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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Paixão e Crueldade

Escrita porZsadist Xcor
Revisada/Editada por Natashia Kitamura

Capítulo 8

  No dia seguinte recebeu visitas inesperadas.
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  Como Simon e Dean deduziram sobre a terrível ressaca a qual lhe assolaria quando acordasse, acharam prudente visitarem o amigo em suas respectivas carruagens quarenta e oito horas depois junto a Marie, quem fora comunicada sobre o comportamento destoante do amigo graças aos burburinhos das outras pessoas.
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  - Devo ser franca. – comentou assim que a porta do escritório foi fechada para o quarteto usufruir da devida privacidade e Damon desfrutar dos raros momentos de liberdade – Jamais cogitei de um dia chegar aos meus ouvidos sobre como foi encontrado bêbado no meio da rua.
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  - Eu não estava tão bêbado assim. – se jogou no chão retirando os calçados para ficar mais confortável.
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  - Ah, tá. Não. Você só estava jogado num beco imundo porque achou um lugar maravilhoso para ver o céu de noite. – ironizou o loiro segurando o riso ao se sentar no sofá afastando as pernas para a outra se recostar no estofado.
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  - E ainda cantarolando uma música tão triste que certamente meu pobre tio se contorceu no caixão aos prantos. – Simon completou se deitando no piso ao lado da amiga – Tirou o sossego até dos mortos.
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  - Ah, gente... Acontece, né? – deu de ombros.
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  - Ruivinho, escuta. – Marie engatinhou até alcançá-lo. Se posicionou atrás dele para abraçá-lo em sinal de irmandade – Qual o problema, hein? Fiquei preocupada quando os meninos contaram sobre como o encontrou. Bom, os rumores já corriam à boca miúda, mas não acreditei até ontem porque ouvi o relato de Simon. Aconteceu alguma coisa?
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  - Não foi só ela quem se preocupou. – completou o médico se locomovendo para o lugar anterior dela – Você jamais se embriagou.
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  - É mais fácil eu ser colocada para fora de uma festa trocando os pés do que você tomar uma única gota de álcool além do permitido de tão regrado. – para tornar o clima mais leve, fez cosquinhas nas axilas lhe arrancando altas gargalhadas escandalosas – Fala, ruivinho.
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  Os avaliou demoradamente de maneira individual. Não enxergou nada além da cumplicidade oriunda de tantos anos de amizade.
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  - Sim. Há algo acontecendo.
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  Graças a confirmação do infortúnio, os outros três comemoraram aplaudindo pela confissão inaudita. Afinal, raras foram as vezes quando dividiu suas preocupações – e nunca se abria completamente.
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  - Porém... – a comoção murchou porque o conheciam e temiam pelas próximas palavras – Não vou contar o que é. – achou o coro de muxoxos hilário – Entretanto... Adianto que já estou solucionando essa questão.
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  - Você é ótimo, ruivinho! – Simon apanhou a almofada do sofá e a atirou nele a atingindo no rosto – A gente quase arranja problemas na coluna porque o carregamos e nem desabafa. Nunca vi!
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  - Talvez um dia lhes conte. – duvidava da possibilidade, mas não imaginava como a oportunidade surgiria.
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  - Com riqueza de detalhes? – os olhos de Marie brilharam tamanha a esperança.
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  - Não.
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  Futuramente, sim. Só iria demorar para acontecer.
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  - Apesar de nos frustrar dessa maneira piamente indigna e visivelmente não confiar nos seus amigos mais queridos e leais – Marie fazia drama para diverti-lo – me alegra ter tido a incomum ousadia de, finalmente, ser verdadeiro para nos contar que há algo de errado. Foi um passo importante. – beijou a bochecha para se deitar no chão com a cabeça apoiada nas pernas cruzadas de Simon sobre a almofada.
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  - Dentro de uns dez anos vai contar o problema, né? – provocou Dean.
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  - No mínimo. – a voz feminina soou divertida.
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  - Bem, se não se sente capaz em desabafar perante seus melhores amigos, nos resta apenas distraí-lo e tornar o seu dia mais animado. – Simon finalizou em tom alegre.
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  Demorou alguns minutos para Sebastian adentrar no escritório carregando biscoitos e chás para o quarteto junto a Bia.
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  Durante os instantes ali trocou um discreto sorriso com Damon, aprovando o momento de descontração e satisfeito por vê-lo tão relaxado na presença dos amigos.
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  - Bia, querida! – Marie correu para abraçá-la – Meu Deus, você está enorme! Uma moça muito linda! – com as digitais nos ombros menores, a avaliou de cima abaixo – Vejo que o bom gosto continua. Definitivamente rosa combina contigo. – comentou graças a fita comprada há dois anos que seguia intacta em gracioso laço nos cabelos.
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  O sorriso da menina foi radiante.
