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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Me Apaixonei Pela Babá

Escrita porNatashia Kitamura
Revisada por Natashia Kitamura

[Idade dos filhos]
Anna e Hugo
– 14 anos
Felipe e Arthur – 12 anos
Eric – 9 anos
Helena – 7 anos
Caique – 3 anos


Capítulo 9

Tempo estimado de leitura: 20 minutos

  O sábado foi de correria. Logo pela manhã, %Julia% cumpriu a promessa que havia feito a Akira, e compareceu em seu salão quando não havia ninguém. Conversaram sobre as últimas fofocas, onde o cabeleireiro disse que as clientes estavam ficando cada vez mais insuportáveis. A cada geração que começava a frequentar o salão, mais exigentes ficavam, a ponto de pedir que outras pessoas não fossem agendadas no mesmo horário.
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  – Alina ainda vem aqui? – %Julia% perguntou. Akira revirou os olhos ao ouvir o nome da ex-amiga de %Julia%.
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  – Não suporto ela. Faz um ano que tenho que ir semanalmente na casa dela para arrumar seu cabelo e fazer suas unhas. Tenho pessoas mais importantes que ela, mas a bandida sempre usa a mesma desculpa.
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  – “Meu pai” – os dois disseram juntos em uma voz fina e irritante, rindo logo em seguida.
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  – Entendo que você não queira aparecer mais nos mesmos lugares que ela ou as outras patinhas. Mas você pode me ligar e eu abro o salão depois do horário para você.
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  – Você sabe que não é só isso, Akira.
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  – Querida, diferente das pessoas de quem você era amiga, eu conheço a palavra gratidão. Você me ajudou a chegar aonde estou, e não vou me esquecer disso jamais. Além disso, você ainda não me obrigou a ir até sua casa toda semana, então está tudo bem.
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  %Julia% sorriu, feliz por saber que haviam pessoas de seu passado que ainda a queriam ao lado. Isso fez com que ela considerasse entrar em contato com outras pessoas que, como Akira, sempre foram boas para ela. Talvez nem todas a quisessem próxima de si, mas se fossem as pessoas certas, então ela podia lidar com a alta sociedade melhor do que achava.
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  Os eventos do Jóquei, aos olhos do público, era apenas algo saudável, onde os ricos se uniam para se encontrarem, conversarem e apostarem em cavalos. No entanto, para as pessoas que frequentavam os eventos, era bem mais que isso. Os encontros serviam para conferir quem estava bem e quem precisava de ajuda; as conversas envolviam negociações ou combinações de esquemas corruptos; por fim, a aposta de cavalos era feita para eliminar dívidas ou fazer com que os esportistas e treinadores conquistassem os patrocínios certos para levá-los ao campeonato mundial.
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  %Julia% reconheceu alguns rostos assim que desceu do carro com %Henrique%. Alguns olhares se dirigiam para ela, mas mantiveram-se calados, pois o rumor de que ela estava saindo com a pessoa mais requisitada do local era de conhecimento geral. Sorriu para as pessoas que sorriam, e virava o rosto para as que olhavam-na da cabeça aos pés.
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  – Eles mal disfarçam. – %Henrique% sussurra em seu ouvido, fazendo com que ela sorrisse, como se ele lhe tivesse lhe feito um elogio.
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  – Farão de propósito para que eu me sinta mal de estar aqui.
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  – %Miller%! – a voz de Tulio soou no local. Algumas cabeças viraram na direção do casal que entrava na área vip do jóquei, entre elas, Vitor, Alina e algumas das ex-amigas de %Julia%. – Achei que não viesse mais.
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  – O senhor disse às 11. - %Henrique% respondeu somente, fazendo com que o homem risse alto, mais por ter sido chamado de ‘senhor’, do que pela informação correta. %Julia% havia dito a %Henrique% que, à frente dos acionistas, era importante que ele tratasse o presidente como o presidente da empresa; intimidade apenas geraria suspeita em cima de Tulio e em seu motivo de querer trazer %Henrique% à diretoria. Se ele mostrasse que era um funcionário obediente na frente de todos, as pessoas o veriam como, além de bom funcionário, um homem leal. E lealdade é o que mais essas pessoas buscam na sociedade corrupta.
