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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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My life with you

Escrita porLi Santos
Editada por Lelen

Capítulo 4

Tempo estimado de leitura: 15 minutos

  POV FELIPE

  %Li% dormiu após a segunda cena do episódio. Como pode dormir tão rápido assim? Também não a culpo, deve estar dopada de remédios para dor. Ela reclamou bastante que seu tornozelo estava doendo, latejando. Tadinha. Cochilei por minutos e logo fui acordado pela %Li% que estava se debatendo. Nossa, que mal dormir (olha só quem fala, né?)! Me ajeitei na cama, sentando na mesma, e chamei por ela, mas nada dela acordar. Pelo reflexo da luz que entrava no quarto, a luz de algum refletor certamente, pude ver que ela estava suando. Encostei minha mão em sua testa e realmente ela está suando e está com febre também. Mas, de onde surgiu essa febre? O médico disse que isso seria possível, mas, pouco provável. Parece que as coisas pouco prováveis acontecem com ela. E comigo também, né?
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  Peguei algumas toalhas e uma bacia de água fria para jogar na cara dela. Mentira, eu não joguei a água fria nela, apenas peguei as toalhas, as molhei e coloquei em sua testa. Certa hora da madrugada, lá pelas 4h30, ela acordou ainda um pouco febril.
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  - Felipe? Ainda está aqui... achei que estava sonhando de novo – De novo? Então, a senhorita anda sonhando comigo? Hm... – O que houve? – Perguntou ao me ver sentado ao lado dela com uma toalha nas mãos.
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  - Você está com febre. – Falei e conferi para ver se a febre havia passado. – Estava com febre, parece que finalmente abaixou a temperatura do seu corpo. – Me corrigi e ela deu um sorrisinho.
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  - Que horas são? – Disse e se sentou na cama encostando-se na parede atrás de si.
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  - 4h32 da madrugada. – Respondi olhando para ela, que suspirou. – Dorme mais, eu vou preparar um lanche, você quer? – Ela me olhou com uma cara de fome.
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  - Claro! – Respondeu animada. Está aí uma coisa sobre ela que eu sei bem: %Li% nunca recusa comida. Ela foi se levantando e eu a encarei com a sobrancelha arqueada.
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  - Vai aonde? Deixa que eu faço a comida. – Falei taxativo. – Nem pense em me seguir saltitando pela casa. – Ela revirou os olhos e voltou a encostar-se na parede.
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  - Chato. – Resmungou baixinho, mas suficientemente alto para eu ouvir. Balancei a cabeça e saí do quarto rindo.
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  Já na cozinha, preparei um lanche bem gostoso para nós. Voltei para o quarto e comemos. %Li% comeu como se não comesse nada há dias. Nisso ela se parece bastante comigo: comilona. Aliás, temos muito em comum, mais do que imaginei que um dia fosse compatível assim com uma pessoa. Não sei bem se isso existe, mas parece que nossas almas já se conheciam de outras vidas. Ela sabe o que eu gosto e como eu gosto das coisas. Ela é perfeita. Mas, não entendam isso como uma declaração ou algo do tipo. É apenas uma constatação do quão perfeita a %Li% é para mim. Estou muito feliz ao lado da Bruna e creio que ela seja a mulher da minha vida. Bom, se é que isso existe de fato.
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  Já amanheceu e já recebi inúmeras ligações da Bruna, não atendi nenhuma delas. Deixei que caíssem na caixa postal. Dormi a manhã quase toda, dormiria mais se não fosse pela interrupção do Bruno batendo na porta do quarto.
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  - %Li%!? %Li% está acordada? – Gritou Bruno do outro lado da porta que estava trancada justamente para que ninguém entrasse aqui de surpresa. – %Li%!! Acorda, mulher! – Ele ria do outro lado e eu queria mata-lo por ter me acordado. Me virei resmungando e cobri o rosto com o edredom.
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  - Já vai, Bruno! Calma! – %Li% gritou levantando-se da cama. Antes, ela bateu nas minhas costas e sussurrou. – Vai mesmo ficar aí, Felipe? – Ela disse num tom preocupado.
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  - Hm... mais tarde eu levanto, %Li%, tá cedo ainda. – Resmunguei. Eram 9h da manhã. De madrugada para mim.
