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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Escrita porLi Santos
Revisada por Lelen

Capítulo 7 • Surpresa, amor!

Tempo estimado de leitura: 8 minutos

  Minutos depois…

  Eu obviamente não sabia, mas Hiroki entrou no apartamento e veio andando, sorrateiramente, pelo corredor até meu quarto e ouviu parte da minha conversa com Kohshi.
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  — ... ah, %Li%, isso dói, mas é gostoso! — gemeu Kohshi, com uma voz de dor e prazer. — Aperta devagar. — Kohshi consegue ser bem infantil e manhoso quando quer.
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  — Você é muito reclamão, Koh. — Me diverti com a manha dele e fiz um movimento rápido. — Está melhor agora?
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  — AAAAA! — gritou Kohshi. — Nossa! Você vai acabar comigo, %Li%.
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  Nesse momento, Hiroki invadiu meu quarto e flagrou Kohshi e eu numa cena, no mínimo, cômica.
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  — Mas que merda é essa, %Li%?! — berrou Hiroki ao ver a seguinte cena: Kohshi deitado na minha cama, de bruços, e eu sentada nas pernas dele, massageando suas costas.
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  — Hiroki?! Como entrou aqui?  — questionei, jurava que tinha trancado a porta.
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  — Eu tenho as chaves — revelou ele, displicente.
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  — Quê? Ah, pois devolva. Kei iria odiar ver você invadindo o nosso apartamento dessa forma — falei, ainda sentada nas pernas de Kohshi que se manteve calado o tempo todo. Achei que ele tinha dormido de repente.
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  — Não vai levantar daí? — A cara que Hiroki fazia me deu vontade de rir, mas me controlei.
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  — Não, está confortável — brinquei. — Estou ajudando este pobre rapaz com dor nas costas, não é mesmo, Koh? — Kohshi apenas levantou a mão fazendo um sinal positivo.
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  — Ora essa, Hayashi, saia daí! — Hiroki veio até mim e me puxou com força, me tirando de cima de Kohshi que logo levantou.
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  Detalhe: Kohshi está sem camisa.
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  — Me solta, Hiroki! — reclamei e Kohshi se meteu entre nós.
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  — Não se meta, Kakashi!
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  — Meu nome é Kohshi! Seu babaca! — Kohshi deu um soco em Hiroki. Até pensei, brevemente, em impedir ele, mas eu estava me divertindo ao ver Hiroki apanhar. — Nunca mais encoste na %Li%, está me entendendo?
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  — Quem pensa que é pra exigir algo assim?
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  — Sou amigo dela e não vou permitir que um imbecil feito você a maltrate.
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  — Você quer pegar ela, não é? Isso se já não pegou. — Eu ia falar, me defender das palavras dele, mas não foi preciso. Kohshi ergueu Hiroki pela camisa e o encarou raivoso.
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  — Meça as palavras para falar dela. — Os olhos de Kohshi cintilavam raiva. Agora, notei que devia me meter.
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  — Kohshi! Por favor, não! — Segurei o braço dele. Aos poucos ele afrouxou o aperto em Hiroki e o largou. — Sai daqui, Hiroki! Está tudo acabado entre nós! — finalmente eu falei o que queria há meses. Libertador!
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  — Você está terminando comigo?
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  — Está surdo? — disse Kohshi, indo para minha frente e empurrando Hiroki. — Quer que eu desenhe para você entender, Hiroki? — Irritado, como eu nunca imaginei que ele fosse capaz de ficar, Kohshi pegou Hiroki pelos ombros e foi andando para fora do quarto, arrastando ele como se fosse um saco de batatas.
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  — Kohshi! Kohshi! — Eu tentei faze-lo parar, mas, apesar de magro, ele é bem forte. Hiroki foi o caminho inteiro reclamando e se debatendo.
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  Com um empurrão, Kohshi expulsou Hiroki do apartamento e tomou-lhe as chaves que ele tinha, assim, não poderá mais entrar aqui sem ser convidado. Após bater com força a porta, Kohshi voltou a pôr a mão nas costas.
