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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Tecido do Destino

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capítulo 14 • A Vida no Engenho — Parte I

  É possível que %AnaMaria% e João Leme do Prado tenham tido muitos filhos. Possivelmente é provável que o primeiro herdeiro deles tenha sido um menino. É possível que eles tenham tido alguns filhos. A vida no Engenho era boa, apesar de tudo. O senhor e a senhora de engenho tinham com certeza muitos deveres. Um deles era cuidar para que os escravos tivessem uma boa qualidade no engenho. Havia ainda o capataz do engenho que era como um feitor que castigava os escravos que não fizessem um bom trabalho. %AnaMaria% tinha uma boa reputação e até mesmo boa posição no engenho. Conseguia fazer com que os escravos a respeitassem. Em meio a isso, outras situações surgiram. Como os reis que se faziam, às vezes em que eles governavam. E assim os dias começaram a se passar... O engenho dos Leme Prado continuou a ganhar vida conforme os dias se passavam. O sol despertava e com ele, despertavam os escravos para trabalhar. Os escravos começaram a preparar o café da manhã. Outros acordam na senzala. Havia aqueles que começavam a acordar para trabalhar nas minas. E havia aqueles que cuidavam pelo engenho da família. O sol começava a continuar e a vida no engenho começava a ganhar força. %AnaMaria% acordou naquela manhã ao lado do marido, pensativa. O mesmo já se preparava para ir trabalhar. Possivelmente na vida na cidade. Ou administrando o engenho em outras cidades. Enquanto %AnaMaria% cuidava do engenho em casa. O café da manhã começou a ser servido.
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  — Cuide bem das coisas aqui em casa! — disse João — Tenho coisas a resolver na cidade.
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  — Sim meu marido — diz %AnaMaria%.
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  O dia continuou a se passar naturalmente. Enquanto o marido saía para trabalhar, %AnaMaria% continuava cuidando do engenho. A tarde foi para a missa, junto com as mulheres da cidade. Algumas tinham filhos, outras nem tanto. Às quatro e meia da tarde, %AnaMaria% voltou para casa. O marido ainda não havia retornado. Começava a chover devagar. A chuva caia em meio ao trabalho nos cafezais. Assim que chegou em casa, %AnaMaria% viu que sua filha Helena ainda dormia no berço. Enquanto isso, o marido de %AnaMaria% começava a chegar em casa...
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  — Mamãe tem que descer, mas durma bem pequena " diz %AnaMaria% a filha.
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  Ela desce, perguntando ao marido como foi o trabalho. Os escravos começavam a descansar indo para seus dormitórios na senzala, enquanto alguns ainda serviam o jantar. O cheio de moedura de feijão já começava a passar. E assim mais um dia se passava. Conforme o dia se passava, %AnaMaria% começou a se dirigir até seus aposentos. O marido João Leme do Prado já a esperava. Ele fez um sinal para que ela se deitasse na cama.
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  — Hoje quero que a noite de hoje seja especial! Até agora tivemos uma única filha, chegou a hora de termos nosso herdeiro varão — disse ele.
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  — Como queira meu marido — concordou ela.
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  Ele começou a beijar sua boca, seus lábios percorrendo os lábios dela. Ele começou a tirar sua roupa e deitou-se sobre ela começando a penetrá-la.
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  DIAS DEPOIS...

  Mais uma manhã se iniciava. %AnaMaria% naquele dia acordou mais cedo que o de costume. Viu que os escravos ainda trabalhavam. Seu marido Sr João Leme do Prado ainda dormia. E assim um dia começava, com ela sentindo certos enjoos...
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