
escrito por Aven Lore
Fugindo de um passado abusivo, Daisy busca recomeçar em Incheon, Coreia do Sul, mas acaba mergulhando ainda mais fundo em um pesadelo ao se envolver com agiotas. Sem saída e marcada pelas ameaças que se tornam cada vez mais reais, ela encontra Seonghwa, um estranho misterioso que lhe faz uma proposta tentadora e perigosa: quitar sua dívida em troca de participar de seu trabalho no mundo do conteúdo adulto. Presa entre o medo e a promessa de liberdade, Daisy precisa decidir até onde está disposta a ir para salvar a própria vida.
|| terça-feira 28 de agosto de 2018 às 18:00 - Comentários
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Nota: [usr 4]
RAZÕES PARA LER: O que me encantou bastante na história foi o bom uso da pontuação. Gosto quando os autores se expressam bem com uma boa pontuação, ao invés de exagerar em diálogos ou longas descrições. É isso, ponto.
O tema colegial também foi bem aproveitado, não pela descrição de cena, mas pela personalidade dos personagens. É de se esperar que os garotos, durante a época do colégio, chamem os apaixonados de patéticos ou sinônimos que dão a entender que aqueles que amam tendem a ser inferiores. Coisa de adolescente, quem nunca viu isso na escola?
Contudo, achei o personagem principal encantador!
É difícil encontrar um garoto, na época de escola, com a sensibilidade de mencionar diversas qualidades da garota por quem está interessado. O que ele descreve durante a história passa um sentimento de “fofura”, de um garoto comum admitindo seus interesses por uma garota legal que ele conhece. Além disso, suas atitudes, pensamentos e reações condizem com a idade e o momento em que a ação acontece. Ele não é maduro, mas também não é mais uma criança.
A ideia da peça e todo o desenvolver que ocorre após o anúncio dela foi muito legal!O QUE PODE MELHORAR: Um problema que acabou se tornando negativo para a história foi a repetição. Um exemplo: logo no primeiro parágrafo, a repetição do ‘eu’ foi feita de forma abusada, que para a leitura se torna cansativa e às vezes até irritante. É diferente de quando é feita de forma proposital como, por exemplo, durante uma discussão. Após esse primeiro parágrafo, foi como se cada ‘eu’ que surgisse na história, saltasse. É um dos malefícios da repetição. Você tem a sensação de que acabou de ler, sendo que na verdade a palavra ou expressão foi escrita há parágrafos de distância. O ‘eu’, inclusive, foi usado em momentos que poderia ser descartado, como na sentença: “(…) como eu costumo chama-la (…)”, o verbo já sinaliza a primeira pessoa, então há uma falta de necessidade de ressaltar o ‘eu’. É uma boa para a autora se atentar a esse ponto durante a escrita.
DICA: A única melhoria, mas muito importante, é a que mencionei nos aspectos negativos. Atentar-se à escrita e dar uma revisada antes de enviar para a beta é sempre uma boa opção, mas no geral, a fanfic está incrível.
Como uma amante do natal, achei demais a ideia da peça!– Crítica por: Nikki
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"As vantagens de uma parceria", aquela frase simples ficou ecoando na mente de Lucien durante bons instantes. Parceria? Que tipo de parceria? Se fosse o tipo que ele conhecia, simplesmente não poderia ser, afinal, ele já tinha uma parceira — embora o laço não tivesse se firmado completamente e sua parceira ainda não tivesse aceitado o vínculo.
A Fox With Two Tails {Livros, Corte de Espinhos e Rosas (ACOTAR), Finalizada}
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