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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Eternal Sins

Escrita porAven Lore
Editada por Lelen

CAPÍTULO 3 • O começo, parte 1

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

  Heeseung abriu a boca, incrédulo.
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  — Você quer ter aulas de bateria comigo? É isso mesmo que eu entendi? Eu não posso.
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  Heeseung falou, mais rápido do que o cérebro podia ter raciocinado.
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  — Como é? — %Sooyi% franziu o cenho, cerrou os punhos. — Como assim não pode? Você é professor? Estou querendo comprar os seus serviços, você é burro?
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  “Sim”, Heeseung quis responder, mas se limitou a balançar a cabeça.
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  — Minhas turmas de bateria estão fechadas esse ano. É por isso.
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  Ele segurou as costas dela, empurrando-a para fora do estúdio.
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  — Ei, seu mentiroso! Eu dúvido! Qual o problema comigo?
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  “Você é a minha ruína, baby!” ele pensou enquanto passava a língua vermelha pelos lábios, mais vermelhos ainda.
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  — Não há problema nenhum senhorita, eu só não tenho vagas! Volte no ano que vem.
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  — Não aceito não como resposta… você vai me encaixar. Não vai?
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  Os dois pararam a milímetros de distância.
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  Heeseung percebeu primeiro o silêncio. Depois, o rosto dela.
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  %Sooyi% tinha os olhos semicerrados, irritados e desafiadores, mas havia algo mais ali — uma curiosidade viva, pulsando sob a raiva. A luz do estúdio desenhava sombras suaves em seu rosto, destacando a linha do nariz, a curva da bochecha, o jeito decidido do maxilar.
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  Sem perceber, o olhar dele desceu.
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  A boca.
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  Os lábios dela estavam levemente entreabertos, ainda moldados pela última frase — não aceito não como resposta. Havia ali uma audácia perigosa, uma confiança que não pedia permissão. O tipo de boca que dizia coisas que não devia… e provocava silêncios ainda piores.
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  Heeseung engoliu em seco.
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  O cheiro dela chegou antes que ele pudesse se afastar. Limpo. Humano. Quente demais. O olhar escorregou mais um pouco, traindo-o.
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  O pescoço.
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  A pele exposta logo abaixo da mandíbula, o pulso ali — tão visível, tão vivo — marcando um ritmo constante que ele conhecia bem demais. Lento para um humano nervoso. Rápido demais para alguém tranquila.
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  Não. Ele não podia.
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  Os dedos dele se fecharam com mais força nas próprias mãos, como se o corpo precisasse ser lembrado de limites antigos, de promessas feitas há séculos.
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  %Sooyi% notou.
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  — Tá me olhando assim por quê? — a voz dela saiu mais baixa agora, menos agressiva… mais atenta.
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  Ele ergueu os olhos de volta aos dela, forçando frieza onde só havia caos.
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  — Porque você não entende quando alguém diz não. — respondeu, firme demais para ser verdade.
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  Ela arqueou levemente a sobrancelha.
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  — Ou porque você está mentindo.
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  Por um segundo — só um — Heeseung quase sorriu.
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  Quase.
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  — Saia do estúdio, %Sooyi%. — disse, usando o nome dela pela primeira vez. — Antes que eu faça algo que realmente não posso.
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  E aquilo… Aquilo não soou como uma ameaça.
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  Soou como um aviso.
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🩸🩸🩸