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  - Obrigada, senhora.
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  Gemeu desgostosa pelo substantivo usado.
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  - Acabei de me sentir uma velhinha caquética de setenta e nove anos. Marie está mais do que ótimo.
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  Em dúvida se seria prudente, buscou pelo olhar do ruivo, quem assentiu lhe mostrando que não seria errado dirigir a ela assim e nem sofreria represálias por isso.
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  - Tudo bem, Marie.
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  - Bia. – a menina se virou para Sebastian a três passos de distância – Vamos lhes dar privacidade. Vem.
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  Balançou a cabeça para ele em afirmativa antes de se direcionar novamente para a mulher e lhe fazer discreta reverência em educação para se distanciar e retornar para os afazeres.
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  Quando Damon os observou se encaminharem até a porta, de súbito pediu enquanto os demais dialogavam apanhando os biscoitos obrigando a dupla a parar:
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  - Esperem. Por que não ficam conosco?
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  - Acho a ideia formidável. – de imediato, a mulher abraçou Bia de lado pelos ombros para irem se acomodar com os outros – É difícil conversar sobre moda e assuntos do universo feminino com esse trio masculino, não acha?
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  - Certamente. – retribuiu o sorriso da ruiva, alegre pela sua inclusão no ambiente.
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  Como Sebastian demorou para se juntar por ponderar se era seguro, Damon o alcançou em caminhar fluído. Por ínfimos instantes deslizou a palma pelo braço o impulsionando para onde acontecia a reunião. Ao chegar na áspera destra por um segundo tentado em segurá-la, se obrigou a não ceder à tentação de agir amorosamente ao tocá-lo.
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  Como não se sentia seguro, escolheu não entrelaçar os dedos nos dele – como se o grupo fosse recriminá-lo ou achasse a ação digna de críticas ou julgamentos.
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  A tarde foi esplendorosa e cheia de boas surpresas as quais seriam depreendidas melhor por Damon quando, numa visita a Marie graças a terrível desentendimento com Sebastian, lhe explicaria o que não pôde assimilar naquelas horas.
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  Não demorou para os amigos compreenderem a existência de uma espécie de envolvimento particular entre o dono da mansão e o escravo devido a pequenos gestos sutis como as íris repletas de afeto ao observar o moreno e a postura protetora adotada pelo mordomo em relação ao ruivo. Para não os constranger, não teceram nenhum comentário e agiram como se não notassem o entrosamento entre eles.
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  Simultaneamente, agiam de modo a deixá-los próximos fisicamente. Quando o mordomo demonstrou ligeira decepção na face ao ver como o único lugar disponível era longe do seu pequeno, de imediato Marie puxou Bia para se deslocarem de maneira a abrir espaço para o mais velho se acomodar ao lado de Damon, cujo rosto se iluminou pela escolha da proximidade.
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  Mais tarde o trio comentaria animado como o rapaz estava alegre. Ria, se divertia com as histórias contadas, se surpreendia com as últimas fofocas e teve uma crise de riso pela reação do amado porque, ao final da tarde, a amiga usou o braço de Dean para descrever minuciosamente o quão torto era o membro do atual amante capaz de satisfazê-la como nenhum outro foi capaz.
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  - Ouve isso, não, Bia! Pelo amor de Deus! – correu para tampar os ouvidos pequenos – Me ajuda aqui! Alguém tampe os olhos dela também.
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  - Ai, Sebastian. Eu quero ouvir. – à muito custo conseguiu se desvencilhar dele.
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  - Pois preste atenção, meu bem, porque esse tipo de explicação não se encontra em nenhum outro lugar. – apalpava o punho do rapaz simulando a glande – Se encontrar um torto assim, case. Não hesite porque a deixará de bom humor pelo resto da semana.
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  A palidez repentina no moreno serviu para rir mais.
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  Ao pôr do Sol assumiram seus lugares em cada carruagem após se despedirem, inclusive, de Bia e da governanta.
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  Propositalmente Marie foi a última a ir embora.
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  - Há bastante tempo não o vejo assim tão contente. – murmurou abraçada nele em frente à própria carruagem.
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  - Quanto exagero. – soou carinhoso.
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  - Exagero nada. Chega a estar radiante, meu amigo. – avaliou o rosto em aprovação com os dedos repousados no maxilar marcado – Pensa em dividir o motivo comigo?
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  - Não. – era impossível um sorriso teimoso não surgir naquele dia.
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  - Simplesmente não ou ainda não?
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  - Só o tempo dirá. – deu de ombros – Desculpe.
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  - Tudo bem. Algo me diz que teremos uma conversa sobre isso.
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  - Está me rogando praga?
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  Riram pela piada enquanto ela segurava as mãos dele nas suas amigavelmente.
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  - Intuição feminina. Não sabe há quantos anos está entre os seus, meu amigo. – o fitava admirada – Só o fato de sorrir tanto em um dia como hoje significa como há algo muito bom acontecendo na sua vida. – lançou um olhar enigmático para Sebastian, quem os observava parado na porta o aguardando adentrar – E fico feliz demais contigo por finalmente se permitir.
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  - Conseguiu descobrir o motivo do senhor Smith mudar o comportamento? Indubitavelmente algo o corrói por dentro. – dialogava em voz baixa iniciando a preparação do jantar.
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  - Nós duas sabemos o motivo, minha amiga. – surrupiou um dos biscoitos sobrados do lanche para os visitantes.
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  - Essa bebedeira me preocupa, sabia? – Mary tomou um gole de chá morno na caneca cheia até a borda.
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  - Por causa do pai dele, né? – prevendo o teor mais sério, puxou a cadeira para se sentar mais próxima dela e colocando a tigela no colo para ambas se alimentarem.
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  - Exato. Até hoje lembro quando chegava em casa nas incontáveis madrugadas durante a infância do rapaz. O infeliz nem se mantinha em pé direito de tão bêbado.
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  - Foram tempos difíceis, minha amiga. – percorreu o ambiente com o olhar melancólico – Essa casa pareceu morta naquela época.
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  Realmente, a energia emanada se transformou por completo graças a morte de Meggie. A mulher quem trouxe alegria para a mansão pela sua gentileza e bondade, a levou embora consigo no exato momento quando desfaleceu logo após parir seu único filho.
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  - Nem me fale. Espero que as coisas não se repitam. Realmente cogitei na possibilidade de o garoto puxar ao pai e carregar consigo a tendência para se refugiar na bebida depois de fortes baques emocionais.
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  Apesar da amizade com Meggie no passado, foi designada para acompanhá-la após o casamento, já que as terras longínquas destoavam tanto das conhecidas pela jovem até então. De modo a se adaptar sem a presença da amiga, manteve o seu lugar como papel de cozinheira para não correr o risco de sofrer repreendas do patrão, quem tinha gênio terrível – principalmente durante os cinco anos depois de enterrar a esposa.
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  Em consequência, não demonstrava o carinho guardado em seu coração pelo filho de Meggie. O demonstrava somente por meio das refeições, aprimorando os talentos culinários e preparando os pratos favoritos dele.
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  - Descobrimos que as nossas preocupações são fundadas, minha amiga.
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  - Pelo menos o menino trouxe a alegria de volta para cá. – apanhou uns biscoitos durante a tarefa os mastigando lentamente.
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  - Em partes. Foi criado com uma mentalidade restrita demais pelo pai. A falta da mãe é visível nele. Ninguém conhece genuinamente a felicidade ao se desconhecer ou rejeitar quem é.
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  - Certamente ela o ajudaria nesse processo desde a infância. Nunca fui muito próxima, mas enxergava como era um pouco mais delicado que os demais meninos. Lembra quando me trouxe uma flor daquela cachoeira no dia em que o pai brigou com ele por ver o desenho onde se retratava segurando uma margarida?
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  - Impossível esquecer. Sempre foi adorável. Queria ter esclarecido as coisas para ele. Pensei que Simon, Marie ou Dean exerceriam esse papel.
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  - Talvez aconteça. Os quatro são bastante íntimos. No momento propício, é capaz de recorrer a eles.
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  - Ou a mim.
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  - Também existe a possibilidade.
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  A cozinheira não retorquiu porque Bia chegou saltitante.
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  - Finalmente lembrou dos seus afazeres, menina? – havia gentileza na repreenda da governanta.
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  - Foram horas maravilhosas em boa companhia. – exultante, de tão empolgada quase dava pulinhos.
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  - Está dizendo que a nossa companhia é ruim, Bia? – em falso tom de ultraje, apanhou o pano de prato no ombro e o usou para bater o tecido nela.
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  - Não, não. – rindo, correu para trás de Bianca para se proteger dos golpes indolores – Apenas é bom saber das últimas fofocas.
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  - Quem as contou? – temerosa pela resposta, a governanta arregalou os olhos.
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  - Marie.
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  - Misericórdia! – Mary se benzeu por conhecer bem as histórias da mulher – Por favor, me diz que ela levou em consideração a sua idade e não teceu comentários indecorosos para jovens como você.
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  - Bom, usou o braço do senhor Dean Brown para demonstrar como as partes íntimas do atual amante é torto e me aconselhou a encontrar um homem com a exata mesma qualidade e curvatura.
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  - Meu Deus do céu! – a cozinheira passou a mãos nos cabelos de tão nervosa, a face alternando a cor para rubra – Onde o senhor Smith encontrou essas amizades?
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  - Eu não faço ideia, mas darei ouvidos a Marie. Ela é bem sábia nas palavras e ainda me aconselhou bem.
