Lady Lewis


Escrita porPams
Revisada por Lelen


XXI • Intenso Verão

  A todos os apaixonados da temporada… 
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  Quem nunca se imaginou viver os maliciosos sonhos de uma noite de verão
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  Finalmente a estação mais calorosa do ano adentrava em nossa sutil Londres. Como de costume, a perfumada primavera havia deixado muitos assuntos inacabados e promessas de casamentos que futuramente descobriremos o desfecho, pois esta autora está ávida por novidades de nosso terceiro casal. E para os desposados, nada melhor do que ser acordado pelos raios do sol abraçado à mulher da sua vida, sentindo o calor de sua pele.
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  — %Cedric%… — sussurrou %Annia%, ao se remexer de leve ao senti-lo lhe aninhar com os braços. — Está acordado?
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  — Agora estou — sussurrou ele, de volta. — Dormiu bem?
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  — Depois que finalmente deu-me a liberdade para dormir. — Ela riu baixo ao abrir os olhos e se virar para o homem.
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  Não se conteve em lembrar de como havia sido intensa suas primeiras setenta e duas horas de casados. Menos ainda imaginava que seu marido tinha um lado oculto um tanto quanto insaciável e incansável. Mas estava feliz pela quarta manhã consecutiva acordar aninhada nos seus braços, ansiosa por mais descobertas que vossa alteza lhe prometera na noite anterior.
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  — Depois que me obrigou a dormir — resmungou ele, demonstrando a leve frustração incubada.
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  — Não somos máquinas, vossa alteza. — Seu olhar mantinha a leveza no rosto, que o deixava fascinado, ainda que houvesse a ausência da singela maquiagem que %Annia% utilizava.
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  — Isto é algo de extrema lástima para mim… — O rapaz suspirou fraco e se virou ficando de frente para o teto. — Estava a planejar um nascer do sol formidável naquele orquidário.
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  — Senhor meu marido… — Ela ergueu seu corpo e manteve-se voltada para ele, olhando-o com seriedade, porém mantendo sua face suave. — Não que eu não esteja inclinada às vossas propostas, entretanto, algumas delas me assustam e outras fazem-me sentir constrangida.
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  — Minha devoção a vossa senhoria lhe transmite tais impressões de um libertino pervertido? — %Cedric% ergueu seu corpo também, permanecendo sentado e olhando-a com atenção.
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  Sério e, inicialmente, inexpressivo, controlando a ardência em sua garganta a qual o recordava de seu passado de luxúrias e travessuras inimagináveis para a nova princesa.
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  — Um libertino sei que não mais, contudo, o pervertido… Devo afirmar que está no vosso olhar para mim… — brincou ela, arrancando outro olhar chateado dele.
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  — Te assustas o fato de vosso marido lhe desejar ao extremo? — indagou ele, atento à forma em que a esposa reagia a seu olhar intenso. — Tanto quanto o ar que respira?
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  — Não — respondeu ela, de forma segura e sincera, causando arrepio no homem por tamanha ousadia nas palavras. — Sinto-me afortunada por cada olhar, todo o desejo que tens por mim e por tudo que nos aconteceu desde o vosso pedido no Hyde Park.
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  — Então qual o problema? — O pouco que %Cedric% a conhecia, conseguia notar que havia algo acontecendo. — A senti na defensiva noite passada, ao pôr-do-sol.
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  — Eu não estava na defensiva. — %Annia% vasculhou em sua mente, tentando entender em qual momento poderia ter tido alguma ação que lhe provocasse tal entendimento.
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  — Se não achas... — Ele deu impulso no corpo para se levantar. — Talvez seja melhor voltarmos às tradições da aristocracia e minha esposa ter o vosso próprio quarto para assim descansar melhor.
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  — Não interpretes assim… — Ela respirou fundo para tentar manter-se serena, então segurou em sua mão para impedi-lo de levantar-se. — %Cedric%.
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  De imediato ele paralisou, sentindo o coração acelerado pela voz dela. Como da primeira vez, o príncipe sempre se via em rendição total e ainda mais atraído por sua esposa a cada vez que a escutava chamando-o pelo nome.
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  — Sim. — Ele conteve sua frustração, deixando seu olhar afastado dela.
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  Por mais que %Annia% não conseguisse entender as ações do marido, vossa alteza, sim, percebeu o sutil afastamento de sua esposa, principalmente nos longos momentos de carícias dos quais lhe propôs na biblioteca no findar da última tarde, deixando-o confuso e pensativo, talvez não devesse ser tão intenso ou tão aberto quanto aos anseios que possuía com a mesma.
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  — Não me olhes assim, não após todas as declarações que já me fizeste — pediu ela, respirando fundo, tentando encontrar as melhores palavras para lhe dizer. — Não quero que sintas afastamento algum de minha parte, só preciso que tenhas paciência com vossa desejada esposa...
