Vincere


Escrita porHatakesaturn
Revisada por Lelen


Capítulo 32

Tempo estimado de leitura: 25 minutos

%Pietra% Perroni

  Senti a parede gelada em minhas costas ao ter %Matteo% me empurrando nela, sua boca entreaberta, assim como a minha, estávamos ofegantes pelos beijos necessitados que tínhamos dado, não deixávamos o contato visual por nada e eu sentia o tesão me consumindo. Ele segurava meu pescoço e eu passei a língua pelos meus lábios, mordendo o inferior em seguida. %Matteo% acompanhou o movimento antes de os atacar, continuando aquele beijo que me fazia delirar apenas por ser ele. Eu me sentia inquieta, meu corpo chamava o dele, gemi ao sentir sua mão em meu seio e seus beijos desceram pelo meu pescoço, então fechei os olhos aproveitando os toques urgentes.
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  — %Matteo%… — gemi seu nome, completamente entregue. Quanto tempo eu desejava ter suas mãos no meu corpo do jeito que eu sentia naquele momento? — Alguém pode… — Não consegui nem terminar a frase, minha mente nublou completamente com sua mão apertando minha bunda de maneira rude.
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  — Ninguém vem aqui… — Seguiu beijando meu colo e massageando meu seio enquanto apertava meu quadril com a outra mão. — Nem mesmo Filippo. É meu escritório particular. — Ele segurou meu rosto e me olhou nos olhos. — A não ser que não queira…
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  — Você só pode estar brincando… — Ele me pegou pelas pernas ao ouvir minha afirmação e me colocou em seu colo enquanto nos beijávamos fervorosamente, fazendo com que eu circulasse seu pescoço com meus braços.
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  Vi seu sorriso arteiro entre um beijo e outro, puxei os fios castanhos, tentando aplacar tamanha vontade de me fundir a ele. Era a nossa primeira vez e meu Deus, como eu estava querendo aquilo. A vontade era tamanha que meu corpo chegava a tremer em expectativa. %Matteo% me colocou sentada na mesa de madeira e comecei a desabotoar sua camisa com pressa, deslizei minhas mãos pelo peitoral, ombros e fui tirando o tecido do seu corpo. Lambi os lábios ao ver seu abdômen definido, voltei os meus olhos aos seus, que me encaravam com lasciva. Ele pegou em meu rosto e acariciou a bochecha, desceu até minha nuca e me puxou para outro beijo, esse mais bruto, desejoso, luxurioso; era tudo que eu queria.
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  Suas mãos desceram para as minhas pernas e ele enfiou os dedos entre o tecido do vestido e minhas coxas, subindo, retirando a peça de roupa do caminho e eu ergui o quadril me apoiando na mesa. Ele apertou minhas nádegas com força enquanto me puxava pra beirada da mesa pra sentir sua ereção rígida dentro das calças. Não pensei duas vezes, desci as mãos ligeiro para seu cinto, desafivelando-o e segui abrindo sua calça. Eu tinha pressa, mas ao mesmo tempo queria que fosse devagar, matando o tesão aos poucos, queria me lembrar de cada mínimo detalhe daquele momento. Queria sentir tudo que pudesse e tudo que viesse, estava tão aberta a receber o que ele tinha pra me dar que eu sentia meu fluído escorrer, minha calcinha já estava pesando no meio das minhas pernas.
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  Joguei a cabeça pra trás e abri a boca ao ter sua mão me enforcando, logo senti seu dedão invadir minha boca e o chupei olhando dentro de seus olhos. Eu tinha perdido completamente qualquer pudor, qualquer medo ou dúvidas; era ele, tinha que ser ele. Sua língua encontrou a minha mais uma vez antes de ganhar uma mordida em meu lábio inferior e o gosto de sangue inundar meu paladar. Rebolei involuntariamente em cima daquela mesa, tentando friccionar meu clitóris que já implorava por atenção.
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  Senti seus lábios nos meus, requisitando minha entrega, acariciei seu peitoral e subi até sua nuca, puxava ele pra mim querendo mais e então senti sua mão na parte interna da minha coxa. Gemi baixo, contida, mas não pude aguentar quando seus dedos invadiram minha calcinha, fazendo eu dar um gemido agudo. Ele mordeu meu queixo e logo o meu pescoço, levei minha mão até sua calça, já aberta, e enfiei em sua cueca fazendo movimentos de vai e vem pra estimular seu pau. Sorri vitoriosa quando recebi sua voz rouca gemendo em minha orelha, eu tinha acabado de descobrir um som que eu nem sabia que amava.