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  Três semanas depois, Damon se aventurava de madrugada nos corredores da mansão em trajes de dormir sob o robe amarrado na cintura.
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  A despeito de voltar a ter contato com Sebastian, o escravo não frequentou mais o seu aposento particular por escolha exclusiva, frustrando imensamente o dono da fazenda. A interação se resumia ao escritório durante o período noturno, onde, para o desgosto do mais novo, permaneciam vestidos graças ao mais velho não se atrever a retirar os tecidos até desnudá-los.
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  Passou noites consecutivas se revirando no grande colchão macio em angústia. Buscava mentalmente respostas para o enigma pela incapacidade de confrontá-lo sobre o motivo para a destoante mudança de postura comparada a de meses anteriores – principalmente porque a ereção constante durante as reuniões era sinal do quanto igualmente o desejava.
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  No íntimo estava a ponto de implorar para se unirem na cama como naquelas maravilhosas horas onde, posteriormente aos momentos de prazeres pujantes e comunhão afetiva recíproca, adormeceram nos braços um do outro em bela imagem de cumplicidade e amor característicos entre eles.
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  Era como se o moreno tivesse dado um passo para trás objetivando lhe despertar algum tipo de reação na esperança de descobrir o seu nível de relevância na vida do mais novo ao ponto de correr riscos para se encontrarem assim como ambos almejavam com alarmada urgência.
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  Logo, ao percorrer os cômodos em meio a escuridão atento a qualquer movimentação inesperada de algum empregado, se dirigiu ao quarto do escravo, quem, acordado e trajando somente calças, se recordava de quando compartilhou a cama com o ruivo em doces memórias as quais carregaria consigo por várias encarnações na forma de sentimento enraizado.
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  Respirou fundo com o coração em disparada pela ousadia para tomar coragem. Olhou ao redor para vistoriar se realmente estava sozinho – não queria seu nome na boca dos empregados ou de ser o alvo da fofoca mais recente da sociedade.
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  Engolindo em seco, tamborilou as unhas na porta para não fazer tanto barulho ao ponto de manifestar a curiosidade alheia caso alguém estivesse acordado.
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  Encolheu os ombros em expectativa por escutar a chave destrancar a porta e a silhueta de Sebastian surgir.
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  - Posso entrar para conversarmos? – de braços cruzados em virtude da insegurança, o murmúrio saiu entrecortado.
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  Agradeceu a falta de luminosidade. Do contrário, o mordomo enxergaria o quão ansioso e incerto estava pela expressão vacilante e pelo olhar assustado sem crer nas próprias atitudes por se guiar pela emoção ao invés da razão pela primeira vez em anos.
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  Segurou a pequena mão na sua o puxando para o interior do aposento e fechando a porta em seguida. O levou para frente da janela, de modo a usar a luz do luar a seu favor para enxergá-lo melhor – se assombrando em como as feições eram apreensivas.
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  - Está tudo bem, bebê? – aflito, repousou as palmas no maxilar marcado – Aconteceu alguma coisa?
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  - Não, não. – o segurou pelo antebraço apreciando a textura da pele – Estou bem, sim.
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  - Então... Por que veio aqui nesse horário?
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  Apresentou dificuldade em se comunicar – ou melhor, de expor seus anseios.
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  Como foi necessário criar uma redoma ao redor e gastava bastante energia ao controlar a movimentação corporal e o tom de voz a cada mísero segundo para não sofrer ojeriza, era árduo revelar o verdadeiro estado emocional para outras pessoas, independentemente da proximidade.
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  Até qual ponto elas continuariam leais e o respeitariam se o comportamento esperado era lhe dar as costas, postura facilmente adotada pela sociedade da época caso se deparasse com alguém como Damon?
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  Pessoas costumam manter o apreço e a dignidade para com outra ao dividirem os mesmos ideais. Quando o comportamento e os gostos destoavam daquilo considerado como normal perante um grupo, é comum sofrer ataques ou confrontos cujo objetivo se resume em atingir e ferir a honradez da vítima.
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  Jamais correria o risco de passar por tal vexame ou na companhia ou pelas mãos dos amigos porque não sabia se suportaria tal conduta por parte deles graças ao forte vínculo desenvolvido no decorrer dos anos cujas consequências do rompimento seriam terríveis para Damon – claro, se existisse a mínima chance de o trio tratá-lo de tal forma.
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  Notando a aflição cada vez mais explícita no semblante angelical, deslizou as digitais pela derme até alcançar a nuca, onde o puxou para si até abraçá-lo. Repousou o queixo no topo da cabeça acariciando as costas por cima dos trajes em silêncio por instantes onde os segundos pareceram demorar para passar.
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  - Lembra quando eu lhe disse na cachoeira que está seguro comigo? E que não o criticaria por ser quem é? – beijou os cabelos macios.
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  Assentiu devagar, quase como se exigisse maior esforço para reproduzir o movimento.
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  - Isso não mudou e nem vai mudar, meu pequeno. – fechou os olhos puxando o ar pelas narinas para desfrutar do cheiro característico do rapaz – Qual o problema?
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  - Eu queria saber se... – o corpo retesou em protesto inconsciente para evitar a revelação.
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  - Se...
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  - Se eu fiz alguma coisa de errado quando dormimos juntos ou se simplesmente não gostou da minha companhia naquela noite. – não iria especificar que se referia aos dois significados da expressão, tanto da companhia em si quanto da performance na cama.
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  - Amor, você não cometeu erro algum. – franziu o cenho sem compreender o teor do assunto.
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  - Então presumo como foi ruim adormecer ao meu lado, né? – encolheu ainda mais o corpo, o misto de hesitação e medo exposto na voz estrangulada.
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  - Claro que não, amor. Eu adorei.
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  - Diante disso... Por qual motivo não quis dormir comigo de novo? – soou amedrontado pela réplica.
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  - Simplesmente porque você não esboçou nenhuma vontade em repetir o feito. Aquela noite foi memorável, inclusive. Linda, na verdade. – falou saudoso.
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  Caso visse o semblante suave de Sebastian, relaxaria tamanha a amorosidade presente em cada linha de expressão.
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  - Mas eu... – encostou a testa no peitoral desnudo na ingênua tentativa de se esconder para ser capaz das palavras serem elaboradas devidamente com um pouco mais de facilidade do que se meramente o fitasse de soslaio – Eu quero.
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  A frase saiu como um gemido doloroso pelo árduo trabalho de demonstrar vulnerabilidade perante o homem.
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  O fato de atravessar escondido a mansão para dialogarem sobre o assunto, o deixava vulnerável para o escravo pelas ações mostrarem implicitamente o quão valioso o homem era para a sua pacata vida.
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  E isso o assustava – impressão manifestada por cada poro corporal e pela dificuldade em se expressar.
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  - Posso contar um segredo, bebê?
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  Assentiu timidamente.
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  - Eu também quero.
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  De tão surpreso, o fitou para se certificar da veracidade da palavra pronunciada. Logo se tranquilizou pela amabilidade detectada sob a baixa luz.
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  Sorrindo, se inclinou para beijar o ruivo, quem envolveu o pescoço com as mãos enquanto o sentia puxá-lo para si até os troncos se colarem.
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  - Vem comigo, então. – entrelaçou os dedos ásperos nos seus para guiá-lo pelos aposentos.
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  O trajeto seria igualmente repleto de tensão caso não estivesse na companhia do escravo, quem, durante o caminho, ou o abraçava por trás ou repousava as palmas na fina cintura. Por vezes beijava as áreas ao alcance, como a bochecha ou os ombros. Não enxergava o sorriso radiante do rapaz pela falta de luminosidade apropriada.
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  Há muito tempo não aproveitada do misto de adrenalina e contentamento, então foi impossível não se sentir como na juventude.
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  No luxuoso quarto, se trancaram para terem privacidade.
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  Não demorou para se desnudarem. A iniciativa partiu de Damon ainda em dúvida ao desamarrar o robe o largando no chão antes de se deitarem na cama. Retiraram peça por peça até elas estarem espalhadas pelo assoalho para não terem empecilhos de se tocarem livremente sem pudores e nem vergonhas, confortáveis um perante o outro na amorosa união.
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  O casal exibia esplendorosa imagem.
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  Em meio aos lençóis desarrumados, beijavam-se calorosamente. Resvalava as palmas pelas costas morenas gostando da textura firme e dos discretos músculos mais protuberantes. O rapaz deitara a cabeça nos travesseiros brancos, então, de vez em quando, Sebastian se afastava apenas para admirá-lo em indescritível encanto pelo semblante sorridente característico de quem experimentava a intimidade da paixão e do amor com quem igualmente o desejava e amava.
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  A natureza parecia ajudá-los a se enxergarem. A grande Lua Cheia iluminava o ambiente em virtude de a luz penetrar as janelas os alcançando ao ponto de notarem os sorrisos e as expressões doces.
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  - Pela primeira vez vejo alguém tão feliz na minha companhia. – gentilmente contornava o maxilar marcado com o polegar, fascinado na evolução do rapaz ao mostrá-lo de forma indireta os sentimentos ocultos apesar de, talvez, não os decifrar ainda.
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  Inábil em esconder a alegria, tampou a boca com o pulso em cativante constrangimento que realçava a doçura reprimida.
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  - Não dá para evitar, amor. – o rubor foi inevitável.
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  Molhou os lábios com a língua lentamente sem desviar a atenção da face alva em silêncio por ínfimos instantes.
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  - Não imagina como fica adorável desse jeito, bebê. – usou o polegar para contornar o desenho da face afim de memorizar o momento com todas as informações sensoriais.