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  — %Annia%... — Ele se impulsionou para pronunciar, porém ela, erguendo mais o corpo, tocou seus lábios com o dedo indicador, o silenciando.
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  — Acredite, eu o quero na mesma proporção e minha entrega será de igual modo, apenas preciso de tempo para me acostumar com as mudanças e... — Ela mordiscou os lábios inferiores com o olhar bobo e apaixonado. — Com o profundo amor que me proporciona a todo momento.
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  — Prometo conter-me para não a assustar mais, alteza — disse o príncipe, mantendo seu tom firme, porém mais baixo ao tocá-la com sutileza em sua cintura, o calor de suas mãos fez o corpo de sua esposa arrepiar.
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  — Pois eu lhe peço, não se contenha — pediu ela em sussurro, ao envolver seus braços no pescoço dele. 
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  O pedido de %Annia% foi atendido no mesmo instante. 
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  Por mais que %Cedric% tentasse se segurar, após iniciar, de forma espontânea seguia intensificando seus beijos e carícias na esposa, pedindo permissão para amá-la ainda mais. A pérola, por sua vez, ainda que com alguns receios, sentia seu corpo em arrepios estremecer e render-se com total facilidade aos anseios de vossa alteza. Claro que só estavam iniciando seu quarto dia de casados, com o coração acelerado em meio aos lençóis de seda da cama real intensificando ainda mais o calor que a atual estação lhe proporciona.
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  E quem liga para o desjejum quando se tem a mulher de sua vida em seus braços? Estas foram as únicas palavras que passaram pela mente do nosso ex-libertino, durante longas horas em que estiveram contemplados pelos raios de sol que adentravam a janela.
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  Próximo ao final da tarde, o mordomo real pediu permissão para se aproximar da princesa, %Annia% se encontrava no jardim de inverno privado no lado sudoeste do castelo, aproveitando o momento de profundo sono de seu marido para contemplar o secreto jardim real, o qual %Cedric% tanto lhe prometeu apresentar.
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  — Vossa alteza?! — disse o homem, com uma bandeja nas mãos contendo uma carta.
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  — Sim? — Ela se virou para o mordomo, surpresa pela aproximação.
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  — Chegou uma carta para vossa alteza esta manhã. — Ele esticou levemente a bandeja.
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  — Agradeço — disse, mantendo a suavidade na voz, pegando a carta e a abrindo com o auxílio de uma pequena faca que tinha na bandeja.
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  Assim que o mordomo real se afastou, %Annia% voltou seu olhar para o envelope em sua mão e, logo ao abrir, sentiu um suave aroma de lavanda. Reconhecendo o selo da família Bourbon nas costas do envelope, um sorriso surgiu no canto de seu rosto e a ansiedade em saber sobre os dias de sua amiga %Amelia% em meio ao perfume das flores do campo.
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  Retirando a carta, abriu-a para iniciar a leitura.
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  — Que novidades me escreveste? — sussurrou ela, desdobrando o papel para lê-lo.
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  A letra de %Amelia% parecia trêmula, certamente por estar confusa e insegura com o futuro que seu destino lhe traçava. Vossa ida ao campo, destinada apenas a abafar os rumores de um noivado falido, não obteve tanto sucesso em aplacar as preocupações do pai. Apenas conseguiu aumentar a curiosidade das amigas e de toda Londres. Será que há algum envolvimento com uma certa ausência de vossa graça de nossa sublime sociedade? 
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  Voltemos à carta.
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  “Querida %Annia%, ou melhor, estimada vossa alteza. 
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  Certamente será demorado me acostumar com os tratamentos reais a vós, mas estou em extrema felicidade por finalmente ter encontrado vosso destino. É um sonho amar e ser amada, um privilégio que poucas de nós, que anseia pelo amor, tem o prazer de viver. Tenho as minhas melhores amigas, as quais julgo serem as irmãs que nunca pude ter, desfrutando de tal momento, se há algum motivo para alegrar-me nestes últimos dias, é somente pela felicidade que ambas desfrutam ao serem desposadas.
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  Queria ter tido a honra de ver o tão noticiado casamento real. Devo reportar-lhe que fizeste mais fama nos comentários aqui no campo que a própria majestade. Espero pelo dia em que poderei retornar a Londres e abraçá-las, contando as boas novidades, entretanto, meus dias no campo seguem incertos e cinzas, como o nublado do céu em dias chuvosos, além de gélidos como o chão coberto de neve no inverno. Não saberia lhe dizer se o pouco sorriso que me resta chegará espontâneo até o outono, mas seguirei acreditando que o destino certamente poderá me reservar surpresas das quais não me atrevo a imaginar.