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  — Está dificultando pra mim, cariño — falou de maneira arrastada.
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  — Estou? — Seus dedos pressionaram meu clitóris fazendo movimentos circulares. — Oh, céus…
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  — Não vou deixar você sair daqui sem estar com dificuldade para sentar — falou rouco passando o nariz em meu pescoço até chegar em minha orelha e lambe-la.
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  — Essa era sua única opção… — Senti seus dedos entrarem em mim sem aviso, fazendo eu gemer espremendo os olhos, completamente desorientada com tamanho prazer.
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  Ouvi o barulho de tecido se rasgando ao mesmo tempo que senti o elástico da minha calcinha chicotear minha pele, foi uma dor gostosa, que me fez gemer em êxtase. Mal tive tempo de raciocinar o que tinha acontecido e já fui puxada pelo quadril, vi %Matteo% se enfiar entre minhas pernas e foi tão sensacional sentir sua língua na minha boceta que precisei me deitar na mesa, levando tudo que estava no caminho ao chão. Fechei os olhos e aproveitei as ondulações de prazer pelo meu corpo, aquele calor que me tomava pedacinho por pedacinho ao sentir as lambidas precisas que ele dava em meus lábios.
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  Levei a mão até seu cabelo e puxei, gemendo em alto e bom som, não estava mais me preocupando se alguém iria ouvir, que se fodesse, eu finalmente estava completamente entregue àquele homem e nada me impediria de ser amada naquele momento. Nada mais nos impedia de ficarmos juntos e nada era mais importante do que a gente foder ali. Minhas pernas começaram a ter espasmos e aquela chama queimava tudo por onde passava até se concentrar em meu baixo ventre e eu gritar gozando como nunca antes. Apertei tão forte a madeira que a ponta dos meus dedos doeram. Ao abrir os olhos vi os dele bem na minha frente. Puxei %Matteo% pela nuca e o beijei, sentindo meu gosto em sua boca.
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  — Você é realmente uma delícia — falou baixo entre nossos lábios.
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  — Queria poder dizer o mesmo… — Sorri, devassa.
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  — Agora eu preciso me enterrar em você, cariño.
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  — Por favor… — implorei.
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  Abracei seu tronco com minhas pernas, beijando-o novamente, aprofundando aquele contato, sua mão apertou minha coxa e ele me puxou junto a ele, me deixando sentada com meu corpo ereto novamente. Assisti ele pegar o preservativo na gaveta e assim que tirou seu pau da cueca, senti minha saliva desaguar em minha boca; aquilo era tortura. Levantei o rosto e percebi que fui pega desejando-o em minha boca, ele agarrou meu pescoço, o que fez eu morder o lábio com força, senti minha lubrificação aumentar apenas por ele ter feito isso. %Matteo% me puxou para um beijo sedento, queria tanto senti-lo que chegava a doer, nada me preparou para o momento, porém, era tão gostoso deixar fluir. Estávamos nos conhecendo intimamente, ao mesmo tempo que parecia que sabíamos muito do corpo um do outro.
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  Ele subiu a mão pela minha cintura e puxou de vez o vestido que eu usava, levantei os braços pra ajudar no processo e assim eu estava nua em frente a ele, e não em relação apenas às roupas, meu eu estava exposto, tudo que eu sentia estava sendo demonstrado. Coloquei a mão pra trás pra me apoiar na mesa e a outra circulou seu pescoço enquanto ele melava seu pau em minha lubrificação, devagar, ameaçando me penetrar e aquilo estava me ensandecendo. %Matteo% uniu nossas testas e nossas respirações e gemidos se misturaram, encontrei os olhos dele nos meus e remexi o quadril pedindo mudo pra ele me preencher.
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  — Está tão afoita, cariño.
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  — Quero sentir você, me fode, %Matteo%… com vontade.
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  — Se eu te foder com a vontade que eu estou, tenho medo de te machucar. — Ele colocou uma das suas mãos no meu quadril, então senti um arrepio gelado cruzar a minha espinha e uma excitação fora do normal me tomar, no entanto, não consegui raciocinar, apenas gritar quando seu pau me preencheu de maneira bruta, bem do jeitinho que eu gostava. — Você gosta assim, não é? — Sua voz saiu encorpada de prazer enquanto entrava e saía de mim sem nenhuma piedade. O máximo que consegui foi afirmar com a cabeça, inebriada demais com o prazer que me dominava.