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  - A gravação é de manhã hoje, esqueceu? – Ah, %Li%, você tinha que me lembrar disso.
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  - %LI%! – Bruno gritou novamente e deu um murro na porta.
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  - Já chega! Vou matar esse idiota! – Levantei de supetão e fui andando até a porta, peguei o taco que a %Li% usou para me acertar ontem.
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  - Espera, Felipe, não! – %Li% tentou me impedir, mas eu corri mais rápido. Tenho a vantagem de não estar com a perna imobilizada.
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  - Felipe?! – Espantou-se Bruno ao me ver de calção, sem camisa e, o mais importante, no quarto da %Li%. – O que tu está fazendo aqui? A Bruna está louca atrás de você cara! – Arregalou os olhos.
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  - Entra logo! – Ordenei e ele entrou fechando a porta atrás de si. Larguei o taco no chão, com raiva, e voltei para cama.
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  - Felipe, não pode dormir de novo. A gravação! – %Li% falou novamente.
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  - Eu sei, %Li%! Eu sei! – Resmunguei novamente. – Vou pegar o celular para ligar pra Bruna. – Falei, sentando-me na cama, passei as mãos nos cabelos e peguei o celular para mandar mensagem para Bruna. Tinha umas quinze mensagens dela, fora as ligações. – Pronto, vou tomar um banho. – Falei e fui até o banheiro tomar banho.
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  - Aqui? – %Li% perguntou.
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  - Onde mais eu tomaria? Na piscina? – Falei, sem paciência. Bruno e %Li% me encaravam desacreditados na minha naturalidade diante da situação.
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  - Felipe! – Bruno disse de supetão.
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  - O que é, Bruno? – Falei sem paciência ainda e me virei para olhar para ele.
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  - Você passou a noite com a %Li%? – Encarei ele como se tivesse encarando um inimigo de Estado. Que pergunta é essa, Correa?
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  - Bruno! Não é isso que está pensando... – ela tentou se explicar, mas eu interrompi e respondi.
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  - Passei sim, tive um sonho com ela, vim ver como ela estava e acabei dormindo aqui. Ela passou a noite com febre, mas agora está melhor. – Falei rapidamente ainda encarando Bruno – Quer saber mais alguma coisa, Correa? – Perguntei com o cenho franzido. As perguntas do Bruno quase sempre me deixam irritado. Ele balançou a cabeça dizendo que não e então eu me virei para %Li% que estava com os olhos esbugalhados – %Li%, não precisa se explicar para o Bruno. Esquece ele. Não fizemos nada de errado. – Tentei tranquilizar ela, mas parece que não deu certo.
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  Deixei os dois lá no quarto e entrei no banheiro. Tom estava lá dentro fazendo suas necessidades de gato. Tomei banho e vesti a mesma roupa. Pedi para o Bruno pegar uma roupa que sempre deixo aqui para eu usar. Me troquei e fomos para o estúdio. Falei para o Bruno pedir algo para gente comer, %Li% foi tomar banho e se arrumar. Logo, ela estava no estúdio conosco. Começamos as gravações. Solicitei que a %Li% cancelasse os compromissos da tarde, pois as gravações atrasadas irão ocupar todo o meu dia.
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  Eu inventei uma desculpa para Bruna, disse que saí cedo para gravar. Não deixa de ser verdade, né? Ela nem ligou e disse para eu me cuidar, pois não havia dormido bem. Pelo contrário Bru, eu dormi bem demais até. Enfim...
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  Foi um dia intenso de gravações, praticamente não saímos do estúdio. Fora as gravações previstas para o dia, tivemos que gravar os vídeos que gravaríamos ontem. Então, passamos horas no estúdio, minha equipe e eu. Durante esse tempo pedimos comida pelo app e comemos alguma besteira durante as pausas de 15 minutos que a %Li% deixou a gente ter, ela que coordenava as gravações, incluindo os intervalos entre um take e outro. Além de também auxiliar nos roteiros, só auxilia mesmo, pois o tempo que ela tem é quase todo dedicado a mim. E eu agradeço imensamente a ela por isso. Não sei o que seria de mim sem a %Li%, literalmente: ela cuida da minha vida.
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  Meses mais tarde...

