Vincere


Escrita porHatakesaturn
Revisada por Lelen


Capítulo 16

Tempo estimado de leitura: 19 minutos

%Matteo% Perroni

  O que eu estava esperando? Que %Pietra% se atirasse em meus braços e agradecesse por eu ter salvado sua vida pela segunda vez, beijasse a minha boca e tudo ficaria bem depois de semanas me ignorando? Que ficaríamos juntos e que nosso pai aceitaria de bom grado dois de seus filhos namorando, ou pior, casando? Quando foi que me tornei tão delirante desse jeito?
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  Ali eu percebi o que ela queria: deixar tudo que aconteceu para trás e que voltássemos a ser duas pessoas estranhas sob o mesmo teto. Eu estava decepcionado, mas racionalmente eu sabia tanto quanto ela que era o melhor a se fazer, era isso ou acordar no plano superior, na verdade, mais provável no inferior.
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  Desferi outro soco no saco de areia e enxuguei o suor que já escorria pela minha testa. Estava tenso pelas buscas que me trouxeram alguns soldados para interrogar e, consequentemente, matar. Irritado por ter vindo nessa vida como meio-irmão da mulher que eu estava desejando em minha cama. Confuso por ter que tomar uma decisão tão importante quanto me casar com uma mulher que talvez nunca conseguisse amar de verdade.
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  %Pietra% podia até ter razão que eu talvez conseguisse ter uma família completa, mas eu teria amor?
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  Vi minha irmã cruzar a porta da academia e sentar na cadeira perto das janelas de vidro, bem em frente a mim. Beatrice sempre me buscava para conversar, talvez por eu ter descoberto seu namoro com a dançarina da Fascino por acidente, eu era o único com quem ela poderia falar sobre isso. Respirei fundo e caminhei até o frigobar pegando uma garrafa de água em seguida e olhei para ela, que seguia me encarando como se quisesse dizer algo.
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  — Está com aquele olhar de novo… — Dei um gole na água e voltei a encarar a ruiva.
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  — Eu contei pra elas.
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  — Estou feliz que tenha finalmente se desprendido disso. — Dei alguns passos e peguei uma toalha em cima da mesa para secar meu rosto. — Elas não iriam julgar você…
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  — É difícil saber.
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  — São suas irmãs, Beatrice. — Sentei no chão bem à sua frente e apoiei meus cotovelos em meus joelhos.
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  — É, eu sei, mas ser lésbica continua sendo tabu, ainda mais na máfia.
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  — Um passo de cada vez, ok? — Ela sacudiu a cabeça em positivo. — Como elas reagiram?
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  — Ficaram em choque, mas eu espero que a %Pietra% não fique irritada se souber que foi minha culpa Anita ter saído da Fascino.
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  — Vocês não têm a melhor relação do mundo…
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  — Eu quero pedi-la em casamento. — Arregalei os olhos e ela cruzou os braços me encarando chateada. — Está me julgando…
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  — Não tô te julgando, estou surpreso. — Dei mais um gole em minha garrafinha de água. — Como fomos de relacionamento às escuras para casamento?
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  — Já faz 3 anos, %Teo%, e eu a amo. — Suspirei, esse era um bom motivo para um casamento, fico pensando se o meu motivo era bom o suficiente para isso. — Isso também me motivou a contar pra elas, eu só preciso enfrentar o nosso pai agora.
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  — Bom, você é adulta. — Dei de ombros.
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  — Eu sei, mas tudo com o papai é um grande mistério, não sei como ele vai reagir.
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  — Estarei ao seu lado, caso queira, e tenho certeza que as suas irmãs também. — Curvei os lábios demonstrando compreensão.
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  — Por que você não fala nossas?
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  — Como? — Franzi o cenho.
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  — Nossas irmãs, %Matteo%. — Engoli em seco, nunca parei para pensar nisso, mas talvez seja o fato de não considerar a indomável como minha irmã. — Deixa pra lá… Obrigada por me ouvir. — Ela se apoiou nas coxas e se levantou indo em direção à porta, deixando-me com uma pedra pesando toneladas em minha cabeça.
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  Nunca me referi a %Pietra% como irmã.
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[...]

  O último botão da minha camisa social foi colocado em sua casa, olhei meu reflexo e respirei fundo. Homens demais para interrogar, problemas demais para lidar, uma família conturbada o suficiente para tirar qualquer um do sério e claro, não vamos esquecer do meu pai me pressionando todos os dias, nem que fosse com o olhar, para ter um casamento infeliz que nem foi o dele. Coloquei minha pistola no coldre e coloquei o blazer preto, meu celular no bolso e o meu relógio. Caminhei para fora do meu quarto e desci, indo direto para o carro que já me esperava com Nero no volante e Filippo ao lado da porta aberta, esperando para que eu entrasse.
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  Nós dois entramos no carro e dei ordens para que Filippo seguisse o homem que estava vendendo drogas nas boates, se fosse um caso isolado eu teria misericórdia, caso fosse mais um peão dos Delanteras eu acabaria com isso da forma que eu sabia. Deixamos meu primo no Monteros para que seguisse minhas ordens,e seguimos caminho para uma das nossas casas de campo, afastadas o suficiente para alguns interrogatórios.
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  Desci do carro e meu sapato amassou a grama, olhei uma de nossas muitas casas espalhadas pela Espanha e puxei um cigarro da minha carteira, acendi o mesmo e traguei a fumaça. Olhei para Nero e indiquei a casa com o queixo, ele apenas assentiu e seguiu o caminho para trás do lugar, ele arrumaria o primeiro Delantera de muitos do dia. Eu tinha uma fila deles para arrancar alguma informação e, dia após dia, a frustração me invadia pois não conseguia nem sequer uma pista do que aquele filho da puta estava planejando.
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  Eu achei que apenas expulsar o restante deles da Espanha seria o suficiente, mas meu pai errou nessa decisão, deveríamos tê-los exterminado, acabado com os Delantera quando tivemos a chance, no entanto, pela primeira vez na vida meu pai resolveu agir mais como Alenso. Não era à toa que ele era o consegliere, o único a colocar juízo na cabeça de Otelo; eles eram tão unidos que meu pai nunca quis escolher outro consigliere, apesar de ele levar o que Filippo dizia em consideração, talvez pelo sobrinho ser a cópia de Alenso. Soltei a fumaça que prendia em meus pulmões e joguei o cigarro no chão, pisando em cima para apagá-lo, e dei a volta por fora da casa.
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  Caminhei alguns metros pelo pequeno pasto com ovelhas que viviam soltas e que eram cuidadas pelo caseiro da nossa propriedade, passei pelo celeiro e atrás dele as portas do alçapão já estavam abertas. Desci com cuidado, apoiando-me no teto baixo e na parede, abri a porta e o cheiro de sangue envelhecido pelo chão me invadiu as narinas, fazia dias que estávamos naquela rotina, sequer havia tempo para limpar entre um prisioneiro e outro. Às vezes eu achava conveniente, servia como mais um elemento na tortura deles, não era agradável para mim ou para Nero, porém, achava que ele não se importava.
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  Olhei o homem apenas de cueca, pendurado pelos pulsos no gancho onde penduravam porcos para abate há longos anos, tirei meu blazer, arregacei as mangas da minha camisa e respirei fundo, seria um longo dia. Dei alguns passos até a pequena mesa que tinha ali, tirei meus aneis e relógio e encaixei a soqueira em minha mão, caminhei até o homem e inclinei a cabeça para o lado, para conseguir ver o rosto do desgraçado.
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  — Seu nome?
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  Ele me olhou com um ar de soberba e aquilo me fez dar um sorriso lateral, eu gostava dos que me enfrentavam, que queriam ser durões, pois era sempre mais divertido. Eles se debatiam mais, com esperança de se soltarem ou até mesmo de me alcançar para me agredir e isso era instigante. Um dos motivos por gostar daquilo que eu tentava não gostar, uma parte de mim que eu tentava esconder até de mim mesmo.
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  — Seu — soquei a costela dele com força, fazendo-o tossir e grunhir de dor — nome?
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  — Não foi tão bom em me achar, seu pedaço de bosta? Descubra meu nome.
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  Caminhei até um canto da sala e peguei um cano de ferro, voltei até o homem pendurado e bati com força em seu joelho, causando o primeiro grito de dor, esperei para ter a minha resposta e como ela não veio, desferi o ferro mais uma vez, contra suas costelas dessa vez, e o grito foi mais alto. Vi ele sem ar e sorri satisfeito, parei em frente a ele novamente e o encarei nos olhos.
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  — Pronto pra falar?
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  — Está — engasgou-se com o que acreditava ser seu próprio sangue — perdendo seu tempo… — Tentou cuspir em mim, mas desviei.
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  — Balde — disse, enquanto caminhava até a pia para lavar as mãos.
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  Nero sorriu, animado com aquilo, realmente ele gostava mais do que eu daquela parte do serviço, eu ainda tinha um coração, o de Nero foi delacerado por uma mulher da equipe de tortura do meu pai, aquilo tinha acabado com ele e qualquer resquício de humanidade que existia naquela mente que já era perturbada por ser o único de sua família a ter ficado vivo. Viu sua mãe e sua irmã serem estupradas na sua frente quando ainda era só uma criança, meu pai o acolheu quando soube do massacre contra sua família, tudo por dinheiro; o pai de Nero era viciado em jogatina, acabou devendo a quem não tinha o mínimo de escrúpulos. 