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  Ele chegou aqui há alguns minutos, procurando meu irmão, eu disse que Keigo havia saído para jantar com Aimi, mas disse que se Kohshi quisesse, poderia esperar. Ele reclamou que sentia uma dor intensa nas costas, foi então que me ofereci para passar uma pomada muito boa que uso, serve para dores musculares em geral. Enquanto eu passava a pomada nas costas dele, foi o momento em que Hiroki chegou, atrapalhando tudo.
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  Confesso que estar ali sentada nas pernas de Kohshi enquanto ele estava sem camisa, me animou. Ok, eu fiquei levemente excitada com a situação, mas me controlei ao máximo para levar aquilo na mais pura normalidade. Quase perdi o controle quando ele começou a gemer de dor…
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  — Quer outra massagem, Koh? — perguntei para ele, que agora estava deitado no sofá.
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  — Não precisa, %Li%, obrigado. — Ele virou a cabeça para me olhar e completou: — Aquilo que disse é sério?
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  — O que exatamente?
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  — Que… — Ele parou por alguns segundos, como se analisasse se deveria mesmo falar. — Que você terminou com o Hiroki?
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  — Ah, isso. — Meu coração estava acelerado demais e minhas mãos suando. O nervosismo estava presente em mim. — Sim, eu não quero mais ficar com ele. — Concluí o pensamento e segurei minhas mãos, apertando-as numa tentativa de controlar meu nervosismo. Sempre que fico nervosa, eu tremo e sempre preciso me segurar para não surtar e sair correndo.
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  — Mas e o seu filho, %Li%? — questionou Kohshi, após alguns minutos de silêncio.
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  — O que tem ele?
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  — Vai criar ele sem o pai?
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  — Não... Koh, eu preciso te falar uma coisa. — Minha voz saiu quase sussurrante. Kohshi ergueu o corpo e sentou-se para me encarar. Seus olhos, sempre gentis e amorosos, penetravam em meu ser. Era difícil me manter concentrada. — Koh, a gente se dá bem, não é? — Bem aleatória essa pergunta…
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  — Sim. Eu… eu gosto muito de sua companhia, %Li%. — Ele sorriu e se aproximou de mim, sentando ao meu lado. — Você quer me dizer outra coisa. Eu conheço você, apenas diga — ele disse e me deu um abraço, de repente. — Se é difícil me encarar, pode me contar dessa forma. Eu entendo. — Ele ficou abraçado a mim por mais ou menos um minuto. Tempo que eu reuni forças e coragem para contar.
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  — Vamos ter um filho juntos, Koh! — Falei! Finalmente eu falei. Kohshi não disse nada.
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  Afastando seu corpo do meu, Kohshi ainda manteve suas mãos em minha cintura. Devagar, ele se aproximou de mim, segurou meu rosto, sua mão estava tão quente, fechei os olhos ao seu toque. Quando abri novamente, Kohshi havia selado nossos lábios num beijo apaixonado. Me deixei entregar ao amor que sinto por ele e o beijei de volta. Uma enorme sensação de déjà vu me acometeu. Me senti mergulhada em lembranças.
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  Flashback on
  Narração em terceira pessoa

  Kohshi e %Li% caminhavam pelo parque de diversões, aproveitando o lindo e ensolarado dia que fazia naquele início de primavera. De mãos dadas, os dois aproveitavam o passeio. %Li% finalmente havia tomado coragem e chamado Kohshi para sair pela primeira vez e estava sendo um lindo e divertido passeio. Ao fim do dia, Kohshi comprou sorvete para os dois e, após saborearem a sobremesa, Kohshi toma coragem e beija a moça. Seus lábios gelados e doces com o sabor de chocolate foram o melhor sabor que o rapaz provou na vida. E ele quis provar para sempre desse sabor.
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  Fim da narração
  Flashback off

  Despertei de meu sonho acordada e Kohshi ainda me beijava. Suas mãos agora apertavam minha cintura, de maneira firme.
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  Eu me lembrei de algo que eu já vivi? De repente, fui tomada por lembranças diversas, lembranças não descritas nos diários que eu mesma fiz.
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