Ondas de Confete


Escrita porBetiza
Editada por Lelen


Capítulo Onze

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

  A respiração ainda estava descompassada, os corpos colados por inércia, como se o vento do mar e o calor do toque ainda os mantivessem presos um ao outro. Mas aos poucos, eles foram se afastando o suficiente para se olharem — e sorrirem. Um sorriso leve, íntimo, como se dividissem um segredo precioso.
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  Mingi passou os dedos com delicadeza pelo rosto de %Julieta%, afastando algumas mechas de cabelo molhado que colavam à pele dela. O olhar dele estava calmo agora, diferente da intensidade de minutos antes — era admiração pura. Ela retribuiu o gesto ajeitando a gola da camiseta dele, meio desalinhada, ainda tentando conter o tremor leve das mãos.
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  As roupas foram recolocadas em silêncio, num cuidado quase reverente. %Julieta% amarrou novamente a lateral da calcinha do biquíni e deslizou o short jeans úmido pelas pernas, sentindo a areia colar na pele, mas sem se importar. Mingi ajeitou a calça, passou a camiseta pela cabeça, e os cabelos bagunçados secaram sob o sol que ainda pairava quente no céu do fim de tarde.
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  Quando terminaram, estavam novamente de mãos dadas, sentados sobre uma pedra mais plana, ainda observando o mar à frente.
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  — Isso aconteceu mesmo? — %Julieta% murmurou, com um sorrisinho contido no canto da boca, olhando o horizonte.
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  Mingi riu baixo, virando o rosto na direção dela.
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  — Se não aconteceu, então estamos presos no melhor sonho possível.
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  Ela virou o rosto devagar e encontrou os olhos dele. Por um momento, não havia mais música, não havia carnaval, não havia tempo. Apenas eles dois, ali.
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  E, mesmo já vestidos, o calor que compartilhavam parecia maior do que nunca.
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  — Engraçado como eu já vim aqui antes, um tempo atrás com as garotas. Mas hoje, agora… — Ela ficou em silêncio alguns segundos, encarando o rosto de Mingi como se quisesse decorar cada detalhe dele. — Tá tão diferente! Parece que é um refúgio no tempo, um acalento na alma nos preparando para a tempestade.
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  Mingi suspirou, o peito subindo e descendo.
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  — Esse lugar vai ficar gravado em mim para sempre %Julieta%. E você… — Foi a vez de Mingi parar, sentindo a garganta fechar de emoção. — Você vai ser para sempre a minha melhor lembrança. Bendita seja aquela caipirinha que você derramou em mim.
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  Com os olhos marejados de sentimento e o coração latejando em um ritmo que não combinava com a calmaria do mar, %Julieta% deixou um riso baixo escapar — aquele tipo de riso que antecede as lágrimas, que mistura alegria, saudade antecipada e algo que não se consegue explicar.
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  — Sua melhor lembrança? — ela sussurrou, com um brilho nos olhos que desmentia o tom leve da pergunta.
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  Mingi assentiu, os olhos fixos nos dela.
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  — Minha melhor bagunça, meu melhor acaso… minha melhor história.
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  %Julieta% não disse nada. Apenas se aproximou devagar, como se cada centímetro a menos de distância entre eles fosse precioso demais para ser apressado. Uma das mãos dela pousou no rosto dele, os dedos contornando a linha do maxilar com carinho, como se estivesse esculpindo a memória que queria guardar dele para sempre.
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  E então ela o beijou.
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  Dessa vez, não havia pressa, nem desejo urgente. Era um beijo profundo, calmo, cheio de tudo o que não cabia em palavras. As bocas se encaixaram com perfeição, e os lábios se moviam num compasso que parecia seguir o som das ondas quebrando ao fundo.
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  Os dedos de Mingi se entrelaçaram nos dela, como se pedissem: "fica só mais um pouco". E %Julieta%, sem precisar dizer nada, respondeu com o corpo, com os lábios, com o coração batendo em sincronia com o dele.
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  Naquele instante, o mundo parou. E o que restou foi só o beijo — e a certeza de que aquilo, sim, era real.
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  Sem soltar as mãos, os dois caminharam juntos pela areia até onde as ondas quebravam com suavidade. O calor do corpo ainda vibrava entre eles, mas era uma sensação diferente agora — mais serena, mais consciente.
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  %Julieta% olhou para Mingi e sorriu. Ele retribuiu com o mesmo brilho no olhar, e como se tivessem feito isso mil vezes antes, avançaram juntos mar adentro, os pés afundando na areia molhada a cada passo.
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  A água subia devagar pelas pernas, e quando a primeira onda os tocou na altura da cintura, %Julieta% soltou uma risada gostosa, jogando a cabeça para trás. Mingi riu também, encantado com a imagem dela sob a luz suave do fim de tarde, como se fosse feita de brilho e liberdade.
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  De mãos dadas, eles mergulharam.
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  O sal do mar colou nos cabelos, escorreu pelo rosto, deslizou pelos corpos. Era como se o oceano lavasse mais do que suor ou areia — lavava a bagagem invisível, as incertezas do futuro, os medos do depois. Era um ritual silencioso, só deles.
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  Quando emergiram, ainda de mãos dadas, os olhos se encontraram sob os fios encharcados de cabelo e os sorrisos se alargaram. Não era preciso dizer nada. Aquele mergulho havia sido mais do que uma pausa no calor: era um recomeço dentro do fim, um pacto silencioso de viver o agora — juntos.
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  %Julieta% boiava nas águas agora calmas do fim de tarde, com as mãos de Mingi em suas costas. Ele olhava para ela, o corpo, o rosto, os olhos fechados, as pintinhas que ela tinha perto do seios bem no colo.
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  Sorriu achando-a a mulher mais linda do mundo ali, tranquila, um sorrisinho relaxado no rosto.
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  Ela já era tão dele!
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  — Você pensa em conhecer o México um dia? Ou já pensou um dia, em sei lá, passar alguns dias de férias por lá? Tem Cancun, praias lindíssimas eu acho, é uma cidade histórica… — Ele jogou inocentemente, como quem não quer nada e deu de ombros quando ela abriu os olhos.
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🎉🎉🎉

