Continuum


Escrita porPams
Revisada por Lelen


4 • Dominos - Pt. 1

Tempo estimado de leitura: 19 minutos

– Hostel Fletcher

  Manhã de terça-feira, %Jenie% acordou pouco depois do café. Se surpreendeu quando viu que a prima já tinha saído para o trabalho. Trocou de roupa colocando um jeans rasgado no joelho, t-shirt azul marinho e um all star branco. Descendo direto para a cozinha, pegou um pedaço do bolo de maracujá que encontrou no forno e comeu acompanhado de uma xícara de leite frio.
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  — %Jenie%? — Tia Beth entrou pela porta dos fundos que dava para o quintal.
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  — Sim, tia. — %Jenie% voltou seu olhar para a mulher, vendo que segurava algumas sacolas. — Está vindo de onde?
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  — Do supermercado — respondeu colocando as sacolas em cima da bancada da pia. — Estava curiosa para te perguntar, quando começam suas aulas, senhorita auxiliar?
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  — Sexta à noite — respondeu a jovem.
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  — Vai dar aulas à noite? — Tia Beth colocou a mão na cintura com um olhar preocupado. — Não é perigoso?
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  — Seattle não é tão perigosa assim — retrucou. — Por enquanto, vou substituir nas aulas de sexta à noite e sábado pela manhã.
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  — Eles sabem que trabalha na livraria do Fox?
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  — Claro que sabem, tia. — Ela riu. — Eu me candidatei para dar aulas à noite e nos fins de semana.
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  — Entendi. — A tia cruzou os braços.
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  — O que foi tia? Aconteceu alguma coisa? — murmurou com medo de ter feito algo errado e levar uma bronca.
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  — Sua mãe me mandou mensagem, soube que conseguiu a vaga na escola de Artes — revelou.
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  — Quem contou a ela?
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  — Eu não sei, mas fique tranquila, conversamos e ela disse que não irá interferir — garantiu a mais velha.
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  — Isso é novidade. — %Jenie% tentou não ser irônica. — Minha mãe adora me sabotar.
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  — Não diga isso.
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  — Sabe que não minto. — A moça se levantou da cadeira. — Preciso pegar alguns documentos e levar na escola, volto mais tarde.
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  — Vá em paz — aconselhou a tia.
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  No momento em que %Jenie% passou pela sala, %Demeter% entrou pela porta com alguns folhetos na mão esquerda, digitando algo no celular com a outra. O rapaz estava tão concentrado que acabou esbarrando na amiga.
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  — Nunca te vi tão concentrado quanto agora. — %Nalla% sorriu de leve o olhando impressionada. — O que são esses papéis?
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  — Possibilidades para o futuro.
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  — E eu posso entender quais possibilidades são essas?
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  — Ofertas de emprego.
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  — O quê? %Demeter% Baker vai trabalhar?
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  — Eu te amo, mas nada de ironia. — Sua voz transpareceu o cansaço que sentia.
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  %Demeter% passou pela amiga para subir as escadas primeiro. %Jenie% seguiu para seu quarto e, juntando seus documentos na bolsa, saiu em direção ao Uber que tinha chamado pelo aplicativo.
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  Em seu quarto, %Demeter% jogou os papéis em sua mão na mesa de cabeceira e jogou seu corpo sobre a cama, sua cabeça se encontrava pesada e dolorida por ter acordado cedo, porém, seus esforços em conseguir algo longe das influências de sua família, resultou em um estágio no estúdio de fotografia que pertencia a Escola de Artes Moonlight. Além de aluno, agora ele iria exercer o aprendizado e ganhar dinheiro com isso.
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  Mal fechou os olhos e seu celular tocou. %Demeter% ergueu a mão e olhou a mensagem de Annia, a filha adotiva que controlava toda sua fortuna agora. Era um convite para um baile de máscaras que promovia em comemoração ao aniversário das Indústrias Baker. Ele ergueu seu corpo de leve rindo daquilo. Já tinha deixado claro que não queria se envolver com os negócios da família, contudo, começou a ficar pensativo sobre a possibilidade de ir com uma acompanhante.
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  — Baile de máscaras? — sussurrou. — O que anda aprontando, Annia?
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  Enquanto observava sua sobrinha sair, tia Beth aproveitou a deixa para se ausentar do hostel, pois tinha um encontro marcado com Molina. Por ter ido de carro, não demorou muito para chegar restaurante Marquese. Logo na recepção, encontrou Lise com seu uniforme cafona e sorriso forçado de sempre:
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  — Lise.
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  — Oi mãe, quer dizer, boa tarde, senhora, deseja uma mesa ou algum cliente está à vossa espera?
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  — Menina metida. — Beth colocou a mão na cintura olhando a filha.
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  — Esse é meu trabalho, mãe — sussurrou Lise segurando o riso.
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  — O Molina já chegou?
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  — Arrasando corações, hein, mãe? — A garota brincou e tia Beth olhou-a seriamente. — Desculpe-me, senhora, ele já está à vossa espera.
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  — Obrigada.
