Continuum


Escrita porPams
Revisada por Lelen


9 • Bellorum

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

– Hostel Fletcher

  Enfim sábado chegou e com ele também a chuva. Algo não tão surpreendente já que Seattle era conhecida por chover muito naquela época do ano. Como todas as manhãs, %Jenie% acordou e assim que trocou de roupa, seguiu para cozinha. Ao passar pela sala, viu %Joseph% conversando com uma mulher desconhecida para ela. A jovem bailarina passou direto para cozinha sem se dar a chance de importar com a cena.
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  — Bom dia, bailarina — disse %Simon% que já estava sentado na cadeira tomando seu café. — Dormiu bem?
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  — Sim, e você acredita que sonhei com seu restaurante? — Ela soltou uma risada baixa e se sentou na cadeira ao lado.
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  — Será que é um bom sinal? — supôs ele.
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  — Tomara, e você ainda me vede um jantar de degustação.
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  — Depois da reforma farei com o maior prazer. — Ele sorriu. — Vai dar aulas hoje?
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  — Não, por causa da chuva, recebi uma mensagem da escola cancelando. Minhas aprendizes de bailarina podem pegar resfriado com esse tempo — explicou ela.
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Nas ruas de Seattle…

  Beth já se aproximava do Departamento de Polícia da cidade. Ao entrar no prédio, seguiu para o posto de atendimento, no qual uma policial atendente sorriu e lhe cumprimentou.
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  — O capitão Holt já chegou? — perguntou ela mantendo a seriedade e frieza no olhar.
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  — Sim senhora, mas está em reunião… — respondeu a moça já tentando explicar-lhe a falta de tempo do capitão. Porém Beth nem deixou a policial terminar e foi entrando na sala que pertencia ao homem.
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  — Não me interessa se está ocupado ou não, eu vou direto ao assunto, o que ele está fazendo aqui? — Com seriedade e indignação Beth perguntou parando em frente ao homem.
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  — Beth! Como entrou aqui? Ele quem? — Surpreso e espantado em vê-la, fez com a mão um sinal que dava a entender como um convite para se sentar e assim ela o fez, se sentou na cadeira em frente a ele.
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  — %Joseph% Bellorum, hospedado no meu hostel, refrescou a memória? — Com o estresse a flor da pele e já sem paciência disse alterando o tom de voz. — Nós combinamos que manteríamos qualquer pessoa da Continuum afastada da minha sobrinha, eu já tenho um Dominos e um Baker lá, não queria um Bellorum também.
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  — Calma, Beth… — Com suavidade ele tentou tranquilizá-la.
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  — Calma nada, o que está havendo nesta cidade? Eu até aceito uma Sollary, pois a cidade pertence a eles, mas e o resto?
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  — Sabe que o fato de %Joseph% estar aqui vai além do meu poder — respondeu com a voz baixa, porém firme. — Os Bellorum mandam até no Pentágono, que dirá na DP de Seattle, lamento não poder ajudar, mas até mesmo a transferência de %Joseph% foi uma surpresa para mim.
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  — Se não pode fazer nada… — Ela se levantou da cadeira contrariada.
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  — Beth, espera — chamou-a se levantando da poltrona.
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  — O quê? — Parando ela olhou pra trás em direção a ele.
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  — Eu descobri.
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  — Sobre? — Olhou interessada levantando uma das sobrancelhas.
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  — A herdeira bastarda que sua mãe ajudou a esconder — revelou ele. — Sei quem é e onde ela está.
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  — Se assegure que ninguém saiba sobre isso — alertou Beth. — Sabe que minha mãe odeia traidores.
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  — Não se preocupe, não contarei a ninguém.
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  Logo ao final da tarde…

