CAPÍTULO 12 • Entre o Impulso e o Lugar
POV Charles Leclerc
O barulho do paddock voltou antes de mim, ferramentas batendo, vozes cruzando em idiomas diferentes. Passos apressados indo de um lado pro outro como se tudo estivesse acontecendo no ritmo certo. E talvez estivesse, menos aqui. Eu encostei de leve na lateral do motorhome, os braços cruzados, olhando sem realmente ver o movimento à minha frente.
A frase ainda estava ali, clara demais, precisa demais.
“Eu passo tempo demais longe do meu filho pra começar a negociar isso.” Não tinha sido um não duro,ou rejeição. Não tinha sido nada que eu pudesse apontar e dizer:
foi aqui que deu errado. Porque não deu, ela estava certa, eu sabia disso. Sabia enquanto ela falava, enquanto assentia, sabia agora e, ainda assim… alguma coisa não encaixava.
Passei a mão pela nuca, soltando o ar devagar, não era frustração, ciúme e definitivamente não era ego.
Era outra coisa, mais silenciosa e difícil de nomear. Eu não estava acostumado, não com aquilo. Não com… dividir espaço com uma parte da vida de alguém que não era negociável. Com patrocinadores, com equipe, com calendário — tudo sempre teve margem. Tudo sempre teve ajuste. Mas ali? Ali não tinha ajuste, mas tinha lugar e eu ainda não sabia qual era o meu.
Eu empurrei o corpo da parede, andando alguns passos sem destino real, só pra tirar aquela sensação de estagnação. As pessoas passavam por mim sem parar, ninguém percebeu. E era exatamente assim que eu me sentia naquele momento.
Voltei a pensar na forma como ela disse, calma, firme e sem pedir desculpa. Como se não fosse algo que precisava ser justificado. E não precisava.
Passei a mão pelo rosto, soltando um riso curto, sem humor.
— Claro que não precisava.
Murmurei mais pra mim do que pra qualquer outra coisa. Porque, no fim, o problema não era o que ela tinha dito, era o que eu não sabia fazer com aquilo. Fiquei em silêncio por mais alguns segundos, observando o movimento do box sem realmente prestar atenção em nada.
E, pela primeira vez em muito tempo… eu não estava tentando ganhar, não estava tentando resolver. Não estava tentando controlar. Eu estava só… tentando entender. E isso, por si só, já era diferente o suficiente pra me deixar fora de eixo.
🏁🛠️
Eu terminei de acompanhar a última rodada de ajustes sem realmente precisar estar ali. Os dados já tinham sido revisados, as mudanças, definidas. A equipe seguia trabalhando no carro com aquela precisão automática de quem já sabia exatamente o que fazer.
E, ainda assim… eu fiquei mais alguns minutos observando. Não o carro, mas espaço.
Como se estivesse esperando alguém que já não estava mais ali. %Isla% tinha ido embora, sem aviso grande ou despedida demorada. Só… saiu. Como sempre fazia quando encerrava o que precisava, direta. Sem deixar nada pendente. Passei a mão pela nuca, soltando o ar devagar antes de finalmente me afastar da bancada.
Já não tinha motivo pra ficar.
Eu atravessei a garagem com passos mais lentos do que o normal, desviando de mecânicos, cabos e carrinhos de equipamento, até sair pra área lateral do paddock. O barulho mudou, menos metal. Mais vozes, mais espaço. Foi ali que eu vi.
— Ei — Lewis chamou, vindo na minha direção. Eu levantei o olhar.
— Ei. — A gente se cumprimentou rápido, um toque de mão simples e automático.
— Como tá aí do outro lado? — ele perguntou, já virando o corpo na direção da garagem.
— Melhorando — respondi. Ele assentiu, como se já esperasse isso.
— A gente mexeu no acerto ontem e piorou a estabilidade na Variante Alta — comentou, olhando o monitor mais próximo com uma calma que eu invejava. — Melhorou um pouco na reta, mas sacrificou a entrada.