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  Senti sua mão em meu pescoço novamente e cada vez que ele apertava mais, minha boceta se contorcia em prazer e desejo. Minha garganta doía para tentar deixar os gritos incontroláveis saírem, eu estava indo rápido demais ao ápice e %Matteo% sequer demonstrava estar perto de gozar. Sentia meu corpo estremecer por inteiro, uma onda de calor se apossou de mim e os gemidos roucos e sussurrados dele me deixavam ainda mais à mercê de suas investidas.
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  — Eu vou gozar com você me apertando desse jeito… — falou entre dentes, rouco, próximo ao meu rosto.
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  Então sua boca buscou a minha e o beijo foi sedento, molhado, quente. Seus dedos apertaram ainda mais meu pescoço e eu gozei, gozei forte de uma maneira que eu nunca tinha gozado.
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  %Matteo% estava inesquecivelmente me fodendo.
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  — Caralho… — %Matteo% falou baixo, rouco, como se estivesse se controlando para não ir mais fundo, eu nem sabia se ele tinha percebido que eu tinha gozado, mas ele continuava os movimentos e eu comecei a sentir ainda mais prazer.
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  Eu remexia meu quadril à medida que nossos quadris se chocavam, meus gemidos viraram gritos de satisfação e ele me beijou capturando cada som que deixava minha garganta, sem parar seus movimentos calculados pra me enlouquecer. Sentia meu corpo pegando fogo, meu coração batia cada vez mais acelerado e o suor escorria pelo meu pescoço, descia pelo vale dos seios e se unia a nós. Ele não estava diferente, o cabelo médio, que ele resolveu adotar, já estava ficando molhado devido ao calor naquele escritório do porão. Seus olhos sempre buscavam os meus e eu tentava manter eles abertos, queria vê-lo, queria manter esse contato visual pra minha mente entender que finalmente éramos um do outro.
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  Minha cabeça pendeu para trás quando ele se enfiou mais fundo em mim e um gemido sôfrego escapou da minha garganta, cravei minhas unhas no ombro de %Matteo% sentindo mais um orgasmo tomar conta de mim e meu corpo inteiro se enrijeceu. Parecia que eu não estava mais dentro do meu corpo, aquela sensação era surreal. Fechei os olhos e respirei fundo, experimentando essa coisa completamente nova. Minha pele vibrava em cada parte e meu coração parecia que sairia pela minha boca. Ele me beijou, reivindicando todos os meus sentidos, ao mesmo tempo que aumentou a velocidade dos movimentos, espremi os olhos quando senti meu canal sugando-o e acreditava que aquilo tinha sido o estopim.
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  Remexi ainda mais meu quadril e ouvi o gemido rouco preencher a sala junto com o agudo que me escapou. Sorri satisfeita, ouvi-lo gemer era meu mais novo prazer. Ele parou, ofegante, assim como eu, sentia seu pau latejando dentro de mim. Tentávamos recuperar o fôlego, eu curtia o momento, sentindo meu corpo extasiado ao mesmo tempo que se recuperava do sexo gostoso e necessitado que tínhamos feito. Abri os olhos e ele ainda estava de cabeça baixa, os cabelos caídos em frente ao rosto, então passei a mão em seus fios, levando-os para trás, o que fez ele elevar os olhos até mim.
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  — %Matteo%… — Sua mão subiu até minha nuca, seu polegar desenhou meu queixo, passou pelos meus lábios e foi em direção ao maxilar, segurando meu rosto. Eu senti e entendi tudo que ele queria me dizer apenas pelo seu olhar fixado ao meu. — Baciami come se ti mancassi (Me beije como se você sentisse minha falta.).
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  — Mi manchi ogni dannato minuto che passa lontano da me. (Sinto sua falta a cada maldito minuto que passa longe de mim.). — Ele acariciou minha bochecha e selou meus lábios com carinho.
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  Senti meu peito esquentar, algo em mim tinha se acendido, algo em mim tinha voltado a superfície e eu abracei esse sentimento, abracei tudo que ele me fazia sentir e desejar, naquele momento, eu me senti transbordar. Era isso que era o amor? Se fosse, eu queria sentir todo dia, toda hora, todo minuto e precisava ser ele; %Matteo% Perroni.
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   Ti amo, %Matteo%… — Uma lágrima solitária desceu do meu olho e ele me olhou com ternura com um leve sorriso antes de beijar bem em cima dela.
