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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Nos Seus Olhos

Escrita porAven Lore
Editada por Lelen

CAPÍTULO ONZE

Tempo estimado de leitura: 20 minutos

  %Sunoo%’s POV:

  A praça já estava vazia quando eu finalmente criei coragem para falar.
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  %Niki% estava sentado no banco, os cotovelos apoiados nos joelhos, olhando para o chão como se pudesse encontrar respostas ali. A briga com %Heeseung% ainda ecoava no ar — não pelos empurrões, mas pelo que tinha sido dito. Pelo que tinha sido revelado.
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  Eu respirei fundo.
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  — Você gosta dela.
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  Ele não levantou o rosto. Mas também não negou.
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  — %Sunoo%… — começou, cansado. — Agora não—
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  — Não. — Minha voz saiu mais firme do que eu esperava. — Agora sim.
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  Ele finalmente me olhou. E o que vi ali não foi defesa. Foi medo.
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  — O que você sente pela %Dalny%, %Niki%? — perguntei, direto. — Porque não é só amizade. Nunca mais vai ser.
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  O silêncio se esticou entre nós.
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  — Eu não planejei isso — ele disse por fim. — Não acordei um dia decidindo sentir. Só… aconteceu.
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  Meu peito apertou.
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  — Aconteceu quando? — perguntei. — Antes de eu voltar… ou depois?
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  Ele fechou os olhos por um segundo.
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  — Depois. — Abriu de novo, sério. — Mas talvez tenha começado antes e eu só não quis enxergar.
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  Aquilo doeu mais do que eu queria admitir.
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  — Então você tá se apaixonando por ela — falei, sentindo a garganta arder. — Pela garota que eu nunca consegui esquecer.
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  %Niki% se levantou de repente.
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  — Não fala como se fosse competição — disse, a voz tensa. — Isso não é um jogo.
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  — Mas parece! — retruquei. — Porque tudo que eu toco quebra. E tudo que eu amo… alguém acaba levando.
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  Ele deu um passo na minha direção.
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  — Eu não tô tentando tirar nada de você.
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  — Mas tá acontecendo — respondi, sentindo os olhos arderem. — E o pior é que eu não consigo te odiar por isso.
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  As palavras ficaram suspensas no ar.
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  %Niki% respirou fundo, passando a mão pelos cabelos.
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  — Eu lutei contra isso — confessou. — Porque você é meu melhor amigo. Porque ela é importante demais. Porque eu sabia que se cruzasse essa linha… não teria volta.
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  — E mesmo assim cruzou.
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  — Porque ela tava ali — ele disse, a voz falhando pela primeira vez. — Machucada. Sozinha. Olhando pra mim como se eu fosse o único chão possível naquele momento.
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  Meu coração deu um solavanco.
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  — E você foi — continuei, num fio de voz. — Do mesmo jeito que eu nunca consegui ser.
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  — Isso não é verdade.
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  — É sim! — explodi. — Eu fugi! Eu deixei ela sem explicação! E agora que eu volto… você tá aqui. Inteiro. Presente. Do jeito que eu devia ter sido.
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  %Niki% me encarou com intensidade.
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  — Você fez o que conseguiu com as ferramentas que tinha, %Sunoo%. — Ele respirou fundo. — Mas isso não apaga o que eu sinto agora.
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  Engoli seco.
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  — E o que você sente por mim? — perguntei, com medo da resposta.
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  Ele hesitou.
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  E essa hesitação disse tudo.
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  — Eu ainda me importo com você — respondeu. — Muito. Mas eu não vou mentir… a %Dalny% mexe comigo de um jeito que eu não sei controlar.
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  Senti como se algo se partisse dentro de mim.
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  — Então é isso — murmurei. — Eu voltei tarde demais.
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  %Niki% balançou a cabeça.
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  — Não. — Ele deu um passo mais perto. — Você voltou no momento mais complicado possível.
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  Soltei uma risada amarga.
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  — Ótimo timing, como sempre.
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  O silêncio voltou, pesado, inevitável.
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  — Se ela escolher você… — comecei, a voz embargando. — Eu vou respeitar.
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  Ele me olhou surpreso.
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  — E se ela escolher você — continuei — eu também vou respeitar.
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  — E se ela não escolher nenhum de nós? — ele perguntou.
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  Essa possibilidade nos atingiu ao mesmo tempo.
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  — Então — respondi — talvez a gente precise aprender a não se destruir no processo.
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  %Niki% suspirou, cansado.
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  — Eu não quero perder você, %Sunoo%.
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  Meu peito apertou.
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  — Então para de fingir que isso não vai doer — respondi. — Porque já tá doendo. Em nós dois.
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  Ficamos ali, frente a frente, dois garotos presos entre amor, culpa e lealdade.
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  E pela primeira vez… Eu entendi.
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  %Dalny% não era só o centro da confusão.
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  Ela era o espelho das partes de nós que nunca soubemos resolver.
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  E nenhum de nós sairia ileso dessa escolha.
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🩹🩹🩹

