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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

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Tecido do Destino

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capítulo 11 • O Casamento - Parte I

  O ano era 1640 e pouco. As ruas estavam cheias. Pessoas de um lado e de outro andavam. Havia os cafezais, as fazendas e também aqueles que trabalhavam para os senhores de engenho. Os negros que trabalhavam como escravos não tinham descanso. A humanidade seguia naturalmente, bem antes de haver alforria. Pessoas entravam em tavernas, bebiam, principalmente os senhores de engenho, ou turistas brancos. Reis reinavam no mundo. E assim a vida seguia... Os senhores de engenho tomavam mulheres dentre as filhas dos senhores de engenho e com elas tinham raças brancas. Mas estas sofriam, pois os maridos tinham concubinas negras. Então não se apegar era uma boa pedida... %AnaMaria% estava tentando escolher seu vestido de noiva. %Paula% Fernandes a seu lado a ajudava. %AnaMaria% observava de um lado e de outro possíveis rotas de fuga. Mas será que havia alguma?
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  Não queria se casar, ainda mais com João Leme do Prado, que era treze anos mais velho que ela. Mas ela sabia que não tinha escolha. O casamento era algo concreto pela família do pai. João Leme do Prado. Um jovem com família.
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  — Muito nervosa? — perguntou %Paula% a irmã.
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  — Um pouco. Eu nunca me casei antes — respondeu %AnaMaria%. — Será que ele vai me respeitar?
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  — Acredito que sim, afinal você vai ser a esposa dele — disse %Paula%.
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  — Não acredito que seja real — disse %AnaMaria%. — Vou ser apenas uma propriedade. Algo a ser descartado. Uma esposa, um troféu que serve apenas para dar filhos saudáveis. 
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  — Seis mil gados, trinta cevadas e alguns grãos — disse %Rafael% de Oliveira, o Moço. — Temos muita prosperidade nesse engenho — elogiou.
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  — Por isso o casamento entre nossas famílias. Vamos ganhar ambos com os engenhos de nossa família — respondeu o pai de João Leme do Prado agora um jovem homem bonito e saudável com pele branca. 
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  Enquanto isso, as cidades obtinham mais matéria prima e marítima, ganhando mais recursos. O Brasil aos poucos era maior. As cidades ganhavam mais cor, como se fossem mais vivas. O renascimento cultural da época era imenso, o Brasil havia sido atingido por uma cultura. E aos poucos, o Brasil evoluía, mas ainda estava muito longe de alcançar alguma tecnologia, ainda faltavam muitos anos para isto...
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  No dia seguinte, %AnaMaria% acordou em uma madrugada cinzenta. Sua irmã %Paula% Fernandes ainda dormia. Seu pai estava trabalhando na sala principal do engenho, enquanto seus irmãos mais novos ainda dormiam. Os escravos já estavam acordados. Alguns lhe desejaram bom dia, outros apenas continuaram fazendo seus serviços domésticos. Aos poucos a manhã se iniciava. Era dia de ir na igreja. O domingo se iniciava e com ele as primeiras sinalizações das catedrais.
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  — Bom dia, senhora — disse uma serva trazendo o café da manhã.
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  — Bom dia — respondeu %AnaMaria% de volta. 
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  — Hoje comemoramos a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo, como semana da ressurreição. É um dia para refletirmos e ver se nossas ações condizem com o que é pregado na palavra do Senhor — começou o padre. 
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  Assim o casamento entre João Leme do Prado e %AnaMaria% se aproximava.
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