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  - Qual?
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  - Tímido. – enterrou o rosto no vão entre o ombro e o pescoço, o entreouvindo abraçá-lo acolhedor – Me dá vontade de nunca mais sair dos seus braços. – o tom saiu abafado pelos travesseiros.
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  - Então não saia. – afastou as pernas e pôs a sola dos pés no colchão em posição agradável para ambos ao lhe proporcionar espaço – É bem-vindo na minha cama e nos meus braços sempre que quiser.
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  - Ah, é? – em humor, se distanciou o suficiente para encará-lo – Depois te dou ouvidos e você não tem o direito de reclamar comigo. – encostou as testas adorando como a destra direita do rapaz embalou a bochecha – Olha o convite tentador que me faz. – deu um selinho estalado – É impossível para mim resistir.
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  - Eu reclamaria se passássemos mais uma noite sequer longe um do outro. Senti saudade de ficar assim contigo, sabia? – escorregou as digitais pelas costas até a lombar, onde descansou a ponta dos dedos no início da bunda – É muito gostoso.
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  No beijo dado pelo moreno, agora, havia certo nível de volúpia diferente dos de minutos anteriores. Sem conseguir evitar, o rapaz grunhiu em sua boca, os membros roçando deliciosamente pelos movimentos dos homens na busca de maiores sensações.
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  - Me mostra o tamanho da sua saudade, pequeno. – suplicou traçando um caminho carregado de expectativa em direção ao lóbulo – Me deixe experimentá-la.
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  E Damon mostrou.
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  Mostrou em cada som manhoso, em cada gemido, em cada arfar, em cada aperto e em cada cravar das unhas na carne alheia. Mostrou nos arrepios enquanto Sebastian explorava o corpo em deliciosas investidas. Mostrou na respiração entrecortada por se demorar nos lugares mais sensíveis como os mamilos rosados e o interior das coxas. Mostrou nos movimentos dos quadris pelo outro se demorar tanto nas áreas ao redor do pau excitado. Mostrou nos arrepios pelo moreno judiá-lo em provocação apenas encostando os lábios pelo membro antes de se dirigir para outra região. Mostrou no gemido quando, finalmente, começou a espalhar beijinhos pelo tronco até alcançar a cabeça, onde chupou vagarosamente a glande antes de sugá-lo por completo. Mostrou quando se contraiu involuntariamente ao se derramar na garganta do homem, quem o tomou sem ignorar nenhuma gota.
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  O deixou se recuperar durante beijos lascivos cuja duração serviu para o rapaz tomar coragem para pedir enquanto o pescoço era castigado pela habilidosa língua:
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  - Amor... – de olhos fechados, arranhava as costas em profunda entrega – Deixa... Deixa-me te dar prazer também.
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  O pau do mordomo pulsou pelas palavras.
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  Invertendo as posições, se atinou que não sabia como estimulá-lo. Portanto, ao se acomodar sentado no colo do mordomo apoiado no peitoral pelas digitais, o desconhecimento o paralisou incapaz de se mover.
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  Como manifestava a incerteza, o braço musculoso se estendeu até alcançá-lo para embalar a face na palma áspera.
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  - Está tudo bem, amor?
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  - Sim, é que... – pestanejando, desviou o olhar franzindo o cenho – Eu não sei como... – engoliu em seco.
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  Compreendendo a delicadeza do momento, inquiriu paciente acariciando a bochecha alva com o polegar:
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  - O que quer fazer comigo, meu pequeno?
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  - Quero que sinta o mesmo que eu sinto contigo.
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  Com a ponta do polegar, ergueu o queixo até voltarem a se fitar. Apanhou uma das mãos repousadas no peitoral carinhosamente buscando lhe transmitir segurança. Em seguida, reproduziu o mesmo movimento em diversas zonas erógenas – couro cabeludo, lábios, orelha, região frontal e lateral do pescoço, nuca, mamilos, baixo ventre, o grosso membro, períneo e a sua entrada.
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  A deslizou pela derme parando de maneira proposital nesses pontos.
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  - Siga seus instintos, bebê. Explore meu corpo assim como explorei o seu. Só descobri as suas áreas mais sensíveis porque observei as respostas pelas minhas investidas. O meu corpo se comunica com o seu. O deixe se expressar. Procure lê-lo em cada carícia. Garanto que vou gostar. Confio em você para isso.
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  Se não fosse pela terna explicação, não se tranquilizaria – inclusive pela paciência demonstrada por Sebastian enfatizada na voz aveludada e nas írises amorosas.
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  Incerto por nunca ter explorado um corpo masculino, se inclinou para voltar a beijá-lo. Demorou um pouco para tomar coragem. Entretanto, a medida em que, de fato, testemunhava as reações genuínas, foi ganhando confiança ao longo dos minutos.