— Compensação clássica — respondi, encostando na lateral da bancada. — Você ganha de um lado e perde do outro.
— Pois é — ele soltou, cruzando os braços. — A gente tá tentando equilibrar sem matar o resto do setor. — Eu inclinei a cabeça, analisando a volta na tela.
— Se você soltar um pouco o diferencial na entrada, talvez consiga segurar melhor na zebra sem perder a traseira. — Ele assentiu devagar.
— Vou testar isso no próximo stint.
Silêncio. Eu mudei o peso do corpo de um pé pro outro, ainda olhando os dados.
— E você? — ele perguntou. — Como tá aí do outro lado da garagem?
— Melhorou — respondi. — A gente achou um ajuste melhor na saída do segundo setor, mas ainda não tá consistente.
— Nunca tá — ele murmurou, com um meio sorriso.
— Mas tem uma engenheira lá que tá segurando bem as pontas — acrescentei, sem pensar muito.
— Ah, é? — Ele virou o rosto na minha direção.
— A mesma que você vivia reclamando no começo do ano?
O nome não foi dito, mas não precisava. Eu soltei um riso curto.
— Eu tava errado — admiti, simples. Lewis arqueou a sobrancelha.
— Isso eu queria ter gravado.
— Aproveita o momento — respondi, sem humor. Ele me observou por um segundo a mais.
Dessa vez, diferente. Eu mantive o olhar na tela, mas já não estava vendo os dados.
— Hm — Lewis soltou, baixo. Eu sabia o que vinha.
— Fala. — Ele deu de ombros.
— Você não fala “muito” assim de qualquer um.
Eu soltei o ar pelo nariz, olhei pra frente e depois pra ele.
— Tô saindo com alguém. — Ele não reagiu na hora, só assentiu levemente.
— “Saindo” como? — Eu dei de ombros.
— Tentando. — O canto da boca dele subiu.
Silêncio curto. Eu passei a mão pela nuca.
— Ela tem um filho. — Lewis assentiu.
— E eu chamei ela pra sair ontem.
— E você tá bravo com isso? — Ele inclinou levemente a cabeça, me analisando.
— Não — respondi na hora. — Eu entendo. — E entendia mesmo.
— Então qual é o problema? — Eu demorei meio segundo.
— Eu não sei onde eu entro. — A frase ficou no ar, pesada, mas limpa. Lewis não respondeu de imediato.
— Você não entra no espaço dela — disse por fim. Eu franzi a testa.
— Então? — Ele deu de ombros.
— Você aprende a caber nele. — Silêncio. — Inclui a criança — ele completou. — Não como estratégia. — Olhou direto pra mim. — Mas como realidade.
Eu desviei o olhar por um segundo.
— Aprende — ele respondeu, simples. — Não é muito diferente do que a gente faz aqui. — Eu soltei um riso baixo.
— Não é — ele concordou. — Mas também não é impossível. — Mais um silêncio. — Leva os dois pra algum lugar — continuou. — Nada grande. — Fez um gesto vago. — Sorvete. Parque. Qualquer coisa fora disso aqui.
Eu assenti devagar, porque fazia sentido, mais do que eu queria admitir.
— Você não precisa competir com o filho dela — ele acrescentou. — Precisa existir junto.
Eu olhei de volta pra pista, pro movimento, pro caos organizado que sempre fez sentido pra mim e alguma coisa começou a fazer sentido fora dali também. Eu passei a mão pelo rosto, soltando o ar devagar.
— Tá. — Lewis deu um meio sorriso.
E, pela primeira vez desde que ela tinha dito “não”… eu senti que talvez aquilo não fosse um obstáculo. Só… um caminho diferente.
🏁🛠️
O movimento da garagem já tinha diminuído quando eu saí. Não parado, mas mais lento. Como se o dia estivesse começando a desacelerar sem realmente terminar. Eu caminhei sem direção definida por alguns metros, passando pelas áreas técnicas, desviando de equipamentos, cumprimentando alguém aqui e ali sem realmente prestar atenção.
