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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Sete Arcos em Um (O Jogo)

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capítulo 8 • Vamos Jogar, Baby — Parte I

  "Nada é verdade, tudo é permitido" (Assassin's Creed)

  Vou te fazer um panorama. É na grande cidade que você vive. Seu nome é Ayla. Um nome bonito. Uma garota bonita também. É na terra e principalmente nos holofotes que você se encontra. Você habita em Sodoma e Gomorra. A terra onde tudo é permitido, e nada impede. Os homens, as mulheres e adolescentes andam quase sem roupas. A cidade colorida se manifesta. As pessoas se dão a festas e diversões. Enquanto olha para a cidade você consegue observar como a cidade parece cheia de cor e de vivacidade. É a cidade do futuro, uma cidade onde há tudo do bom e do melhor. Ou pelo menos era o que você sempre pensou. Você sempre teve vontade de ser vista. Na sua cidade, você quis ser pertencente a algo. Você queria que eles te vissem e te aceitassem. Você vê, seus pais estão sempre ocupados. Sua mãe nem tanto, mas seu pai sim. Ele diz que é para os negócios da família, mas você sabe que não é. Se inspirar na cidade ou nas músicas ou coisas dela sempre te deu força, mas como ter força se você mesma está cheia de situações sem entendimento. Você consegue notar onde passa o olhar de nojo das pessoas para si. Você queria se sentir bem, mas você sabe que eles nunca vão te tratar como você merecia ser tratada. Eles te desprezam, tem nojo de você. Como se você fosse um monstro marinho. Veja como a cidade se estende a você. Homens bêbados flertando com jovens bonitas.
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  — Eu queria não apenas que me aceitassem, mas que me entendessem. Que gostassem de mim. Que me desejasse — murmurou para si mesma.
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  A bruma da manhã continuava. A cidade de Sodoma continuava a se erguer. Agora sons de tambores e festas se uniam.
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  — OLHEM A FESTA! — anunciou um mercador de turbante roxo. — MELHORES FESTAS DA REGIÃO!
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  As pessoas da cidade começaram a dançar em meio aos tambores e a festejar. Assobios e comentários lascivos eram pronunciados pelos habitantes da cidade, como se achasse divertido caçoar de quem sofria nas festas. E assim, o pôr do sol passava. À tarde, os homens da cidade tomavam as mulheres filhas de seus amigos como suas, tendo noites intensas com elas. O pôr do sol agora inclinava-se como um pôr do sol alaranjado em meio a estrada. No dia seguinte, de manhã as pessoas da cidade saiam das festas para voltar a suas casas, colocando suas roupas novamente.
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  — Vamos! Temos trabalhos na cidade! — diz um dos homens da cidade.
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  Ayla estava em seu repertório nos jardins de sua casa em Sodoma. Em Sodoma era tudo muito apertado, as casas eram juntas umas das outras. O cheiro de enxofre queimado com bode cheirava uma especiaria forte e perfumada com cheiro diferente. Crianças brincavam, adolescentes conversavam e riam e adultos trabalhavam. O som de madeira e metais sendo afiados também se ouviam. Ayla olhou para dentro de sua casa, sua mãe lavava roupas no rio que havia na casa, enquanto o pai saia.
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Não se negue
Escorregue nesse reggae
Não se arregue, escorregue
Segue e persegue esse caminho
Swingue menina

Dance a esperança que nasce
Pense no que acontece agora
Lance logo a sua semente
No solo, menina

Não se negue
Escorregue nesse reggae
Não se arregue, escorregue
Segue e persegue esse caminho
Swingue menina

Dance a esperança que nasce
Pense no que acontece agora
Lance logo a sua semente
No solo, menina

  — Se as plantas falassem... Veria como essa cidade parece solitária — murmura Ayla. — Ainda assim é a cidade do futuro.
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  Festas. Sempre são boas para se divertir, mas se tem intensidade, pode revelar problemas ou intrigas antigas. Mas até que ponto pode-se controlar o que já existia. A festa em questão começa no dia seguinte. Ayla decidiu ir junto. Se arrumou e foi para a festa. Lá alguns garotos bonitos lhe olharam. Ela estava com um vestido bonito e alguns rapazes a olharam e sorriram, alguns elogiaram sua beleza, enquanto outros observavam. O que ninguém sabia, no entanto, é que toda a cidade teria seu apogeu em breve.
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  Na festa você consegue sentir que todos te olham estranho, as pessoas te julgam antes mesmo de você ir embora, mas como isso vai acabar... Vejamos...
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