Continuum


Escrita porPams
Revisada por Lelen


2 • Amizade

– Algum lugar do Texas…

  Dentre as muitas atividades de %Nalla%, ser a pessoa que acompanhava os acordos comerciais mais complexos e não deixar que fossem atrapalhados era um deles. Incrível para todos é como ela conseguia dar conta de tudo e ainda garantir a segurança de %Sebastian%. Claro que o chefe da família Dominos sabia se defender muito bem em uma boa briga, mas a função de %Nalla% era bem mais do que isso. E se fosse preciso sujar suas mãos para garantir o sucesso dele, ela o faria.
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  Segundo as nomenclaturas criadas pela Continuum, %Nalla% Miller era denominada como uma Sliter, por ser o braço direito de %Sebastian%. Educada e reservada, essas eram as definições da mulher. Olhar atento, cabelos sempre presos, voz suave e baixa, porém firme, sempre trajava terno feminino de cor azul marinho combinado com uma bota preta.
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  Numa calorosa manhã de sexta-feira, ela desembarcou no aeroporto privativo da cidade de Austin, seguiu em um carro alugado até uma fazenda ao sul da cidade, seu objetivo era finalizar o fechamento de contrato de exclusividade com 3 produtores locais. Entretanto, ao contrário do que se esperava, o clima não estava muito bom, pois um dos produtores se recusava a aceitar a quantia oferecida por %Sebastian%.
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  — Receio que este equívoco de sua parte terá que acabar neste instante — alertou %Nalla% ao se colocar em frente ao homem, seu olhar se mantinha sereno como sempre.
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  — Me desculpe, moça, mas não vou concordar com isso, minha fazenda vale mais do que Dominos está oferecendo, todos sabem que minhas terras são as mais férteis do Texas. — O homem que aparentava ter 40 anos se levantou do sofá em que estava sentado, olhando a mulher com arrogância. — Ninguém irá me obrigar.
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  Ao falar isso, cinco homens armados entraram na sala. %Nalla% os observou de relance e voltou a fixar seu olhar no produtor problemático.
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  — Bem, acho melhor o senhor não fazer isso. — Ela voltou seu olhar para os outros 2 produtores. — Foi um prazer negociar com os senhores, podem ir, o dinheiro será depositado em 24 horas, como combinado.
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  Ambos os homens agradeceram e saíram mais que depressa da sala, afinal, eles sabiam quem era ela e do que ela era capaz. %Nalla% continuou:
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  — Bem, o senhor não me deixa outra escolha. — Miller pegou seu celular e ligou para seu chefe. — Senhor Dominos.
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  — %Nalla%, espero boas notícias.
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  — Dois contratos já foram assinados, porém o terceiro se recusa a aceitar a oferta.
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  — Imagino que esteja rodeada de capangas.
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  — Sim senhor — confirmou o óbvio.
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  — Divirta-se e me traga esse contrato assinado.
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  — Sim senhor.
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  Após desligar o celular, %Nalla% sorriu maliciosamente. Ela retirou o contrato daquele homem da pasta que levava consigo e o deixou juntamente com uma caneta na mesa de centro.
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  — Espero que este contrato esteja assinado assim que eu terminar. — A suavidade em sua voz contradizia a intensidade em seu olhar.
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  Assim que terminou de pronunciar aquelas palavras, %Nalla% se esquivou do soco de um dos homens que estava atrás dela; pegando o braço do mesmo, o torceu com força, e pegando sua arma, atirou no segundo homem logo atrás. Assim, o terceiro homem atirou em sua direção e, virando seu corpo, a bala acertou o pescoço do primeiro homem. %Nalla% jogou o corpo do homem no chão e vendo a movimentação do quinto capanga em sua direção, pegou uma faca que estava escondida em sua bota. Instantaneamente atirou-a acertando no coração de seu algoz, com a arma ainda em sua mão, atirou no terceiro homem. O quarto homem que estava com uma foice lançou o objeto contra ela. A sliter se abaixou rapidamente girando com sua perna direita reta, consequentemente derrubando o homem. Ao se levantar, atirou nele com a arma que estava em suas mãos.
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  %Nalla% respirou fundo e voltando seu olhar para a arma em suas mãos, percebeu que felizmente não havia retirado suas luvas. Jogando o objeto no chão, voltou o olhar sereno para o produtor.
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  — Então… Temos um acordo agora? — disse ela de forma séria.
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  O produtor, que estava agachado ao chão, trêmulo de tanto medo, esticou o braço com o contrato em suas mãos.
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  — Aqui está — disse entregando os papéis à mulher.
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  — Agradeço pela atenção — disse ela ao pegar o contrato. — Foi um prazer fazer negócio com o senhor, em 24 horas seu dinheiro será transferido.
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  Miller guardou o terceiro contrato na pasta juntamente com os outros dois. Olhando de relance para os corpos dos homens no chão, deu um sorriso de canto e se retirou do lugar.
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– Hostel Fletcher

