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  Ele sorriu pela declaração dela.
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  — Queria poder te levar, mas acho melhor… — ele se calou.
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  — Eu entendo que não seja um bom momento para sua família me conhecer. — ela se mostroucompreensiva.
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  — Obrigado. — ele a abraçou forte.
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  Não demorou muito para que ela descesse para a sala e se deparasse com seu irmão entrando no hostel.
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  — Junior? — sorriu ao ver o irmão e indo ao seu encontro, o abraçou.
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  — %Jenie%! — ele sorriu ao abraçá-la.
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  — Estava com saudades, seu pirralho.
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  — Eu também, só um pouco. — disse ele, com toda esta harmonia Beth deixou as malas de Junior no chão e fora para a cozinha para deixá-los mais à vontade. — E eu não sou mais sum pirralho, olha meu tamanho, estou quase indo para a faculdade.
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  — Sei, sempre será um pirralho para mim. Mas me conta as novidades! — pediu com entusiasmo. — E como estão todos em Cliron? A mamãe, Yasmin?
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  — Eles estão bem, Yasmin está trabalhando na clínica veterinária da nossa cidade, e nossa mãe continua raivosa por ter saído de casa. — e rindo descontraidamente. — E você? Tia Beth disse que contraiu amizades com um hóspede dela.
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  Ao falar isso, ambos olharam pra escada, era %Simon% quem descia lentamente.
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  — %Simon%, este é Junior, meu irmão. — se aproximando dele pegou em sua mão e sorriu. — Junior, este é %Simon%, não é só meu amigo, é meu namorado.
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  — Uau. — seu irmão ficou boquiaberta com a declaração dela. — Quais suas intenções com a minha irmã?
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  O pequeno Fletcher fechou a cara, ficando sério.
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  — Junior! — repreendeu ela.
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  — Brincadeirinha. — eles riram disso.
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  — Acho que posso dizer que não são muito boas. — %Simon% piscou para ela.
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  — %Simon%! — agora repreendendo ele.
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  Ele riram novamente.
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  — É um prazer conhecê-lo, Junior. — o Dominos esticou a mão em cumprimento.
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  — Igualmente, %Simon%. — concordou ele, aceitando o cumprimento.
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- Academia Sliter Fletcher, São Francisco

  Em meio às colinas do estado da Califórnia estava %Nalla% Miller seguindo em um carro alugado, direto para a academia sliter de Donna Fletcher, a matriarca conhecida por ser a melhor treinadora de sliters da Continuum. A jovem Miller havia deixado %Sebastian% embarcar sozinha para Chicago e seguido para São Francisco com a missão de encontrar resposta para Annia Baker. Um acordo deveria ser honrado e os Dominos sempre cumprem com eles.
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  — Quando me ligou, fiquei surpresa. — disse Donna assim que a jovem desceu do carro e a avistou.
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  A mulher se manteve na varanda da casa de madeira que compunha o cenário da fazenda onde se localizava seu novo centro de treinamento.
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  — Donna Fletcher, é um prazer revê-la. — disse %Nalla% ao fechar a porta do carro e seguir até ela.
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  — Como estão as coisas com o Dominos? — perguntou a senhora observando a aproximação dela.
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  — Como vem sendo noticiado pela Continuum. — respondeu mantendo a discrição.
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   %Nalla% olhou para alguns jovens treinando no gramado mais à frente, depois voltou seu olhar para a matriarca Fletcher.
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  — Discreta como sempre. — elogiou Donna.
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  — Foi assim que me ensinou. — comentou. — Estive com Annia.
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  — Ainda se lembra daquela criança? — Donna se pegou surpresa pelo comentário.
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  — Então você a entregou para a família Baker. — continuou ela. — Interessante.
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  — As três crianças que resgatei no mesmo dia tiveram seu destino traçado não por mim, mas pela Continuum. — explicou a matriarca. — Vamos ao que interessa, do que precisa?
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  — Quero tudo sobre Davis Malorie, a família Sollary e sobre os desvios de CN. — ela foi direta ao ponto que queria. — Sei que tem muitos contatos e não vou sair daqui sem as informações que quero.
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  — Boa garota, venha comigo, vamos trabalhar juntas um pouco. — Donna sorriu e canto e seguiu para porta de entrada.
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  — Tenho outros questionamentos para você. — disse %Nalla% a seguindo.
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  — Sobre? — Donna continuou seguindo até a cozinha.
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  — A herdeira Tenebrae. — mais uma vez direta e precisa.
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  Donna ficou em silêncio, esperando uma trainee passar por elas. Então abriu a porta do porão e desceu as escadas sendo acompanhada por Miller.
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  — Por que este assunto agora? — perguntou Donna ao chegarem no porão e se aproximar da parede de prateleiras onde ficavam os livros, registros e documentos envolvendo a Continuum.
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  — Isla Fallin descobriu algo e contou a %Sebastian%. — explicou. — Um nome, foi o que ele me revelou, Fallin lhe deu o nome da herdeira Tenebrae.
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  — E ele não disse qual? — Donna pegou uma pasta preta e olhou para ela.
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  — Não, mas segundo as ordens que me deu, eu suspeito de quem seja. — respondeu mantendo o olhar firme nela. — Ele garante que agora, sabendo quem é, ele vai iniciar a queda dos Tenebrae.
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  — Duvido muito, mas… Somente eu sei quem é ela. — Donna deu um sorriso maquiavélico. — E dos meus lábios, este segredo não vai sair, até que seja a hora exata.
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  — Você tem brincado com o fogo, Donna Fletcher… — %Nalla% a alertou.
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  A jovem sliter sabia do que %Sebastian% era capaz, o desejo dele por vingança o cegava na maior parte do tempo.
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  — Não se preocupe, eu sei me cuidar e cuidar da minha família. — assegurou Donna. — %Sebastian% jamais tocará em algum Fletcher, ou então conhecerá a verdadeira matriarca Donna Fletcher.
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  — Se assim você diz. — %Nalla% moveu seu olhar para a pasta nas mãos dela.
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  — Apenas continue sendo leal a ele como foi treinada para ser, e o conduza à razão. — aconselhou a matriarca. — %Sebastian% sempre terá ouvidos para sua voz.
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  Miller assentiu.
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  Ela sabia que as palavras de Donna eram reais. Dominos realmente sempre seguiria seus conselhos e direcionamentos. Isso era o que Donna queria desde o início, ter alguém de confiança que pudesse controlar o chefe dos Dominos.
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  Mesmo que de forma oculta e silenciosa.
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You can call me monster.
- Monster / EXO

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