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  – Venha, sentem-se conosco. - Tulio disse, chamando %Julia% e %Henrique% para perto deles. Ela sentiu o olhar da maioria os encarando; assim que seus olhos encontraram com os de Sandra, viu que precisava dar o seu melhor para conquistá-la. A mulher tinha desconfiança.
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  E era assim que as coisas aconteciam. Enquanto os homens comiam, bebiam e faziam negócio, eram as mulheres as responsáveis por realmente ler o ambiente e passar as informações para seus companheiros após o evento. Era por isso que eles aconteciam; para que as pessoas pudessem decidir se fechariam ou não o negócio.
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  Mas %Julia% estava com vantagem. Alina e nenhuma de suas amigas estavam na mesa da presidência, muito menos perto dela. %Julia% podia ficar um pouco mais despreocupada com ser atingida de indiretas que levassem ao escândalo.
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  – A qualidade da corrida de hoje está alta. – Sandra iniciou a conversa com %Julia%. – Me parece que será difícil definir se teremos um vencedor. Você aposta, %Julia%?
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  “Há pessoas importantes demais para você querer arriscar se envolver, com o histórico que possui. Tem certeza de que vai ganhar?” É o que a esposa do presidente realmente perguntou. Andressa, esposa do vice-presidente, olhou para %Julia% com uma expressão serena, que não significava nada para a mais nova do grupo. Ela estaria do lado vencedor, como sempre.
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  – Faz, de fato, tempo que não aposto. Mas sei identificar um bom cavalo. Recentemente, tenho me aventurado com investimentos e me dado bem, não acho que seja muito diferente aqui.
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  “Confio no meu taco. Além disso, sou uma pessoa com experiência e só o que muda nessa situação, são algumas pessoas.”
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  Sandra não lhe respondeu, mas pareceu ficar satisfeita com a resposta de %Julia%. Passou um pedaço de papel para a jovem; o papel das apostas.
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  – Faça uma aposta.
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  “Vamos ver se você é realmente boa.”
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  %Henrique%, do outro lado da mesa, observava atento a tudo à sua volta, mas principalmente a %Julia%. Não havia percebido, até então, sua vontade de protegê-la das pessoas ao redor. Era possível ver a vontade de todos que a conheciam, de expô-la ao ridículo. Mas ela fingia bem estar alheia a tudo. Tinha uma missão no momento: conquistar Sandra.
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  – Admito que ela é inteligente, %Miller%. - Tulio disse ao seu lado, após beber um gole do whisky servido pelo garçom. O funcionário olhou para o presidente, que abriu um pequeno sorriso e fez menção com a cabeça para a esposa e a acompanhante.
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  O que %Henrique% ainda não sabia, era que Sandra era mais do que somente a esposa de Tulio. Ela era a carta na manga do presidente, que havia utilizado das habilidades da esposa para levar o banco às alturas. Enquanto todos achavam que Tulio era o verdadeiro sucesso do banco, a mente inteligente era a esposa, que havia saído do fundo do poço, como %Julia%, até estar onde estava. Entretanto, a história que todos sabiam, era de que ele havia conhecido a mulher durante uma importante reunião na Califórnia, e que ela era herdeira de uma fortuna vinda dos avós, imigrantes italianos.
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  Tudo não passava de uma mentira. Sandra veio de uma cidade do sul, e conheceu Tulio no aeroporto de São Paulo, quando ela chegava para um congresso na cidade e ele partia para a reunião na Califórnia. Formada em ciências contábeis, a mulher tinha uma visão única de um banco digital, que, com acesso às pessoas certas, fez com que o marido conseguisse chegar aonde estava.
