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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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As Esposas de Ló e Jó (Livro 1)

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capítulo 2 • A Família de Ló: Entre Moedas e Especiarias

  Antes que você mergulhe na vida das esposas de Ló e Jó, devemos ir para a parte mais crucial da história. O momento que a história dessas duas mulheres se tornaram importante. É necessário que entendam porque Deus escolheu levantar essas duas mulheres para serem esposas de homens tão importantes. A esposa de Ló representa como o conforto é importante é a mulher de Jó discutiremos mais à frente. Então comecemos. Essa é a cidade, a tribo e parentela de Ló. Era Ló filho de Hara e Tohwait. E os irmãos de Ló eram Milcah e Isca. Isca também é chamada de Luz ou Nahrim. E esta é a família de Ló. Eles viviam na terra de Ur dos Caldeus, onde os deuses eram adorados. Cada homem tinha seu próprio Deus. Sendo que Terá avô de Ló fez doze deuses para eleger para si e sua família. Aqui se inicia a história de Ló e sua família. 
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  Naor se encontrava na casa de Milcah. Era a noite de núpcias do casal. Após a morte de Hara, queimado no fogo após a construção de Babel, quando a humanidade se dividiu, Naor tomou sua própria sobrinha Milcah como esposa. Agora estavam tendo uma noite juntos, pois era seu primeiro dia de casados. Naor se deitava por cima de Milcah. Os artesanatos ao redor, os deuses de Ur observando, já que Naor ajudava o pai a fabricar deuses, testemunharam a relação deles. O que era uma união. Naor tocava levemente os cabelos de Milcah os acariciando. Suas mãos frias e grandes, tocava as mechas dela. Ele a puxou para um beijo cheio de desejo. O beijo era longo e intenso. Naor se posicionou sobre Milcah e começou a desabotoar seus próprios tecidos e depois os dela.
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  — Quero que hoje agora como minha esposa, você sinta prazer. Sinta-se feliz, amada e desejada. Que essa noite seja o início de uma união abençoada por deuses e frutífera — diz Naor enquanto começa a beijar os lábios e depois o pescoço de Milcah deixando leves mordidas, chegando no corpo dela. O clima continuava agora com Naor, começando a penetrar nela com força. — Esse é o início do nosso legado que teu pai deixou.
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  — Que tenhamos muitos filhos — disse Milcah 
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  O templo tinha muitas pessoas. A cidade de Ur dos Caldeus estava lotada. O templo de oração a Inana estava adornado de tapetes antigos, joias preciosas entre outras tantas coisas que havia em templos antigos. As pessoas nobres e até mesmo as empobrecidas oravam a deusa pedindo bênçãos. Não muito longe dali, %Adana% entrava. Desde o dia que tivera um sonho com o Criador dos céus onde ela viu uma porta branca se estabelecer numa rocha, ela tem buscado O Criador de forma desenfreada. Desde pequenas preces, ajuda ao próximo ou pequenos atos de gentileza e generosidade. Mas o que ela não esperava era que aquele dia chegasse. Era de tarde, um dia depois de Milcah e Naor terem consumado o casamento. Enquanto %Adana% assistia o culto a deusa no tempo, alguns adolescentes passaram por ela apontando:
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  — A prostituta! — disse um mais velho, um garoto de cabelos castanhos rindo divertidamente. — Vi ela com a sacerdotisa ontem tentando ver algum ritual para seduzir os homens ricos.
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  — Ela é esquisita. Mas está vendida pela prostituição — disse outro malicioso. 
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  — Vocês acham que se nós pagássemos, conseguiríamos ter ela entregue a nós? — perguntou um terceiro, lançando olhares furtivos a %Adana%.
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  — Sim, vamos mostrar a ela como uma prostituta é tratada — disse um quarto.
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  %Adana% se sentia estranhamente triste. Tinha ido para aquele templo para passar um tempo, para se divertir ou até mesmo fazer amigos novos, para sair de sua situação e encontrar novos caminhos, mas a hostilidade e o julgamento eram precisos. Mas quando ela ia soltar lágrimas solitárias, uma mão a segurou. Não era mais alguém que a via como prostituta como de fato ela era. Era uma mão suave, uma mão firme, mas suave e quente. Ela se virou e viu o jovem a sua frente. Ele não devia ter mais de vinte anos enquanto ela já estava bem mais crescida e adulta que ele, mas naquele momento ela pôde sentir, tinha apoio. Por um momento sentiu-se aliviada. Saiu daquele local após o culto a deusa, pronta para ir para casa, olhando poucos momentos depois para trás onde o jovem consolador estava. 
