Vincere


Escrita porHatakesaturn
Revisada por Lelen


Capítulo 12

Tempo estimado de leitura: 21 minutos

%Matteo% Perroni

  Puta que pariu, %Pietra% tava gostosa demais dentro daquele vestido, aquele mesmo que me deixou babando por ela e ela por mim; sorri com meus pensamentos impuros. Ela chegou, cumprimentou todo mundo e sentou no sofá acolchoado do canto da parede, do outro lado da mesa. Eu gostava do fato que sempre ficávamos um defronte ao outro, onde eu podia olhar ela sem ter que virar meu pescoço e ser pego por estar desejando a mulher que eu deveria apenas sentir um amor fraternal. Nunca senti e não iria começar agora; acreditava que o diabo tinha seus preferidos e definitivamente eu era um deles. Tamanha tentação bem embaixo do meu nariz.
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  Minhas irmãs conversavam e eu tentava prestar atenção no que elas estavam falando, mas era inútil, a música alta, pessoas conversando ao redor e, claro, Carolyn a todo momento tentando roubar a minha atenção com algum assunto que eu não me importava o suficiente. Eu juro que estava tentando, pelo meu pai, porém eu estava chegando ao meu limite, aquela festa significava muito pra %Pietra%, para as minhas irmãs e para mim.
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  O cara que estava trabalhando no bar chegou na nossa mesa com uma garrafa do whisky favorito de %Pietra%, 6 copos e um balde com gelo.
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  — %Pietra%, não sabia se deveria trazer gelo ou não, já que bebe whisky puro. — Ela virou o rosto dando atenção ao seu funcionário, o que me fez fechar a cara, eu ainda queria aquele homem fora da Fascino.
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  Por mais que eu tivesse pesquisado toda a vida dele e não tivesse achado nada suspeito, ele me irritava pelo simples motivo de %Pietra% ter sido tão solícita com ele, uma pessoa que ela nunca viu na vida. Comigo sempre foi diferente, sempre me tratou como alguém que ela não suportava nem estar perto, confesso que tinha grande culpa nisso, mas não importava. Ela não podia ser assim com qualquer um.
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  — Obrigada, Juan sim, Beatrice só bebe com gelo. — Ela ajudou ele a tirar as coisas da bandeja enquanto esbanjava um sorriso divertido nos lábios, trinquei os dentes com aquela cena muito íntima para o meu gosto.
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  — Qualquer coisa é só chamar. — Ela acenou e assim que ele virou, deu de cara com Giovanna, que pediu algo para ele e sentou à nossa mesa.
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  — Olá, meninas! — Coppola disse animada, cumprimentando minhas irmãs. — Não conheço você… — Ela olhou para a loira ao meu lado.
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  — Meu nome é Carolyn.
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  — Prazer, Carolyn, me chamo Giovanna. %Matteo%… — Ela sorriu me cumprimentando e logo se entreteve com as meninas novamente, falou algo no ouvido de %Pietra% e as duas riram, Beatrice entrou na conversa e eu não conseguia ouvir nada de onde eu estava.
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  — Você quer ir dançar, %Matteo%? — perguntou a minha suposta prometida, e eu apenas fiz uma careta, inclinei-me para servir uma dose de whisky e %Pietra% fez o mesmo, fazendo a gente esbarrar nossas mãos. Senti um choque correr da ponta do meu dedo e subir pelo meu braço, fazendo com que meus pelos se arrepiarem.
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  Nossos olhos se encontraram por segundos; tão intensos.
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  — Eu sirvo — falei, pegando a garrafa e colocando uma dose para mim e outra para ela, bati meu copo no dela e pisquei um olho, recebendo uma carranca em resposta, dei um gole generoso dando de ombros, virei para a mulher ao meu lado e disse: — Eu não danço, Carolyn.
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  — Vamos, eu vou com você, Lyn. — Olhei para cima desacreditado que Lu já tinha dado um apelido para a mulher. Fiz a gentileza de me levantar para as duas passarem e irem para a pista de dança.
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  O tal do Juan voltou e deixou um drink colorido para Giovanna em cima da mesa, ela agradeceu e voltou-se para as minhas irmãs:
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  — Já viram que o novato é um gostoso? A %Pietra% tem um ótimo gosto, não acham?
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  — Definitivamente. — Giulia ainda olhava o homem se distanciar entre a multidão.
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  Soltei o ar, irritado, aquela noite seria longa e torturante e normalmente essas duas palavras juntas me apetecia, mas não naquela situação, aquilo não me agradava nem um pouco. Meu celular vibrou no meu bolso e eu o peguei, vendo uma mensagem de Beatrice, franzi o cenho e olhei para ela, que mexeu os olhos de modo apelativo para eu ler o que ela tinha me enviado. Revirei os olhos e desbloqueei meu telefone, selecionei a notificação e nossa conversa apareceu no visor:
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Maninha ruiva: preciso encontrar aquela pessoa.

