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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Paixão e Crueldade

Escrita porZsadist Xcor
Revisada/Editada por Natashia Kitamura

Capítulo 5

Tempo estimado de leitura: 26 minutos

  Damon não podia apresentar maior conflito interno.
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  Por um lado, havia as diversas crenças ditadas pela sociedade sobre o papel masculino e feminino nas relações e condutas humanas.
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  Homens ditavam as regras, tinham o patriarcado a seu favor numa época em que sequer existia ainda a expressão ou a concepção desse sistema, sustentavam suas famílias e trabalhavam. Eram fortes, frequentavam bordéis regularmente, se aproveitavam das escravas pela etnia ser considerada inferior perante a branca e tinham autorização social de resolver diversos embates através da violência. Eram impedidos de demonstrar fraqueza e a racionalidade deveria ser posta em frente às emoções.
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  Na convivência com Sebastian, as suas concepções mudavam drasticamente porque não havia jogo de poder durante as madrugadas. A força bruta era inexistente. Não havia espaço para ela porque a química dos corpos, a descoberta de Damon, o cuidado de Sebastian e os afagos mútuos eram carregados de sentimentos não verbalizados.
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  Vagarosamente o rapaz se permitia intensificar a entrega. Se arriscava em acariciar as costas por debaixo das vestes, arfava nas investidas mais intensas em seu delicado pescoço, gemia baixinho quando a língua do moreno passeava pela orelha e o apertava quando as ereções de esfregavam por cima das roupas.
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  Certa noite, já sem os respectivos paletós, os beijos se tornaram mais urgentes. Deitado sobre si, Sebastian esfregava os quadris numa fricção deliciosa. O rapaz não suportava mais aquela tortura. Deveria haver algum alívio para as sensações pujantes. Buscava por algo que sequer sabia ou compreendia a existência.
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  Ofegavam trancados no escritório. Apesar da noite fria, as peles queimavam em desejo. Quando não se beijavam, exploravam as áreas onde os lábios alcançavam. Gotículas de suor se formavam nas testas, umedecendo os fios ruivos. As vestes incomodavam por ansiarem maior contato.
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  - Querido, por favor... – sibilava de olhos fechados, o abraçando enquanto a habilidosa carne úmida lhe provocava arrepios o estimulando na sensível região da orelha – Tem mais além disso? – gemeu manhoso arqueando as costas – Eu quero você.
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  O escravo duvidada que o mais novo sequer compreendia o peso das próprias palavras.
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  - Tem sim, meu pequeno. – mordiscou o lóbulo, lhe arrancando deliciosa lamúria entrecortada – Quer saber como é?
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  Continuava se questionando os planos dos Deuses para a convivência com Damon acontecer. Por qual motivo eles o colocaram em seus caminhos? Por que os beijos eram tão deliciosos? Por que os corpos precisavam se encaixar precisamente? Por que os toques provocavam arrepios mútuos? Por que... Por que se encantara pelo homem responsável por comprá-lo pela cor da pele ser distinta?
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  Era impossível dois homens se amarem na cultura britânica, quiçá dois homens de etnias diferentes. Seriam excomungados certamente. O escândalo seria longo por quebrarem os mandos do Deus católico e da ordem da sociedade.
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  Teriam sorte se não morressem caso descobrissem a união.
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  - Quero.
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  Que se danasse a sensatez.
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  - Me espera no seu quarto, então. Não demoro.
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  Não poderia estar mais ansioso.
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  Abriu as janelas para o ar circular esperando a brisa fresca lhe tranquilizar. Guardou os paletós no guarda-roupa do quarto para não deixarem nenhum vestígio de suas presenças no escritório, assim como as botas do mordomo.
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  Descalço, o esperava sentado na cama.
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  Sebastian trancou a porta assim que entrou para atravessar o aposento.
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  - Para onde foi?
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  - Buscar uma coisinha que talvez precisemos. – depositou o pequeno frasco conta gotas na mesa de cabeceira ao lado da cama.
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  A lua cheia iluminava completamente o aposento, então logo notou como o rapaz estava aflito. A apreensão pelo desconhecido era visível, principalmente pela respiração mais rápida.