  Enquanto isso, na sala de seu hostel, Beth encerrava a ligação que tinha feito à sua irmã, Marie. Mesmo apoiando a fase independente de sua sobrinha, Beth, às escondidas, continuava notificando sua irmã sobre os passos da filha adotiva. Foi neste momento que Paul, o namorado de Lise, chegou.
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  — Bom dia, tia Beth! — disse ele em sua forma brincalhona, ao adentrar pela porta da frente, já se sentando no sofá.
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  A mulher sorriu para ele em cumprimento e voltou-se ao telefone, fazendo uma nova ligação.
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  — Beth? Algum problema? — perguntou a voz ao atender. — Não é de me ligar pela manhã.
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  — Bom dia, Alfred — disse. — Conseguiu o que pedi?
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  — Sabe que não é tão fácil assim conseguir informações de uma família de alto nível da Continuum. — Se explicou ele devido à demora com o pedido.
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  — Isso é urgente.
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  — Não se preocupe, tenho certeza que meus contatos vão conseguir a informação que pede.
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  — Anotou direito?
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  — Sim.
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  — Assim espero.
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  — Então…
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  — Então o quê?
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  — Preciso conversar com você.
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  — Fale. — Beth voltou seu olhar para Paul, que fingia não prestar atenção na ligação.
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  — Pelo telefone não, vamos nos encontrar no Café au Lait daqui quinze minutos.
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  — Infelizmente não posso, vou até Cliron, mas terça à noite acho que estarei disponível.
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  — Um jantar, estou gostando da ideia!
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  — Não comece com esses pensamentos, Molina.
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  — A qual deles você está se referindo? — com uma voz ousada ele perguntou.
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  — Você sabe do que estou falando — respondeu seriamente.
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  — Sei?
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  — Nos vemos terça à noite. — Finalizou ela com a voz áspera.
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  — Até, vou te esperar com o maior prazer.
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  — Até mais, Molina. — A mulher desligou o telefone e manteve o olhar atento ao jovem no seu sofá. — Então, Paul, o que te traz aqui tão cedo?
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  — O seu café, tia Beth.
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  — O meu café? Sei. — Ela disfarçou o olhar de desconfiança. — Está trabalhando?
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  — Agora estou lutando como analista de sistemas, mas quero mesmo é ser um empreendedor — admitiu o jovem empolgado.
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  — Nossa, e a que se deve a mudança? — Beth colocou a mão na cintura, admirada.
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  — Eu acabei percebendo que computação ainda não é pra mim, então serei dono do meu próprio negócio.
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  — Tem todo o meu apoio. — Ela sorriu para ele. — Não vai comer agora?
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  — Não, tia, vou esperar a %Nalla%, gosto de zoar a cara dela no café. — O rapaz soltou uma gargalhada.
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  — É demais pra minha cabeça, bom café pra você.
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  — Valeu, tia Beth! — Paul agradeceu ainda em risos.
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  Beth seguiu para a cozinha, pegou alguns biscoitos da forma, colocou-os em um saquinho e saiu, indo em direção à banca de jornal.
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  No quarto, %Jenie% se encontrava pensativa quando saiu dele e andou pelo corredor com sua mente aérea. Desceu as escadas lentamente até que chegou à sala e se deparou com Paul sentado ao sofá, mexendo no seu smartphone.
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  — Paul? O que faz aqui? — perguntou ela.
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  — Bom dia, flor do dia, acordou quando? — Ele bloqueou a tela e guardou o celular no bolso da calça.
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  — Não tem muito tempo, e você? — perguntou a moça.
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  — Já tem uns vinte minutos, vim correndo para não perder o café da tia Beth — respondeu ele ao se levantar do sofá.
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  — Hum…
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  — Não devia estar trabalhando?
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  — Estou de folga hoje. — O rapaz fez uma cara de quem estava aprontando e riu. — E aí, quais as novidades?
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  — Temos um Dominos como hóspede — respondeu %Jenie%.
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  — Um Dominos? Dominos? A família Dominos? Da Continuum?
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  — Essa mesmo. — Assentiu ela. — Nem sei como tia Beth deixou, ela vive dizendo para ficarmos longe das famílias da Continuum.
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  Paul começou a rir, até que se lembrou do passado que sua amiga havia lhe contado, sobre seu envolvimento com um membro de uma família da Continuum, então seu sorriso deu lugar ao olhar preocupado.
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  — Entendeu agora?
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  — Ah, mas não é como se você fosse se apaixonar por ele, né? — Ele soltou uma risada fraca. — Não é, %Jenie%?
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  — Claro que não — ela desconversou.
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  Mas já se contava duas semanas desde a chegada de %Simon%, e sim, ela, em vários momentos do dia, se pegava pensando nele e curiosa para conhecê-lo mais. Era loucura dizer, mas %Jenie% de certa forma se sentia atraída a tudo que envolvia a Continuum, principalmente jovens bonitos de famílias classe A da sociedade.
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  %Jenie% e Paul iniciaram uma interessante conversa sobre teorias malucas que sempre criavam a respeito da Continuum. Neste tempo, Lise, com seu moderno e ao mesmo tempo humilhante uniforme de recepcionista, com direito a blusa branca com um babado roxo e uma calça social roxa com listras brancas, desceu as escadas e interagiu com ambos.
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  — Deixa eu adivinhar o assunto — ela olhou para ambos —, novo hóspede, Dominos e Continuum.
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  — Somos tão óbvios assim? — perguntou %Jenie% à prima.
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  — É o assunto do momento em toda a cidade, foi a mesma coisa quando o Baker se mudou para cá — explicou ela. — Daqui a pouco cai no esquecimento, até outra família dar a louca de vir residir em Seattle.
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  — Isso é verdade. — Paul riu. — Mas pelo menos o %Demeter% é gente boa, já esse Dominos, não sabemos.
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  — Ele é educado — defendeu %Jenie%.
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  — %Joseph% também era — relembrou Lise sobre o antigo namorado da prima. — E era um Bellorum.
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  — Ouvi dizer que os Bellorum são os mais frios e arrogantes — comentou Paul.
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  — São todos militares, o que queria? — Lise cruzou os braços. — %Jenie%, não se esqueça o quão conturbado foi seu relacionamento com o Bellorum, imagine que pode ser pior sendo um Dominos.
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  —Ai, gente, vocês falam como se eu fosse um ímã que atrai Continuum. — Ela se sentiu ofendida.
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  — Só falo para sua proteção, essas famílias são perigosas — alertou a prima.
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  — Eu sei, me lembro bem de como o pai de %Joseph% reagiu quando descobriu nosso namoro. — %Jenie% suspirou fraco ao ser invadida por suas lembranças negativas.
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  Por isso nosso namoro era escondido. Pensou ela.
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  Lise se despediu deles e seguiu para seu trabalho. Os amigos aproveitaram a deixa e foram para a cozinha, onde %Jenie% serviu o café para ambos. Em meio às xícaras, os biscoitos de milho, o bolo de morango com cobertura de coco, o suco de laranja e o leite, eles continuaram conversando.
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  — Você viu a tia Beth quando chegou? — perguntou %Jenie%.
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  — Ah, sim, ela estava ao telefone. Depois disso, foi pra cozinha e saiu.
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  — E disse pra onde?
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  — Não. — Paul tomou um gole de sua bebida. — Sabe de uma coisa, eu acho que o senhor Molina está apaixonado por ela.
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  — Eu tenho certeza. — %Jenie% soltou uma gargalhada.
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  — Pois é. — Ambos riram do comentário.
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  — E como vai o namoro com a Lise?
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  — Vai indo, ela é meio convencida às vezes, mas dá pra aguentar. Eu amo sua prima.
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  — Até hoje fico chocada com a forma insistente que a conquistou. — Ao falar ela leva a xícara à boca.
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  — E ela sempre dizendo que não queria namorar alguém tão chato como eu. — Paul deu um suspiro. — Desde quando sou chato?
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  — Reservo-me o direito de permanecer em silêncio para não perder o amigo — disse %Jenie% segurando o riso, porém, ambos soltaram gargalhadas.
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– Seattle Sollary Hospital