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  Foi ela quem orientou Tulio a não surtar pelo escândalo da família de %Julia%. Havia ido com a cara da moça no jantar, e percebeu, com seus olhos afiados, que havia algo entre a moça e o casal subordinado de Thales. Naquela noite, %Julia% soube lidar muito bem com a situação, por isso, queria ver de perto se ela manteria a classe naquele evento muito mais desafiador. Ouviu, pela secretária, que o casal havia marcado um jantar com Thales e Amanda, o que a fez subir ainda mais pontos, pois sabia que %Julia% estava se preparando para aquele dia. Gostava de pessoas que não fugiam da briga, apenas porque estava em desvantagem. Ela talvez tivesse muito mais a perder do que atualmente tinha, no entanto, se ganhasse, podia até triplicar a vantagem em cima das outras pessoas, pelo simples fato de ter sido, um dia, parte deles.
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  Quando o cavalo 4 passou em primeiro lugar na linha de chegada, %Julia% suspirou, aliviada, dando seu melhor para apenas mostrar que estava certa como havia dito. Sandra, por outro lado, sorriu para a jovem, dizendo que ela havia feito uma ótima escolha, e que havia sido inteligente seguir sua escolha.
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  – Eu deveria ter seguido também – disse Andressa –, você disse que fazia tempo que não apostava, %Julia%. Bom trabalho.
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  A moça sorriu, agradecida. Não precisou ser mudada de mesa, como aconteceu com uma outra mulher, um pouco mais velha que ela, mas que perdeu, pelo que %Julia% ficou sabendo, três rodadas seguidas.
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  A maior parte do evento passou sem nenhuma surpresa. %Julia% permaneceu sentada na mesa, com a desculpa de que sempre havia alguém que lhe gostaria de trocar uma palavra. No entanto, não queria ser perseguida por Alina e suas ex-amigas. Sabia que elas poderiam armar algo que pudesse colocá-la em uma situação difícil. Viu nos olhos delas, que um pequeno deslize poderia levar à perda de tudo.
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  – Está tudo bem, %Julia%? - Sandra perguntou, após a segunda corrida ser finalizada. %Julia% decidiu não apostar mais, pois não tinha condições e não havia como reutilizar o dinheiro de apostas anteriores. Esperava que ninguém a obrigasse a sair de sua zona de conforto financeira; a primeira corrida sempre era rasa, com cavaleiros e amazonas novos, prontos para conseguirem o patrocínio de qualquer um daquela área.
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  – Tudo ótimo - %Julia% respondeu para a mulher, que abriu um pequeno sorriso –, estava admirando a postura das amazonas.
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  A desculpa não foi engolida por Sandra, que manteve-se calada com um pequeno sorriso no rosto. Sabia exatamente o que %Julia% estava fazendo; ela mesma havia agido da mesma forma quando mais nova; havia acabado de se casar com Tulio e precisava se sair bem. Ainda que conseguisse agradar as pessoas mais importantes, não conseguia deixar de lado a preocupação com as pessoas que estavam loucas para derrubá-la.
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  Sandra sabia que %Julia% tinha um passado com parte daquelas pessoas. Se compadeceu da situação, agora que havia a aceito como uma mulher inteligente e de princípios. Não podia aceitar pessoas fracas como Andressa, que, somente para agradar, concordava com tudo, mas não olhava a um dedo do próprio umbigo. %Julia% estava muito mais na corda bamba do que Sandra esteve, e esta admitia que a jovem provavelmente cometeria, na vida, menos erros do que ela os fez.
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  %Julia%, enquanto isso, olhava no celular se havia alguma chamada das crianças. Havia mandado, há pouco, uma mensagem para Anna, que logo respondeu com uma foto dos 7 unidos com Jussara e Saulo. Os dois colegas de %Julia% pareciam perdidos no meio de tanta algazarra, mas as 7 crianças estavam alegres, e era isso o que importava. Sabia que %Henrique% não entraria em contato com eles, sempre que o olhava, ele estava envolvido em alguma conversa com Tulio ou um dos acionistas presentes no brunch.
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  – Você gosta de chá, %Julia%? - Sandra perguntou, após ter deixado %Julia% sozinha tempo o suficiente. A mais nova olhou para ela e percebeu que haviam mais pessoas envolvidas na conversa, e que era hora de voltar a atenção ao grupo de mulheres e parar de se preocupar com as crianças.