eu não acredito que ainda não contou pra elas.

Maninha ruiva: no meu tempo, %Matteo%.

3 anos não foram o suficiente?

Maninha ruiva: só me dá cobertura.

vai se arrepender disso, Bee.

  Ela me encarou com raiva antes de levantar e avisar que iria ao banheiro, balancei a cabeça em negativo, bebi o restante da minha dose e servi outra. Nossa família era o próprio inferno se quer saber, não duvidava que meu pai era Lúcifer e nós os seus demônios para atormentar o mundo da pior forma que pudéssemos.
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  Suspirei e bebi mais para tirar os pensamentos obscuros da minha mente.
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  A conversa das garotas ia de falar dos barmans a quanto %Pietra% tinha se superado na decoração da festa, confesso gostar mais do segundo tópico. Luna voltou com Carolyn e as duas sentaram, entraram na conversa e eu só queria uma companhia que conversasse sobre algo além de homem. Tentei me distrair olhando o movimento e as garotas dançando no palco.
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  — Você tem um ótimo gosto para homens, %Pietra%. — Ouvi Carolyn comentando e voltei a minha atenção à conversa pensando quando foi que tinha chegado nisso de novo.
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  — Nós duas temos, eu e %Pietra% temos uma longa lista de ficantes em comum. — Giovanna riu e bebeu do seu drink.
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  — Vocês duas eram o terror do ensino médio, isso sim — Giulia comentou rindo.
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  — Todos os garotos queriam ficar com elas — Luna disse animada, olhando para a francesa, como se contasse a melhor notícia de todas.
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  — Às vezes eles queriam nós duas… juntas. — Coppola gargalhou e %Pietra% balançou a cabeça em negativo, servindo o que eu acreditava ser sua quarta dose. Ela ficaria bêbada mais rápido do que a festa iria durar desse jeito.
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  — Principalmente depois que vocês se beijaram na festa de comemoração da final do jogo do intercolegial… — Lu começou.
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  — Na frente de todo mundo! — Giulia finalizou a frase da irmã. — Foi ali que vocês se tornaram as rainhas da escola.
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  — Não gostava desse título… — %Pietra% comentou, com os olhos vidrados na mão da loira ao meu lado, que não cansava de passar a mão em mim.
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  — Por que não, %Pietra%? — Carolyn perguntou de forma interessada e até um pouco ácida, atraindo os olhos verdes para a loira e eu apenas peguei meu copo e dei um longo gole, prevendo que não poderia sair nada de bom dessa conversa. — O sonho de toda garota era ser popular na escola. Não tive essa sorte, infelizmente.
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  — Não o meu — ela respondeu seca, com o olhar cerrado. — Não costumo gostar de ser o centro das atenções só para inflar o meu ego.
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  — %Tita%… — Giovanna olhou para a amiga com uma clara confusão do motivo de ela estar sendo tão ríspida com Carolyn.
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  Talvez eu tivesse uma ideia do porquê, %Pietra% nem deveria cogitar essa hipótese, porém mais ninguém daquela mesa sabia ou poderia sequer sonhar em saber se fosse o que eu percebia: ciúmes.
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  — Não liga, Lyn, a %Tita% é assim — Luna soltou e eu apenas fechei os olhos balançando a cabeça em negativo.
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  Quando eu os abri, vi %Pietra% terminando de virar sua dose e batendo o copo na mesa, eu nunca tinha visto %Pietra% tão puta na minha vida. Talvez no dia que eu a tranquei no alçapão do porão quando eu tinha 17 anos, nesse dia ela ficou bem irritada comigo. Foi a primeira vez que meu pai me bateu com um pano molhado, fiquei roxo por semanas. Ela levantou e saiu da mesa, olhei para Luna, que murchou no mesmo momento. Seguiu-se aquele silêncio constrangedor e todo mundo sem coragem de falar alguma coisa.