  O fim do ano está chegando e estamos planejando uma grande festa aqui na minha casa. Luccas, meu irmão, está ajudando a planejar a festa. Já contratamos buffet e um DJ para animar a festa. Ah, o pessoal da decoração também já está contratado. Vamos fazer um amigo secreto no Natal junto com um jantar e no Ano Novo uma grande festa.
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  Ainda bem que %Li% não precisou de cirurgia no tornozelo, fez algumas sessões de fisioterapia e está bem melhor. Agora ela já consegue correr pela casa atrás do Tom, que às vezes escapa do quarto dela. Resolvemos que ela vai morar aqui, na casa onde gravamos, fica mais fácil para todos e ela topou depois de eu insistir muito. À princípio, ela queria pagar aluguel ou que eu descontasse algo do salário dela. Jamais faria isso, não há o menor cabimento!
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  %Li% e eu estamos mais próximos. Não falamos mais sobre os sentimentos dela sobre a minha pessoa. Ela fica desconfortável toda vez que toco no assunto, então prometi que não falaria mais a respeito. Bruno está insistindo, achando que eu e ela nos beijamos ou que já transamos. Bruno é uma ameba às vezes. E mesmo se já tivesse acontecido, eu jamais falaria para ele, pelo simples fato dele ser amigo da Bruna.
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  - Felipe?! – %Li% bateu na porta do meu escritório. Eu tranquei, pois, o Bruno toda hora vinha aqui para me dizer futilidades. Estava de saco cheio, então estabeleci a regra de: só entra no meu escritório a Samanta, a %Li% ou a Bruna. – Posso entrar? – Ela perguntou, olhando pelo vidro. Eu acenei que sim com a cabeça e ela entrou com um caderno, eu acho, e seu tablet nas mãos.
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  - Quer falar comigo? – Perguntei sem tirar os olhos do PC. Eu estava irritado e preocupado com um e-mail que meus advogados mandaram hoje cedo.
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  - Sim, Felipe. Eu tenho algumas propostas de trabalho comercial que chegaram ontem para você. Olha só, eu estava conversando com a Samanta e ela achou a ideia maravilhosa. Vai ser ótimo para você e para o canal, então preparamos este material aqui para que você dê uma olhada e nos diga se aprova ou não. À princípio o contratante quer que... – %Li% falava e falava e eu não estava prestando muita atenção. Ainda mantinha meus olhos fixados na tela do PC. Ela notou minha dispersão e bateu nas minhas costas com o tablet. Com o T-A-B-L-E-T! – Felipe! Poxa! Estou aqui falando e você nem prestou atenção. – Ela disse irritada. Levar um tablet nas costas me fez virar para dar atenção a ela.
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  - Desculpa, %Li%, estou preocupado com uma coisa. – Ultimamente venho me confessando, se é que podemos colocar assim, mais para a %Li% sobre minha vida pessoal. Sobre minhas preocupações internas. Coisa que eu não faço e nunca fiz com a Bruna, até por que ela não parece se importar muito com esses assuntos que me incomodam, assuntos de trabalho, como ela mesma diz. Já a %Li% é uma excelente ouvinte e me dá bons conselhos quase sempre.
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  - O que houve? – Questionou ela, colocando o tablet na mesa e se aproximando de mim. – Algo grave?
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  - Um processo. Mais um, na verdade. – Outro processo judicial de pais dizendo que estou influenciando crianças a comprar coisas. Não sei lidar muito bem com isso então deixo nas mãos da minha equipe de advogados. – Está tudo nas mãos do Tiago – o advogado chefe – e de sua equipe, mas não deixa de me preocupar. – Cocei os olhos e joguei a cabeça para trás.
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  - Calma, Felipe, vai dar tudo certo. – Ela levantou e me virou com a cadeira me deixando de costas para ela. – Você está tenso, precisa relaxar. – Ela começou a fazer massagem no meu ombro. Isso começou a me relaxar.
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  - Ah %Li%, que maravilha... – comecei a gemer por que a massagem dela me gerava dores, mas dores gostosas, sabe? Pois é, eu comecei a me empolgar nos gemidos. – Ah %Li%, isso... continua, isso, %Li%! Ai que delícia, caraca! – Qualquer desavisado acharia que estava rolando alguma putaria ali. Mas não estava, juro.