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  – Adoro. Meu favorito é um tipo de jasmin que conheci quando fui à Inglaterra. Ela vem no formato de pérola, que se abre em contato com a água quente.
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  – Ah, é minha favorita também. – Rose, a esposa de um dos acionistas, empolgou-se com a notícia. %Julia% soube, pelo sorriso de Sandra, que era ela a vítima e a causa do assunto daquela conversa. O grupo, então, desatou-se a conversar sobre os diversos chás e métodos de produção das plantas. Aquelas que não eram familiarizadas com o assunto, reagiam com perguntas, mostrando interesse, mesmo que não tivessem.
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  – Oi, %Julia%.
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  A mulher olhou para a outra atrás de si. Luana Simões. Ela foi efetivada para uma das melhores amigas de Alina – mas não a melhor – e provavelmente estava ali, porque Alina não podia ser vista provocando %Julia%. Isso fez com que esta ficasse tranquila, pois significava que as pessoas haviam se conscientizado da relação amigável entre ela e a esposa do presidente do banco.
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  – Como vai, Luana?
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  – Bem…
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  %Julia%, com olhos treinados, observou Luana em questão de segundos. A roupa chique e a pele bronzeada. Os olhos amendoados preguiçosos, mas atentos. Na época em que ela fazia parte do grupo, Luana quase não falava. Às vezes, tentava dizer algo, mas era cortada por Alina; %Julia%, por outro lado, nunca tentou corrigir a amiga megera, simplesmente porque era parecida; a diferença entre as duas, é que %Julia% não tinha o hábito e a diversão de humilhar os outros. Tinha um pouco mais de empatia que a filha do desembargador, e por isso, era um pouco mais querida do que Alina.
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  – Ouvi dizer que você o conheceu pela internet. - Luana disse, querendo soar desinteressada enquanto retocava o batom. %Julia% abriu um pequeno sorriso.
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  – Foi na fila da farmácia, na verdade. E você? Ainda está saindo com aquele gogo boy?
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  As bochechas de Luana imediatamente tomaram um tom vermelho, deixando de combinar com o blush de tom terroso. Seus olhos viraram para %Julia%.
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  – Foi uma noite só!
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  – Ei, eu não estou te provocando. Ele era um cara legal.
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  – Você o conhecia?
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  – Luana - %Julia% olhou para a mulher, que ergueu as sobrancelhas –, pergunte a Alina.
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  Se afastou, deixando a mulher perdida nos próprios pensamentos. Ter mandado a mais tola de todas para provocá-la só mostrava que Alina estava perdendo o jeito com as coisas. E isso era ótimo para %Julia%, que teria uma preocupação a menos na lista.
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  Caminhou em direção à mesa e, quando estava próxima de sua cadeira, ouviu um grito. Não teve tempo de desviar, muito menos de se proteger. O garçom, que havia tropeçado em algo, virou a bandeja com o balde de gelo, as taças, e a garrafa de champanhe aberta em cima da roupa de %Julia%.
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  – Mil perdões! - ele exclamou, pegando a bandeja e o balde do chão, enquanto outros funcionários vinham com toalhas de guardanapo para tentarem secar a roupa de %Julia%.
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  Em um breve relance de olhos, a mulher pode ver o pequeno sorriso no rosto de Alina, que estava sentada em uma mesa próxima.
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  – %Julia%, querida, você está bem? - Rose, que estava mais perto da moça, perguntou.
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  – Estou, sim, você está, Rose? – ela olhou para a barra da saia da mulher, que viu a própria roupa e balançou o guardanapo em que ajudava a secar a mais nova.
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  – Você foi praticamente meu escudo, querida, obrigada.
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  E então, de repente, %Julia% sentiu um calor em seus ombros e costas.
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  – Está tudo bem? - a voz de %Henrique% soou próximo de si. Ele havia tirado o paletó do terno e colocado sobre os ombros de %Julia%. O evento inteiro parou para olhar a cena da mulher que tomou um banho de champanhe e gelo, mas ninguém se atreveu a rir, porque as pessoas mais importantes do local estavam se mostrando preocupadas com a jovem.