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  Quando pensavo di essere al mio ultimo respiro di vita, ho capito che ti avrei amato in questo e in tutti gli altri. (Quando achei que estava em meu último suspiro de vida, percebi que te amaria nessa e em todas as outras.).
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[...]

  — Gi, tem que sair tudo perfeito! — falei enquanto andava pelo salão da mansão onde fazíamos as festas. — É a primeira festa aberta aos associados com %Matteo% como Cappo.
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  — E você como sottocapo, já entendi, %Tita%.— Apenas segui andando dando ordens aos empregados enquanto Giovanna me seguia pela mansão.
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  — Essas flores não são aí… — Revirei os olhos. — Perto daquela janela, já tinha deixado tudo pré-ordenado. — Apontei para a janela que dava vista para o jardim.
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  — Nunca vi você nervosa desse jeito.
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  Giovanna tinha razão, eu estava uma pilha de nervos, aquela festa iria me enlouquecer, precisava dar um tempo. Seria a primeira festa formal depois do desastre que foi a nossa festa de cerimônia de passagem de título. Talvez isso também estivesse me deixando ansiosa, a última vez eu quase o perdi. Fechei os olhos e respirei fundo.
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  — Acredite, é involuntário.
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  De meses em meses a família principal organizava festas para união dos associados, além de consolidar a hierarquia e o poder da famiglia. Otelo amava essas festas, mostrava o quanto tínhamos dinheiro e poder, e também deixava claro que ninguém conseguiria comparar-se à família principal. Era uma forma de manter todo mundo na linha e obedecendo a quem deveriam. Contudo, essa festa tinha algo a mais, algo que me deixava extremamente ansiosa.
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  — Vince vai poder vir ficar no bar? — Dei mais alguns passos e virei para encarar Giovanna esperando a resposta.
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  — Sim, ele disse que já combinou com o Cris.
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  — Quem combinou o que comigo? — Ouvi a voz masculina e virei para trás vendo Cristian apenas de calção de banho e uma toalha no ombro.
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  — Já se acostumou com a vida na família real, né? — Giovanna brincou.
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  — Não exagere, Gi… — Soltei o ar olhando para a loira e virei para o ruivo novamente. — Você vai ficar na Fascino e o Vince vem pra cá.
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  — Fico triste de perder a festa — forçou um beiço de choro, mas logo voltou a sua expressão normal —, mas sim, já combinamos dessa forma.
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  — Você odeia as festas formais da máfia, não se faça… — Ri e então meu celular tocou fazendo com que eu me distanciasse um pouco deles, que ficaram conversando. — Alô? Não, eu disse champanhe! Claro que não, se você acha que é a mesma coisa não deveria trabalhar com bebidas! — Desliguei o telefone e bufei alto, queria gritar.
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  — Calma, %Pietra%… — Giovanna tentou me acalmar. — Eu sei o quanto você fica estressada quando tem muita responsabilidade, precisa ir com calma.
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  — Eu sei, eu sei…
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  — Loirinha, me dá uma carona pra Fascino? — Cris perguntou e Gio assentiu.
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  — Qualquer coisa me liga, tá bom? — Acenei positivamente e recebi um beijo na bochecha antes da minha melhor amiga sair andando com Cristian.
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  — Preciso de uma bebida… — Andei até a sala de jantar e me servi uma dose de whisky.
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  — São 11:30 da manhã! — Olhei para trás e vi Giulia, apenas revirei os olhos e dei um gole generoso na bebida. — Você realmente não tem mais jeito.
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  — Ótimo, já que chegou a essa conclusão, pare de encher o saco. — Mostrei a língua pra ela em um comportamento infantil e ela apenas seguiu caminho para cozinha bufando.
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  Fui até o escritório a passos lentos, passei pela biblioteca e então cheguei às portas duplas que separavam os ambientes e encostei no arco da porta admirando o homem que recentemente aceitei que era o meu homem.
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  — Gostando da visão? — ele perguntou sem nem mesmo tirar os olhos dos papeis e eu ri contida dando mais um gole em meu whisky. — Cariño, se quer alguma coisa, basta pedir.
