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E sua mãe? Vai bem?
|| terça-feira 12 de abril de 2016 às 22:29 - 1 comentário
|| Arquivado em: Colunas

O título da coluna é uma pergunta comum que muitas vezes nos irrita — por que será que aquela vizinha intrometida sempre pergunta isso? Contudo, essa pergunta é dificilmente vista nas nossas histórias, por mais comum que seja. Por quê? Bem, contando que a família costuma ser bastante subestimada… Estou aqui para mostrar a você, querido escritor, que uma relação entre mãe e filho pode incrementar e muito seu enredo. E para nos ajudar temos como exemplo principal Kala e Tarzan — isso mesmo! Os personagens da Disney!

1. Amor entre mãe e filho: Kala e Tarzan.

Para quem não conhece ou não lembra, Kala é a gorila que adota Tarzan quando ele ainda era um bebê e o cria como se ele fosse seu próprio filho. Durante diversas cenas do filme, você consegue perceber o cuidado e amor que gorila sente pelo Tarzan mesmo que eles fossem de espécies diferentes. Mesmo todos parecendo relutantes em aceitarem o homem macaco, Kala não deixou de amá-lo menos como qualquer sã mãe.

Kala é simplesmente uma representação geral de uma mãe.

Então, se todas as mães amam seus filhos e querem o melhor para eles, por que elas estão sempre sendo esquecidas em várias histórias?

É incrível como insano soa quando lemos tramas colegiais em que a mãe da personagem principal simplesmente a deixa livre para fazer qualquer coisa com o seu namorado. Sei que se trata de ficção, mas uma mãe que deixa sua filha adolescente ir a todas as festas, chegar tarde à noite sem nem ao menos fazer nenhuma pergunta a ela?

Mães que apenas aparecem para conhecer o namorado e aprová-lo.

Muitas vezes os pais do personagem são mortos simplesmente para justificar a sua ausência e parecendo não abalar os personagens em nenhum momento. Não estou dizendo que e errado ou anormal um protagonista ser órfão, mas saber trabalhar com esse lado humano.

Não faça que os país de seu personagem estejam mortos sem a ideia de querer trabalhar, nem que seja um pouco, no sentimento que a pessoa tem em relação a isso. Não desenvolver a relação entre a mãe e o filho em uma história algumas vezes é sinal de que você está subestimando como escritor e o conteúdo seus leitores.

2. Aceitando as diferenças

Uma das coisas que mais sinto falta nas histórias é a aceitação de diferenças entre país e filhos – principalmente as mães, que têm a fama de serem mais compreensivas; onde estão suas opiniões em relação a carreira que seus filhos querem seguir? Sobre as tatuagens ou roupas que estão usando?

Mesmo tendo filhos adultos, as mães arrumam um jeito dar concelhos, na maioria das vezes, pensando sempre no melhor para eles; sobretudo quando há alguma discussão ou diferença de opinião.

Então, aqui vai o meu ponto: já pensou em mostrar uma situação em que os pais não concordam, mas, mesmo assim, desejam a felicidade de seu filho?

No geral, vemos histórias em que a relação familiar é sempre oito ou oitenta – ou eles são a pior família do mundo ou a melhor e mais liberal de todas. Que tal um pouco mais de equilíbrio?

3. Não esqueça da sua família.

Era uma vez uma personagem principal que no primeiro capítulo falou o quanto amava sua mãe e não conseguia viver longe dela. A participação da matriarca foi pequena – apenas fez um bom café em uma segunda-feira de manhã.

E, então, sem mais nem menos, a mãe some e, junto com ela, o amor que sua filha tanto dizia.

Infelizmente essa tem sido um erro repetido em muitas histórias por aí; você não sabe o quanto essa mãe poderia fazer diferença durante em uma situação de confusão. Certos conselhos são necessariamente vindos de pessoas mais experientes – como uma mãe.

Se você tem como objetivo adicionar uma conexão especial da família com um dos personagens tenha certeza que está explorando isso sempre que poder. Como leitora, encontrar alguns vazios nessa relação entre pais e filhos tenho impressão que a história não foi bem planejada. Não é preciso uma cena completa e cheia de diálogos – a simples menção de que trocou mensagem com o pai enquanto esperava o elevador já é um grande diferencial.

Espero que tenham gostado dessa coluna e anotado as dicas!

Até breve.

Coluna por Maraíza Santos





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Alessandra
Alessandra
7 anos atrás

Socorro! A mão de marcar algumas autoras chega a tremer hehehehehe
Adorei a coluna! Tudo que sempre pensei está aí, sem precisar tirar e nem por.
Infelizmente, a gente negligencia muito fácil a participação da família na história. Às vezes, porque estamos focados demais nos principais, ou porque retratar a família é muito complexo. Dá um pouco de medo da reação dos leitores: querendo ou não, grande parte deles se atrai pelo romance principal. Então, é muito mais fácil seguir com o enredo e matar os pais em um acidente de carro.
Ok. Talvez, eu esteja generalizando, ou falando muita besteira, ou ambos. Porém, é a percepção que eu tenho.
E quando a família aparece, observo um comportamento muito “superficial”, alguns parecem uma reprodução de ações extremas que assistimos em filmes e séries. É o 8 ou 80 e a ausência de equilíbrio relatados na coluna.
Mais uma vez: ótimas constatações, sem tirar ou nem por.

Xoxo,
Alessandra.

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