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  Sarai estava pensativa. Ela e Abrão estavam noivos. Mas será que ela conseguiria ser uma boa esposa? Abrão merecia alguém que o fizesse feliz, mas poderia ela ser essa mulher? E se não conseguisse gerar herdeiros para ele? Abrão era filho de Terá um homem de posses que prezava a fertilidade e esperava que seus filhos tivessem muitos herdeiros. Observou o noivo carregando alguns jarros e o olhou pensativa.
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  — O que te preocupa, Sarai? — perguntou Abrão.
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  — Nada, mozin — respondeu Sarai forçando um sorriso. — Está tudo bem.
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  No dia seguinte, %Adana% viu que a mãe já estava preparando o café da manhã. Se sentou perto da mãe e começou a tomar o café da manhã. O sol raiava com o expoente daquela bela manhã. Se lembrou do jovem que a ajudou. Era Ló o filho de Hara. Ló tinha sua beleza, mas sua educação e gentileza era ainda maior. O dia se seguiu normalmente com %Adana% tomando o café da manhã normalmente. O dia de tornou uma semana e quando se via já havia se passado quatro semanas.
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  — Grávida? — perguntou Naor a Milchah. — Você está esperando nosso primeiro herdeiro? Vamos ter um filho?
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  — Sim, meu marido — disse Milchah. — Espero que seja um menino.
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  — Eu também — concordou Naor dando um beijo em sua esposa. 
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  %Adana% passeava pelas ruas de Ur dos Caldeus. O rei Ibbi Sin havia morrido assim como todos os reis de Ur. Um outro rei se levantou. %Adana% passava pelas ruas de Ur, chegando até onde estava a sacerdotisa. Com passos hesitantes se dirigiu a ela:
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  — Vejo que veio na hora — disse a sacerdotisa. — Pronta para satisfazer mais clientes?
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  — Você sabe que estou fazendo isso para cuidar de mim e da minha mãe, não é? — perguntou %Adana%.
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  — Claro que sei, querida, é uma boa mulher — disse a sacerdotisa com um sorriso malicioso nos lábios.
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  %Adana% se recompôs. Com um sorriso falso nos lábios se arrumou e se dirigiu a rua da prostituição. Homens de diferentes idades passavam por ela, enquanto mulheres de vestidos ornamentais esperavam por aqueles que lhes pagaria por seu serviço.
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  — Gostei dessa — disse um homem egípcio olhando %Adana% com cobiça. — Quanto custa seu serviço, bela dama?
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  — Algumas moedas senhor, o quanto puder pagar — disse %Adana%.
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  — Tome — diz o egípcio entregando moedas para %Adana%. — Venha!
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  %Adana% seguiu o homem. Seus passos eram quietos e reservados, mas %Adana% conseguia sentir a tensão que sempre sentia em seu serviço. Ela precisava ajudar a mãe a cuidar da casa. O homem a conduziu para um dos quartos egípcios do lugar. Ele a posicionou contra a cama, começando a beijar ela com força penetrante. A cada beijo, a cada estocada, %Adana% sentia-se suja. 
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  As ruas de Ur dos Caldeus estavam lotadas de pessoas, os comerciantes gritavam ofertas, as mulheres vendiam tecidos. As servas faziam os serviços domésticos. As mulheres ricas preparavam seus filhos para as aulas de escribas ou as meninas como sacerdotisas. Finalmente chegava o dia do casamento entre Sarai e Abrão. Toda Ur estava reunida já que o pai de Abrão, Terá , era um homem de influência. Quando Terá abençoou o casamento, Abrão e Sarai se beijaram. Um beijo sincero, mas único. Eram dois jovens se entregando ao casamento. Dois jovens que se amavam e agora estavam se unindo. Duas almas apaixonadas. %Adana% não via, mas Ló lhe lançava olhares furtivos. 
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  Meses depois...

  — Força, Milchah — disse Sarai tentando fazer o parto de Milchah. — Tenta força. Vai vir um menino saudável e forte ou uma menina. Lute com todo seu ser.
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  — Estou tentando, Sarai, mas dói muito — disse Milchah fazendo força.
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  Ela sentia as dores do parto fortemente. A cada mexida, a cada tentativa de gerar a criança empurrando a barriga doía mais. Até que um choro suave foi ouvido. Era um menino forte e saudável.
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  — Vai se chamar Uz porque em luta gerei meu primeiro herdeiro — disse Milca com um sorriso nos lábios enquanto Naor observava a cena fascinado. 
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  Enquanto isso, %Adana% estava prestes a tomar decisões decisivas...
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