  %Julieta% abriu os olhos devagar, piscando algumas vezes por causa da luz dourada do fim de tarde. Os cabelos colados no rosto, o corpo leve boiando com o apoio firme de Mingi.
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  Ela o encarou por alguns segundos, tentando entender se havia ali uma sugestão real ou apenas um comentário solto. Mas ele estava com aquele meio sorriso que ela já reconhecia: era um convite disfarçado.
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  — Eu nunca pensei… — ela começou, a voz baixa, embalada pelo som calmo das ondas — mas agora talvez eu esteja começando a pensar.
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  Mingi riu com o nariz, apertando suavemente as costas dela com as mãos molhadas.
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  — É um lugar bonito, com pessoas quentes, comidas apimentadas… talvez um bom cenário para uma brasileira curiosa passar uns dias.
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  — E com um certo coreano como guia turístico? — %Julieta% provocou, os cantos da boca se curvando.
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  — Esse mesmo. O melhor da região — ele respondeu, se inclinando para deixar um beijo leve no ombro dela.
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  Ela mordeu o lábio inferior e voltou a fechar os olhos, relaxando outra vez enquanto deixava o corpo flutuar.
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  — Talvez você tenha acabado de criar uma nova fantasia na minha cabeça, Mingi.
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  — Tomara que sim — ele sussurrou, mais para si do que para ela. — Tomara que sim.
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  As mãos de %Julieta% foram direto para a cintura delineada e fina de Mingi e ela encostou a cabeça — já com o capacete, nas costas dele. Sentiu o coração bater contra a pele dele, acelerado. Estava na hora de voltar. Pro Rio e para a realidade que começava a assombrá-los.
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  O barulho do motor pode ser ouvido e agora o sol já tinha ido, os outros banhistas também se preparavam para ir embora, e alguns mais corajosos chegavam naquele instante.
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  Mas %Julieta% e Mingi tinham completa certeza, que nenhum deles havia vivido aquela praia do jeito que os dois. Tão intensamente, tão profundamente conectados um ao outro, ao instante, ao lugar.
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  Tão livres.
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  Era como se o tempo tivesse parado só para eles — como se o mundo inteiro tivesse segurado o fôlego durante aquelas horas para que Mingi e %Julieta% pudessem respirar um no outro.
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  Enquanto a moto deixava marcas suaves na areia fofa da trilha de volta, os dois levavam consigo mais do que sal na pele ou areia nos cabelos. Levavam a lembrança de um momento que não se repetiria. Mas que jamais seria esquecido.
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  Nem pelo corpo. Nem pelo coração.
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  O caminho foi marcado por carícias de %Julieta% na lateral do corpo forte e grande Mingi, que parecia uma muralha de proteção e por olhares mistos de saudade antecipada e carinho que trocavam pelo retrovisor e pela viseira aberta de ambos.
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  O coração dela batia rápido dentro do peito e ela se apertava contra Mingi como se aquilo pudesse simplesmente apagar o fato de que ele embarcaria dali alguns dias e ela poderia nunca mais vê-lo.
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  E aquilo estava doendo muito mais do que ela esperava. Era como estar sendo rasgada de dentro para fora, com as entranhas sendo exibidas ao ar livre. O vento cortava a pele deles, %Julieta% sentia os cortes sangrarem por dentro, não só na pele, não só no visível.
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  Mingi havia sido uma gostosa e grata surpresa em sua vida, e por mais que devesse estar preparada para aquela partida desde que o encontrou no Carnaval, não estava. Aquela era a verdade mais cruel que ela já teve que encarar.
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  Ela queria que ele ficasse, que ele permanecesse a seu lado, que fosse inteiro e completamente dela, sem nenhum impeditivo como a maldita distância de 7.740km entre o Brasil e México.