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  - Vem cá, pequeno.
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  Se pôs de pé no ínfimo espaço para receber o familiar abraço, onde o maior se inclinou sobre si e o rapaz pôde descansar o queixo no ombro.
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  - Posso saber por que está nervoso?
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  - Eu não... Não sei o que vai... Se...
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  Como falava rápido, gaguejando e atropelando as sílabas, se compadeceu. Tratou de acalmá-lo.
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  - Shiiiii... Está tudo bem, bebê. – o apertou contra si potencializando a sensação de conforto – Eu estou aqui contigo. Vou cuidar bem se você. Sei como te dar prazer.
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  Se agarrou à camisa branca de mangas fortemente pelo efeito das palavras sobre si – a irradiação da onda de calor sob a derme. A calça se tornou apertada subitamente graças à ânsia na busca de algo mais profundo.
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  - Eu... Eu vou gostar? – a voz era trêmula pela incerteza do que viria a seguir.
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  - Vai. – sorriu pelo nível da inocência alheia – Confia em mim. Não vou fazer nada que não queira ou não goste.
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  - Me mostra, então. Só... – engoliu em seco como se para ganhar coragem – Só vai devagar.
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  Atendendo ao pedido, Sebastian percorreu uma trilha de beijinhos pelo pescoço. Beijou a testa enlaçando a cintura até, por fim, encontrar os lábios.
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  O beijou lentamente para relaxá-lo. O segurava pelo rosto, aos poucos descendo as palmas até envolver as laterais do quadril. Desceu os lábios pelo pescoço adorando ouvi-lo arfar, soltando o ar pela boca. Ao mordiscar a carne, colocou os dedos na barra da camisa de Damon.
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  Ao erguê-la devagar tocando a pele por debaixo do tecido, parou graças à pergunta balbuciada contra o peitoral:
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  - O que está fazendo, Sebastian?
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  - Quero sentir o seu corpo contra o meu, meu querido.
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  Era certo? Será...
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  O gemido pelos pensamentos controversos era angustiante. Franzindo o cenho, encostou a testa no peitoral dele porque também desejava sentir o corpo firme sem o empecilho das roupas – e a dualidade entre se deixar levar pelas suas vontades e a incerteza se aquilo era correto o angustiava.
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  Era pecaminoso e incomum para si.
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  Era natural e belo para o escravo.
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  - Posso?
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  Passaram cinco segundos carregados de expectativas e questionamentos antes de assentir timidamente.
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  Se afastou o suficiente para retirar a peça, a afastando após desabotoá-la de baixo para cima lentamente atento às reações alheias e a deslizou pelos braços de músculos discretos deixando o peitoral alvo à mostra até a indumentária despencar silenciosa no assoalho. Se livrou da própria camisa também a largando no chão. Notou como ia pelo caminho certo pelo queixo de Damon cair ao se deparar com a pele morena desnuda.
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  Ignorando a prudência, deslizou as pequenas palmas na área revestida por músculos mais protuberantes, passando os polegares pelos mamilos sem imaginar como lhe excitaria. Em resposta, suspirou pela onda repentina de prazer graças ao gesto com certo nível de ingenuidade.
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  - Deita na cama, bebê.
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  Ao acatar o pedido sentado com os pés repousados no chão, observou cada movimento de Sebastian. Para mostrar suas intenções, se movimentou vagarosamente sem quebrar o contato visual, ainda de pé ao lado da cama. Abriu a calça, a abaixando até retirá-la por completo. O mais novo salivou pelo membro rijo, sentindo o próprio pulsar.
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  Torceu para o outro não ver como os dedos tremiam ao imitá-lo após instantes silenciosos onde apenas se fitavam, quase um convite do mordomo para reproduzir a mesma ação. Havia certa dose de inocência no semblante. Transparecia toda a curiosidade de como seria a experiência em sua totalidade. Era movido pelas sensações, pelo sentimento terno que crescia no coração a cada encontro noturno e por não sofrer recriminações ao demonstrar afeto ou maior sensibilidade emocional.
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  Reunindo a pouca coragem, engoliu em seco e se pôs de pé para se despir por completo. Firmou as mãos no tecido restante para impedir o tremor de aparecer. Se livrou da calça revelando o membro igualmente rijo.
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  Durante anos se martirizava porque um lado seu desejava por oportunidades de trocas afetivas como aquelas. No terceiro ano de casamento chegara à conclusão de que ainda não conseguira herdeiros por castigo divino em consequência das suas vontades nunca antes verbalizadas. No geral, buscava se assemelhar aos homens da sociedade, então mantinha a sua essência devidamente trancada e esquecida por destoar tanto do comportamento masculino ditado pelas pessoas. Infelizmente ou felizmente, não imaginava como Sebastian foi capaz de libertá-la em período de um ano e alguns meses.
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  Havia, sim, resquícios de medo e incerteza caso permitisse deles virem à tona. Entretanto, as horas onde se trancou com Sebastian no escritório durante a madrugada eram mais relevantes porque soube como conquistá-lo. Cada mísero avanço era significativo até chegar o momento quando o rapaz se sentia suficientemente confortável para tomar iniciativa de abraçá-lo, beijá-lo, tocá-lo ou segurar a áspera mão.
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  Foi conquistado aos poucos pela ternura do escravo, e também pela sua paciência. Jamais cruzava a linha dos seus limites – por mais que ansiasse por maior contato físico. Era paciente, o conquistando e ganhando sua confiança. E foi graças à postura gentil que chegaram até aquele ponto, onde se despiram um na frente do outro no quarto do dono da fazenda.
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  Em suave fisionomia de aprovação, estendeu o braço e o segurou pelo pulso. Deu um passo para frente, a luz do luar iluminando a face e o dorso com alguns pelos escuros no peitoral, se inclinando em direção ao outro para unir as bocas.
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  Dessa vez o beijo foi mais urgente. O teor era diferente. O sabor era diferente. A urgência era porque ambos se entregavam plenamente um ao outro, se acariciando livremente. O choque das ereções irradiava um prazer até então desconhecido para o rapaz, quem cravava as unhas na pele alheia, o corpo ansioso por algo que ele desconhecia. Não imaginava o que era, mas...
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  Inferno, era tão gostoso estar naqueles braços musculosos. A carne era tão firme, se encaixavam tão bem... Ele era tão quente e o âmago do rapaz era tão necessitado daquele calor humano transmitido pelo mordomo em cada poro, no tom de voz, no olhar, no sorriso, no toque e nas carícias cuja naturalidade surpreendiam o ruivo.
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  Os arquejos se transformaram em gemidos ao ponto dos joelhos não o sustentarem devidamente.
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  O mais velho o agarrou pela parte detrás das coxas enquanto estimulava o pescoço alvo com deliciosas lambidas capazes de lhe arrancar grunhidos. O pegou no colo o segurando pela parte detrás dos joelhos enquanto o outro se abraçava nele se sustentando para, em seguida, se acomodar na cama. Com os joelhos brancos contra o colchão e acomodado confortavelmente no colo, as palmas acariciavam a macia textura da bunda – lugar específico onde Sebastian adorava colocar as mãos – acomodado confortavelmente na cabeceira.
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  Mesmo no colchão, permaneceu na íntima posição a qual descobriria ser a favorita dos dois por longos minutos se beijando e se acariciando sem se afastarem.
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  Era tudo tão inédito. Era apresentado a uma vivência linda, capaz de lhe dar frio na barriga quando, futuramente, se recordasse. Seria impossível não sorrir com as reminiscências pois era amado. Se sentia amado.
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  Antes pensava que as uniões serviam unicamente para gerar filhos. Ali descobriu que não poderia estar mais errado. Os toques comunicavam algo para além do jogo de sedução. Quando chegasse o momento de a declaração acontecer, constataria o quanto Sebastian o amava já nesse período em que Damon Smith nem compreendia a profundidade de seus sentimentos.
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  Se ajeitou até se sentar recostando nos travesseiros. Damon se acomodou no espaço entre as longas pernas grossas com as costas apoiadas no tronco alheio, adorando os beijos recebidos no lóbulo enquanto as digitais exploravam seu corpo. A posição era ideal naquele momento porque trazia acalento, proteção e afeto durante a tranquila troca lasciva.
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  Não havia espaço para pressa. O escravo se concentrava somente no prazer de seu pequeno. Era calmo, paciente. Buscava deixá-lo seguro em seus musculosos braços, então não se importava com o passar dos minutos.
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  Existia somente eles ali, trancados em sua bolha particular.
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  De olhos fechados, sentia as mãos percorrerem seu dorso e braços desnudos. Gradativamente desciam míseros centímetros antes de retornarem. Ao, finalmente, tocar o pau, Damon arqueou as costas jogando a cabeça para trás. Não esperava pela ação, principalmente pelo membro ser envolvido pela palma e ela subir e descer em movimentos gradativos para não o assustar.
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  Respirava pesadamente durante a masturbação, a atitude do outro confrontando suas crenças e valores desenvolvidos em virtude da criação e do sistema cultural onde cresceu.
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  O rapaz se retesou novamente. Nunca foi tocado daquela maneira por um homem. Como consequência de não se interessar sexualmente e amorosamente por mulheres, apenas se relacionou com Kassandra e poucas prostitutas antes do casamento porque era o comportamento comum dentre os homens. Não era ruim, mas também não o agradava ou despertava nele a vontade de repetir. O objetivo era a gravidez nas poucas vezes em que se deitou com a esposa. Como a criança não vinha, as relações se tornavam escassas pelo desinteresse de ambas as partes.
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  Ali era completamente diferente. O prazer era maior do até então experimentado. Mordeu o lábio inferior para não emitir sons, na dúvida entre permitir as carícias ou se afastar.
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  O moreno prestava atenção em cada reação. Via a dualidade estampada na face. O membro duro há muito suplicava para ser manuseado daquela maneira pela pessoa certa – e essa pessoa jamais seria uma figura feminina.
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  Sebastian era delicado, atencioso e carinhoso. Distribuía beijos ou mordiscava o pescoço, apreciando como se arrepiava pelas ações. Algumas vezes o rapaz agarrava o pulso da mão usada para manuseá-lo sem aplicar força. Todavia, em seguida deixava a destra cair solta, quase como se pedisse para parar a masturbação graças à divergência entre o correto e o errado ditado ao longo da vida.
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  Detectando o conflito interno, roçou os lábios no lóbulo delicado.
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  - Está gostando? – murmurou com a voz rouca pelo desejo.
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  Assentiu em movimento mínimo.
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  - Então por qual motivo quer que eu pare?
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  A resposta não veio ao abrir a boca.
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  - Está tudo bem, bebê. Isso não é errado. Há muito tempo quero te dar esse prazer. Quero te ver assim comigo nos meus braços. Não imagina como fica lindo com essa carinha, desfrutando de tudo que posso te proporcionar.
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  - É que... Eu fico com medo de você ter uma visão errada sobre mim, de... De não me achar um homem de verdade ou... Ou de ser errado. – lutou contra a sensatez para revelar seus temores.
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  - Isso nunca vai acontecer, meu querido. Sou eu quem está aqui contigo. Não precisa temer a mim ou se esconder quando estivermos juntos assim. É justamente por ser homem que o desejo. Deixa-me mostrar como é possível ser quem é e sentir prazer genuíno com quem gosta de você. Aproveita. Só aproveita.
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  As palavras saíram banhadas de amorosidade. Foi o estopim para Damon relaxar e somente se concentrar nas realizações dos desejos mais profundos.
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  Quase implorava por mais. Estava febril, já sem controle sobre si. Precisava de alívio... Deveria existir um alívio.
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  - Baixinho, meu pequeno. – orientou quando o gemido particularmente alto escapuliu – Baixinho o suficiente para somente eu ouvir.
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  O próximo gemido foi de frustração pelo afastamento momentâneo do escravo.
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  O colocou deitado na cama, a cabeça sobre o travesseiro macio. Em torturante lentidão dolorosa, desceu uma trilha de fogo pela epiderme alva depois de beijá-lo longamente. Explorou as zonas erógenas, as descobrindo algumas nas investidas. Orelhas, pescoço, mamilos, interior das coxas... Demorou-se nas áreas. Nos pontos rosados dos mamilos, os cabelos crespos eram puxados em incentivo enquanto os massageava com a ponta da língua e em outras partes se agarrou aos lençóis ou aos travesseiros se remexendo no colchão.