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  Assim que me virei, o homem já estava sentado em uma cadeira, ainda preso ao gancho, agora rebaixado. Nero olhou para mim em uma pergunta muda se podia dar inicio e eu assenti. Meu soldado sorriu de maneira perversa antes de pegar o pano grosso, encharcar no balde cheio de água e colocar sobre o rosto do homem, que demorou o tempo de eu acender um cigarro e dar meu primeiro trago para começar a debater os pés. Dei alguns passos, parando em frente a ele, longe o suficiente para ele não me alcançar e dei o sinal que meu soldado poderia retirar o pano.
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  — O dia aqui dentro tende a passar devagar, sabia?
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  Ele tossiu várias vezes, tentava puxar o ar e eu assenti para Nero colocar novamente, ele puxou o homem pelo cabelo e largou o pano em seu rosto de novo. Dei, pacientemente, mais alguns tragos em meu cigarro e meu soldado retirou o pano, colocando-o no balde, esperei o preso recuperar seu fôlego.
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  — Rafael…
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  — Ótimo, agora podemos conversar, Rafael. — Nero colocou uma cadeira atrás de mim e então sentei. — Então, quais são os planos do Guillermo?
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  — Não conheço… — Gargalhei alto, sem acreditar naquilo, sorri de maneira maligna.
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  — Está querendo brincar comigo, Rafael? — Olhei de soslaio para trás do homem e Nero já fazia a busca no tablet pelo nome do homem e onde ele se encaixava no banco de dados que Giulia fez. — Tenho diversos brinquedos aqui… — Ele arregalou os olhos.
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  — Solo soy un soldado, hombre…  (Sou só um soldado, homem.)
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  Nero veio em minha direção e me entregou o tablet, passei o olho rapidamente nas informações que constavam ali e me recostei na cadeira, arqueei uma sobrancelha e olhei bem para o homem acorrentado, sem qualquer possibilidade de fugir, ele realmente estava querendo me enganar? Meu soldado foi até o homem e o socou no estômago, o fazendo cuspir sangue e gemer de dor.
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  — Eu posso pensar em ser um bom homem, Rafael, caso não minta de novo pra mim.
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  — Não estou mentindo! — gritou, assim que se recuperou do golpe.
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  — Então por que aqui diz que é o braço direito de Alejandro? — Ele arregalou os olhos; bingo. Sorri vitorioso, eu estava com a porra de um capitão, finalmente. Levantei e dei alguns passos até ele. — Vou dar mais uma chance pra você: qual o plano do seu Don na porra do meu território?! — gritei impaciente, então vi ele ficando amedrontado e isso era bom, esse era o caminho a se seguir, mas ainda assim, tudo que recebi foi silêncio. — Está testando a minha paciência, Rafael, e posso afirmar que isso não é bom pra você. — Caminhei até a mesa no canto da parede e peguei um alicate, voltei até ele e abaixei, ficando na altura de seus olhos. — Pronto para brincar? — Curvei os lábios levemente arqueando uma das sobrancelhas e o medo em seus olhos era o combustível que eu precisava para continuar.
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  Empurrei seu rosto para o lado, segurando-o e quanto mais aproximava o alicate de seu rosto, mais ele gritava em desespero, cortei seu lóbulo devagar, mastigando a carne mole, o desespero dele aumentou, seu grito saiu alto e arrastado. Apertei seu maxilar e fiz ele olhar para mim, para ver o quanto eu estava me divertindo com o sofrimento dele e que eu não iria parar até conseguir o que queria. Levei o alicate mais uma vez até sua orelha e cortei mais em cima, devagar, quebrando a cartilagem aos poucos até cortar completamente e o sangue já escorria pelo seu pescoço dos cortes feitos.
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  — Pronto pra falar, Rafael? — Ele apenas gemia de dor e apertava os olhos com muita força para tentar, talvez, diminuir a dor. — Eu tenho o dia todo…
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  — Eu não sei de nada!
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  — Vamos trabalhar do jeito difícil. — Olhei para Nero e dei a ordem: — Busque saber quem é a família dele.
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  — Não! Deixe minha família fora disso…
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  — Só depende de você. — Sentei na cadeira novamente e acendi outro cigarro, com toda paciência do mundo, encarava o homem todo ensanguentado e com alguns hematomas pelo corpo. Ele estava respirando pesado, estava cansado, se eu forçasse mais um pouco… só estava decidindo se seria fisicamente ou psicologicamente. Não sabia se ele aguentaria mais algumas porradas.
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  — Já achei, chefe.
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  — Não, eu imploro… faço qualquer coisa.
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  — Me fale o que sabe.
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  — Mas eu não sei de nada… 