  Sunghoon sabia que não tardaria a vê-la novamente. Só não achou que seria tão rápido assim. Ela estava acompanhada de outra jovem, e Sunghoon reparou que a mesa ao lado da dela, estava vaga. Ele já estava com seu café em mãos — um dos muitos hábitos que havia pegado da convivência com os humanos: tomar café.
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  Sunghoon sabia que não deveria, que haviam outras muitas mesas vagas pela cafeteria, inclusive sua mesa preferida… mas era como se uma força maior o estivesse empurrando em direção à ela.
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  Então ele se sentou na mesa vaga ao lado da dela, fazendo questão de ser notado: fez barulho ao puxar a cadeira. E funcionou os olhos dela e da jovem foram de encontro à ele, que não desviou os olhos dos dela. Não conseguiu, por mais que quisesse muito.
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  E outra vez aquela sensação incômoda na boca do estômago, o coração morto voltando a bater forte demais para alguém como ele.
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  “Droga!”, ele pensou enquanto se sentava, conseguindo finalmente desviar os olhos da garota que havia lhe provocado tantas reações.
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  “Porque diabos ela tinha que estar aqui?”
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  “Porque meu corpo já tão frígido há anos, reage dessa maneira?”
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  “É só mais uma humana, Sunghoon. Só isso. Esqueça essa história de redenção. Pense na maldição, você é amaldiçoado.”
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  “Não vai arrastar essa pobre humana com você para o inferno que é a sua vida.”
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  Sunghoon levou o café aos lábios sentindo o gosto.
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  Amargo. Denso. Levemente queimado.
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  O líquido desceu quente demais pela língua, arranhando a garganta como um lembrete cruel de que aquilo não deveria significar nada para ele. O amargor persistiu no fundo da boca, seco, quase metálico — um sabor que não trazia conforto, apenas presença.
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  Era estranho como o café ainda tinha gosto.
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  Como certas sensações humanas insistiam em sobreviver nele.
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  O calor espalhou-se pelo peito por um breve instante, enganoso, antes de desaparecer, deixando para trás apenas o vazio conhecido. Ainda assim, Sunghoon manteve o copo entre os dedos por mais tempo do que o necessário, como se aquele amargor fosse uma âncora.
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  Amargo como a maldição.
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  Amargo como o desejo que ele não deveria sentir.
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  A jovem que acompanhava a garota se levantou e Sunghoon sentiu o coração quase morto dentro do peito saltar. Os dois estavam sozinhos agora.
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  — Você não é o fotógrafo bonitão que estava no parque naquele dia?
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  A voz suave dela invadiu os ouvidos e os sentidos de Sunghoon.
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  Era suave, baixa, quase cuidadosa… e ainda assim atravessou Sunghoon como um choque silencioso. O som deslizou por seus ouvidos com uma clareza absurda, cada sílaba vibrando demais, viva demais, para alguém que já deveria estar acostumado ao silêncio eterno.
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  O mundo ao redor pareceu diminuir.
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  O burburinho da cafeteria se tornou distante, abafado, como se estivesse submerso em água. O tilintar de xícaras, passos, conversas — tudo se dissolveu, restando apenas aquela voz, cristalina, chamando por ele.
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  Algo se contraiu em seu peito.
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  O coração quase morto respondeu com um pulso irregular, errático, como se reconhecesse algo que a mente se recusava a aceitar. O instinto antigo — o mais perigoso de todos — despertou junto com uma atenção feroz, absoluta.