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  Mas não falaremos de mim e sim de vós, a nova princesa da Inglaterra. Enviei uma carta a %Adeline% pedindo por mais detalhes de vossa lua de mel, porém como resposta descobri que não houve nenhuma até o momento. Ela não revelou os detalhes e não me conformo de Paris não a ter conhecido até o momento, contudo, desejo a ela tanta felicidade quanto desejo a vós. E não se esqueça de escrever-me sobre vossa lua de mel no oriente, espero por presentes direto do Japão!
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  Tenho saudades, minha amiga e novamente lhe desejo longos e extensos dias de alegrias e realizações.
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  De vossa amiga, e creio que posso estender-me a irmã,
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%Amelia% Bourbon.

  %Annia% sentiu-se tão emocionada pelas palavras da amiga, que seus olhos logo marejaram. Um sorriso bobo surgiu em sua face ao lembrar-se do dia em que conheceu a silenciosa e tímida Bourbon, com seus cabelos ruivos parcialmente soltos tendo um dos olhos amêndoa escondidos por uma mecha solta. Seu coração vibrou a alegria de vossa amiga por sua felicidade, entretanto, tal sentimento deu espaço a preocupação por não entender o que se passava com a mesma.
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  — Minha pérola? — A voz de %Cedric% soou atrás dela.
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  — Alteza. — A mulher dobrou a carta ao se voltar para ele, disfarçando suas emoções afloradas.
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  — Por que está assim? — O príncipe ergueu suavemente sua mão, então acariciou a face da esposa com carinho. — Aconteceu algo que a deixou sensibilizada?
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  — Recebi uma carta de %Amelia% — respondeu ela, respirando fundo, voltando ao eixo sentimental. — Deixou-me emocionada. 
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  — A senhorita Bourbon? — indagou, puxando em sua mente para associar o nome com o sobrenome.
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  — A própria, fiquei chateada quando vosso pai a mandou para o campo, e agora preocupo-me por não ter notícias mais sólidas a vosso respeito — explicou a princesa, retornando com o papel dobrado ao envelope.
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  — E qual notícia desejaria ter? — Insistiu %Cedric%, se esforçando para entender a esposa.
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  — Que está casada e feliz, não há notícia melhor para se compartilhar com as amigas, levando em consideração o fato dos rumores de seu noivado ser falso e não existir de fato um noivo. — %Annia% tentou manter-se tranquila, contudo, sentia o coração apertado pelas especulações.
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  — Olhe para mim — pediu o rapaz, ao segurar sua mão direita.
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  O olhar abaixado de %Annia% se elevou encontrando os dele, que permanecia sereno e compreensivo às inquietações da esposa. %Cedric% sorriu de canto e, puxando-a para si, deu-lhe um abraço apertado e reconfortante.
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  — Não se sinta aflita por vossa amiga, todos temos nosso destino que, de alguma forma, se concretiza em nossas vidas. — Sua voz mantinha a entonação de certeza. — Tenho por mim que vossa amiga em breve será desposada e desfrutará da felicidade que possuímos neste momento.
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  — Acaso sabes de algo que não sei?! — %Annia% se afastou um pouco, com olhar curioso.
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  Ele sorriu de canto. 
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  Não que soubesse realmente o que se acontecia no campo, entretanto, possuía um vislumbre em vossos pensamentos que se relacionavam à partida de um amigo de Londres. E torcia para que vossa graça fosse forte o bastante para deixar os fantasmas do passado e abrir-se verdadeiramente para um novo amor.
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  — Não, meu amor, mas torço para que tudo ocorra bem para vossa amiga. — Continuou ele. — Há um ditado que diz que as felicidades que desejamos para os outros, volta em dobro para nós.
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  — Não conheço tal ditado — comentou %Annia%, com o olhar desconfiado.
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  — Bem, agora conheces. — %Cedric% riu baixo, acariciando os cabelos castanhos claro de sua esposa. — Vamos nos atentar a outra coisa, que tal um passeio a cavalo?
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  — Hum… Devo esperar alguma surpresa escondida em tal convite? — indagou ela, surpreendendo-se.
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  — Sempre deves esperar alguma surpresa de minha parte, minha bela pérola. — O sorriso de canto malicioso estava ali, estremecendo o corpo da princesa.
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  Devo confessar-lhes que não somente nossa doce %Annia% segue rendida e entregue a tal cavalheiro, como também essa autora que vos escreve. De fato, nunca imaginei que vossa alteza teria tanto charme a ponto de balançar este gélido coração, petrificado pelo último inverno.
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  — Não deves criar expectativa no coração de vossa esposa, pois terá o dobro do trabalho para alcançá-las — argumentou ela, com o olhar provocativo.
