
escrito por Aven Lore
Fugindo de um passado abusivo, Daisy busca recomeçar em Incheon, Coreia do Sul, mas acaba mergulhando ainda mais fundo em um pesadelo ao se envolver com agiotas. Sem saída e marcada pelas ameaças que se tornam cada vez mais reais, ela encontra Seonghwa, um estranho misterioso que lhe faz uma proposta tentadora e perigosa: quitar sua dívida em troca de participar de seu trabalho no mundo do conteúdo adulto. Presa entre o medo e a promessa de liberdade, Daisy precisa decidir até onde está disposta a ir para salvar a própria vida.
|| terça-feira 15 de março de 2016 às 13:30 - Comentários
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Quando você cria a sua história, ela tem um objetivo, certo? Independente do gênero da história, ela tem uma trama.
Por exemplo, vamos criar uma historinha com os seguintes fatos:
– A Personagem Principal é Luíza, estudante de direito. Vem de família de classe média.
– Marcos é garçom de um restaurante japonês na frente da faculdade dela. Vem de família pobre.
– A trama principal envolve a história de amor deles e como eles construíram esse relacionamento apesar de virem de mundos diferentes.
“Ótimo”, você pode pensar, “agora que já apresentamos os personagens e a trama principal, só falta criar o romance, né?” Nop! Precisamos pensar nas subtramas, pequenos conflitos que se desenvolvem junto com o conflito principal.
Subtramas trazem realismo para a sua história. Ela pode ser ligada diretamente à trama principal, afetando-a, como por exemplo: Imaginemos que Marcos foi processado e tem chances de ser preso. Isso está diretamente ligado à trama? Não. Aqui temos um problema pessoal de Marcos, que estará lá com ou sem Luíza, mas isso pode afetar a trama principal diretamente, tanto por levantar dúvidas sobre o caráter dele, quando por poder impedir os dois de ficarem juntos devido à distância.
Ao mesmo tempo, podemos ter uma subtrama que não influencia em nada a trama principal. Exemplo: O casamento dos pais de Luíza está em crise, as chances são que eles se divorciem. Nesse caso, não há efeito direto no relacionamento de Marcos e Luíza.
Essa historinha e esses exemplos bem bobinhos foram só um jeito de dizer para vocês que subtramas são essenciais! Não vá enfiando conflitos só para encher linguiça, não é esse o objetivo. Pense comigo, a vida não acontece de uma vez só. Subtramas interrompem o fluxo da trama principal e essas interrupções acontecem na vida real. Às vezes estamos achando que as coisas vão por um caminho, ou não estamos preparados para uma distração e então, BAM!, uma reviravolta acontece e tudo vira ao contrário.
Quando você está escrevendo uma história, se pergunte o que sobra dela se você tirar o romance. Se a sua história só gira em torno das coisas que acontecem entre o mocinho e a mocinha, haverá um momento em que ela se tornará exaustiva. Eu, nesse exemplo, pensei: “o que é a vida de Luíza quando ela não está com o Marcos e vice-versa?” Ninguém vive para uma coisa só, a vida tem “subtramas”, essas pedrinhas que podem afetar nosso caminho, como podem também nos ensinar algumas lições!
Como sempre digo e repito, equilibre-se nas suas ideias e acima de tudo, divirta-se!
Coluna por Gabi
Com uma dose de coragem, a mulher se desgrudou da parede e se aproximou do amigo, tendo uma visão melhor do rapaz, que continuava com a sua feição tranquila. Bel respirou fundo, ignorando os seus batimentos audíveis e tentou a sorte pela primeira vez:
— Eu tenho um crush em você, Chwe.
Campus Crush {K-pop, Seventeen, Finalizada}
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