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  — Pelo menos dessa vez não fui eu. — Dei de ombros.
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  — O que aconteceu? — Beatrice chegou na mesa perguntando. — %Pietra% passou por mim irritadíssima. — Ela olhou para mim. — O que você fez dessa vez?
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  — Por incrível que pareça, maninha, não fui eu. — Sorri erguendo o copo em um falso brinde e bebi do líquido âmbar.
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  Eu olhei em direção ao bar e vi %Pietra% falando com Christian, o novato também prestava atenção no que ela dizia e assentiu para algo. Eu queria muito ir falar com ela, queria dizer para se acalmar e deixar a Luna ser ela, não adiantava nadar contra a maré, ela era assim, sempre queria agradar as pessoas de um jeito ou de outro. Era a única que sentia falta das irmãs já que não conseguia ter muitos amigos, era só ela e o Leo na confeitaria. Por mais que ele fosse um grande amigo da Lu, não era o suficiente para suprir a carência dela.
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  Giulia explicou o que tinha acontecido e Beatrice apenas revirou os olhos e disse:
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  — Isso é estresse, deixa ela…
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  — Não quero estragar a noite da %Tita% — Luna disse, mordendo o lábio em nervosismo.
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  — Quer ir falar com ela? — Beatrice perguntou.
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  — Vamos precisar de testemunhas caso aconteça um massacre — Giulia comentou.
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  — Não piora a situação, maninha — alertei Giu, que me olhou fazendo uma careta.
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  — Bom, eu vou ajudar os rapazes no bar. — Giovanna levantou e deixou a mesa.
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  — Vamos logo, Lu, senão você vai ficar com essa cara de cu a noite toda. — Beatrice foi a próxima a levantar, seguida das gêmeas.
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  Suspirei. Nossa família era drama atrás de drama. Revirei os olhos e peguei meu copo a fim de dar um gole. Carolyn cruzou as pernas, colocando uma delas entre as minhas, virei o rosto para ela, que me olhava bem de perto, com os lábios próximos, o olhar sedutor e toda a linguagem corporal de que queria ser fodida no banheiro.
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  — Queria esquentar as coisas também, mas de um jeito diferente, %Matteo%. O que me diz?
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  Eu estava em uma sinuca de bico, se eu negasse ia sair como impotente, se aceitasse, pela primeira vez na vida, estava com medo do meu pau não subir por culpa da indomável, fiquei nesse dilema interno até chegar no banheiro. Carolyn me empurrou para dentro de uma das cabines do banheiro masculino, já me beijando. Não estava ruim, mas não era a %Pietra%, e só de pensar nela a minha ereção começou a se formar. Por que não? Ela sorriu safada antes de começar a descer e abrir a minha calça. Apoiei minhas mãos na cabine e fechei os olhos, pensando no dia que tive o prazer de foder %Pietra% com meus dedos, meu pau chegou a pulsar quando foi libertado da cueca, tamanho desejo.
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  — Você é imenso, %Matteo%… — a voz luxuriosa soou e, puta merda, parecia a porra de um filme pornô de baixa qualidade.
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  Agarrei a cabeça dela e me coloquei para dentro, impedindo que ouvisse a voz dela e estragasse a minha imaginação, que era a única coisa que estava me mantendo com tesão. Pendi a cabeça para trás aproveitando o boquete, imaginando que eram os lábios rosados de Alonso que me molhavam por toda extensão. Infiltrei meus dedos pelo cabelo de Carolyn e fodi aquela boquinha pensando em %Pietra%; eu era um puta de um cretino.
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%Pietra% Alonso Perroni