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  Durante a deliciosa massagem das línguas no interior das bocas, encontrou o couro cabeludo crespo. Enterrou as falanges nos cachinhos para, em seguida, exercer leve pressão ao puxá-los.
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  Graças a onda súbita de prazer, abriu a boca quebrando o ósculo em surpreso arfar, o hálito quente atingindo o queixo do menor.
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  - Te machuquei? – assustado, arregalou as pálpebras soltando os cabelos de imediato.
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  - Pelo contrário.
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  Segurando o ruivo pela nuca, invadiu a sua boca com vigor para intensificar o beijo.
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  Notando o acerto, direcionou os lábios para o pescoço e o lóbulo, descobrindo como o mais velho se remexia sob si pela carne ser castigada pela curiosa língua cujos movimentos alternavam entre lamber e chupar. No lóbulo notou como o outro arquejava ao sugá-lo. Em seguida, quando passou a lamber a delicada área em movimentos ágeis de vai e vem, o moreno resfolegava incapaz de se manter minimamente estático, sem controle das articulações. Pendeu a cabeça para o lado objetivando lhe proporcionar total acesso a sensível região.
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  Ao ir para o pescoço, demorou-se ali por vários minutos adorando o impacto de seu esforço perante o moreno quem visivelmente aprovava graças aos gemidos e às frases de incentivo como “Tão gostoso, amor...” ou “Delícia. Isso. Assim...”.
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  Apesar de ser o responsável por gerar prazer ao invés de receber, depreendeu como, indiretamente, também lhe era prazeroso proporcionar tais sensações pujantes. Adorou vê-lo tão vulnerável sob si e em como apreciava as carícias íntimas.
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  Com Sebastian aprendeu as facetas de amor nas suas mais diversas formas. Antes deduzia que o amor romântico não existia e os enlaces na cama serviam unicamente para gerar herdeiros. Afinal, as mulheres nunca o satisfizeram assim como cansou de ouvir diversos relatos positivos de como homens as buscavam para se aliviar ao longo da vida. Entretanto, ali estava ele – não apenas recebendo, mas também dando amor, mesmo sem decodificar o sentimento potente.
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  Ao alcançar o membro longo, grosso, cheio de veias e já babando o pré-gozo tamanha a excitação, a princípio o envolveu na mão para subi-la e descer lentamente. Por concentrar a atenção na nudez exposta, viu como o abdômen afundava em pesada respiração em ritmo calculado para evitar de gozar tamanha a lentidão.
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  O escravo estremeceu por não esperar e nem prever o olhar escurecido do ruivo antes dele tomá-lo para si.
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  Não estava preparado para o rapaz espalhar beijinhos propositalmente úmidos pelo tronco de baixo para cima até encontrar a glande escura. Grunhiu pela visão dele usar a ponta da língua para descer até a glande para retornar pelo mesmo caminho, dessa vez com a língua em total contato com a intimidade sensível.
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  Se agarrou ao travesseiro pelos delineados lábios inchados a envolverem, onde sugou debilmente e reproduziu círculos perfeitos com a língua.
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  Quando começou, de fato, o vaivém com a cabeça, Sebastian detestou o fato de precisarem fazer silêncio pelo violento prazer experimentado. Sem uma alternativa, se agarrou onde podia com a mão direita e a esquerda usava para tampar a boca na tentativa de abafar as lamúrias roucas.
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  O rapaz era implacável e fez fus a orientação. Explorou a zona em sua totalidade e, quando notava como estava perto do ápice, o frustrava por recorrer à entrada tão escondida. Por vezes ouviu os muxoxos se tornarem novamente gemidos roucos ao alternar os lugares onde beijava, chupava, lambia ou inseria a língua. As torneadas pernas se separavam instantaneamente em sinal do quanto faminto estava por Damon Smith.
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  Por fim, após longos e intermináveis minutos deliciosos onde perderam a noção de tempo, gozou, mordendo o lábio inferior para não gritar.
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  Satisfeito por deixá-lo quase desfalecido e ofegante, retornou com um sorrisinho para o lugar onde se tornaria o seu preferido no decorrer dos anos – no colo alheio com os braços firmes o circulando.
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  - Gostou? – em ar sapeca, beijou a ponta do nariz antes de se acomodar no peitoral.
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  - Se gostei? – descansou as mãos na bunda arrebitada a qual, no futuro, adoraria a tonalidade rosada nela após dar tapinhas estalados – Mal consigo mexer as pernas agora.
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  Tímido, escondeu a face no abdômen em meio a risinhos mútuos.
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  - Meus lábios estão em perfeito estado, viu? – murmurou contra as ondas.
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  Numa expressão indecifrável cuja barreira entre a inocência e a malícia era quase inexistente, Damon ergueu o tronco o observando. Pendeu a cabeça para o lado abrindo sorriso lascivo.
