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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Once Again

Escrita porRay Dias
Revisada por Lelen

Nota de autora inicial: Essa é uma fanfic songfic da música “Once Again” (Mad Clown ft. Kim na Young), e você pode escutar a canção e ler sua tradução aqui. Ah! E essa história é uma continuação da minha outra fanfic None recomendo que leiam antes a primeira parte desse casal.


Capítulo 05

Tempo estimado de leitura: 16 minutos

Não posso ficar quieto quero ter você de volta. Eu não te segurei porque eu pensei que voltaríamos. Eu pensei que te veria novamente se continuasse com saudades de você...

  Na manhã seguinte, %YunHee% foi a primeira a acordar. Saiu de casa sem nem tomar café da manhã, deixando apenas um bilhete na geladeira informando seu paradeiro. