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K-pop, BTS, Andamento

Be

escrito por Ray Dias

O sonho de Lara sempre foi ser uma escritora de sucesso e um dia poder ser uma roteirista de um grande drama coreano. Por isso, ela se desafiou e, após terminar a sua faculdade de Educação Física, decidiu estudar roteiro na Coréia do Sul.
Os primeiros anos não foram nada fáceis! Mas no penúltimo ano do seu curso, ela pôde ver seu sonho se realizar.
Enquanto estagiava em uma empresa de mangás e um dia, Sang Chanyeol Chang, o seu sunbae na empresa, lhe deu a notícia que ela não sabia, mas iria mudar a sua vida. Lara não poderia imaginar, mas graças àquilo conheceria o amor da sua vida e se casaria com ele. E não, não era mais um cara comum como os seus ex-namorados da época de adolescência. Ele era nada menos do que um dos idols mais cobiçados da Coreia.

leia a história →



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Doente ou não? Eis a questão…

|| terça-feira 5 de julho de 2016 às 10:37 - Comentários
|| Arquivado em: Colunas


Sua história está precisando de um clímax e você logo pensa “Que tal a personagem descobrir que está doente?”. Boa ideia, mas antes venho aqui te dar umas dicas.

Quantas histórias abordam algum tipo de doença em seu enredo? Muitas, mas desenvolve-lá de forma satisfatória são poucas.

Aqui vão os erros mais comuns entre essas histórias:

1. Curas Milagrosas: A personagem tem um câncer terminal ou qualquer outra doença sem cura e de repente… Aparece curada e bem. Não estou dizendo que não podem existir milagres nas histórias, mas sim, ressaltar um erro comum. Sua história tem algo ligado à espiritualidade? Você quer passar sua crença sobre milagres para história? Se a resposta for não para as duas perguntas, cuidado pode ficar aquela coisa forçada na história. Mas eu quero mesmo assim, e aí? Vai com calma, não ressuscite um personagem quase morto do nada, vamos em partes. Pequenas melhoras na saúde do personagem com o passar do tempo é sempre uma boa. Agora se sua história estiver ligada à espiritualidade, faça como desejar. Claro que sempre tudo com coerência.

2. Sintomas inexistentes: A personagem descobre que tem tuberculose e nunca tosse. Algo não está fazendo muito sentido, certo? Por isso antes de colocar qualquer que seja a doença dê ao menos uma pesquisa básica nos sintomas mais comuns. Tem febre? Alucinações? Bipolaridade? Queda de cabelos? Tudo isso faz com que a história passe mais credibilidade.

3. Novas doenças: Claro que é bacana ver as histórias abortarem doenças comuns e bastante recorrentes na nossa sociedade, mas sempre do mesmo cada ficando cansativo, certo? Por isso sempre há espaço para novas doenças em histórias. Aqui vai algumas sugestões:

TOC: Transtorno Obsessivo-Compulsivo: Excesso de pensamentos (obsessões) que leva a comportamentos repetitivos (compulsões).

Distúrbio do Pânico: é definido como crises recorrentes de forte ansiedade ou medo.

HIV/AIDS: Danos ao sistema imunológico causado pelo vírus HIV, interferindo na capacidade do corpo de combater infecções. Sendo uma doença sexualmente transmissível.

Depressão: Distúrbio do humor que leva à persistente sensação de tristeza e perda de interesse.

Bipolaridade: Distúrbio associado a alterações de humor, que variam de baixos depressivos a altos maníacos.

Depressão? Bipolaridade? Mas, não é comum ver isso em histórias?

4. Banalizar Doenças: Mas o que seria banalizar uma doença? Cada dia que se passa vemos uma constante serie de histórias que abordam o tema depressão. Sabe aquela história que você leu e a personagem te acordo com a autor(a) é depressiva e tem depressão? Pois bem, a depressão em si é algo muito mais intenso do que simplesmente dizer que por a personagem ser/estar triste ela tem depressão. Até porque depressão é uma doença não uma forma de dizer que a pessoa é melancólica e gosta de escutar músicas tristes. A depressão é algo mais constante, algo que mata a pessoa mesmo estando viva. Usar uma doença para explicar o que a sua personagem teoricamente tem, não é bacana, é banalizar algo muito mais sério do que o retratado.

Isso não só se aplica na depressão, mas também no caso de bipolaridade. Bipolaridade é uma doença, muitas vezes a personagem é claramente bipolar e sempre tem alguém que acaba soltando um: “Você é bipolar por caso?” ou alguma outra frase semelhante com o tom raivoso e irônico. E se a personagem tiver realmente essa doença? Seria um empecilho? Ta aí um ótimo tema para se abortar.

Doenças mentais em geral são banalizadas dentro e fora das histórias, então não esqueçamos que toda e qualquer doença tem um peso e o impacto iguais para cada pessoa. Doença é doença e isso basta.

Coluna por Thaís M.





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— Para de pensar tanto, Buttercup. — Ele a puxou para mais perto num abraço a encarando olhos nos olhos, ou mais ou menos isso, considerando a diferença de altura entre os dois. — A gente só demorou para estar aqui porque você pensa demais.

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