
escrito por Aven Lore
Fugindo de um passado abusivo, Daisy busca recomeçar em Incheon, Coreia do Sul, mas acaba mergulhando ainda mais fundo em um pesadelo ao se envolver com agiotas. Sem saída e marcada pelas ameaças que se tornam cada vez mais reais, ela encontra Seonghwa, um estranho misterioso que lhe faz uma proposta tentadora e perigosa: quitar sua dívida em troca de participar de seu trabalho no mundo do conteúdo adulto. Presa entre o medo e a promessa de liberdade, Daisy precisa decidir até onde está disposta a ir para salvar a própria vida.
|| quarta-feira 1 de março de 2017 às 19:41 - Comentários
|| Arquivado em: Críticas
Nota: [usr 4,5]
ASPECTOS POSITIVOS: A sinopse está bem sucinta e retrata, resumidamente, o que acontece nos primeiros capítulos.
Já nos deparamos com poucas perguntas e devo dizer que acho isso um atrativo e tanto, porque a história também tem bastante capítulos no ar e é bem difícil de conseguirmos ler tudo de uma vez, então não ter que responder um milhão de perguntas toda vez que entramos na história é maravilhoso! Hahahah e aproveitando o gancho adianto que os capítulos, em sua maioria, são grandes, mas ao mesmo tempo de uma leitura que não nos toma muito tempo no mesmo capítulo, portanto do começo ao fim (não literalmente, afinal a história está em andamento!) é uma história fluida, apesar da carga emocional grande em alguns pontos.
A maioria das cenas são bem descritas, o que adiciona aquele elemento tão importante na história, que é a nossa conexão com os personagens. Essa conexão não pode faltar, pois é sem ela o interessa pela história morre e a autora consegue trazer para nós, leitores, essa emoção e sentimentos dos personagens. Por causa de todos esses elementos que foram colocados com êxito na história, ela é bem equilibrada e tudo parece acontecer na medida certa.
Outra coisa que me chamou a atenção de uma maneira bem positiva foi o relacionamento dos principais. Ele foi muito bem construído a cada capítulo, levando o tempo necessário para acontecer e respeitando os impedimentos impostos na vida deles, portanto não ficamos com aquela sensação chata de romance corrido e irreal, que supera tudo e todos os problemas do mundo – infelizmente sabemos que isso, na maioria das vezes acaba não ocorrendo –, o casal tem sim problemas que os afetam e eles precisam lidar com eles.
Mesmo não sendo do fandom da One Direction já me deparei com algumas histórias deles e posso afirmar com certeza que em Happily os meninos da banda não são descritos como crianças imaturas, como já vimos acontecer por ai, e nem têm aqueles comportamentos estereotipados, mas sim tendo suas ações que condizem com a idade que tinham na linha do tempo da história, o que é claro um atrativo a mais!
Consegui ver verdade na principal, que está presa nesse relacionamento abusivo que foi fácil sentir a sua frustração com tudo que estava acontecendo na vida dela.
As cenas restritas também demoram um pouco a acontecer com tudo que tem direito – ahahaha – mas o leitor não fica desamparado, pois ao decorrer dos capítulos sempre temos uma provocaçãozinha aqui e ali, o que de encaixa na história de um jeito excelente, pois, além de criar esse clima dos personagens juntamente ao leitor, respeita o caminho que o relacionamento deles está percorrendo.O QUE PODE MELHORAR: Apesar desse ponto ter melhorado, e muito, mais pra frente na história, acho valido ressaltar que no começo há pouca explicação sobre quem são os personagens. É de extrema importância que você nos diga quem são essas pessoas da sua história, de onde eles vêm, o que fazem, como é a vida dessas pessoas? Entendo que por ser a história com uma banda conhecida não seja necessário que você os apresente, mas os outros personagens da sua história sim, tudo isso ajuda na construção de seus personagens.
Uma coisa que me incomodou um pouco e que tem um pouco de ligação com o que foi citado acima é que a autora acabou pecando quando supôs que as leitoras sabiam do que ela está falando em algumas partes da história, como, por exemplo quando a instituição Rays of Sunshine é citada, não tem uma explicação do que seja essa instituição ou o que ela faça. Talvez seja uma coisa que o fandom da banda já conheça e esteja ciente do que é, mas quem não faz parte – ou até quem faz, mas não está familiarizada com a Rays of Sunshine – pode ficar com uma ponta solta ai.
Por fim, alguns capítulos têm partes com a tag de itálico não fechada, pede para sua beta dar uma verificada, tá? Como de costume, não tirei pontos por isso por não ser sua culpa, Gabriela.MENSAGEM: Gabi, sua história foi uma ótima surpresa pra mim, não esperava me envolver tanto com ela a ponto de ficar me perguntando o que vem em seguida! Como disse não sou do fandom, mas nem senti isso lendo Happily e fiquei muito feliz!
Se lembre de, daqui para frente, deixar explicado o que, ou quem, é cada coisa nova que for surgindo na história, que só irá deixa-la melhor ainda. Não tenha medo de explicar as coisas para o leitor, é muito importante que você mostre como é o redor do personagem e nos fale como eles estão se sentindo, mesmo que não seja diretamente!– Crítica por: Tina H.
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