A conversa com Lewis ainda estava na minha cabeça.
Você aprende a caber nele. Simples, direto e, pela primeira vez… possível.
Eu parei perto de uma das estruturas laterais, puxando o celular do bolso quase por reflexo. A conversa com ela ainda estava no topo. Última mensagem, sem resposta, sem pressão ou cobrança.
Meu polegar pairou sobre a tela, eu podia mandar alguma coisa. Qualquer coisa, algo leve, fácil, mas não era isso. Eu travei o movimento antes mesmo de começar. Soltei o ar devagar, bloqueei o celular e guardei de volta no bolso.
Se eu quisesse fazer parte… eu precisava parar de tentar encaixar isso do meu jeito. Passei a mão pela nuca, olhando ao redor como se estivesse procurando alguma coisa.
Avancei alguns passos mais rápidos, atravessando a área de engenharia até avistar um dos membros da equipe mais ao fundo, organizando equipamentos perto de uma bancada.
— Ei — chamei. Ele levantou o olhar. — Você tem um minuto?
— Tenho — respondeu, já se virando na minha direção.
Eu parei na frente dele, apoiando uma das mãos na bancada, como se fosse só mais uma conversa qualquer de paddock. E, por fora… parecia.
— Preciso de uma coisa rápida — falei. Ele assentiu esperando. Eu hesitei um segundo, quase nada. — Você sabe me dizer… — comecei, mantendo o tom neutro demais—
A frase não terminou ali, mas também não precisava, porque eu não estava tentando entender onde eu entrava, eu estava escolhendo ir até onde ela já existia.
🏁🛠️
O endereço parecia simples demais, casa comum, rua tranquila, nada que denunciasse a vida que existia ali dentro. Eu fiquei alguns segundos com o carro parado do outro lado da rua, o motor ainda ligado, as mãos apoiadas no volante enquanto observava, como se aquele silêncio escondesse mais do que mostrava.
Eu soltei o ar devagar, recostando a cabeça no banco por um segundo. Aquilo não era meu território, e talvez fosse exatamente por isso que eu estava ali. Passei a mão pelo rosto, ajeitei o boné mais baixo, coloquei os óculos escuros e desliguei o carro.
Sai e fechei a porta com cuidado, como se o barulho pudesse denunciar alguma coisa que ainda nem tinha acontecido. Atravessei a rua, cada passo mais consciente do que queria, como se eu estivesse atravessando mais do que uma calçada.
Quando parei em frente ao portão, hesitei, uma fração de segundo, talvez duas, mas não era dúvida. Era… noção do que aquilo significava e do que eu estava prestes a atravessar.
Eu levantei a mão pra tocar a campainha, mas parei. A porta da casa se abriu antes, um homem saiu, passo firme, expressão neutra. Ele fechou a porta atrás de si e só então me viu.
— Ei… — Ele me olhava com atenção demais pra ser casual. — Você é o Charles Leclerc?
Eu não respondi na hora por instinto.
— Não — falei, automático. Ele soltou um riso curto.
Silêncio, eu sustentei o olhar, ele também.
— Relaxa — completou, dando meio passo mais perto. — Eu não vou pedir foto. — O canto da boca dele subiu. — Mas sou fã.
— Já te vi correr ao vivo — continuou, tranquilo, como se estivesse só puxando assunto. — Mônaco. Ano passado.
— Pra você, principalmente.
— Gosto de correr na minha casa. — Soltei um sorriso pequeno e automático.
— Você tá perdido? — ele perguntou então, mais direto.
— Então… — A pausa veio, menor dessa vez, mas mais curiosa. — Tá fazendo o quê aqui?
Eu olhei de relance pra casa atrás dele, depois de volta.
— Essa é a casa dos pais da %Isla%? — O olhar dele mudou, mas não totalmente, o suficiente.
— É — respondeu, mais curto.
A forma como eu disse… não era neutra, era ansiosa, e acho que ele percebeu. Claro que percebeu. O sorriso dele não sumiu de imediato, mas ficou… errado.