  Na sala de descanso dos residentes, %Mia% tirava mais um de seus cochilos, era a única forma que encontrava para se manter de pé e superar o mau-humor da residente chefe, senhorita Lins. A madrugada passada não tinha sido muito boa devido a um acidente causado por um carro desgovernado, a ala de emergência se tornou um caos. Felizmente, era aquele tipo de caos que a Sollary dedicada gostava, sentir a adrenalina a cem por hora enquanto segurava um bisturi. Mais que um legado da sua família, ser médica era realmente seu caminho a seguir.
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  — Sollary — chamou Kim ao se aproximar do beliche e balançar seu ombro. — Sollary?
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  — Hum? — Ela abriu um pouco os olhos e se virou para quem a chamava. — O que você quer?
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  — A megera Lins está à sua procura.
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  — O que ela quer? — perguntou a moça erguendo seu corpo e se espreguiçando como podia.
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  — Seus relatórios do plantão desta madrugada — explicou o rapaz.
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  — Hum… — Ela bufou de leve e se levantou da cama.
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  Ao se aproximar da mesa de estudos, pegou os relatórios que passou duas horas preenchendo e revisando a mando da megera, e seguiu para a enfermaria. Lins só tinha aquele cargo por ser muito próxima do atual diretor do hospital, nomeado logo após o pai de %Mia% anunciar a aposentadoria dele. Sendo filha única, aquilo a tornava a herdeira primária Sollary, já que seus primos só poderiam herdar algo se ela não existisse. Por isso, %Mia% tinha uma pressão grande em suas costas, e a responsabilidade de se tornar a melhor cirurgiã que aquele hospital já teve.
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  — Me procurando, dra. Lins? — disse ela ponderando a voz ao se aproximar de sua superiora.
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  — Claro. — A mulher deu um sorriso falso. — Terminou os relatórios?
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  — Sim. — Assentiu.
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  — Muito bem, pode ir para casa, já completou suas horas — ordenou a mulher.
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  — Como assim? Ainda faltam três horas, eu contei.
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  — Não faltam, seu horário foi reduzido mais uma vez — explicou a mulher. — E com a emergência do acidente, você ficou muito tempo em cirurgias.
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  — Mas…
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  — Ordens do seu tio — disse a superior.
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  %Mia% engoliu seco àquela afronta. Claro que tinha dedo do seu tio, aquele velho que sempre almejava sabotar a sobrinha para ficar com seu lugar totalmente.
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  A jovem residente se retirou e foi até o vestiário, onde trocou de roupa e pegou sua bolsa no armário. Mesmo contrariada, não podia fazer nada a não ser ir para casa. Bem na porta de saída ela avistou um rosto conhecido. %Demeter% se encontrava encostado em sua moto, de braços cruzados e em uma pose que só vemos em revistas.
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  — O que faz aqui, Baker? — perguntou ela.
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  — Vim te buscar — respondeu o rapaz.
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  — E como sabia que eu sairia daqui agora? — A moça cruzou os braços, intrigada.
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  — Não sabia, estava contando que sairia daqui três horas — explicou %Demeter% com tranquilidade.
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  — E ficaria aqui me esperando por três horas? — indagou ela.
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  — Sim.
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  — Você não tem mais nada para fazer, não?
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  — Ficar perto de você é mais interessante. — Ele deu um sorriso bobo.
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  — Você é realmente um imaturo mesmo. — %Mia% bufou e se afastou.
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  — Espera — ele segurou em sua mão —, me deixa te levar.
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  — Quantas vezes vou ter que dizer que está perdendo seu tempo? Não vou te dar nem meia chance, Baker. — Sollary o olhou com firmeza.
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  — Você odeia tanto a minha família assim? — perguntou ele.
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  — As pessoas que conheci dela não me deram boa impressão — revelou.
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  — E acha que se uma é assim, todos são? — retrucou o rapaz.
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  — Você ainda não me provou o contrário, e agir feito um adolescente sem responsabilidade não ajuda. — %Mia% continuou firme.
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  — E o que tenho que fazer para você se apaixonar por mim?
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  — Primeiro, pare de achar que vou me apaixonar por você, pois isso nunca vai acontecer; e segundo, se eu ver que é realmente um homem responsável, posso pensar em te dar o benefício de ser meu amigo. — A mulher se soltou dele.
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  — O que a megera te fez? — perguntou %Demeter%.
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  — O quê? — perguntou confusa.
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  — Toda vez que ela te deixa furiosa você desconta em mim — explicou ele segurando o riso. — Vou ser sincero, esse lance de me fazer seu saco de pancadas só me deixa mais apaixonado ainda.
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  — Viu, é uma criança. — A cirurgiã se virou.
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  — Sou um homem apaixonado. — %Demeter% a segurou novamente. — Me deixa te divertir um pouco.
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  — Você não desiste mesmo, não é, Baker?
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  — Jamais, Sollary. — Ele sorriu de canto e esticou o segundo capacete para a mulher. — Vamos?
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  %Mia% suspirou um pouco e, sem pensar muito, pegou o capacete e subiu na garupa o colocando. Se ela analisasse muito a ideia, certamente não faria aquilo. Talvez por ter tido um breve romance com um Dominos em seus tempos de faculdade em Harvard, uma aversão às famílias da Continuum tinha se criado dentro dela. E Baker pertencia a uma, motivo de sua resistência.
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  Mas lá no fundo ela até o achava charmoso e atraente.
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“Eu já abri o meu coração para você há muito tempo
Você é tudo para mim, esse é o meu jeito de confirmar
Eu deveria ser cuidadoso e me amar mais,
Desse jeito eu nunca irei me machucar.”

– My Answer / EXO

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Lelen
  — Divirta-se e me traga esse contrato assinado." Leia mais »

Já gostei de você, Sebastian! HOASIDOI

Lelen
  — Toda vez que ela te deixa furiosa você desconta em mim — explicou ele segurando o riso. — Vou…" Leia mais »

Acho que encontrei meu queridinho na história kkkkkk

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