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  — Não quero nada, estou apenas respirando, sei que normalmente só você e Filippo frequentam o escritório. — Suspirei de maneira audível. — Preciso de um tempo de tudo que tem a ver com a grande festa…
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  Ele finalmente olhou para mim com um sorrisinho no canto dos lábios e se recostou na cadeira falando:
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  — Vem aqui…
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  Caminhei devagar, olhando pra ele de forma sedutora, coloquei o copo na ponta da mesa e passei os dedos pela madeira até chegar próximo dele. Encostei na mesa, ficando perto o suficiente do corpo de %Matteo%, ansiando por um toque dele, mas sem movimentar-me nem mais um centímetro. Sempre gostava dessa nossa brincadeira de provocação, jamais me cansaria disso, provocá-lo estava no meu sangue. Sua mão veio até minha cintura e me puxou para ele, fazendo-me sentar de lado em seu colo. Sorri de canto e passei a mão pelo seu cabelo, já fazia alguns meses que ele deixava o cabelo crescer. Estava mais sexy, se é que isso era possível. Irritantemente tentador.
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  Ele corria seus olhos pelo meu rosto e busto, eu sabia que pensava o que gostaria de fazer com meu corpo apenas pela forma cobiçada que me olhava. Senti seus dedos deslizarem em meu pescoço até sua mão estar o envolvendo. Fechei os olhos e ele devagar aproximou seu rosto do meu, sabia apenas pela sua respiração cada vez mais perto e então senti seus lábios nos meus. Minha língua já ficava agitada pra encontrar a dele e quando elas se uniram, eu fiquei completamente zonza, entregue às sensações. Meu corpo automaticamente se inclinou pra mais próximo dele, ouvi a cadeira ranger com o peso do meu corpo se movimentando em cima dele.
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  Circulei seu pescoço com os braços, sempre buscando cada vez mais aprofundar o nosso contato. Estávamos completamente envoltos naquela esfera sensual que se instaurou quase que instantaneamente no ambiente, eu não ouvia mais nada, a não ser nossas respirações e meu coração batendo forte em meus tímpanos. Seus lábios desceram até meu pescoço e pendi a cabeça pra trás aproveitando o calor abraçando meu corpo por completo. Senti sua mão em meu joelho, gemi ao receber uma mordida no ombro e a outra mão dele apertar forte meu quadril.
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  — %Matteo%… — disse, em um fio de voz. Ao me ouvir, tinha a certeza que eu estava integralmente imersa naquele momento, ouvindo minha respiração afoita e desordenada. — Alguém pode entrar…
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  — Ninguém vai nos atrapalhar — ele sussurrou em meu ouvido e eu fechei os olhos, aproveitando o toque singelo de seus dedos na parte interna da minha coxa, que subiam perigosamente em direção ao meio das minhas pernas. — Eu estou tão louco pra te foder, cariño.
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  — Não assim… — Rebolei sentindo sua ereção em minha bunda, eu estava quase cedendo tudo de uma vez, tamanho era o meu tesão naquele momento, sentia minha lubrificação me molhar cada vez mais.
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  — Com certeza não aqui, não assim, você merece o melhor que eu posso te dar… — Sua voz rouca em minha orelha junto ao seu hálito quente em minha pele me fazia sentir coisas que eu não teria palavras pra descrever. — Mas posso fazer você gozar, hun?
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  — Hm… — gemi sentindo seus dedos pressionarem meu clitóris.
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  — Você está tão molhada… — Sua língua desenhou em minha orelha e desceu pelo meu pescoço, fazendo eu respirar mais ofegante. — Eu queria tanto enterrar meu pau em você agora. — Dois de seus dedos me penetraram, fazendo eu gritar um pouco mais alto. — Xiu… — Ele segurou meu maxilar me obrigando a olhá-lo. — Não queremos atrair a atenção de ninguém, não é?
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  — %Matteo%… — implorei.
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  — Tsc tsc tsc… — Ele subiu até meu clitóris novamente, lambuzando meus lábios com minha lubrificação, friccionando seus dedos no meu ponto inchado, fazendo eu revirar os olhos de tanto prazer. — Não se entregue à luxúria, cariño.
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  Os movimentos circulares foram certeiros pra me fazer virar os olhos e gemer arrastado sentindo o orgasmo chegando devagar, a dormência subiu pelas minhas pernas, tornando tudo mais quente. Eu me contorcia em seu colo, puxei seus cabelos e trouxe sua boca até a minha, altamente inebriada pelo prazer, meu gemido era abafado devido ao nosso beijo intenso. Eu mal conseguia entender o que estava acontecendo, minha mente já tinha nublado por inteira, eu estava agindo por instinto. Rebolei em seus dedos e com minha bunda pude sentir sua ereção pulsante. As ondas de prazer chegaram arrebatando o que restava de sobriedade em meu corpo, fazendo eu esmaecer no colo de %Matteo%, sentindo meu corpo tremer em espasmos.