  A chuva já havia dado uma trégua e %Jenie% precisou ir à livraria para resolver alguns assuntos do carregamento que tinha chegado antes do prazo previsto. Princia estava fora da cidade, e o sr. Fox hospitalizado por intoxicação alimentar. Sendo assim, ela seria a responsável pela livraria naquele dia.
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  — %Jenie%. — A voz de %Joseph% soou da porta do estabelecimento.
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  — %Joseph%. — Praticamente sussurrando ela levou o olhar para ele.
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  — Para mim não está sendo uma surpresa você aqui, já faz muito tempo desde que… te vi pela última vez — afirmou olhando-a fixamente.
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  — Muito tempo. — Sem demonstrar felicidade em vê-lo concordou desviando seu olhar para os livros em sua frente.
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  — Eu estava passando e te vi aqui dentro. — Vendo que ela não se interessou em vê-lo, puxou assunto.
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  — Trabalho aqui — explicou ela.
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  — Isso me lembra o passado. — Ele deu um riso meio irônico entrando mais na livraria.. — Nossos encontros na biblioteca.
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  — Você disse bem, passado, algo que não volta nunca mais. — Ela se afastou do balcão seguindo para uma fileira de livros infantis. — Vai querer algum livro em especial?
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  — Você me indicaria algum? — Ele sorriu levemente esperando a resposta certa.
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  — Me desculpe, mas não, não conheço os eu gosto — respondeu ao se virar para ele, se deparando com %Joseph% bem próximo a ela.
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  — Olhe para o espelho e irá vê-lo. — Fixou seu olhar nela.
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   %Joseph% tentava imaginar o que estaria se passando em seu pensamento, eles ficaram por um momento se olhando. A intensidade que fluía dele, fazia o corpo de %Jenie% estremecer um pouco. Talvez o sentimento do passado não tenha sido esquecido assim tão facilmente pela garota. Um clima totalmente oportuno para %Joseph%, entretanto, quebrado pela presença repentina de %Simon%.
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  — %Jenie%? — perguntou %Simon%, vendo-os se afastarem e direcionando seu olhar para %Joseph% tentando intimidá-lo. — Algum problema?
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  — Não, eu estava olhando os livros. — %Joseph% riu cinicamente ao perceber uma ponta de ciúmes saindo de %Simon%. — Depois volto para pegar. — Ainda rindo ele andou até a porta e saiu.
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  — Tudo bem, %Jenie%? — Olhou para ela fixamente, indo até a garota.
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  — Sim, tudo. — Ela sorriu tentando tranquilizá-lo.
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  — Eu não gosto dele — disse cruzando os braços, a garota percebeu o olhar emburrado de %Simon%. Algo que a fez rir.
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  — Não acredito que está com ciúmes. — Ela seguiu até ele. — Nem somos namorados.
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  — Porque você não me quer — retrucou o rapaz.
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  — Esquece %Joseph% e tudo relacionado a isso. — Ela lhe deu um selinho.
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  — Você não vai me comprar com esse selinho — disse ele.
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  — Hum… — Ela sorriu de leve e lhe deu um beijo mais doce e intenso, fazendo-o retribuir com facilidade envolvendo seus braços na cintura dela.
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  — Podemos ir ou o Sr. Fox ainda precisa de você?
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  — Nem era para estar trabalhando hoje, podemos ir sim. — Ela se afastou dele indo até o balcão, desligou o computador, pegou sua bolsa, andou até %Simon%. — Vamos, senhor!
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  — Com maior prazer. — Olhou-a com um sorriso cativante, %Simon% segurou em sua mão.
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  Após saírem da livraria, %Jenie% sugeriu que fossem para o bosque. Já fazia tempos que ela queria respirar ar puro. E assim foram eles, andaram por alguns minutos entre as altas árvores e escorregadias pedras, quando %Simon% parou.
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  — O que foi? — %Jenie% perguntou temendo que houvesse algo errado.
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  — Fomos amigos há muito tempo atrás — disse ele.
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  — De quem está falando? — %Jenie% olhou para ele confusa sobre o assunto iniciado.
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  — %Joseph% Bellorum. — De forma calma, porém firme, respondeu. — Nossas famílias são amigas desde sempre, crescemos juntos até o seu pai se mudar para Cliron.
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  — Eu imaginava que o conhecia pelas famílias serem da Continuum, mas não que tivessem uma amizade — confessou ela.
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  %Simon% se aproximou dela e segurou em sua cintura.
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  — Mesmo ele sendo meu amigo e vocês tendo um passado, não vou desistir de você. — Ele se manteve séria. — Confesso que não gosto da forma que ele te olha.
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  — Eu agradeço por não desistir de mim. — Ela sorriu de forma meiga.
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  — Estamos aqui no bosque como queria, o que faremos agora? — perguntou ele.
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  — Dançar! — Ela continuou sorrindo. — Quero dançar com você.
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  — Se insiste na minha habilidade de dança, não irei recusar — brincou, fazendo-a rir.
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– Hotel Village, Boston

