
escrito por Liv
A última lembrança de Akira é a de seu acidente, e quando acha que acordou do que se parece um sonho estranho, percebe que está em um lugar totalmente diferente de um quarto de hospital. Ao reconhecer o local, rapidamente ela encontra um espelho e para a sua surpresa, Akira tinha a mesma aparência da… vilã de um dos seus manhwas favoritos?!
Com essa nova realidade em suas mãos, a menina fará o que for necessário para mudar o seu destino e evitar o final trágico de Arabella Fiore, a vilã da casa Bellerose.
|| terça-feira 26 de julho de 2016 às 18:43 - Comentários
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Para mim escrever é como um esporte. Infelizmente, ele não emagrece, mas é necessário concentração e total atenção durante a sua prática, assim como habilidade. Vamos aprendendo as técnicas aos poucos – tanto sozinho como com ajuda externa. Há sempre um esquema e a forma tática que você quer usar em cada capítulo: não importa se usa roteiro ou não, o autor sempre tem na cabeça como deseja começar ou terminar cada parte da sua história. Entretanto, o que fazer quando nesse jogo há dois competidores que deveriam estar unidos e não disputando?
Estou falando do Diálogo e a Descrição, senhoras e senhores, um dos campos minados mais perigosos que o joguinho do Windows, entretanto, tão fácil de estourar uma bomba quanto.
Está bem, acho que esgotei minha cota de metáforas por hoje. Vamos logo ao que interessa?
– Vale a pena descrever?
Uma das escolhas que podem decidir a fluidez de um texto é se devemos ou não descrever determinados lugares ou pessoas. Por exemplo: uma secretária que aparece na história uma vez apenas. Uma simples menção da cor de seus cabelos, de sua postura e expressão ou/e a cor dos olhos pode satisfazer o leitor. Para quê se esforçar tanto para mostrar algo que não terá muito peso na história?
– Diálogos não são auto suficientes.
Diálogo serve apenas para mostrar uma troca de informações entre dois personagens, mas não explica mudança de cenário ou expressão de uma pessoa diante as notícias expostas. Ler algo que falta diversas vezes de explicar o que está acontecendo ao redor é desconfortável e às vezes penoso.
– Descrições que substituem diálogos.
Por vezes uma “descrição” pode substituir um diálogo desnecessário. “Ele despediu-se.” pode substituir “ – Tchau! – Ele disse.” Entretanto, não é regra. É apenas uma dica para quando você achar que há travessões demais em sua história.
– Diálogos que substituem descrições.
Da mesma forma acontece com as descrições. Se a situação foi toda explicada em um diálogo não há necessidade de ser reforçado na descrição que o personagem narrador está fazendo. Não faça sua história ser demasiadamente repetitiva.
No entanto eis a maior dica que deixo: atenção, dedicação e treino. Mantenha sempre a atenção para não errar em coisas bobas, dedicação para ler a fim de melhorar a escrita e, é claro, treino. Aliás, descrição e diálogo não devem ser inimigos e sim aliados; nenhum deles pode cobrir o outro, afinal, como diz minha mãe, tudo de mais não presta.
Coluna por Maraíza Santos
— Você passou por todos esses anos nos escuro, é normal achar que está sonhando ainda.
— E não estou? [...]
— Se estiver sonhando... — ela se aproximou de mim e me beijou novamente com suavidade. — Não o deixarei acordar.
I Need U {K-pop, BTS, Finalizada}
2015 – PRESENTE
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