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  – Você não olha para onde anda, moleque? - a voz de Tulio soou para o garçom, que estava de cabeça baixa. O gerente do estabelecimento vinha às pressas tentar amenizar a situação.
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  – Eu estou bem. Ninguém se machucou – %Julia% disse para o chefe de %Henrique% –, foi um acidente. Ele provavelmente não esperava que houvesse um pé em sua frente. - e sorriu para o garçom, que gaguejou algumas palavras, e acabou não dizendo nada.
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  %Julia% olhou para Sandra, e viu que a mulher desviava o olhar para Alina, que tirou, segundos depois, o sorriso do rosto. Ao trocar o olhar com %Julia%, Sandra soube o que havia acontecido e se levantou para ir de encontro a Tulio.
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  – %Julia% disse que está bem, querido. - disse, tranquila. O tom, no entanto, foi de que era para ele não extrapolar, pois havia mais na situação, do que um simples acidente do garçom. Tulio, esperto, entendeu a mensagem da esposa e fez um sinal para o garçom e o gerente se retirarem. – Acho que está bom por hoje, %Julia%, não vou pedir que fique nessas condições.
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  A mais nova sorriu para a nova aliada, e olhou para %Henrique%, que já estava pedindo ao gerente, para que providenciasse o carro.
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  – Que tal um almoço na segunda? - Sandra perguntou para %Julia%.
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  – Seria ótimo, obrigada.
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  A mulher abriu um sorriso e deu-lhe as costas; antes de sair, %Julia% fez questão de se despedir de todas as mulheres que achava importante. O que gerou ainda mais pontos com Sandra. Antes de sair, trocou de olhar com Alina, que sorria para ela como se não fosse ela quem tivesse planejado tudo. Antes de desviar o olhar, olhou para Vitor, e, ao voltar para encarar Alina, que entendia que ela planejava algo, abriu um pequeno sorriso, como se fosse a vitoriosa de toda a situação.
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  – Você tem certeza que está bem? - %Henrique% perguntou, enquanto esperavam o carro. A resposta, obviamente, era não. %Julia% estava péssima, com a roupa toda molhada, fedendo a champanhe, o sapato escorregando no pé, de modo que a fazia andar torto; do pescoço para cima, por sorte, tudo estava intacto.
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  – Sim. - ela respondeu com um sorriso. – Só com um pouco de frio por causa da roupa úmida.
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  %Henrique% pensou no que poderia fazer pela mulher, mas não havia nada. Só podiam esperar pelo carro; o gerente havia dito que a conta do “casal” não seria cobrada, e que, se ela permitisse, o garçom pagaria a lavagem da roupa.
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  – Não se preocupe, ela não precisará ser lavada. – %Julia% disse, dando a entender que jogaria as peças no lixo. – Não demita o jovem, foi um simples acidente.
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  Após o olhar de %Henrique%, o gerente se afastou, agradecendo a compreensão.
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  Agora, os dois se perguntavam o porquê do manobrista demorar tanto para trazer o carro, quando não havia ninguém indo embora.
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  Quando %Henrique% fez menção de ir até o caixa reclamar, um carro se aproximou da entrada do clube. Mas não era o carro de %Henrique%.
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  %Julia% observou uma mulher sair do banco do motorista, do carro esportivo. Tinha os cabelos escovados em um penteado repleto de ondas que valorizavam as luzes loiras. Usava um vestido colado ao corpo e salto alto. Os óculos de sol lhe completava o look, mostrando que era uma pessoa ligada à moda. %Julia% não pode deixar de olhar para as pernas bronzeadas e bem torneadas da mulher.
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  – Oi, querido. - ela disse, em uma voz extremamente sensual.
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  A mulher passou por %Julia% como se ela não existisse, e, quando esta acompanhou a fashionista com os olhos, viu a mulher abraçar %Henrique% logo atrás de si.
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  – Sabia que encontraria você aqui hoje.
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  – Flávia. - ele disse, colocando as mãos na cintura dela.
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  “Ah, merda.” %Julia% pensou.
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Capítulo 9
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