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  O silêncio entre os dois dizia muita coisa. Era pesado. Denso. Carregado de uma dor que ambos compartilhavam e não sabiam como lidar.
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  A ida havia sido incrivelmente alegre, cheia de vida e de expectativa, mas a volta? Estava sendo silenciosa, tensa, cheia de pequenas despedidas em cada gesto.
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  A cada curva da estrada, a cada rajada de vento, a cada novo quilômetro vencido em direção ao Rio de Janeiro, algo dentro deles parecia se despedir também. Uma parte do verão. Uma parte da fantasia. Uma parte do que poderia ter sido — e talvez nunca fosse.
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  %Julieta% segurava Mingi com mais força do que o necessário, como se seus braços pudessem impedir o inevitável. Já ele, mesmo concentrado na estrada, sentia cada mínimo toque dela como se fosse um pedido mudo: “Fica mais um pouco. Só mais um pouco.”
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  A cidade começava a se desenhar à distância, os primeiros prédios surgindo no horizonte como marcos de um retorno sem escolha. A luz dos postes foi surgindo conforme o entardecer mergulhava de vez na noite, e o clima foi mudando com isso. Não em temperatura. Mas em emoção.
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  Na cabeça de %Julieta%, um pensamento ecoava em loop: “Como é que a gente vive depois de sentir algo assim?”
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  E no coração de Mingi, outra verdade já se fazia insuportável: “Eu não quero ir embora.”
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  Mas por enquanto, ainda havia estrada. Ainda havia tempo. Ainda havia eles dois, juntos — mesmo que fosse só mais um pouco.
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  Mingi reduziu a velocidade ao avistar um mirante à beira da estrada. As luzes da cidade começavam a brilhar embaixo, como pequenos vaga-lumes acesos no cair da noite, e o mar, lá longe, refletia os últimos tons alaranjados do céu.
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  — Vamos parar aqui um minutinho? — ele falou, com a voz mais baixa do que de costume, quase como se não quisesse quebrar a delicadeza do momento.
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  %Julieta% assentiu com a cabeça, ainda abraçada a ele. Quando a moto parou, ela desceu devagar, esticando as pernas, o corpo inteiro ainda leve do mergulho e pesado da saudade antecipada.
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  Ela caminhou até a mureta, os cabelos bagunçados pelo capacete, a pele ainda com sal e um brilho natural. Ficou ali, de costas para Mingi, observando a vista com os braços apoiados no concreto, o vento bagunçando os fios soltos.
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  Ele se aproximou devagar, e puxou o celular do bolso. A luz suave do fim do dia tocava o corpo dela de um jeito quase cinematográfico. A forma como o cabelo caía no ombro. O short jeans ainda levemente úmido. O perfil iluminado pela cidade lá embaixo.
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  Sem dizer nada, ele levantou o celular e clicou. Depois outro. E mais um. Fotos espontâneas dela, no cenário mais bonito que ele poderia ter imaginado.
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  %Julieta% percebeu.
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  — Você tá me fotografando? — ela virou de leve o rosto por cima do ombro, com um sorriso pequeno.
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  — Estou eternizando. — ele respondeu simples, e sincero.
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  Ela mordeu o lábio inferior, sem saber como lidar com aquilo. Sentiu o coração apertar de novo, e abaixou os olhos, envergonhada e derretida.
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  — Quer ver? — ele perguntou, estendendo o celular.
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  Ela se aproximou e olhou as fotos. Ficou em silêncio por alguns segundos, depois soltou um riso baixo, quase tímido.
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  — Eu nunca me vi assim antes.
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  — Eu também não. — ele disse, encarando não a tela, mas ela. — Mas agora é a única forma que consigo imaginar você.
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  E então… o silêncio voltou. Mas dessa vez, era um silêncio bonito. Cheio de sentimento. Como uma fotografia em pausa.