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  Lise ficou observando a mãe se afastar com um sorriso malicioso no rosto. Tanto ela quanto %Jenie% torciam para aquele shipp ser real e dar certo. Beth se dirigiu à mesa na qual Molina a esperava.
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  — Demorei um pouco, mas o que importa é que cheguei — disse ao sentar na cadeira.
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  — Que bom que está aqui. Quer pedir nosso almoço agora? — sugeriu o homem.
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  — Se não for muito incômodo.
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  — Claro que não, além do mais, sua companhia é sempre agradável — disse chamando o garçom.
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  — Não começa, Molina.
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  — Boa noite, o que desejam? — disse o jovem se posicionando frente a eles.
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  — Pode escolher, Beth!
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  — Talharim ao molho branco com ervas finas e vinho do porto.
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  — E para o senhor?
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  — O mesmo que ela.
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  — Com sua licença, senhor.
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  — Você não acha que prato italiano é muito romântico para um almoço de negócios? — O homem sorriu docemente.
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  — Vou fingir que não ouvi e vamos direto ao ponto, o que houve desta vez? — perguntou Beth.
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  Molina esperou até que o garçom os servisse de vinho e se afastasse.
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  — Tenho duas notícias, uma boa e uma má. — Ele ergueu a taça de vinho. — Que tal um brinde?
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  — Deixa de rodeios, Molina!
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  — Ok. — Ele sorriu de canto. — A boa é que descobri coisas interessantes sobre esse hóspede que me falou pelo telefone e a má é que você não vai gostar do que vai ler.
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  — Que rapidez, pensei que iria demorar muito.
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  — Meus contatos na Continuum são eficientes, além do mais, Dominos é um sobrenome muito conhecido.
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  — Pode me dar a pasta — disse Beth respirando bem fundo.
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  — Tem certeza?
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  — Sim — confirmou ela. — Assim como fiz com o Baker, não posso deixar que alguém se hospede em meu hostel sem saber a fundo sobre a família a que pertence. Já ouvi muitas coisas sobre os Dominos.
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  Após ela falar, Molina abriu sua maleta, retirou de dentro uma pasta preta e a entregou. Assim Beth começou a ler. Neste mesmo tempo, %Mia% adentrou no restaurante Marquese acompanhada de seu pai. Ela já imaginava que a visita dele não era por uma simples saudade, tinha outras intenções por trás, e não demorou muito para que descobrisse quais, pois foi ao sentarem à mesa que Gregori Sollary iniciou o assunto, direto ao ponto.
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  — Todos estão comentando sobre um Dominos em Seattle, isso deixou a Continuum em alerta, ainda mais depois que compraram fazendas no Texas — disse ele.
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  — Por que eu ainda fico na esperança de ser outro assunto além da Continuum, pai? — Seu olhar de indignação para ele era visível.
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  — Era para os Sollary estarem no controle da Continuum.
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  — Mas não estamos e isso nem me interessa. — A jovem médica cruzou os braços. — Este é o único assunto que tens a tratar comigo?
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  — Minha filha, não me olhe assim, tudo o que faço é pensando em vosso futuro. — O homem se explicou.
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  Entretanto, %Mia% não conseguia encontrar sinceridade nos olhos de seu pai.
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  — Comentários sobre estar se relacionando com um Baker também chegaram aos meus ouvidos — continuou ele —, espero que desta vez faça um bom casamento, já que não conseguiu ir até o final com o Dominos.
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  %Mia% respirou fundo, desviando seu olhar irritado para o lado.
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  — Não há nada entre eu e o Baker — afirmou ela com segurança. — E seja lá quem for seu informante, é bem melhor perguntar diretamente à sua filha, não acha?
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  — Querida, não se irrite. — Gregori voltou seu olhar para o lado, observando a mesa em que se assentava Beth e Molina. Logo reconheceu o rosto da Fletcher, tentando se lembrar de onde a tinha visto.
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  — O que está olhando? — perguntou %Mia% intrigada, movendo o olhar para o lado. — Beth.
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  — Você a conhece? A mulher de vestido amarelo com aquele senhor? — perguntou ele.
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  — Sim, ela é a dona do hostel onde eu moro. — %Mia% voltou seu olhar para o pai. — Por quê?
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  — Ela possui um rosto conhecido. — Gregori voltou a olhar para filha. — Enfim, querida, espero que continue seu bom desempenho no hospital e que passe na segunda prova com honrarias, como foi na prova dos internos.
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  — Não se preocupe, pai, não vou desapontá-lo nem desonrar o sobrenome Sollary — prometeu ela.
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  Ambos foram servidos pelo garçom e continuaram a conversar sobre o bom desempenho da rede de hospitais espalhadas pelo país que pertencia à sua família.
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– Dominos House, Chicago