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  Ao alcançar, finalmente, o membro, não teve nenhuma pressa. Massageava com a boca e as mãos cada parte de formas diferentes. Aproveitou a saliva e o pré-gozo para movimentar o indicador criando círculos. Ao colocar as bolas na boca, sugou cada uma delas, o que provocou estremecimento sutil nele. Finalmente pôs a glande nos lábios, iniciando os movimentos de vai e vem.
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  Damon era incapaz de raciocinar. Mordia o lábio inferior no constante lembrete de não emitir sons altos. As sensações eram intensas demais, logo o corpo respondia. Apertava os olhos, encolhia os ombros, se contorcia e se agarrava ao travesseiro por, pela primeira vez, passar pela experiência tão poderosa.
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  Como o oral foi lento, demorou permiti-lo para gozar propositalmente. Sebastian identificou a aproximação do orgasmo. A respiração tornou-se mais pesada, o abdômen contraindo involuntariamente e a face se avermelhou. Jogava a cabeça cada vez mais para trás sem sequer perceber.
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  - Por favor... Ai... Sebastian... Ain... – palavras desconexas e carregadas de ar foram soltas.
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  O ápice veio ao erguer as pálpebras, mirando quando a sua pequena destra foi segurada pelo moreno.
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  Demorou mais cinco segundos para o sabor salgado predominar na boca em jatos quentes.
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  Não lhe deu tempo para se recuperar. Rapidamente foi apanhar o frasco na mesa de cabeceira, voltando à posição original.
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  Se surpreendeu com a ousadia do mais velho. Sentiu a língua massageando o períneo, lhe enchendo de sensação desconhecida. A carne desceu cada vez mais até encontrar a entrada convidativa, onde passou longos minutos o preparando devidamente. Melou o dedo anelar com o óleo de côco do frasco, o inserindo cuidadosamente até alcançar o ponto onde o rapaz precisou tampar a boca com ambas as mãos para não gritar.
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  O massageou por talvez tempo até demais. Alternava entre lambê-lo, acariciar a próstata e prepará-lo inserindo dois ou três dedos, e também derramando mais do lubrificante caseiro.
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  Quando se deu por satisfeito – e isso demorou bastante tempo –, escalou o corpo, o beijando demoradamente até ser abraçado e senti-lo relaxar.
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  - Meu amor... – encostou a testa na dele, ambos ofegantes – Você quer continuar?
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  O ruivo beijou a ponta do nariz.
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  - Quero, sim.
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  Ao se distanciar, o observou pingar diversas gotas no membro grosso e cheio de veias. Satisfeito por estar completamente melado assim como o interior do mais novo, se ajoelhou na cama de frente ao ruivo. Gentilmente o segurou pela parte detrás dos joelhos, erguendo as pernas e as afastando para se encaixar no espaço. Se posicionou sobre ele, enxergando uma série de indagações no olhar.
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  Roçou o pau na entrada para não o surpreender. Compreendendo a intenção, engoliu em seco enrijecendo os músculos.
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  - Não, espera.
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  Apenas não se desesperou porque Sebastian transmitia inconfundível paciência e ternura no olhar.
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  - Quer que eu pare?
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  Sinceramente, não. Como nunca sequer cogitara de tal ato, o desconhecido o assustou por parecer profano.
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  - Não, mas... – o segurou no rosto totalmente incerto – Vai doer?
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  - No começo, sim.
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  - Depois passa?
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  - Passa, sim. – sorrindo, esfregou os narizes em adorável beijinho de esquimó – Posso continuar?
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  - Pode.
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  Por notá-lo tenso, tratou de relaxá-lo por meio de beijos calorosos durante vários minutos.
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  Foi quando, enfim, pediu roçando os lábios nos dele:
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  - Relaxa a boca, amor.
