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Expresso de super-herói, por favor!
|| terça-feira 26 de janeiro de 2016 às 15:23 - Comentários
|| Arquivado em: Colunas

Olá, visitantes e autores do Espaço Criativo!

Para quem é fã de cinema e super-heróis, 2016 é muito mais que o ano das Olimpíadas no Rio de Janeiro e sim a época em que boa parte da população entrará em falência felizes por terem gastado toda sua grana em ingressos de cinema.
Com essa Era de filmes e séries de heróis, é normal uma ideia ou outra vir na cabeça dos escritores para escrever uma história onde o nosso personagem principal seja alguém com superpoderes; entretanto, muitos não fazem ideia de como começar. Pensando nisso decidi criar uma série de posts como um Guia para criar um herói, um vilão e um parceiro. Lembrando que se você acompanhou as colunas da Bianca sobre tipos de personagem, entenderá muito melhor nossa abordagem específica.

Vamos começar?

1 – Origem.

Quem era o super-herói antes dos poderes?

Ressalte que o personagem não é apenas um salvador, mas também uma pessoa normal por trás da máscara. Antes de adquirir seus poderes, o que ele fazia? Explore a mudança radical que o conquistar de suas habilidades lhe proporcionou, garanto que isso dará mais veracidade a sua história.

Como adquiriu os poderes?

Alguns nasceram com aqueles poderes, outros tiveram que ralar para conseguir suas habilidades; entretanto, também há aqueles que foram fruto de um acidente científico. A maioria das origens são clichês, mas é daquele tipo de clichê que todo mundo adora.

Me diga, então, como o mocinho conseguiu seus poderes? Lembrando que deve ser uma história plausível ao universo que você criou – seria bem estranho ter um herói que adquiriu sues poderes comendo verduras, não? Claro que isso não se aplica se você estiver querendo fazer um personagem baseado em Popeye.

Como lidou quando percebeu que tinha poderes?

Verdade seja dita: se eu acordasse de manhã e percebesse que poderia tocar fogo nas coisas ficaria meio “WHAT THE HELL?”. Não há ninguém nesse mundo que, caso descobrisse que tem poderes, não surtaria nos primeiros minutos! Então, não esqueça de explorar isso: com certeza você criar uma cena bastante divertida explorando esse ponto.

Por que resolveu virar super-herói?

Não é tão fácil virar super-herói; imagina trabalhar sem folga, não receber nada por isso, ter que esconder seu segredo de todos que conhece e quase morrer todos os dias? Quem quer esse emprego? Pode ser difícil ou não para seu personagem se tornar um herói, mas ele precisa de um bom motivo, que será lembrando por ele ao longo da história.

2 – Poderes e fraquezas.

Aprendendo a usar seu poder.

Essa é principalmente para os personagens que são nerds/desengonçados. Não faz sentido eles serem badass sem passar por nenhum treino (mesmo que seja sozinho e não muito detalhado). São os tipos de etapas que você não pode esquecer, pois enriquecerá seu enredo.

Vigilante: o poder conquistado.

Se seu personagem é um vigilante como o Arqueiro Verde e o Batman, os ”poderes” deles não nascem de uma hora para outra. Há treinos pesados que na maioria das vezes são considerados desumanos, mas fazem parte do que eles são. Se esse for o caso do seu personagem, faça questão de mostrar que ele não nasceu sabendo e que sua esperteza foi algo adquirido nos treinamentos.

Fraqueza: por que é necessária?

A humanidade do personagem é o que mais me chama atenção nas histórias em geral – principalmente nas dos super-heróis. Não há ninguém perfeito e invencível, todos devem ter uma fraqueza por mais insignificante e ridícula que seja (cof cof Superman cof cof) todos devem tê-la.

3 – Personalidade do herói

Quando ele não é um herói, quem ele é? Quais os seus hobbies favoritos? Ele tem alguma paixão? Se seu personagem é mais do que um herói, explore isso. Um exemplo claro é Barry Allen, o Flash da série de TV. Ele é um perito, nerd e tem encontros com garotas lindas de vez em quando.
Contudo, se seu personagem seja 100% para sua carreira como herói, como Capitão América e Ajax, você ainda pode lhe dá uma identidade. Ajax ou Capitão Marte pode não ter uma vida na Terra, mas há todo o drama dele ter perdido sua família e, por esse motivo, ele parece ser tão cabisbaixo. Você vê? Não é mais do que uma herói, mas ainda tem uma história pra contar!

4 – A luta final.

Essa é a parte onde os clichês mais acontecem. Quem nunca ouviu alguém reclamar dos heróis que “apanha, apanha e depois bate”? Não estou dizendo para não usar o clichê – até porque amo clichês – o negócio é como esse clichê é contado. Diga-me, quais eram os conflitos internos e externos que o nosso personagem estava passando durante a batalha? O que fez ele ficar mais forte e finalmente bater no vilão?

Esses são os passos básicos para uma história completa de super-herói! Tem mais uma dica que esqueci? Fale comigo no meu twitter ou ask! Vai ser um prazer conversar com você!

Até a próxima coluna sobre os vilões!

– Maraíza Santos





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