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  — Você já sentiu saudade antecipada? — %Julieta% encarou as próprias mãos, apoiadas na mureta.
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  — Saudade. — Ele repetiu com um sotaque fofo que fez %Julieta% sorrir. — Essa palavra é tão bonita e única.
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  %Julieta% concordou assentindo. Encostou a cabeça no ombro dele.
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  — É a primeira vez que sinto isso. Tudo.
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  %Julieta% fechou os olhos por alguns instantes, tentando engolir o choro.
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  — Eu também Mingi. O que você fez comigo, hein?
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  — Tudo em você foi diferente, sabia? Desde o nosso primeiro bloco juntos. E eu sinto que nada foi por acaso, que estava escrito, que tinha que acontecer. Eu e você. Do jeitinho que foi tudo. E isso me encanta e me assusta ao mesmo tempo.
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  Mingi passou o braço por cima dos ombros de %Julieta%, puxando-a com mais força para si. O coração dele estava apertado no peito, como se o momento também estivesse se esvaindo pelas pontas dos dedos, como areia molhada.
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  — Eu penso muito…— ele murmurou, encarando o horizonte. — Que foi tudo tão rápido, tão intenso… mas tão certo. Eu não tava procurando nada. Nem queria. E mesmo assim…
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  — Aconteceu. — ela completou, com a voz embargada.
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  Ele assentiu devagar.
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  — Quando você apareceu com aquele copo de caipirinha… — ele riu baixinho, e ela também. — Era só um bloco. Só mais um dia do Carnaval. Mas aí você tropeçou no meu mundo e nada mais foi normal depois disso.
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  %Julieta% virou o rosto devagar para olhar para ele. Os olhos dela estavam brilhando, mas não era só por conta da luz da cidade refletida. Eram lágrimas contidas. Era tudo o que sentia e ainda não sabia como dizer.
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  — Você é uma lembrança viva que eu vou levar pra sempre. Não importa pra onde eu vá, com quem eu esteja… — a voz dela falhou um pouco. — Vai sempre ter um pedaço meu com você.
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  Mingi levou a mão ao rosto dela, com delicadeza, como se estivesse tocando algo precioso demais para ser pressionado.
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  — Eu não quero só uma lembrança, %Julieta%. — ele sussurrou. — Eu quero você. Mesmo com a distância. Mesmo com os fuso-horários. Mesmo que não seja fácil.
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  Ela mordeu o lábio inferior, sentindo o ar faltar nos pulmões por um instante.
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  — E você acha que a gente consegue?
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  — Eu acho que vale a pena tentar. Porque... nada em mim aceita te deixar ir embora como se fosse só mais uma história de verão. — ele disse, com firmeza suave. — Porque eu te vejo em tudo agora.
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  %Julieta% segurou a mão dele, e pela primeira vez, não tentou conter a lágrima que escorreu devagar pelo rosto.
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  — Eu também te vejo em tudo, Mingi.
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  E ali, naquela vista silenciosa do Rio de Janeiro, com o céu se fechando em tons azulados e as luzes da cidade se acendendo como constelações terrestres, os dois se permitiram ficar quietos por mais alguns segundos. O mundo lá fora seguia girando… mas o deles, naquele instante, estava apenas parado — no tempo, no sentimento, e no coração de um para o outro.
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  Nota da autora: Chegamos ao nosso penúltimo capítulo chuchus! Prometo que o último vai ser maior tá?

Capítulo Onze
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Lelen

AAAAI, TÁ ACABANDO. E AINDA TÁ ESSA DÚVIDA DO QUE VAI SER DOS DOOOOSI T-T
Pelamor, eles vão tentar, né? Mingi não vai ser o puto que só fala e depois vaza, né? JULIETA, DÁ TEU JEITO E VAI COM ELE PRO MÉXICO. E DEPOIS PRA CORÉIA.

Betiza

AI EU TÔ DESESPERADA COM O FIM AKSOAKOKAOSKAOS só isso que você precisa saber LALASLASLAPSL

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