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  A audição vampírica dele se prendeu à cadência da fala dela, ao leve subir e descer da respiração entre uma palavra e outra. O tom carregava calma… e uma curiosidade sutil, desarmante.
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  Sunghoon sentiu a garganta secar.
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  Não de sede. De alerta.
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  Aquela voz não o chamava para o sangue… Chamava para algo muito pior.
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  — Obrigada pelo “bonitão”! — Respondeu, seco e direto.
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  %Sowon% sorriu, e ele desviou os olhos imediatamente. Aquilo era perigoso demais, e ele torceu para que ela não sorrisse novamente.
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  — Então é você?
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  Sunghon fechous os olhos rapidamente, inspirando com força.
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  — Talvez seja.
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  Ergueu os olhos e voltou a encarar os olhos castanhos e profundos dela.
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  — Meu nome é %Sowon%. E o seu?
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  Sunghoon hesitou, hesitou tanto que ela franziu o cenho em estranhamento.
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  — Tá, já entendi… você é misterioso né?
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  — Não é isso. — ele respondeu, baixo demais para soar convincente.
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  Sunghoon passou a língua pelos lábios, sentindo outra vez aquele gosto amargo do café misturado a algo que não vinha da bebida. Pensou em mentir. Pensou em levantar e ir embora. Pensou em tudo que não deveria fazer.
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  Mas o olhar dela ainda estava ali, firme, curioso… paciente.
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  — Sunghoon. — disse, por fim.
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  O nome pareceu pesado na própria boca. Antigo demais. Carregado demais.
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  — Sunghoon… — %Sowon% repetiu, como se estivesse testando o som. Não havia flerte explícito ali, apenas atenção genuína. — Combina com você.
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  Aquilo o fez se remexer na cadeira.
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  — Com o quê? — perguntou, defensivo.
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  — Com esse jeito distante. — ela deu de ombros, simples. — Parece alguém que observa mais do que fala.
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  Ele quase riu. Se você soubesse, pensou.
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  O silêncio que se seguiu não foi constrangedor. Foi… denso. Sunghoon percebeu cada detalhe dela com uma nitidez que o irritava: o jeito como %Sowon% segurava a xícara com cuidado, como os dedos se aqueciam no porcelanato, como o pulso exposto denunciava uma tranquilidade que ele não sentia há séculos.
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  — Você frequenta muito esse café? — ela perguntou, quebrando o silêncio.
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  — Às vezes. — respondeu. — Você?
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  — Quando preciso pensar. — disse, sincera. — Aqui é silencioso o suficiente pra isso.
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  Silêncio. Outra vez.
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  Sunghoon soube, naquele instante, que aquele encontro não era coincidência. Algo antigo, cruel e inevitável se movia por baixo da normalidade daquele momento. A maldição reconhecia a presença dela. O instinto gritava para se afastar.
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  Mas ele permaneceu.
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  — Seu café vai esfriar. — %Sowon% comentou, apontando para a xícara dele.
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  — Eu sei. — respondeu, sem mover um músculo.
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  Porque, pela primeira vez em muito tempo, não era o café que mantinha Sunghoon preso àquele lugar.
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🩸🩸🩸