  Luna estava me irritando e não era de hoje, desde que aquela mulherzinha entrou na nossa casa, Lu a tratava como se ela já fosse da família. Eu estava nervosa por causa do estado do Vince, preocupada se a gente ia dar conta da festa sem ele, pensando se a Giovanna estava mesmo tão bem quanto tentava demonstrar. Além de tudo isso, tinha que lidar com a futura primeira dama da Vincere na minha noite de diversão.
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  Mulherzinha prepotente.
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  Pedi para Cristian preparar um martini duplo para mim, Juan acabou ouvindo e disse que iria prepará-lo. Enquanto esperava, cumprimentei alguns clientes que iam com frequência na boate e que estavam no balcão, perguntei se estavam se divertindo e se tudo estava nos conformes.
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  Giovanna chegou ao meu lado de repente e cochichou:
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  — Lá vem intervenção…
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  Olhei para a frente e vi minhas irmãs caminhando em direção ao bar. Ah, que merda! Luna tinha a cara mais culpada de todas, Giulia continuava impassível, como sempre, e Beatrice apenas olhou para mim e apontou o banheiro com o queixo. Olhei para cima pedindo para Deus maneirar no meu purgatório, pois tava um pecado atrás do outro pra pagar, desse jeito teria que colocar no crédito. Juan me deu a taça e eu agradeci, dei um gole generoso e larguei na mão de Giovanna o restante.
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  — Preciso resolver esse assunto.
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  — Sim, senhora. — Ela ia fazer uma continência, mas eu segurei seu pulso.
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  — Não pegue a mania deles, não sou general de guerra. — Caminhei a passos firmes até o banheiro feminino e entrei, vendo as gêmeas num canto e a ruiva encostada na bancada da pia. — Reunião no banheiro agora?
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  — O que tá acontecendo, hein, %Tita%? — Beatrice indagou.
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  — Sobre o que estamos falando exatamente? — Franzi o cenho.
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  — Desde que a candidata à esposa perfeita chegou você está… diferente — Giulia começou.
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  — Além de ter sido uma vaca com a Luna.
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  — Não fui nada com a Lu, ela só precisa parar com essa síndrome de boazinha. — Tirei meu batom da bolsa e me aproximei do espelho. — A mulher tá aqui não faz nem 1 mês e a Lu só falta estender o tapete vermelho. — Retoquei o batom e olhei para a Luna, que já tinha lágrimas nos olhos. — Cazzo…
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  — Não precisava disso, %Pietra%. — Giulia estalou a língua enquanto abraçava a irmã.
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  — Vocês duas pensam a mesma coisa! — Apontei para Bea e Giu.
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  — Você tá sendo uma figlia di puttana, sabe disso, não é? — Beatrice aumentou a voz.
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  — Ótimo, estou sendo o que eu sempre soube que era. — Sorri amarga.
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  — Vocês já pararam para pensar do porquê eu ser assim?! — Luna deu alguns passos para frente. — Não, né? Estão ocupadas demais com a vida medíocre de vocês. Tudo é trabalho… — Ela passou o dorso da mão em seu rosto para limpar as lágrimas. — Giu perdeu o coração há tempos, quando assumiu a segurança digital, Beatrice virou uma cadela sem alma, só vive enfurnada no laboratório escondendo sua vida pessoal da gente.
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  — Ei! — Beatrice cruzou os braços, chateada e Luna andou até mim e eu respirei fundo, esperando para engolir seja lá o que ela diria de mim.
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  — E você, irmã, dona da grande boate de Madri, vive na noite se achando especial por isso e transa com seus barmans nas horas vagas para não se sentir tão vazia! — Engoli em seco e eu nem vi aquela confissão de Luna vindo, não esperava isso dela. — Obrigada pela noite, estou de saída.
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  Ela saiu do banheiro pisando duro, Beatrice e Giu saíram correndo atrás dela e eu fiquei lá, que nem uma estátua tentando processar as palavras ácidas da minha irmã. Virei para olhar meu reflexo, notei a lágrima solitária que descia e percebi que ela não estava tão errada assim. Peguei uma toalha de papel e sequei meu rosto, respirei fundo e tomei fôlego para encarar o resto da noite, que eu nem sabia se teria minhas irmãs ainda ali. Empurrei a porta e fui abraçada pela música alta, suspirei tentando ser racional e me manter estável para aguentar o evento até o fim, mas ao olhar para o lado, fiquei sem acreditar. %Matteo% saía do banheiro masculino e Carolyn saiu logo atrás, ele ficou surpreso ao me ver ali freando os pés e ela passou por ele e logo por mim com um sorrisinho nos lábios, e eu ri desacreditada olhando para cima.
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  — Claro… — Virei as costas, mas não dei nem dois passos e senti meu braço ser agarrado.
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  — %Tita%, espere. — Virei para trás, encarando no fundo dos olhos de %Matteo% e esperei ele dizer algo. — Não é o que está pensando…
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  — E por que eu estaria pensando algo? — Uni as sobrancelhas e tombei a cabeça para o lado. — Não tem por que me explicar o que faz no seu tempo de diversão, irmão. — Franzi o cenho e pela primeira vez o chamei pelo que ele infelizmente era.
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  Ele me puxou para mais perto quando passou um homem em direção ao banheiro e sussurrou em meu ouvido:
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  — Sabe do que estou falando…
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  — Não, não sei, %Matteo%. Não sei mesmo… — Tirei meu braço do seu aperto e sorri. — Boa sorte no casamento. — Caminhei até a parte interna do bar, coloquei dois copos de doses no balcão e servi tequila nas duas, %Matteo% passou olhando para mim e eu ergui os dois em direção a ele antes de virar. Contudo, nem o álcool foi o suficiente para me fazer sentir melhor. — Que noite de merda… — sussurrei.
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  — Posso ajudar em alguma coisa, %Pietra%? — Ouvi a voz rouca atrás de mim e curvei o canto dos lábios, olhei para trás e vi o par de olhos negros me encarando.
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  — Talvez você possa, Juan.
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  Aproveitei que seria a pausa do DJ e peguei o microfone, Cristian me deu a mão e então subi no balcão, fazendo todos olharem para mim.
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  — Buenas noches! Eu sou %Pietra% Alonso, dona da Fascino e quero agradecer a presença de todos. — Todos me aplaudiram, gritaram e me chamaram de gostosa. — Muito obrigada. — Pisquei o olho direito e sorri. — Tenho um desafio para lançar para vocês, terão um shot de tequila de graça quem arrumar um parceiro e lamber o sal na barriga dele ou dela e chupar o limão da boca do escolhido. — A galera gritou animada, então olhei para onde %Matteo% estava sentado com a inconveniente a tiracolo e sorri travessa por ter os olhos dele atentos a mim. — Vou exemplificar para vocês. Juan, pode me ajudar aqui… — Cristian me pegou pela cintura e me colocou no chão enquanto Alvarez tirava a blusa e deitava no balcão do bar.
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  — Tem certeza que isso é uma boa ideia? — Cristian cochichou em meu ouvido e eu sorri para ele.
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  — Tem uma fila de gente lá fora querendo entrar aqui, Cris, acredite, não faria se não pudesse.  — Entreguei o microfone para ele e servi a dose de tequila.
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  Peguei um banco e me ajoelhei nele para poder ficar em uma boa altura. Derramei o sal no tanquinho gostoso de Juan, que me olhava sorrindo de maneira libidinosa e peguei uma fatia de limão e coloquei entre seus lábios. Apoiei-me no balcão, lambi devagar o sal do abdômen sarado, virei a dose de tequila e então peguei o limão da boca dele, dando uma passada de língua em seus lábios no processo. Meus clientes foram à loucura, gritavam sem parar, então pedi o microfone para o ruivo de novo.
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  — Quem é o próximo? — Sorri triunfante enquanto podia ver o ódio que tomava a face do idiota.
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Capítulo 12
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Lelen

Matteo já todo errado desde o começo por se apaixonar pela “irmã” (já colocando as aspas porque TENHO ESPERANÇAS) e ainda vai e se deixa levar pela Carolyn e ainda se deixa ser visto pela Pietra. PQP, Matteo, tu não se ajuda também, hein?
E a Pietra devolvendo o favor com o Juan… Juan nem liga de ser usado, né, moço? O importante é o que importa e é o que tá valendo IOHASDOIHADO
Vamos ver como as coisas vão “se resolver” ou “se complicar” nessa história nos próximos capítulos.
Matteo, vê se toma tento u.u

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