
escrito por Ray Dias
O sonho de Lara sempre foi ser uma escritora de sucesso e um dia poder ser uma roteirista de um grande drama coreano. Por isso, ela se desafiou e, após terminar a sua faculdade de Educação Física, decidiu estudar roteiro na Coréia do Sul.
Os primeiros anos não foram nada fáceis! Mas no penúltimo ano do seu curso, ela pôde ver seu sonho se realizar.
Enquanto estagiava em uma empresa de mangás e um dia, Sang Chanyeol Chang, o seu sunbae na empresa, lhe deu a notícia que ela não sabia, mas iria mudar a sua vida. Lara não poderia imaginar, mas graças àquilo conheceria o amor da sua vida e se casaria com ele. E não, não era mais um cara comum como os seus ex-namorados da época de adolescência. Ele era nada menos do que um dos idols mais cobiçados da Coreia.
|| terça-feira 3 de setembro de 2024 às 18:45 - Comentários
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Após ter tido coragem de se abrir e mostrar quem realmente é, ela acredita estar vivendo a melhor fase da vida com seu novo amor, até chegar em casa e ter sua essência negada pela própria família. Com a única solução de fugir, ela e seu amor saem em busca da liberdade que merecem.
🚨 LEIA ANTES DE COMEÇAR! 🚨
Esta avaliação possui (possível) spoiler sobre o final da fanfic.
Se você não leu a crítica anterior, ela se refere à primeira parte desta fanfic aqui, que é a continuação, portanto, sugiro que realize a leitura da primeira fanfic para ficar mais antenada com o enredo, já que não repetirei, principalmente, os pontos a serem melhorados com profundidade.
– Por Aeri.
RAZÕES PARA LER: A sinopse traz exatamente o que queremos para esta continuação. Um dos obstáculos que qualquer um que leu a primeira parte pode ter percebido, é o fato dos pais serem seguidores fiéis dos mandamentos da igreja. Sim, daquele tipo que não suporta e não consegue aceitar que pessoas de mesmo gênero podem, sim, se amar. Então foi mais do que natural que a autora optasse por abordar esse assunto pré-introduzido na primeira parte.
A história continua exatamente na cena que a anterior acabou, no retorno de nossa heroína à sua casa, onde os pais a aguardam com o melhor amigo presente junto. A sinopse já nos adianta essa informação: o (melhor?) amigo entrega a sexualidade da personagem principal antes dela, desrespeitando a intimidade e o segredo que só deveria ser contado pela própria, no momento dela.
O drama de não ser aceita e o diálogo com a melhor amiga acontecem formosamente e de acordo com a faixa etária delas. Um desastre aconteceu na vida delas e a solução para ele é tão dramático quando o caos em si.
O que se sucede são decisões consequentes e inconsequentes, todas de acordo com a idade e a adrenalina do momento, além de considerar o fato de que alguém que se manteve presa durante toda a vida, finalmente se vê livre para fazer as próprias escolhas e ser feliz.
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O QUE PODE SER MELHORADO:
- O nome do melhor amigo na primeira parte era fixa e nesta segunda veio como interativa. O ideal é que personagens importantes, mesmo que coadjuvantes, acompanhe o que foi proposto na primeira parte. Se deseja que o melhor amigo seja interativo, então é preciso colocar essa informação interativa também na primeira parte ou parecerá que são duas pessoas distintas, atrapalhando o fluxo da leitura.
- É preciso revisar o uso do artigo. No trecho: “…porque a dor física nem se compara a com a dor de ver meu melhor amigo…”, o artigo destacado apareceu erroneamente.
- O curso da história acabou focando, principalmente, na fuga das amigas em busca da tão sonhada liberdade em busca de poderem ser quem elas realmente querem; no entanto, o tema acabou se perdendo um pouco quando a autora decide inserir situações nada a ver com o drama principal. O problema com os pais não foi resolvido; tampouco com o melhor amigo. As duas se colocam em apuros desnecessários e nenhuma das tramas abertas foi fechada.
DICA: Oi Effy! Como prometido, aqui estou para desbravar a continuação daquela primeira parte adorável!
Eu gostei que você teve a ousadia de abordar o assunto da família religiosa e o tabu deles não aceitarem a homossexualidade como algo natural, mas esperava um pouquinho mais de profundidade, ou, quem sabe, mais espaço nessa fanfic falando sobre isso.
Percebi que sua fanfic não foi revisada. Uma dica é para você aproveitar que aqui no site há a oportunidade de ter sua história revisada pela beta-reader. É sempre positivo ter uma pessoa que nunca teve contato com sua fanfic realizando a leitura, pois certamente ela não está com a famosa “leitura viciada”, pulando sem querer os erros que podem ser corrigidos rapidamente.
Pode ser que tenha entendido o curso que a fanfic seguiu; da necessidade de elas tomarem as decisões que quiserem, mesmo inconsequentemente, porque agora elas são duas garotas livres, mas achei que no lugar disso, fechar as janelinhas abertas durante a primeira parte teria maior relevância.
De qualquer maneira, se você ainda tem a intenção de escrever uma continuação – ou se ela já existe e eu, tristemente, não vi – que aborde todas essas interrogações, então pode ignorar meu ponto.
Que bom que você se dispôs a escrever uma fanfic lésbica! Precisamos de mais delas no mundo das fanfics.
SUGESTÃO DE COLUNAS:
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— Para de pensar tanto, Buttercup. — Ele a puxou para mais perto num abraço a encarando olhos nos olhos, ou mais ou menos isso, considerando a diferença de altura entre os dois. — A gente só demorou para estar aqui porque você pensa demais.
With Somebody Like Me {Outros, Finalizada}
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