  — Sabia que eu ia te encontrar aqui de novo! — %Mirae% retirou a mochila dos ombros, deixando a mesma encostada na parede do canil.
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  — Os cachorros vão ser soltos agora, você pode se machucar…
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  A voz baixa, quase inaudível de Jungwon invadiu levemente o ambiente. %Mirae% murchou instantaneamente com a reação seca dele.
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  — Mas eu vim justamente para ajudar. Não tenho medo de animais, eu gosto de todos.
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  — Você vai ser voluntária hoje? — Jungwon ergueu o rosto.
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  — Não só hoje. Quero vir cada vez mais ajudar aqui.
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  — Não! — Os olhos dele se arregalaram, as pupilas dilatando, como se o corpo tivesse entrado em estado total de alerta.
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  Jungwon sentiu que as presas começaram a contrair, querendo dar as caras.
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  O cheiro dela se misturava ao do canil: sabonete neutro, pele quente, vida pulsando sob a superfície. Os sons ficaram mais nítidos de repente — patas arranhando o chão, respirações agitadas, correntes tilintando — e, no meio de tudo isso, o coração dela. Calmo. Confiante. Vulnerável.
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  Não.
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  Ele fechou a mandíbula com força, sentindo a pressão incômoda nas gengivas. As presas queriam se revelar, não por fome… mas por instinto. Proteção. Alerta. Controle perdido.
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  — Você não entende. — Jungwon desviou o olhar, respirando fundo, como se isso pudesse adiantar alguma coisa. — Este lugar não é seguro.
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  %Mirae% franziu levemente o cenho.
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  — Não é seguro pra quem? Pra mim… ou pra você?
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  A pergunta o atingiu como um golpe silencioso.
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  Ele voltou a encará-la. Havia algo nela que o desarmava — a forma como não recuava, como não parecia intimidada pela frieza dele. Pelo contrário. Era como se enxergasse além.
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  — Eu não posso… — ele começou, mas parou. O aviso que queria dar era grande demais, antigo demais. — Só não fique perto de mim quando os cães forem soltos.
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  — Por quê? — ela insistiu, suave.
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  Jungwon engoliu em seco.
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  “Porque, se algo acontecesse com você… Porque eu não confiaria em mim mesmo.”
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  Mas nada disso saiu.
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  — Porque eu pedi. — disse, por fim, mais baixo.
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  %Mirae% o observou por alguns segundos, avaliando aquela resposta incompleta. Então assentiu, surpreendentemente compreensiva.
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  — Tá bem. — falou. — Mas eu não vou embora.
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  O coração morto de Jungwon respondeu com um aperto estranho.
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  Aquilo era pior do que medo. Era o começo de um vínculo — e ele sabia exatamente o quanto isso podia custar.
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  Jungwon andou pelo canil, abrindo as portas uma a uma, os cachorros começaram a sair, a maioria indo em direção a %Mirae%. Outros pulando nas pernas e braços de Jungwon, que já estava acostumado com aquela agitação toda dos cãezinhos.
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  %Mirae% acabou se desequilibrando quando um dos grandes pulou nela.
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  O corpo de Jungwon reagiu antes que o pensamento se formasse.
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  Quando %Mirae% se desequilibrou, o mundo pareceu desacelerar por um segundo — tempo suficiente para ele sentir o estalo seco do instinto tomando o controle. Um rosnado baixo escapou de sua garganta sem permissão, não direcionado aos cães… mas ao perigo.
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  — %Mirae%!
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  Ele cruzou a distância entre eles num piscar de olhos, rápido demais para olhos humanos atentos demais para parecer normal. Um braço envolveu a cintura dela, firme, ancorando-a antes que o corpo tocasse o chão. Com a outra mão, Jungwon fez um gesto curto e preciso, impondo presença, autoridade.
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  Os cães recuaram quase imediatamente.
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  %Mirae% sentiu o impacto do corpo dele contra o seu antes de entender o que tinha acontecido. O peito de Jungwon estava rígido, quente sob a camiseta, e o braço ao redor dela não tremia — era forte, seguro, decidido.
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  — Você tá bem? — a voz dele saiu diferente agora. Mais grave. Mais baixa. Tensa.
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  Ela assentiu devagar, ainda com as mãos presas à camisa dele, os olhos arregalados.
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  — Eu… acho que sim. Eles só ficaram animados.
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  Jungwon não soltou imediatamente.
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  O coração dela batia rápido demais. O som ecoava nos ouvidos dele como um chamado que ele não queria ouvir. A proximidade fez o cheiro dela se intensificar, e ele sentiu outra vez a pressão incômoda nas gengivas, o aviso cruel do que ele era.
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  Ele se afastou um passo inteiro, abrupto, como se tivesse sido queimado.
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  — Eu avisei. — disse, duro demais para alguém que acabara de segurá-la nos braços.
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  %Mirae% o encarou, confusa… mas não assustada.
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  — Você me salvou. — disse, simples.
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  Jungwon virou o rosto.
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  — Eu fiz meu trabalho.
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  — Não. — ela deu um pequeno sorriso, suave demais para aquele ambiente. — Você se preocupou.
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  As palavras ficaram suspensas no ar.
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  Jungwon fechou os olhos por um breve instante, sentindo o peso daquilo afundar no peito morto. Porque ela estava certa. E porque aquela preocupação não era permitida.
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  — Fique atrás da cerca agora. — pediu, num tom mais controlado. — Por favor.
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  %Mirae% hesitou, mas obedeceu.
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  Enquanto voltava a organizar os cães, Jungwon sabia: o vínculo já tinha sido criado.
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  E, se algo ameaçasse %Mirae%… ele não responderia mais como um vampiro tentando ser humano.
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  Responderia como um monstro disposto a protegê-la.
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Lelen
  “Sim”, Heeseung quis responder, mas se limitou a balançar a cabeça." Leia mais »

RIALTO IADNOISNAPDON

Lelen
  “Você é a minha ruína, baby!” ele pensou enquanto passava a língua vermelha pelos lábios, mais vermelhos ainda." Leia mais »

Eu tô prontinha pra ver essa ruína, PERDÃO, MOÇO AHHAAHAH

Lelen

AGORA O NEGÓCIO DESANDA? Quero ver esse povo todo se apaixonando e se desesperando!
E como vai ser a maldição e a quebra dela? Será se vão todos ter finais felizes?

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