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  Caminhei lentamente para trás de Rafael onde ele não conseguia me ver, a arte da tortura é você surpreender o torturado, levá-lo ao limite com as armas que você tem e sabe usar. Peguei uma faca de lâmina curta e vim por trás dele, enfiei a faca em sua coxa, bem acima do joelho. Seu grito foi gutural, cheguei a ter um resquício de humanidade e senti até uma certa pena dele, porém, passou rápido.
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  — Quem são? — Olhei para Nero e ele sorriu, adorando tudo aquilo.
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  — Esposa, Sara, e dois filhos, Miguel, de 8 anos, e Joaquin, de 13.
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  — Interessante, dois homens, Rafael. — Parei bem em frente a ele, analisando o preso que sentia uma agonia tremenda. — Um homem de sorte eu diria, caso não tivesse dado de cara comigo. — Sorri para ele, que nitidamente ainda sentia a dor da faca cravada em sua perna.
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  — Por favor, não faça nada com meus filhos… — Vi lágrimas em seus olhos e eu sabia que tinha conseguido, ele falaria.
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  Nero baixou o gancho onde ele estava pendurado para o sangue voltar a circular em seus braços. Necessário dar conforto para o preso quando você acha que está chegando perto de alguma informação. Mostra que se ele começar a cooperar as coisas podem melhorar para o lado dele. É quase como um adestramento, a recompensa é algo fundamental.
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  — Já falei, só depende de você. — Traguei meu cigarro, calmamente, antes de falar: — Se for bonzinho deixo até você encontrar seus filhos novamente.
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  — Ele… quer reconquistar a Espanha.
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  — Isso é um insulto à minha inteligência, Rafael — falei de maneira calma e apoiei meu ombro na pilastra que havia ali, enquanto puxava a fumaça para os meus pulmões. — Me conte algo que eu já não saiba.
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  — Tem um infiltrado na Vincere.
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  O quê?! Fechei o cenho na mesma hora e endireitei meu corpo, isso era impossível. Uma pessoa não entra na Vincere sem antes Giulia passar um pente fino desde os primeiros dias de vida dela. Ele estava querendo me enrolar, só podia ser isso.
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  — Está tentando mentir pra mim de novo, ragazzo! — Fui até ele e soquei seu rosto. — Terei que matar um filho seu em sua frente para entender que não estou brincando?!
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  — Estou falando a verdade, eu juro!
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  — Quem é ele? — Ele ficou em silêncio e eu senti aquele tremor em meu estômago e logo o calor da raiva me possuindo, puxei ele com força pelo pescoço, levantando-o daquela cadeira e o olhando nos olhos. — Eu perguntei… Quem?! — falei entre dentes, bem próximo do rosto dele.
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  — Lu… ca… — Saiu num sopro de voz e então joguei ele na cadeira, fazendo com que ele e a cadeira caíssem no chão, Rafael tossiu recuperando o ar.
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  — Quem seria esse?
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  — Primogênito… do consigliere.
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  Virei para Nero e o encarei sério, franzindo o cenho, como não tínhamos essa informação? Eu precisava falar com Giulia, uma varredura nos últimos soldados que foram recrutados para a Vincere, os empregados da casa, os seguranças novatos dos restaurantes, eu precisava rever tudo. Minha mente não parava, em segundos eu pensei em vários cenários diferentes, pressionei minha testa com o polegar e o indicador e fechei os olhos; precisava de ar puro.
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  Saí porta afora, irritado.
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  Passei a mão pelo meu rosto, pelos cabelos e andei de um lado para o outro sem parar, aquilo era impossível, um infiltrado, quem? O consigliere dos Delantera foi morto por Filippo, sabe como é, olho por olho e dente por dente. Quem seria o novo conselheiro deles e quem era seu filho? Precisávamos descobrir o rosto desse homem para conseguir localizá-lo na Vincere. Peguei o celular para ligar para Giu, mas estava sem sinal.
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  — Merda!
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  — %Matteo%. — Virei para trás e vi Nero me olhando, esperando a próxima ordem.
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  — Vamos voltar para a cidade, preciso achar esse maledetto!
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Capítulo 16
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Lelen

EU NÃO VOU TIRAR JUAN DA MINHA LISTA DE SUSPEITOS E TENHO DITO.
Tudo bem que eu já suspeitei até do primo Filippo na história em um certo momento (e às vezes torno a suspeitar HAHAHAH), MAS JUAN É MUITO SUSPEITO. E a entrada dele na história foi muito conveniente, SUSPEITO, MUITO SUSPEITO.
Agora vaamos ver onde tudo isso vai dar e quantos mais vão cair HEHEHEEH

hatakesaturn

Tadinho no Filippo, ele sempre foi um bom menino 🥹❤️
hahahaha a grande pergunta é essa, quantos vão cair?

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