
escrito por Liv
A última lembrança de Akira é a de seu acidente, e quando acha que acordou do que se parece um sonho estranho, percebe que está em um lugar totalmente diferente de um quarto de hospital. Ao reconhecer o local, rapidamente ela encontra um espelho e para a sua surpresa, Akira tinha a mesma aparência da… vilã de um dos seus manhwas favoritos?!
Com essa nova realidade em suas mãos, a menina fará o que for necessário para mudar o seu destino e evitar o final trágico de Arabella Fiore, a vilã da casa Bellerose.
|| sexta-feira 2 de março de 2018 às 12:01 - Comentários
|| Arquivado em: Críticas
Nota: [usr 3]
RAZÕES PARA LER: Ao começar pela sinopse, ela desempenha muito bem seu papel, nos dando uma pincelada do que podemos esperar sem entregar muito da história.
Não é necessário respondermos muitas perguntas antes de partimos para a leitura (e sempre conto isso como ponto positivo!) e as mesmas são bem objetivas. Características fixas, como cor dos olhos, acabam aparecendo ao longo da leitura, mas são mínimas e não fazem tanta diferença assim a ponto de ser necessário torna-las interativas.
Os personagens são construídos o suficiente para o que é necessário na história, nos deixando conhecer apenas o que era necessário de suas histórias e motivações o que, para o enredo elaborado pela autora, funcionou bem. Mas confesso que em alguns momentos senti falta de um pouco mais de backstory para estes personagens.
E por falar em enredo, Let Me Be Your Goodnight tem seu começo, meio e fim bem delineados e não é deixada nenhuma ponta solta que seja muito marcante para a história e a impressão que fica sobre a relação entre os principais é aquela de afinidade imediata que podemos experimentar algumas vezes na vida – seja ela de amizade ou até mesmo o dito amor a primeira vista.
A história é um clichê sobre desconhecidos que se conhecem em meio a adversidades e constroem uma solida relação, mas, apesar de ser clichê, devo dizer que o fim da trama me surpreendeu muito, definitivamente não estava esperando a virada nos 45 do segundo tempo! Eu poderia até afirmar que foi o que fechou a história com chave de ouro e foi uma excelente ideia da autora em fazê-lo.O QUE PODE MELHORAR: Durante a leitura, fui me deparando com vários errinhos de português que foram difíceis de ignorar e acabaram por me incomodar bastante, como por exemplo, vários porquês errados, vírgulas onde não eram necessárias e alguns verbos perdidos aqui e ali que estavam conjugados errados. Como dito, são erros pequenos e facilmente corrigidos com uma revisão mais atenta, mas que, sem dúvida, atrapalham na hora da leitura e impedem a mesma de ser mais fluida.
Senti falta também de um pouco mais de descrição das cenas e dos sentimentos dos personagens, para que a imersão na história fosse um pouco maior.
Outra coisa eu me chamou um pouco de atenção negativamente foi a reação um pouco superficial e corrida dos personagens quando eles confrontam aqueles que lhes causaram a decepção que é tão importante na história. Esta reação poderia ser um pouco mais atentamente trabalhada.
Nesse último tópico, não contei na nota, porque não é culpa da autora, mas havia muitos erros nos códigos interativos! O apelido da principal não apareceu por várias vezes e o nome do principal aparece sem código, aconselho a autora a conversar com a beta para ser corrigido, porque também atrapalha a fluidez da leitura.MENSAGEM: Thay, eu amei a sua ideia em Let Me Be Your Goodnight e, como já disse, amei o final que você escolheu pra ela, porque dá um diferencial mais especial para a história!
A sua escrita também é muito boa e se atentando ao que foi citado aqui nas próximas histórias, você vai se tornar uma escritora cada vez melhor, tenho certeza disso.
Espero que possa ler próximos trabalhos seus!SUGESTÃO DE COLUNA: Dicas de Gramática – A Vírgula de Cada Dia
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