  %Dalny%’s POV:

  Eu não esperava vê-lo.
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  Quando abri a porta e encontrei %Niki% parado ali, com as mãos enfiadas no bolso da jaqueta e o olhar cansado demais para alguém que sempre foi meu ponto de equilíbrio, meu coração errou o ritmo.
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  — O que você tá fazendo aqui? — perguntei, já sabendo que não gostaria da resposta.
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  — Eu precisava te ver — ele disse. — Precisava falar com você.
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  Segurei a maçaneta com força.
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  — Não é uma boa ideia.
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  — Nunca é — ele respondeu baixo. — Mas mesmo assim você sempre deixa.
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  Aquilo me atingiu em cheio.
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  Suspirei, derrotada, e dei espaço para ele entrar. A porta se fechou atrás de nós com um clique que soou alto demais no silêncio da casa.
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  — Você não devia ter vindo — falei, cruzando os braços. — Depois de tudo.
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  — Depois de tudo o quê, %Dalny%? — ele retrucou. — Depois de anos em que eu fiquei? Depois de te segurar quando você desmoronava por causa dele?
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  — Não usa isso contra mim.
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  — Eu não tô usando — a voz dele saiu mais firme. — Tô lembrando. Porque parece que você esqueceu.
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  Meu peito apertou.
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  — Você era meu amigo, %Niki%. Meu porto seguro. — Minha voz falhou. — Você não podia atravessar essa linha.
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  — Eu não atravessei sozinho — ele rebateu, dando um passo à frente. — Você veio comigo.
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  — Porque eu tava fraca! — explodi. — Porque ele voltou e bagunçou tudo dentro de mim!
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  — E eu tava lá — %Niki% disse, agora perto demais. — Como sempre estive.
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  Engoli seco, sentindo o chão sumir sob meus pés.
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  — Justamente por isso dói — sussurrei. — Porque foi você. A única pessoa que eu confiava sem medo.
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  O olhar dele suavizou por um instante… e isso foi pior do que qualquer raiva.
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  — %Dalny%, eu nunca quis te machucar.
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  — Mas machucou! — meus olhos arderam. — Porque agora eu não sei mais o que é cuidado e o que é sentimento. Eu não sei mais onde termina a amizade e onde começa—
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  Minha voz morreu quando ele segurou meu pulso. Não com força. Com urgência.
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  — Olha pra mim — pediu.
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  Levantei os olhos.
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  Erro.
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  Porque eu vi tudo ali: a culpa, o medo, o sentimento que ele nunca teve coragem de dizer em voz alta.
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  — Me diz que você não sentiu nada — ele disse, num fio de voz. — Me diz que eu tô sozinho nisso.
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  Abri a boca.
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  Não consegui mentir.
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  — %Niki%… — sussurrei, sentindo meu coração bater na garganta. — Não faz isso comigo.
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  — Então me afasta — ele respondeu. — Agora.
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  Eu não me afastei.
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🩹🩹🩹

  %Niki%’s POV:

  Foi naquele segundo que eu perdi qualquer controle.
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  Quando percebi, minhas mãos já estavam no rosto dela, segurando como se o mundo inteiro pudesse desabar se eu soltasse. O beijo começou bruto, impulsivo, carregado de tudo que ficou preso por tempo demais.
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  %Dalny% arfou contra meus lábios — surpresa, tensão — e então correspondeu.
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  E foi quente.
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  Não foi cuidadoso como eu sempre fui com ela. Foi intenso, faminto, urgente. Um beijo que dizia tudo que eu nunca tive coragem de falar: que ficar não foi sacrifício, foi escolha. Que ser o porto seguro dela me fez querer ser mais.
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  Minhas mãos desceram para a cintura dela, firmes, ancorando-a ali comigo, enquanto os dedos dela se fechavam na minha jaqueta como se também estivesse perdendo o equilíbrio.
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  O beijo tinha gosto de conflito, de culpa… De verdade demais.
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  O beijo não diminuiu.
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  Se aprofundou.
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  %Dalny% se moveu primeiro, quase sem perceber, como se o corpo dela estivesse reagindo antes da mente. O contato ficou mais firme, mais consciente, e eu senti o coração bater tão forte que parecia ecoar entre nós dois.
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  O mundo reduziu ao calor entre nossos corpos.
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  Ao jeito que ela respirava contra mim. Ao som baixo que escapava quando eu a puxava um pouco mais pra perto. À forma como meus polegares tremiam de leve ao tocar o maxilar dela, como se até meu corpo soubesse que aquilo era perigoso demais.
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  Era diferente de tudo.
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  Não tinha pressa vazia. Tinha peso.
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  Cada segundo carregava anos de silêncio, de cuidado, de coisas que nunca ultrapassaram o limite — até agora. O beijo ficou mais lento, mais profundo, como se estivéssemos tentando memorizar algo que não sabíamos se poderíamos repetir.
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  %Dalny% pressionou a testa contra a minha por um instante, ainda sem se afastar, os olhos fechados, a respiração irregular.
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  — %Niki%… — ela murmurou, e meu nome soou como um pedido e um aviso ao mesmo tempo.
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  Eu encostei a testa na dela, sentindo o calor da pele, o tremor que ela tentava controlar.
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  — Eu sei — sussurrei. — Eu sei…
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  Mas mesmo assim, nossos lábios se encontraram de novo. Dessa vez menos impulsivo… e mais consciente. E foi isso que tornou tudo ainda mais perigoso.
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  Minhas mãos apertaram a cintura dela um pouco mais, sentindo-a inteira ali comigo, real demais. O corpo dela reagiu, instintivo, e por um segundo o clima mudou — ficou denso, carregado, como se estivéssemos cruzando um ponto sem volta.
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  Foi aí que a realidade bateu.
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  Ela se afastou de repente, como se tivesse acordado de um sonho bom demais.
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  — Para… — disse, levando a mão ao próprio peito. — Para.
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  Soltei no mesmo instante.
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  O silêncio que caiu foi pesado, quase constrangedor. %Dalny% virou de costas, passando a mão pelos cabelos, andando alguns passos como se precisasse de espaço para respirar.
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  — Isso não era pra ter acontecido — ela disse, a voz trêmula. — Não assim.
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  Meu peito doeu.
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  — Eu nunca quis te colocar nessa posição — falei, baixo. — Mas fingir que isso não existe também tá machucando.
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  Ela me olhou então. Os olhos brilhando, confusos, vivos demais.
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  — Eu confiei em você quando eu tava quebrada — sussurrou. — E agora eu não sei mais se isso foi cuidado… ou se sempre foi algo a mais.
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  Engoli seco.
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  — Talvez tenha sido os dois.
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  Ela respirou fundo, como se aquela resposta tivesse confirmado tudo que ela temia.
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  — A gente precisa parar agora — disse. — Antes que isso vire outra coisa. Antes que a gente machuque alguém que não merece.
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  Assenti devagar, mesmo cada parte de mim querendo puxá-la de volta.
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  — Eu sei.
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  Mas quando ela passou por mim, indo em direção ao quarto, eu soube de uma coisa com uma clareza cruel: não tinha sido só um beijo.
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  Tinha sido um ponto de ruptura.
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  E nada — nem eu, nem ela, nem o passado que nos unia — sairia ileso dali.
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🩹🩹🩹

  %Dalny%’s POV:

  A grama estava fria sob nossas costas, exatamente como antigamente. Eu conseguia reconhecer constelações que nem lembrava mais o nome, só porque tinha aprendido deitada daquele mesmo jeito, com %Sunoo% ao meu lado.
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  — Elas continuam no mesmo lugar — ele comentou, olhando para o céu.
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  — Algumas coisas não mudam — respondi, baixinho.
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  Ficamos em silêncio por um tempo. Um silêncio bom. Daqueles que não apertam o peito.
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  %Sunoo% virou o rosto na minha direção.
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  — Eu senti sua falta — disse, simples, sem drama. — Todos os dias.
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  Meu coração deu um aperto lento.
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  — Eu senti raiva — confessei. — Muita. — Respirei fundo. — Mas nunca foi falta de amor.
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  Ele sorriu de lado, aquele sorriso que sempre foi só dele.
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  — Eu fui covarde — admitiu. — Achei que ir embora ia proteger todo mundo… mas só deixou tudo em suspenso.
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  Virei o rosto para encará-lo. Ele parecia mais velho. Não no corpo — no olhar.
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  — Você me machucou — falei. — Mas você também foi o meu primeiro lar.
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  %Sunoo% estendeu a mão, devagar, como se estivesse pedindo permissão. Seus dedos tocaram os meus com cuidado, quase um teste.
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  — Eu não quero te confundir — disse. — Só… estar aqui. Do jeito que a gente sempre foi.
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  Entrelaçamos os dedos.
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  O calor daquele gesto simples fez meu peito aquecer.
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  — Eu gosto de quem você é agora — murmurei. — Mesmo com todas as falhas.
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  Ele riu baixinho.
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  — Ainda bem. Porque eu não sei mais ser outra pessoa.
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  Nos viramos de lado, ficando frente a frente. Tão perto que eu conseguia contar as pintinhas no rosto dele. O vento trouxe o cheiro familiar do sabonete que ele sempre usava, e por um instante foi como voltar no tempo.
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  %Sunoo% levou a mão até meu rosto, com uma delicadeza que quase doeu.
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  — Posso? — perguntou, a voz baixa, respeitosa.
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  Assenti.
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  O beijo aconteceu devagar.
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  Suave.
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  Os lábios dele tocaram os meus como se não houvesse pressa nenhuma, como se aquele momento fosse precioso demais para ser apressado. Foi um beijo calmo, terno, cheio de cuidado — nada de urgência, nada de conflito.
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  Só carinho.
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🩹🩹🩹

  %Sunoo%’s POV:

  Quando meus lábios tocaram os dela, foi como pisar em terreno conhecido depois de muito tempo longe.
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  %Dalny% não se moveu de imediato — e eu gostei disso. Gostei do jeito que o beijo começou quase tímido, respeitoso, como se ambos estivéssemos perguntando em silêncio se ainda era permitido. O toque foi leve, apenas o suficiente para sentir o calor dela, a maciez que eu nunca tinha esquecido.
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  Ela suspirou baixinho, e esse som simples me atravessou inteiro.
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  Aproximei um pouco mais, sem pressa, deixando que o beijo se prolongasse devagar, como se o tempo tivesse desacelerado só para nós dois. Não havia urgência em aprofundar, nem necessidade de provar nada. Era só… estar ali.
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  Minha mão subiu com cuidado até o rosto dela, o polegar roçando de leve a bochecha, um gesto quase protetor. %Dalny% inclinou a cabeça no mesmo ritmo que eu, e o beijo ganhou um pouco mais de presença — ainda calmo, ainda terno, mas cheio de significado.
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  Era um beijo que dizia eu voltei sem precisar de palavras. Que dizia eu sinto muito. Que dizia eu ainda estou aqui
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  Quando nos afastamos por um instante, foi só para respirar. Mantive minha testa encostada na dela, os olhos fechados, sentindo o mesmo conforto antigo se espalhar pelo peito.
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  Voltei a beijá-la, dessa vez com um pouco mais de firmeza, mas ainda com todo o cuidado do mundo. Como se eu estivesse segurando algo frágil demais para apertar, precioso demais para arriscar.
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  Quando finalmente me afastei, meus lábios ainda formigavam, e meu coração batia tranquilo — não acelerado, não confuso.
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  Em paz.
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  — Eu nunca esqueci isso — murmurei, sem pensar. — Nunca esqueci como é… beijar você.
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  Ela sorriu pequeno, os olhos brilhando sob a luz fraca das estrelas.
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  E naquele momento, eu soube: aquele beijo não era sobre recuperar o passado.
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  Era sobre construir algo novo, com mais cuidado do que nunca.
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CAPÍTULO ONZE
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Lelen

Pronto, oficialmente começamos o triângulo amoroso – quadrado se contar o Heeseung </3
Vejo a possibilidade de um trisal, será que o Hee toparia um quadrisal? kkkkk
Eu já adotei ele pra proteger, então sim, a minha maior preocupação é com Heeseung HAOISBNAOSIBP
Vamos ver como essas feridas vão cicatrizar, se as coisas entre todos vão ser resolvidas. :3

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