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  — Acredite, não está em mim deixar de lhe atender qualquer expectativa. — %Cedric% deu um passo para mais perto, pousando suas mãos na cintura da mulher, puxando-a para mais perto.
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  — Alteza. — %Annia% sentiu-se constrangida a primeiro momento, com o coração acelerando gradativamente. — Os criados…
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  — Não me importo com eles. — O tom seguro de %Cedric%, demonstrou a ela mais uma vez seu lado desprendido e indiferente às regras da sociedade, que o tornava ocultamente ainda mais interessante para ela. — Que fechem os olhos, tenho por mim que jamais conseguirei conter-me ao vosso lado.
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  — Acho que devemos logo desfrutar deste passeio, pois quem não se conterá daqui alguns instantes será eu — brincou a moça, suavizando mais o momento e afastando-se do marido.
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  — Alteza… — reclamou ele, vendo-a seguir na frente, rindo.
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  Mesmo o verão sendo a estação mais calorosa que temos, uma brisa refrescante se estabeleceu durante o curto passeio do casal. %Cedric%, pegando as rédeas do cavalo de sua esposa, os guiou até o jardim leste da propriedade, que continha um lago artificial projetado a pedido do falecido rei, em seu primeiro ano de reinado.
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  De imediato, a pérola real encantou-se com o espaço preparado por vosso marido, principalmente a considerar os detalhes das almofadas sobre deslumbrante tapete felpudo branco em frente ao lago, sendo contemplados pela beleza do jardim secreto do rei George.
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  — Aqui é lindo, é como se a natureza jamais houvesse recebido o toque do ser humano. — Descreveu %Annia%, em seu encanto.
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  — Ainda assim não estou certo de que conseguirei contemplá-lo por motivos óbvios — comentou o príncipe, mantendo-se de pé, apenas observando a mulher.
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  — O que reservaste para mim? — A moça voltou o olhar para o marido, curiosa.
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  — Vossa alteza, vejo que tens se tornado ainda mais insaciável que vosso marido — brincou ele, rindo baixo. — Permita-me admirar o pôr-do-sol em vossa companhia, e deixe que o restante do dia siga seu curso de descobertas. — Propôs ele, esticando a mão para a esposa.
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  Num suspiro profundo, %Annia% assentiu ao segurar-lhe a mão, com um sorriso disfarçado no rosto e o coração em ansiedades. Assim que sentaram sobre o tapete, a princesa Bridgerton apenas seguiu com o proposto, aninhada aos braços do marido mantendo a cabeça apoiada em seu ombro. Aos poucos, o som dos pássaros tornou-se a trilha sonora do momento, mais harmônica que Mozart e mais romântica que os apaixonados poemas de Shakespeare. Ela apenas fechou os olhos em um dado instante e permitiu-se eternizar o momento em sua lista de memórias inesquecíveis, agradecida a Deus por vivê-las.
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  — Não acredito que vais dormir — reclamou %Cedric%, num tom baixo.
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  — Não estou dormindo, apenas gravando este dia em minha memória — explicou a mulher.
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  — Abra os olhos — pediu ele.
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  Assim que %Annia% fez conforme pedido, ela acompanhou o sol se pondo ao mesmo tempo em que pequenas luzes em luminárias de garrafas foram sendo acesas, o que ocasionou o perceptível brilho nos seus olhos, deixando o cavalheiro ao seu lado com o coração aquecido por lhe proporcionar mais uma de suas ideias.
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  — Como consegues pensar em tantas surpresas por dia? — Ela voltou-se para o homem, curiosa. — %Cedric%, estamos no quarto dia e ainda há uma vida para vivermos.
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  — Sabes que gosto de desafios e não desistirei, a conquistarei todos os dias de nossas vidas — assegurou ele, reafirmando suas palavras.
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  — Mereço mesmo tal esforço? — %Annia% se constrangeu pela profundidade do olhar do marido.
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  — Certamente merece bem mais do que eu poderei lhe proporcionar, mas seguirei arduamente amando com todo o meu ser, demonstrando de todas as formas que estiver ao meu alcance — respondeu prontamente.
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  — Desde que vossos lábios estejam ao alcance dos meus… Acordarei todos os dias ansiando por vossas demonstrações de amor. — Ela sorriu, deixando transparecer uma pitada de malícia que o deixou impressionado.
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  Se aquilo havia sido um sinal para que vosso momento de desejo iniciasse com intensidade e ousado, por certo que não sabia, contudo, não se conteve em impulsionar seu corpo para ela, para o primeiro beijo de muitos outros os quais lhes arrepiariam o corpo.
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- Lady Lewis

Você é tão perfeita,
E eu busco um futuro ao seu lado.
Não esconda o amor, agarre a felicidade,
E seja honesta consigo mesma.
- What Is Love / EXO

XXI
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