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  - Estou atrapalhando algo? – A voz do Bruno ecoou como um soco no meu saco. Estraga prazeres.
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  - O que quer, Bruno? Eu não disse para você não entrar aqui sem bater?! Caraca, que teimoso velho! – Falei reclamando da atitude dele. Ouvi seus passos se aproximando de nós.
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  - Estou fazendo massagem no Felipe. Ele está bem tenso. Outro processo, sabe. – Explicou %Li% ainda fazendo massagem nas minhas costas, às vezes ela pressionava os dedinhos em minha nuca (foi a melhor parte, sem dúvidas). Naquela altura eu já estava envergado, quase deitado no meu próprio colo.
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  - Não explica, %Li%, deixa ele entender o que quiser. – Falei meio embolado, pois minha boca estava prensada no meu joelho. – Ah que maravilha, %Li%... – Ainda gemia do prazer que estava sentindo com a massagem dela.
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  - Trouxe um café para você, Felipe. Iara quem mandou. – Falou Bruno e eu acenei para ele colocar o café em cima da mesa. Fiz sinal de positivo com o polegar e então Bruno saiu do escritório.
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  - Fecha a porta! – Gritei e o mesmo riu e fechou a porta, deixando %Li% e eu à sós novamente. – Ah %Li%, que mãozinhas mágicas as suas. Adorei! – Ela riu e falou.
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  - Se soubesse disso teria pedido para eu fazer massagem em você antes, né? – Falou brincando.
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  - Com certeza, meu bem. – Tomei a liberdade de chama-la assim, mais intimamente. Ela pareceu não se incomodar, mas parou de fazer massagem, de repente e se afastou um pouco da minha cadeira e ficou me olhando. – O que foi, %Li%? – Perguntei, já de pé, olhando para ela. – Desculpa ter te chamado de ‘meu bem’. Te incomodou, né? – Fui logo me desculpando por qualquer coisa que eu tenha dito.
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  - Não foi isso, Felipe, eu gostei. – Ela respondeu e encarou o chão. Sua respiração estava ofegante. Me aproximei e segurei se rosto.
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  - O que houve, meu bem? – Falei mais uma vez e segurei seu rosto perto do meu. Ela fechou os olhos e abriu um pouco a boca, respirando por ela. – Eu quero te beijar, %Li%. – falei, também de olhos fechados e ofegante. – Mas não sei se você também quer. Só farei isso se você também quiser. – Ela não respondeu nada. Apenas se aproximou mais e encostou seus lábios nos meus. Suave. Um beijo suave que depois deu passagem para minha língua e depois a dela, transformando-o num beijo quente, apaixonado, intenso.
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  - Desculpa! Desculpa, Felipe. A Bruna, eu... eu já vou. – %Li% falou, pegou suas coisas e foi saindo do escritório deixando apenas os papéis que ela havia preparado junto com a Samanta.
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  Não falei com ela durante o resto do dia. Eu não tive mais compromissos com a equipe, então não falei com ela. E ela também não me respondeu no WhatsApp e nem a ligação que fiz para tentar conversar. Passei o restante do dia pensando no beijo e na Bruna. Meu Deus, eu nunca havia beijado outra pessoa estando com ela. Estou arrependido. Mas por outro lado tem a %Li% e sua perfeição comigo. Somos almas afins. Estou me apaixonando por ela, isso eu não posso negar.
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  FIM POV FELIPE

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Lelen
  - %Li%!? %Li% está acordada? – Gritou Bruno do outro lado da porta que estava trancada justamente para que ninguém…" Leia mais »

KOROI, BRUNO, CALMA PRA QUÊ, NÉ? SOAIBFAOINDO

Lelen
  - Você passou a noite com a %Li%? – Encarei ele como se tivesse encarando um inimigo de Estado. Que…" Leia mais »

Cuidado com o que/como você fala, Bruno kkkk

Lelen
  - Um processo. Mais um, na verdade. – Outro processo judicial de pais dizendo que estou influenciando crianças a comprar…" Leia mais »

Mais um dia comum na vida de Felipe Neto kkkkkk

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