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  — Tinha esquecido o quanto é delicioso ver você gozando… — Olhei para ele, ainda extasiada, tentando retomar minha respiração normal, e o vi chupando seus dedos como se estivesse provando o melhor doce do mundo.
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  — Podemos subir…
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  — %Matteo%… — Ouvi a voz do meu primo e abracei %Matteo%, me escondendo em seu peito, senti que ele havia feito algum sinal para Filippo. — Vou… providenciar. — Ouvi os passos se distanciando.
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  — Por pouco… — Ele riu e eu acabei rindo também. — Não posso subir, cariño. — Afastei pra poder olhar pra ele. — E acredite, eu quero muito… — Ele colocou a mão em minha nuca e enfiou os dedos entre meus fios e os puxou, fazendo eu fechar os olhos e molhar os lábios. — Principalmente agora pelo seu cheiro nos meus dedos pelo resto do dia.
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  — Te espero no meu quarto à noite. — Sorri, arteira, e beijei seus lábios.
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  Minhas irmãs sabiam, Filippo sabia, seguranças da mansão sabiam, mas nós queríamos anunciar a todos oficialmente que agora éramos um casal e que manteríamos a Vincere em ordem dessa maneira, era sério e não uma aventura qualquer. Era assustador pensar que pessoas que nem sequer conhecem você a fundo achem que tem a liberdade de opinar sobre sua vida e relacionamentos. No entanto, éramos quem estava no comando e o alicerce da máfia era a famiglia. Tudo precisava funcionar perfeitamente bem. Então sim, o verdadeiro motivo daquela festa era anunciar a nossa relação e que ela seria o alicerce da Vincere. Eu estava ansiosa e nervosa, Otelo viria da Itália, o que ele falaria?
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  Era aterrorizante imaginar que ele poderia simplesmente nos punir por isso. Eu conhecia o lado amável do meu suposto pai, %Matteo% conhecia os dois, aquele que torturava com prazer os inimigos, e esse eu não estava preparada para ver. Apesar de continuar achando que festas grandiosas são um desperdício de dinheiro e de energia, como sempre, meus gostos não são levados em consideração. Sempre fazemos o que é melhor para a famiglia e a máfia.
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  — Eu também preciso finalizar tudo, a festa é em dois dias… — falei e ele puxou meu rosto, fazendo com que eu o olhasse nos olhos. — Não diga o que estou pensando.
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  — Vai tudo correr bem… — Ele me deu um selinho e eu levantei do seu colo, arrumando meu vestido que tinha subido. — Já falei que esses vestidos que você usa me deixam irritados? — Ele passou a mão pelo rosto e desceu pelo queixo.
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  Olhei pra ele com o cenho franzido e perguntei:
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  — Não, por que isso?
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  — Muita carne à mostra, e agora, cariño, você é minha. — Ri em descrença e ele levantou, ficando rente em meu corpo, olhando no fundo dos meus olhos, então eu o olhava de baixo, devido à sua altura. — Estou falando sério.
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  — %Matteo%, não sou um pedaço de carne e muito menos um objeto para ser seu. Me conhece e me quis assim, então segure seus impulsos de macho alfa. — Dei dois tapinhas no rosto dele e virei as costas, porém, meu braço foi puxado e em segundos estávamos com os corpos grudados com sua mão firme em minha cintura. — Só aceito ser espancada na cama, Don. — Sorri perversa.
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  — Você testa minha paciência demais, %Pietra%. — Ele me beijou como se eu fosse fugir dele, mas mal sabia ele que tinha razão, eu era completamente sua, mas ele jamais ouviria isso sair dos meus lábios.
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Capítulo 32
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Lelen

Finalmente aconteceu esse casal!
Espero que estejamos ali perto do felizes para sempre, embora ainda tenhamos um foragido na história… PQP, LUCA, MORRE LOGO PRA GENTE RESPIRAR EM PAZ
E será que Otelo falaria alguma coisa contra os dois? Quer dizer, eles nem são irmãos, e por mais que os dois tenham sido criados como tal, ele não teria exatamente do que reclamar, né?
Agora esses dois vão tirar o atraso, né? IOASNDOIASNDPOIASNDOP

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