— Veio falar com a %Isla%… — repetiu, devagar.
Ele passou a língua pelo canto da boca, olhando de mim pra casa, depois de volta.
— Interessante — murmurou. A leveza já não estava mais ali. — Você trabalha com ela — continuou.
— E você veio até aqui… — Ele olhou em volta, pra rua, pra casa e de volta pra mim. — Na casa dos pais dela.
Nada na frase era uma pergunta, mas tudo nela cobrava resposta, porém eu não recuei.
Agora não tinha mais dúvida nenhuma, ele soltou um riso curto, sem humor.
— Claro que veio. — E então veio a virada, sutil, mas definitiva. — E o que exatamente você quer com a %Isla%?
A forma como ele disse o nome dela… não era neutra, era pessoal demais, familiar demais. Eu estreitei levemente o olhar.
— Isso não é da sua conta.
Erro pequeno, mas suficiente. O maxilar dele travou.
— Não é da minha conta? — repetiu, agora sem nenhum vestígio de leveza. Ele deu um passo à frente, pouco, mas o bastante. — Você tá na porta da casa do
meu filho.
A frase veio firme, sem espaço ou volta. E foi ali que encaixou de verdade, mas não pelo que ele disse e sim pelo jeito, peso e olhar. Eu finalmente entendi com quem eu estava falando.
— Você é o pai dele. — Não era pergunta, era constatação.
— Sou… então talvez você queira me explicar — ele continuou, mais baixo — por que você, Charles Leclerc, tá na porta da casa do meu filho.
Eu sustentei o olhar, mas antes que qualquer outra coisa pudesse acontecer—
A voz veio de dentro da casa e quebrou tudo. Eu desviei o olhar primeiro, ela apareceu na porta, cabelo solto, roupa simples, linda como sempre. Sua expressão que começou em surpresa… travou no meio do caminho.
— O que você tá fazendo aqui?
Eu não respondi na hora e foi exatamente nesse segundo de suspensão que outro som entrou na cena.
Um carro parando na frente da casa, eu desviei o olhar por instinto. O homem ao meu lado também.
A porta do carro abriu com mais força do que o necessário, e um outro homem desceu — macacão manchado de graxa, mãos ainda sujas, o tipo de presença que carregava trabalho no corpo inteiro. Ele bateu a porta com o quadril, distraído, falando alguma coisa sozinho… Até levantar o olhar e travar.
— Mas que maldição — ele começou, interrompendo a própria frase no meio. — Você não é o…
Ele deu mais um passo à frente, estreitando os olhos como se aquilo fosse algum tipo de ilusão.
Não adiantava o boné, nem os óculos, nem a tentativa, Eu soltei o ar pelo nariz, já aceitando.
— Sou. — Ele soltou uma risada curta, completamente sem acreditar.
— Ah, não. Não, não… — passou a mão pelo cabelo. — Eu devo estar ficando maluco.
—
Papá — a voz da %Isla% veio, tensa. — Calma.
A porta da casa se abriu de novo.
— O que foi? — uma mulher apareceu primeiro, limpando as mãos em um pano de prato, expressão curiosa que virou surpresa no mesmo instante. — Ramón, você tá gritando por quê—
Ela parou, olhou e piscou.
Atrás dela, outro homem surgiu no batente, encostando o ombro na parede, mas o sorriso que apareceu no rosto dele foi imediato.
— Eu sabia — murmurou, baixo demais pra ser inocente.
A voz pequena veio antes do corpo. %Liam% apareceu correndo pelo corredor, parando no meio do caminho quando me viu. O reconhecimento foi instantâneo e completamente livre de qualquer peso que existia no resto da cena.
E, antes que qualquer adulto pudesse reagir, ele já estava correndo na minha direção. Eu não tive tempo de pensar, só de me abaixar automaticamente. Ele se jogou em mim como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.
— Você veio na minha casa! — disse, animado demais, segurando meu rosto com as duas mãos pequenas. — Que legal! Eu conheço a sua, agora você vai conhecer a minha!