  No escritório da mansão dos Dominos, %Sebastian% se mantinha parado frente à janela que existia entre as duas estantes, na parede da lateral, aguardando o enfim retorno de sua fiel Sliter. Em sua mente, pensamentos estratégicos se misturavam ao rosto da mulher que o intrigava profundamente.
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  — Boa noite, senhor Dominos — disse %Nalla% ao entrar no escritório, o despertando.
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  — Finalmente — disse ele num tom sereno se virando e a olhando.
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  — Perdoe-me pelo atraso, senhor. — A sliter deu alguns passos até ele e entregou lhe uma pasta preta. — Aqui estão os três contratos do Texas.
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  — A culpa não foi sua. — %Sebastian% pegou a pasta e a abriu em cima da mesa, pegando os papeis começou a folhear. — O que importa é que está resolvido.
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  Fechando a pasta ele caminhou até o quadro que estava na parede atrás de sua mesa de trabalho, e o retirando, apareceu um cofre atrás. Digitando a senha, ele abriu, guardou os documentos e o fechou colocando o quadro em cima novamente.
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  — Fico feliz quando meus planos dão certo.
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  — Bem, senhor, agora a produção do setor alimentício irá multiplicar.
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  — Sim…. Mas ainda me preocupa a parte do transporte. — O homem suspirou fraco.
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  — Se o senhor quiser, posso fiscalizar pessoalmente.
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  — Não. — %Sebastian% se sentou em sua confortável cadeira. — Você está encarregada de tantas outras coisas, eu já pensei em alguém para fazer isso.
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  — E quem seria? — perguntou a mulher indo servi-lo com o vinho Reserva Especial da Família Dominos.
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  — Dominic Lins. — %Sebastian% degustou-se do vinho e continuou. — Ele vem demonstrando muita lealdade trabalhando na vinícola com meu primo.
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  — O senhor confiará nele? — %Nalla% o olhou sem entender essa decisão.
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  — Só existe uma pessoa em quem confio — Dominos se levantou e deu o último gole no vinho —, você sabe muito bem quem é.
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  Ele se colocou a centímetros de distância diante de sua assistente, mantendo uma pitada de intensidade naquele olhar sereno.
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  — Precisa de algo mais, senhor? — perguntou ela, se mantendo firme diante dos movimentos do chefe.
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  — Você fez uma longa viagem, descanse um pouco, %Nalla%. — %Sebastian% controlou a frustração pela reação fria dela, mas não desistiria.
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  %Nalla% fez uma breve reverência com a cabeça e saiu do escritório. %Sebastian% caminhou até a janela e sorriu de forma espontânea. Não importava o que acontecesse ou quem ele contratasse, ambos sabiam que a única pessoa em quem %Sebastian% confiava até a morte era realmente %Nalla%.
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  No porão da mansão dos Dominos, além do dormitório dos seguranças, havia também uma pequena sala de treinos, para que mantivessem a boa forma, lugar este que %Nalla% frequentava todos os dias ao final da noite para praticar alguns movimentos de luta. As horas se passaram e no final da noite, a destemida Sliter se mantinha em frente a um saco de areia aos fundos do lugar, socando-o continuamente, descarregando o máximo de energia possível. Sua adrenalina se mantinha acelerada, coordenada com a concentração impecável.
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  — Não consigo entender como consegue treinar tanto — disse %Sebastian% parando a poucos passos atrás dela. — Lembro-me de mandá-la descansar.
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  — Senhor Dominos — %Nalla% se virou para o chefe e fez uma breve reverência —, desculpe-me, precisava descarregar minhas energias. Deseja algo?
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  — Você sabe de todos os meus desejos. — Ele colocou as mãos nos bolsos da calça. — Estava sem sono, andei pela casa e ouvi comentários que estava aqui.
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  — Ouviu comentários? — Ela voltou seu olhar para uma das câmeras instaladas ali. — Tem certeza, senhor Dominos?
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  Ele acompanhou seu olhar com um sorriso de canto discreto.
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  — Em que posso ajudar, senhor? — insistiu ao voltar seu olhar para o homem.
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  %Sebastian% voltou a seriedade ao seu rosto e foi até o interruptor:
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  — Vamos ver… — Tocou no botão.
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  %Nalla%, entendendo as intenções de %Sebastian%, pegou sua espada que estava no chão ao seu lado e se movimentou em direção ao centro da sala já levantando a lâmina. De repente a luz se apagou, deixando o lugar inteiramente no escuro, sendo contemplado somente com a pouca luz da lua que entrava pela janela basculante da parede leste. %Nalla% se concentrou de imediato e sentiu um vulto passar à sua direita, ao se movimentar para sua esquerda sentiu a lâmina de sua espada corta alguma coisa.
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  — Senhor? — disse ela, ao ouvir risos vindos dos fundos do lugar.
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  %Nalla% lançou outro golpe no ar, desta vez a lâmina de sua espada se encontrou com outra.
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  — Se concentre — disse %Sebastian% forçando sua espada a encostar-se ao corpo da sliter.
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  Apesar de ela ser extremamente hábil, o manejo de uma espada era uma das maiores qualidades dele. %Sebastian% era reservado quanto ao seu nível de força e habilidades com armas, não gostava de demonstrar em público, a menos que fosse em ocasiões especiais. Entretanto, pelo menos uma vez por mês ele reservava uma noite para testar o nível de habilidade em combate de %Nalla%. Isso fazia com que a dedicação dela em seus treinos solitários fosse ainda maior.
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  E naquela noite, a destemida %Nalla% estava treinando com seu senhor. Eram breves minutos de muito esforço, cada investida de %Sebastian% com seus rápidos golpes e silenciosos movimentos eram considerados preciosos para ela. Nos instantes finais, %Nalla% se desviou de um dos golpes dele e, ao tentar prendê-lo entre a lâmina de sua espada e a parede, %Sebastian% segurou fortemente em sua mão direita e girou, encaixando as costas de %Nalla% em seu tórax, com a mão esquerda prendendo a lâmina de sua espada no pescoço dela e com a direita segurando firme seu pulso.
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  — Pense… O que faria para conseguir se soltar? — disse ele, próximo ao seu ouvido, deixando sua voz aveludada e envolvente. — Me vença.
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  Em um piscar de olhos as luzes se acenderam. Era Clair que se mantinha estática próximo a porta com as mãos na alavanca de energia, olhando ambos.
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  %Sebastian% soltou %Nalla% e, afastando-se, jogou a espada no chão.
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  — Continue treinando, ainda sou o único que pode te vencer. — Ele deu de costas e seguiu em direção à porta.
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  — Sim senhor — respondeu ela de forma fria como se estivesse decepcionada por terem sido interrompidos.
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  Após a saída de Dominos, Clair caminhou em direção à %Nalla% e começou a ajudá-la a recolher as espadas que estavam pelo chão:
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  — Você sempre treina sozinha, nunca a vi aqui com o senhor Dominos — comentou ela com receio de ser repreendida.
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  — Ele só estava testando meu nível. — %Nalla% soltou um suspiro cansado.
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  Agora sim estava sentindo o peso e as dores musculares chegarem em seu corpo.
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  — O senhor Dominos disse que ainda era o único que podia te vencer, por que ele a quer mais forte que ele? — A moça parecia curiosa em saber mais sobre a relação de que a Sliter tinha com o chefe da família.
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  — Não é questão de força, mas sim de domínio. O senhor %Sebastian% me considera sua consciência — respondeu com tranquilidade.
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  — Por que um homem com tanto poder precisaria de outra pessoa para ser sua consciência?
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  — Porque na maioria das vezes o poder cega as pessoas. — %Nalla% finalizou colocando a última espada na caixa que ficava embaixo da janela e saiu.
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  Não era mesmo questão de força, pois %Nalla% sabia de todos os pontos fracos de %Sebastian%. Ela poderia vencê-lo a qualquer momento, mas gostava da sensação que sentia sempre que perdia para ele, não pela derrota, mas por ver a motivação do Dominos em querer perder para ela.
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Ela está me deixando louco,
Por que o meu coração está acelerado?

– Monster / EXO

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  — Pense… O que faria para conseguir se soltar? — disse ele, próximo ao seu ouvido, deixando sua voz aveludada…" Leia mais »

Vou dizer a real, Sebastian: você me irritaria INASDONADOI

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