  Mesmo com a repentina notícia que a Tenebrae não poderia lhe encontrar na noite anterior, %Sebastian% ainda não havia retornado para casa. Sua viagem de negócios tinha se estendido além do que imaginava. Naquela tarde, permaneceu sentado na melhor mesa do restaurante do Hotel esperando sua velha amiga Isla, enquanto isso, %Nalla% estava esperando no bar, observando atentamente a movimentação do lugar.
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  — Te fiz esperar muito? — disse Isla ao se aproximar.
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  — Mulheres como você valem a espera. — %Sebastian% se levantou dando um sorriso leve e puxou a cadeira para que ela se sentasse.
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  — Agradeço o elogio. — Isla sorriu de volta se sentando e colocando sua bolsa em cima da mesa.
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  — Estou surpreso por estar aqui na América. — %Sebastian% se sentou e pegou a garrafa de Chateou 1980 que estava em cima da mesa, despejando um pouco na taça para ela.
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  — Vim visitar uma amiga que se casou recentemente. — Isla esperou ser servida por ele e logo pegou sua taça. — Mas o que me traz aqui além da nossa amizade, %Sebastian% Dominos? — Ela tomou um gole e o olhou sinuosamente sabendo que pedidos seriam feitos.
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  — Iniciei meu plano, Isla Fallin, preciso agora do nome que te pedi — explicou ele.
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  — Tem certeza? — Ela tomou um gole do vinho e pousou o copo sobre a mesa. — %Sebastian%, não tem tanto tempo que você conseguiu reerguer sua família das cinzas e tomar o controle da empresa.
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  — Isla, você disse que me ajudaria.
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  — Não foi fácil, todo segredo tem segredos. — Ela respirou fundo. — Mas não acho que está pronto para saber.
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  — O que sabe sobre mim? — %Sebastian% manteve seu tom de voz baixo e firme a olhando tranquilamente.
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  — Sei que somos amigos desde antes de sua família ser atacada, sinceramente, não vou deixar que sua sede de vingança atrapalhe sua vida.
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  — Tenho meus motivos, quero saber.
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  — %Sebastian%, isso não vai trazer sua mãe de volta — insistiu ela. — Menos ainda seu pai, olho por olho, dente por dente não vai melhor as coisas.
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  — Quero saber quem é a herdeira bastarda dos Tenebrae. — %Sebastian% se levantou e bateu a mão direita na mesa com tanta força que a mesma desmontou. — Eu quero saber agora.
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  Todos no restaurante voltaram sua atenção para eles, %Nalla% olhou de longe e se levantou permanecendo onde estavam, mas focada nos olhos de fúria de %Sebastian%. A sliter sabia que se precisasse, teria que usar de forma para acalmar seu senhor.
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  — Como queira. — Isla que ainda estava sentada, se levantou. — Mas saiba que ela está sendo protegida por Donna Fletcher. — Se aproximando dele, sussurrou em seu ouvido para que somente ele soubesse o nome.
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  Isla pegou sua bolsa e saiu. Assim %Nalla% se aproximou, analisando o olhar dele para ela.
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  — Senhor Dominos, está tudo bem? — perguntou ela preocupada.
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  — Agora está. — %Sebastian% respirou fundo. — Pague a conta, te espero no carro.
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  — %Sebastian%. — Ela segurou em seu braço o parando. — O que ela disse?
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  — O que eu queria ouvir, antes de irmos para Manhattan ver Annia, quero que investigue a jovem bailarina que meu irmão anda cortejando — ordenou ele.
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  — Qual o motivo para isso? — indagou.
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  — Logo saberá. — Ele se soltou dela e seguiu para saída.
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  Pela primeira vez %Nalla% tinha sentido certo receio pela situação. Estava preocupada com a tal descoberta de %Sebastian%. Ela havia feito a leitura dos lábios de Isla, Donna Fletcher seria a resposta para seus questionamentos. Mais um motivo para visitar a velha amiga que a treinou desde infância para servir a família Dominos.
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 – Sollary Seattle Hospital