Eu soltei um riso baixo, inevitável.
— Então acho que eu tava em desvantagem.
— Tava — ele respondeu na hora, sério. — Mas eu posso te mostrar tudo agora.
A voz veio de trás, mais alta, mais cortante. O clima mudou na hora.
— Esse cara levou meu filho pra conhecer a casa dele? — O pai de %Liam% continuou, agora já avançando alguns passos. — Como assim, %Isla%? Você me deve explicações.
O corpo do %Liam% ainda estava encostado em mim, mas ele virou o rosto, confuso.
%Isla% já estava tensa antes mesmo de responder, mas agora… estava furiosa.
— Eu não te devo absolutamente nada — ela retrucou, sem levantar a voz, mas cada palavra saiu afiada. — Muito menos na frente do meu filho.
— Você levou ele pra casa desse cara sem me avisar—
— Esse cara tem nome — ela cortou, fria. — E você não tem direito de falar comigo assim.
— Eu sou o pai dele — Caio rebateu, agora mais baixo, mais perigoso.
— Então começa a agir como um — %Isla% respondeu na mesma altura, sem recuar um centímetro.
O ar ficou pesado, denso e, no meio disso tudo—
A mão pequena puxou a minha com força. Eu olhei pra baixo e era %Liam%, completamente alheio à guerra silenciosa acontecendo acima da cabeça dele.
— Vem ver meu quarto — disse, já me puxando na direção da casa. — Eu tenho um monte de coisa.
Eu hesitei um segundo.Talvez dois. Olhei pra %Isla%, ela sustentou meu olhar por um instante e assentiu, pequeno, mas suficiente. Eu deixei e o segui. O peso da tensão ficando pra trás, ainda presente, mas agora distante o bastante pra não alcançar o corredor.
O quarto dele era exatamente o que eu imaginava, pequeno, bagunçado e, vivo. Carrinhos espalhados pelo chão, desenhos colados na parede, uma mistura de cores e coisas que só faziam sentido pra ele.
— Esse aqui é o mais rápido — ele disse, pegando um carrinho e me entregando. — Mas esse aqui ganha sempre.
— Não é — ele respondeu, sério. — É estratégia.
Eu ri. Sentei no chão sem nem pensar, apoiando os braços nos joelhos enquanto ele começava a montar uma corrida improvisada no tapete.
— Você tem que fazer assim — explicou, completamente concentrado, alinhando os carrinhos. — Senão você perde na curva.
— Então minhas chances melhoraram.
— Não muito. — Eu soltei uma risada de verdade dessa vez.
— Agora vai — ele mandou, empurrando o carrinho na minha direção. Eu obedeci.
— Não — ele corrigiu na hora, puxando minha mão pra ajustar o movimento. — Mais devagar aqui.
— Isso eu já fiz algumas vezes.
Ele riu alto, livre. E, por alguns minutos…foi só isso. Corrida improvisada, regras que mudavam no meio e um tipo de concentração completamente diferente de qualquer outra que eu já tinha conhecido.
A voz veio da porta, baixa, controlada, mas firme. Eu levantei o olhar. Era %Isla%, encostada no batente, o rosto mais neutro do que deveria.
— A gente
precisa conversar.
Ah… aquela conversa seria tudo. Mas simples? Nem de longe.
Notas da Autora 💛
Oii, meus amores!
Finalmente estamos de volta! 🥹
Confesso que escrever o Charles completamente rendido pela %Isla% tem sido uma das partes mais divertidas da história. 😂❤️ E, ao mesmo tempo, eu amo que a %Isla% continue firme nas prioridades dela. Ela gosta dele, mas não abre mão de quem ela é e nem do lugar que o %Liam% ocupa na vida dela.
Espero que vocês tenham gostado desse começo de nova fase tanto quanto eu gostei de escrever. Como sempre, vou amar saber o que vocês acharam!
Obrigada por estarem aqui e até o próximo capítulo! 💛
Com carinho,
Nyx ✨