
escrito por Aven Lore
Fugindo de um passado abusivo, Daisy busca recomeçar em Incheon, Coreia do Sul, mas acaba mergulhando ainda mais fundo em um pesadelo ao se envolver com agiotas. Sem saída e marcada pelas ameaças que se tornam cada vez mais reais, ela encontra Seonghwa, um estranho misterioso que lhe faz uma proposta tentadora e perigosa: quitar sua dívida em troca de participar de seu trabalho no mundo do conteúdo adulto. Presa entre o medo e a promessa de liberdade, Daisy precisa decidir até onde está disposta a ir para salvar a própria vida.
|| terça-feira 9 de fevereiro de 2016 às 13:47 - Comentários Fechados
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Antes de mais nada, gostaria de informar que essa coluna foi elaborada com base nas minhas experiências com bloqueio criativo.
Bem, vamos lá.
Quem nunca passou pela situação de olhar para a página em branco e não saber o que colocar lá que atire a primeira pedra. E, se você nunca passou por isso, respira fundo: mais cedo ou mais tarde você terá essa sensação angustiante de não saber o que dizer. Ou, no caso, o que escrever.
O bloqueio criativo é algo muito comum. Muitas vezes, entretanto, ele é causado pela falta de estímulo. O escritor não sente mais vontade (mesmo que apenas naquele momento) de escrever a história. Se for esse tipo de bloqueio pelo qual você está passando, calma. Dê um tempo da história, Leia outras coisas, saia de casa e assista algumas séries na Netflix (sugiro How to Get Away with Murder), logo tudo fica bem de novo. É só o seu cérebro que está um pouco cansado.
Existe, porém, um tipo de bloqueio muito mais severo. Você quer escrever a história. Você sente essa necessidade de escrever a história e seu cérebro não consegue tirar a ideia de escrever a história da sua cabeça. Mas, quando você senta em frente ao computador, parece que nada que sai de sua cabeça é bom o suficiente. Aquela cena do beijo épico entre os protagonistas? A luta entre o mocinho e o vilão? A grande revelação da trama? Nada sai minimamente decente. E, da última vez que você releu, estava até entediante.
Esse é o pior bloqueio que existe. Porque só há um jeito de sair dele (e eu falo isso por experiência própria): continuar escrevendo. Mesmo que sua cabeça doa e você esteja prestes a chorar de tanta frustração: continue a escrever. A cena não tá fluindo? Apaga e começa de novo. E repetidamente e repetidamente. E quando não melhorar, escreva coisas aleatórias. Escreva sobre o seu dia, descrevas sua melhor amiga, faça uma carta para o último cara que beijou ou para seu personagem favorito. Escreva cartas do futuro, cartas para o futuro, para o passado. Escreva qualquer coisa. Apenas escrevendo você burla esse estado mental difícil. Quando você menos esperar a cena terá ficado maravilhosa e a história toda voltará a fluir.
Mas, se nada disso der certo, leia Harry Potter. Harry Potter sempre ajuda.
Ah, caso queiram, podem ler um ótimo artigo sobre bloqueio criativo.
E, lembre-se: continue a escrever.
Coluna por Bianca
"As vantagens de uma parceria", aquela frase simples ficou ecoando na mente de Lucien durante bons instantes. Parceria? Que tipo de parceria? Se fosse o tipo que ele conhecia, simplesmente não poderia ser, afinal, ele já tinha uma parceira — embora o laço não tivesse se firmado completamente e sua parceira ainda não tivesse aceitado o vínculo.
A Fox With Two Tails {Livros, Corte de Espinhos e Rosas (ACOTAR), Finalizada}
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