×

ATENÇÃO!

História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

O Espaço Criativo não se responsabiliza pelo conteúdo das histórias hospedadas na sessão restrita ou apontadas pelo(a) autor(a) como não próprias para pessoas sensíveis.

Sete Arcos em Um (O Jogo)

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capítulo 9 • Vamos Jogar Baby — Parte II

  — Se as plantas falassem... Veria como essa cidade parece solitária — murmura Ayla — Ainda assim é a cidade do futuro.
0
Comente!x

  Festas. Sempre são boas para se divertir, mas se tem intensidade, pode revelar problemas ou intrigas antigas. Mas até que ponto pode-se controlar o que já existia. A festa em questão começa no dia seguinte. Ayla decidiu ir junto. Se arrumou e foi para a festa. Lá alguns garotos bonitos lhe olharam. Ela estava com um vestido bonito e alguns rapazes a olharam e sorriram, alguns elogiaram sua beleza, enquanto outros observavam. O que ninguém sabia, no entanto, é que toda a cidade teria seu apogeu em breve. Na festa você consegue sentir que todos te olham estranho, as pessoas te julgam antes mesmo de você ir embora, mas como isso vai acabar...
0
Comente!x

  Vejamos... A festa se estende para você. Homens beijando outros homens, mulheres beijando mulheres. Crianças roubando coisas e fazendo gestos obscenos. Mas uma cena se destaca. A prima de Ayla, Madra rindo dela. Madra a olha com desprezo. Ainda na festa, Ayla consegue ouvir vozes falando. "Eu tenho vontade de bater nela, vou só esperar o momento certo". E risadas. Ayla vai para casa, pensativa. A manhã se inicia, o sol criando uma neblina vermelha. Seu pai Lahij não está. Possivelmente está trabalhando em uma construção ou profetizando. Sua mãe Gabi está dando ordens aos servos. A cidade continua sua vida. Mercadores exóticos gritam ofertas, crianças brincam de forma sadista, tendo prazer na maldade. Adolescentes roubam vizinhos e os homens, bem estes, parecem ter prazer em torturar estrangeiros. Ayla apenas observa tudo pensativamente. Ela sabe, a cidade está fazendo o que é errado, mas quem é ela para impedir.
0
Comente!x

  Os dias começam a se passar. A cidade de Sodoma continua se estendendo. Vendo que a corrupção da cidade continua, Lahij e sua esposa Gabi decidem se mudar. Eles arrumam suas coisas e caminham para a cidade de Ur da Caldeia. Em Ur, Ayla pode respirar aliviada. Estava indo para uma cidade diferente. Enquanto caminhava, dava para avistar a cidade de Ur. Ur da Caldeia era uma cidade diferente. Antiga, mas colorida e bonita. O zigurate dava para ser notado. Construções se viam. O reino de Ibbi Sin também. Algumas casas eram feitas de adobe e palha. Ela e os pais adquiriram uma casa na cidade, onde habitaram. Gabi começou a cozinhar ali. Já seu pai Lahij pareceu ter um lugar tranquilo para estudar profecias. Mais a frente, numa outra casa vivia Harã, Reduana e seus filhos Ló, Milcah e Iscá. Ló devia ter apenas 14 anos, três anos a menos que Ayla. Ló tinha cabelos castanhos e olhos cinzentos. Seu olhar era inquietante, como se carregasse complexidade. Ayla pôde ouvir som de mercadores gritando ofertas, de vendedores vendendo tecidos. De crianças brincando construindo castelos de areia. Ur parecia diferente. Parecia mais pulsante.
0
Comente!x

  — Mãe! — chamou Ayla. — Quer ajuda com a cozinha? — perguntou.
0
Comente!x

  — Seria útil minha menina! — disse Gabi.
0
Comente!x

  Ayla começou a ajudar a mãe. Na cidade, Abraão e uma jovem que parece se chamar Sara, filha mais velha de Harã, também pareciam ter seus olhares cruzados. Sara tinha a beleza de seu pai e um olhar de quem entende as complexidades do mundo. Já Abraão tem uma fé profunda no criador, não acreditando nos deuses da cidade. Os deuses da cidade sumeriana se estendem também, sendo endeusados pelo povo. Sob o governo de Ibbi Sin, Ur se torna mais próspera. Dos céus, Deus e seus anjos observam as cidades impressionados. Deus parece particularmente curioso com Ayla, que se difere do povo da cidade.
0
Comente!x

  — Esta tem potencial! — diz ele.
0
Comente!x

  Os dias começam a se passar...Os dias se transformam em semanas. Enquanto anda pela cidade, Ayla vê Ló conversando com algumas meninas na cidade. Algo no garoto parece atrai-la. Ela vê nele um garoto bonito. Um garoto diferente dos outros meninos. Ayla observa Ló com curiosidade.
0
Comente!x

  — Filha de Lahij — Ló cumprimenta com um aceno.
0
Comente!x

  — Shalom filho de Harã — cumprimenta Ayla de volta.
0
Comente!x

  Algo na forma como Ayla e Ló se olham é refrescante. Eles não se veem como desconhecidos, mas é como se uma chama os ligasse. Em meio a isso, Sara ajuda uma mulher da cidade. A mesma dá a luz uma menina Iris. Iris é uma bebê de pele branca, fios negros. Tanto ela como a mãe tem origem humilde. A cidade de Ur continua sua vida. Nos dias seguintes, Ayla nota como a cidade com seus guardas com espadas na bainha se manifestam, defendendo o povo. Mesmo com crianças rindo e zombando umas das outras. Nos dias seguintes, a cidade celebra a festa do " Dia da Comunhão " , uma data para celebrar os reis de Ur.
0
Comente!x

  — Você vai na festa? — perguntou Ló certo dia.
0
Comente!x

  — Não sei — respondeu Ayla.
0
Comente!x

  E assim a vida continuava... As festas começaram. Conforme as festas se iniciavam, Ur se tornava mais festivo. O Dia da Comunhão começava. O som de tambores e batidas em harpas eram ouvidas. A cidade se alegrava comemorando o dia das festividades. Ló dançava com algumas garotas bonitas. Seu charme era incomparável. Ayla apenas assistia tudo. Sara e Abraão também dançavam um com o outro. A festa continuava se alongando, agora com pessoas cantando, dançando e colhendo. 
0
Comente!x

0 0 votos
Classificação do artigo
Inscrever-se
Notificar de
guest

0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Todos os comentários (0)
×

Comentários

Você não pode copiar o conteúdo desta página

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x