|| sexta-feira 28 de outubro de 2016 às 19:11 - Comentários
|| Arquivado em: Críticas
Nota: [usr 3]
ASPECTOS POSITIVOS: Eu achei interessante o tema sobrenatural com os personagens fixos do One Direction. Nunca havia lido um e gostei bastante da relação que os personagens tinham de provocar o outro; acho divertido quando há, claramente, uma relação entre os dois personagens principais e eles fazem questão de atiçar ao outro com comentários cheios de segundas e terceiras intenções ou quando existem acontecimentos que colaboram para favorecer um ou outro.
Também gostei bastante do rumo que a história tomou. Quando falamos de um enredo sobrenatural, com anjos e tudo mais, sabemos que existem N maneiras de abordar o assunto e N enredos que podem ser dedicados ao gênero; tudo o que o autor precisa fazer, é abrir as asas e voar alto. Foi bem legal ver como a autora relacionou o assunto com a relação dos personagens e adicionar a parte de ação.O QUE PODE MELHORAR: A história possui bastantes erros com relação ao uso da vírgula e dos porquê’s, acentuação e repetição de palavras. A Maraíza, nossa colunista, abordou sobre o uso da vírgula nesta coluna. Além disso, é importante que a autora pesquise sempre que houver dúvida, pois estes erros prejudicam a leitura e podem influenciar na escolha da preferência do leitor sobre a história. Houve um erro grave no segundo capítulo, em que “ora, ora”, uma expressão de ironia acabou se tornando “hora, hora”, relacionado ao tempo.
Além do fator gramatical e ortográfico, senti falta da apresentação dos personagens. Por se tratar de uma história cujo gênero é fantasia/supernatural, esperava que uma introdução à nova característica dos personagens, mesmo eles sendo fixos do One Direction de modo que tínhamos uma noção da descrição física, viver como um anjo/demônio não é o mesmo que um humano.
A história possui uma categoria Slash, para enredos de conteúdo homossexual feminino e/ou masculino; histórias como esta, em que o casal principal é homossexual, é importante deixar na categoria Slash, ao invés de somente colocar como gênero da história. Alguns leitores preferem não ler este tipo de conteúdo e podem se desatentar aos detalhes da tabela ou então entrar direto no link da história.DICA: Ninguém nasce sabendo e todos temos noção de que saber exatamente como se utiliza a pontuação é bastante difícil, por isso, continue praticando e procurando saber sempre mais sobre a regrinha do uso. Nós não pedimos perfeição, mas um número pequeno (quase nulo) é sempre a melhor opção, né? Além disso, vou sugerir que considere o ponto de transferir a história para a categoria Slash, que acredito ser mais adequado à história, do que mantê-la em One Direction. Deixando essa questão de lado, gostei muito da narração da história. Ela é rápida, ao mesmo tempo que possui qualidades na descrição; autora, você soube balancear muito bem os dois lados (descrição vs narrativa), parabéns!
– Crítica por: Jess Manis
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"As vantagens de uma parceria", aquela frase simples ficou ecoando na mente de Lucien durante bons instantes. Parceria? Que tipo de parceria? Se fosse o tipo que ele conhecia, simplesmente não poderia ser, afinal, ele já tinha uma parceira — embora o laço não tivesse se firmado completamente e sua parceira ainda não tivesse aceitado o vínculo.
A Fox With Two Tails {Livros, Corte de Espinhos e Rosas (ACOTAR), Finalizada}
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