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  Ao vê-lo de boca entreaberta, iniciou a penetração. Por detectar sinais de dor, o estimulou nas zonas erógenas ao seu alcance. Respeitou os limites dele, prosseguindo após acenos de cabeça ao parar por alguns instantes. Parou já completamente dentro do rapaz, lhe dando tempo para se acostumar ao preenchimento do local.
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  Voltou a beijá-lo para iniciar os movimentos do quadril sem precisão. Era extremamente zeloso. Buscava se mexer sem fortes investidas para o máximo conforto de Damon.
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  Aos poucos a dor foi ficando em segundo plano porque o prazer a sobrepujou. Primeiramente arfava para, em seguida, gemer baixinho sem quebrar o contato visual.
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  Como detectou receio no semblante, falou sem deixar de penetrá-lo:
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  - Se concentra em mim, amor. E no que está sentindo agora. Se é errado, por que é tão certo estarmos assim?
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  - Me ensinaram o tempo todo...
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  Foi calado por outro beijo.
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  - Fecha os olhos, meu pequeno. Me sinta dentro de você.
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  Acatou ao pedido com o coração preenchido de algo que ainda não conseguia classificar.
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  Pela primeira vez na vida soube o quão intenso o prazer era capaz de ser. Sebastian, quem era abraçado, enterrou a cabeça no ombro alheio. Ao longo dos minutos ambos se tornaram mais febris. Cravava as unhas nas largas costas o apertando contra si. Gemia baixinho em sua orelha – e o outro não poderia apreciar mais os agudos e melodiosos sons produzidos.
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  - Você é tão apertado, bebê... Que delícia. – soltava as palavras em baforadas, o beijando trêmulo como podia.
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  - Não para, meu amor. Por favor, não para. – suplicava sem imaginar sequer onde o seu corpo terminava e onde o dele começava.
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  Eram duas almas unidas pelo amor genuíno. Não havia barreiras sociais, financeiras e nem raciais quando se conectavam. Um ansiava pelo outro. Um amava o outro. Um passou toda uma vida sem viver na plenitude porque não era permitido e clamava pela oportunidade de um belo amor recíproco. A visão do outro era para além das condutas sociais das terras tão distintas de sua origem, quem igualmente queria um igual para estar ao lado.
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  Era impossível não serem compatíveis ou não se completarem.
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  Damon via nele a possibilidade de ser quem realmente era sem fugir de sua essência. A possibilidade de se apaixonar, de amar perdidamente e ser amado. Demoraria para compreender isso. Tudo começou quando efetuou a compra, notando a coragem nele tão escassa em si. Talvez, se tivesse tal bravura, teria sido mais feliz ao invés de passar apático pela vida sem desfrutar totalmente dela. E Sebastian... Sebastian carregava essa força em si. Em consequência, se arriscava em se aproximar de Damon ao notar como eram parecidos nas preferências afetivas.
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  Sebastian descobriu nele um homem sensível, amoroso e carinhoso. Por peripécia do destino, compreendeu o quanto o amava antes mesmo de Damon cogitar nos sentimentos os quais cresceram há meses durante os encontros onde um estava no escritório e o outro passeava pelos arredores da mansão – sempre no mesmo ponto porque havia certa curiosidade no motivo por detrás de os encontros os quais apreciava tanto, mesmo sem se comunicarem na época.
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  Atingiram o ápice juntos, trêmulos, suados e abraçados.
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  Ao deslizar para fora do rapaz definitivamente, o ruivo sentiu falta do preenchimento, o corpo mole após a união.
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  O escravo limpou os vestígios de sêmen com as próprias vestes encontradas no armário após alguns minutos deitado sobre ele na tentativa para prolongar o momento. Em seguida, se levantou para sair.
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  - Não vai, não. – o impediu agarrando a mão quando Sebastian passou ao seu lado se dirigindo para a porta depois de se despedir com meigo beijo na testa onde fios ruivos estavam grudados pelo discreto suor – Dorme aqui comigo.
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  Não conseguiria negar o pedido mesmo se quisesse, principalmente pela detecção de algo para além de satisfação nas feições belas.
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  Sorrindo, se acomodou na cama, o recebendo quando se aninhou em si.
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  Antes do mais novo adormecer, falou acariciando os cabelos ruivos:
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  - Eu te amo.
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