
escrito por Ray Dias
O sonho de Lara sempre foi ser uma escritora de sucesso e um dia poder ser uma roteirista de um grande drama coreano. Por isso, ela se desafiou e, após terminar a sua faculdade de Educação Física, decidiu estudar roteiro na Coréia do Sul.
Os primeiros anos não foram nada fáceis! Mas no penúltimo ano do seu curso, ela pôde ver seu sonho se realizar.
Enquanto estagiava em uma empresa de mangás e um dia, Sang Chanyeol Chang, o seu sunbae na empresa, lhe deu a notícia que ela não sabia, mas iria mudar a sua vida. Lara não poderia imaginar, mas graças àquilo conheceria o amor da sua vida e se casaria com ele. E não, não era mais um cara comum como os seus ex-namorados da época de adolescência. Ele era nada menos do que um dos idols mais cobiçados da Coreia.
|| terça-feira 5 de dezembro de 2017 às 13:03 - Comentários
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O “que” é uma palavrinha muito versátil e que tem diversas utilidades na língua portuguesa. Por causa disso, é muito comum que acabemos utilizando-a várias e várias vezes ao longo do nosso texto, sem perceber que acaba ficando muito repetitivo. Muitas das funções realizadas pelo “que” podem ser, na verdade, substituídas por palavras adequadas a cada situação, o que elimina o excesso e limpa nosso texto. Nesta coluna, que é dividida em duas partes, vamos explicar melhor um pouco as diversas funções do “que”. A parte um aborda os casos em que ele não pode ser substituído, e a segunda parte, aqueles que não têm problema trocar por alguma outra palavra com o mesmo valor. Se você sente dificuldades com isso, não deixe de conferir!
PARTE I – Uso do QUE: Insubstituível
O “que” pode funcionar como substantivo, e, neste caso, é sempre acentuado graficamente. É também quando nomeamos a letra do alfabeto “Q”, ou quando usamos a palavra para falar dela mesma, como estou fazendo nesta coluna (no entanto, como vai ficar bastante repetitivo, preferi deixa-lo entre aspas para destacar quando ele é o assunto!). Como substantivo, ele pode exercer várias funções, por isso é difícil substituí-lo.
Exemplos: Todo o seu discurso tem um quê de arrogância.
Tal palavra escreve-se com quê.
Este quê exerce o papel de objeto direto.Outros três casos em que é bom deixar o “que” é quando ele se torna um pronome interrogativo substantivo, um pronome indefinido substantivo ou um pronome interrogativo adjetivo. No primeiro caso, ele não determina um substantivo, ligando-se ao verbo, e deve ser acentuado no final da frase.
Exemplos: O que fazes aqui?
Desconfia de quê?No segundo caso, ele sempre tem um sentido mais vago, e também é acentuado:
Disse-me não sei o quê e foi embora.
Chegou anunciando não vi bem o quê.E por fim, o último caso ele tem a função sintática de adjunto adnominal, ou seja, delimita o significado de um substantivo quando se conecta a ele, o que o pronome interrogativo substantivo não faz.
De que candidato estamos falando?
O “que” também é extremamente importante na construção de orações subordinadas como conjunção integrante, ou seja, ela vai integrar uma nova frase, normalmente com sentido de objeto ou complemento, à outra frase. Lembrando que objeto é, neste caso, a frase que vai completar o sentido do verbo, e complemento, a mesma coisa, só que complementa o sentido do substantivo! Em geral, as orações substantivas são as que mais utilizam a conjunção integrante “que”. Então, a frase seguinte vai ter o valor de algum desses elementos sintáticos (objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, sujeito…)
Exemplos: É urgente que você seja aprovado. (complementa o substantivo “urgente”)
Desejo que você seja aprovado. (objeto direto de “desejar”, quem deseja, deseja alguma coisa)
A verdade é que triunfamos. (predicado da oração principal, completa o sentido de o que a verdade é).O último caso do uso do “que”, e provavelmente o mais fácil de ser lembrado, é quando ele funciona como interjeição. Mais uma vez, ele é sempre acentuado graficamente.
Exemplos: Quê!? Você ainda não saiu de casa?
Na próxima coluna, continuação desta, veremos os casos em que a palavra torna-se substituível ou até mesmo descartável, sendo possível limpá-la de nosso texto e então evita-la conforme nos acostumamos com seus usos!
Coluna por Annelise Stengel
— Para de pensar tanto, Buttercup. — Ele a puxou para mais perto num abraço a encarando olhos nos olhos, ou mais ou menos isso, considerando a diferença de altura entre os dois. — A gente só demorou para estar aqui porque você pensa demais.
With Somebody Like Me {Outros, Finalizada}
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