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  - Vem para cá, então.
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  Passaram longos minutos assim – ambos sentados na cama, Damon no colo e se abraçando durante o lento beijo em perfeita comunhão repleta de sedução e afeto.
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  - Hum... – acomodou a testa no ombro baixo recebendo mordiscadas gostosas no pescoço – Preciso descer.
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  - Por quê? Fica aqui.
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  - Porque quero estar dentro de você.
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  - Calma aí.
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  Ao se desvencilhar, ambos sentiram falta imediata do contato. Por fim, saiu da cama para apanhar na gaveta o frasco levado há meses por Sebastian para o quarto.
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  - Você o esqueceu aqui. – se aconchegou nele sentado no seu lugar preferido, as pernas abertas para recebê-lo – Guardei por precaução. – estendeu na frente dele, quem logo o apanhou.
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  - Meu pequeno. – tocou a ponta do nariz com o indicador.
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  Como Damon se concentrou totalmente nele nos últimos quarenta minutos, o mais velho tratou de pô-lo deitado de bruços para prepará-lo – os gemidos agudos abafados pelos travesseiros soaram como música para os ouvidos ao gastar tantos minutos acariciando a área escondida a qual queria tanto penetrar novamente.
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  O lubrificou e a si mesmo. Querendo ver a bunda protuberante, o segurou pelos quadris firmemente e, em movimento fluído, o ergueu sem aviso.
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  Em contrapartida, aprovando a ousadia, se apoiou pelos braços e o mirou desejoso por cima do ombro em sorriso provocativo.
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  - Sua bunda é linda demais para não ser apreciada por mim. – para enfatizar, lhe deu um tapinha na região e a agarrou.
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  Enquanto se posicionava atrás de si, Damon abaixou até o peito descansar no colchão.
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  A introdução aconteceu gradativa. Ao invadi-lo por completo, aguardou para se acostumar ao preenchimento familiar.
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  Todavia, a demora angustiava o mais novo, que, saudoso da ligação carnal, se impulsionou para frente e retornou em arfar pela próstata ser atingida.
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  - Por favor, amor. – suplicou manhoso repetindo o ato responsável por deixar o outro hipnotizado – Continua. Quero ver estrelas contigo como da outra vez.
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  Existia a possibilidade de negar um pedido como aquele?
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  A saudade sobrepujou o raciocínio, então se controlou para não reproduzir sons altos pelos impactos, principalmente por Damon, a ponto de enlouquecê-lo, o acompanhar se impulsionando para frente e para trás, gemendo contra os travesseiros e se agarrando aos lençóis a cada estímulo na macia carne escondida em seu interior.
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  Em movimento brusco, se inclinou sobre ele enlaçando o pescoço com a mão para erguê-lo, o colocando ajoelhado com as costas coladas no peitoral. O prendeu no lugar com o braço esquerdo. A palma direita escorregou lentamente até envolver o pau o estimulando duplamente no mesmo ritmo durante as penetrações. A língua usou para castigar a carne ao seu alcance, como os ombros, a orelha e o pescoço.
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  Em puro deleite, fincou as unhas no braço em busca de alguma sustentação para as sensações tão intensas as quais o deixavam à mercê das vontades de Sebastian – e Damon adorava aquilo.
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  Eram zonas demais estimuladas junto ao zelo do escravo e às recíprocas palavras carinhosas trocadas em elogios, incentivos e declarações discretas cujos corações se enchiam de adoração e potencializavam a troca íntima.
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  Foi questão de minutos para gozarem juntos, suados, prendendo o trêmulo corpo de Damon contra si e o mais velho com os músculos retesados se derramando nele.
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  - Delícia, amor. – mordiscou o ombro o sentindo relaxar por completo.
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  O pôs deitado cuidadosamente antes de se limparem dos vestígios de prazer.
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  Dessa vez não foi necessário pedir para o escravo ficar.
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  Prontamente se acomodou na cama em seguida, o aninhando em si.
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  Com o passar do tempo notaria como era comum o mais novo ficar com o corpo tão mole após o orgasmo, então a preocupação dissiparia ao vê-lo naquele estado.
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  Como ainda não era o caso, averiguou apreensivo:
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  - Está tudo bem? – murmurou contra as ondas ruivas.
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  - Sim. Só estou cansado. – preguiçosamente o encarou em semblante relaxado cujo sorriso fraco iluminava o semblante – E plenamente satisfeito.
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  Beijou a testa alva cujas mechas grudavam na pele pelas discretas gotículas de suor e lhe deu um carinhoso selinho demorado.
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  - Dorme, amor. Não sairei daqui.
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  Como adormeceu em questão de segundos durante a massagem no couro cabeludo, não ouviu a última frase proferida por Sebastian ao notá-lo inconsciente:
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  - Eu te amo, meu pequeno.
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