
escrito por Liv
A última lembrança de Akira é a de seu acidente, e quando acha que acordou do que se parece um sonho estranho, percebe que está em um lugar totalmente diferente de um quarto de hospital. Ao reconhecer o local, rapidamente ela encontra um espelho e para a sua surpresa, Akira tinha a mesma aparência da… vilã de um dos seus manhwas favoritos?!
Com essa nova realidade em suas mãos, a menina fará o que for necessário para mudar o seu destino e evitar o final trágico de Arabella Fiore, a vilã da casa Bellerose.
|| sábado 24 de fevereiro de 2024 às 14:00 - Comentários
|| Arquivado em: Colunas, Postagens
– Por Fe Camilo.
Olá, minha gente!
A coluna de hoje trata de uma explicação breve sobre a diferença dos termos história e estória, os quais sempre geram uma discussão um tanto polêmica entre os aficionados em Língua Portuguesa que preferem defender a grafia “raiz”.
Para começar acredito ser importante ressaltar que ambas as grafias existem e estão corretas, embora tenham sido historicamente separadas por seus usos. Além disso quero pontuar que antes da criação das regras ortográficas, que criaram uniformidade na nossa língua, já foram usadas grafias diversas como: istória, estória e até mesmo hestoria.
Agora vamos à explicação da diferenciação desses dois termos. Utilizando uma lógica parecida com a do inglês com as palavras “story” e “history”, a palavra estória era utilizada para se referir às narrativas ficcionais (mitos, fábulas, contos), enquanto história para designar narrativas fatuais, ou seja, baseada em acontecimentos reais.
Como a língua é viva e está sempre em constante transformação, através dos tempos as duas grafias acabaram se “fundindo” e essa distinção foi perdendo sentido e caindo em desuso naturalmente. Porém, em 1943 iniciou-se a vigência do nosso sistema gráfico, e a Academia Brasileira de Letras eliminou oficialmente a obrigatoriedade de distinguir os dois termos. Estória não se tornou uma palavra proibida ou errada da noite para o dia – até porque seu desuso foi um processo histórico – mas a recomendação passou a ser utilizar a grafia história para ambos os contextos, realidade ou ficção.
Atualmente, apesar de algumas pessoas ainda fazerem questão de utilizar o termo estória, ele é considerado um tipo de arcaísmo (palavras que, por serem muito antigas, já não são mais usadas). Dessa forma, não tem mais por que ter qualquer dúvida, basta utilizar o termo história em qualquer contexto!
Espero ter ajudado, e até a próxima! 😉
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— Para de pensar tanto, Buttercup. — Ele a puxou para mais perto num abraço a encarando olhos nos olhos, ou mais ou menos isso, considerando a diferença de altura entre os dois. — A gente só demorou para estar aqui porque você pensa demais.
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