  %Demeter% e %Mia% estavam conversando no refeitório, pareciam mesmo um casal visto de longe. Ela ainda estava suspensa de suas atividades como residente. Porém nada a impedia de continuar ali como acompanhante do machucado Baker. Sentados em um canto ao lado da janela que dava para o jardim principal, um jornal especial estava sobre a mesa, o foco da conversa era outro. %Mia% deu uma garfada na torta de maçã e comeu, percebendo o olhar fixo de %Demeter% para ela.
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  — Até hoje não me acostumei com essas coisas da Continuum. — Ele voltou seu olhar para o jornal da sociedade. — Me parece que os Tenebrae estão se movimentando.
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  — %Sebastian% deve estar com fúria total. — Ela segurou o riso pegando a xícara de café levando a boca.
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  — Pensei que isso não chegaria até mim, mas Annia quer conversar comigo após o baile de máscaras da empresa — comentou ele.
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  — Não está pensando em ir, está? — %Mia% o olhou boquiaberta.
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  — Claro, eu preciso ir, mesmo não me importando, é a empresa da minha família, se atinge eles, me atinge também. — Ele foi cauteloso em suas palavras.
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  — Eu vou com você, precisa continuar fazendo a fisioterapia e não pode se forçar muito — alegou ela sua decisão.
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  — Eu já contava com sua companhia, já havia lhe convidado.
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  — Mas eu não confirmei antes. — Ela deu de ombros.
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  — Dra. Sollary — ele sorriu de canto —, estou grato por cuidar de mim.
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  — Tire esse sorriso do rosto, você é apenas um paciente. — Ela se manteve séria.
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  — Um paciente com benefícios. — Ele se ergueu rapidamente tomando impulso, então lhe roubou um selinho. — Eu amo esses benefícios.
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  — Abusado. — Ela deu um tapa em seu ombro. — Faça isso de novo e corto sua língua.
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  — Suas ameaças me deixam mais apaixonado. — Ele riu.
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  Era irresistível suas brincadeiras e %Mia% já estava se habituando a isso. A forma em que %Demeter% investia nela e deixava exposto seus sentimentos sem medo de ser rejeitado. Sua persistência havia despertado admiração da jovem residente. Admiração essa que não seria confessada tão cedo.
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– Departamento de Polícia, Seattle

  Assim que soube da presença do Bellorum no distrito, o capitão Holt convocou %Joseph% para uma conversa bem séria. Sua preocupação pela visita de Beth Fletcher o havia deixado em alerta principalmente pelos segredos que descobrirá envolvendo famílias da Continuum.
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  — Me chamou, capitão? — perguntou %Joseph% ao entrar na sala fechando a porta.
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  — Sim. — Ele respirou fundo se preparando para iniciar a conversa. — Quando seu pai me enviou a mensagem falando da sua transferência, não achei que fosse um problema.
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  — Sabe que não pode fazer nada quanto a isso, não é? — disse o Bellorum, confiante.
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  — Eu sei, mas gostaria de pedir um favor a você — disse ele.
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  — Se estiver ao meu alcance. — O rapaz analisava as expressões do capitão.
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  — Fique longe da jovem Fletcher — pediu ele. — Soube que foram namorados no colegial, mas sabe a posição da família quanto a isso.
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  — Eu serei um comprometido e dedicado detetive, mas não se envolva em minha vida pessoal, se a Fletcher, que veio reclamar da minha presença, não me quer aqui, mande-a falar pessoalmente comigo. — %Joseph% virou de costas. — Espero que esteja ciente das coisas que possa ter dito a ela, se sabe de alguma coisa foi porque meu pai lhe confiou a informação. — %Joseph% nem mesmo esperou o capitão argumentar e saiu da sala.
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  Ele estava raivoso pela intromissão de %Simon% mais cedo na livraria. Por mais que ele tivesse um respeito pelo Dominos e sua amizade de anos, %Joseph% estava decidido a reconquistar a mulher da sua vida. Seu arrependimento por ter deixado suas famílias separar ambos o consumia por dentro.
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  Se esta era sua chance, ele iria agarrar com toda força.
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Então, mesmo se eu morrer, quero viver para sempre
Vem cá garota, você pode me chamar de monstro
Eu vou entrar no seu coração.

– Monster / EXO

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