Quando você começou a escrever fanfics?
Quando eu tinha uns 13 anos. Foi na época que conheci Crepúsculo no
lançamento do filme nos cinemas. Foi assim que conheci o mundo das fics.
Postei algumas quando era mais nova, mas parei. Voltei a escrever há uns três
anos.
Qual gênero você se sente mais à vontade de escrever? Romance. Gosto de escrever cenas com carga dramática dentro desse gênero.
Como autor, qual é o maior desafio na hora da escrita? Escrever as cenas com maior carga dramática.
O que você diria ser sua principal característica como autor? Me aprofundar na história, desenvolver os personagens e, mesmo que seja uma história com muitos capítulos, agilizar no processo de escrita. Não tenho muito tempo pra digitar pelos meus afazeres e pelo meu trabalho, então agilizo a narrativa de maneira coerente a proposta do roteiro.
De onde vem a inspiração para suas histórias? Situações vivenciadas, notícias, filmes que assisto… Escrevi duas, por exemplo, que desenvolvi graças ao filme Fugindo do Amor e outra graças ao caso do Diddy. Além disso, como sou psicóloga, abordo sobre traumas, questões familiares ou assuntos complexos pras narrativas.
Qual história sua você indica para um leitor que acabou de te conhecer? Paixão e Crueldade ou Chame por Cigana.
Você prefere escrever fanfics ou histórias originais? Por quê? Gosto de ambas. Me afastei do mundo das fics, mas pretendo voltar com uma de Heated Rivalry.
Como você dribla o bloqueio criativo? Ouço música, vivo minhas próprias experiências ou leio outros livros.
Existe alguma ambição que deseja realizar como autor? Publicar um livro. Tenho essa vontade desde a infância.
Alguma história sua possui um significado pessoal para você, que queira dividir com seus leitores? Por enquanto todas são significativas pra mim por razões diferentes.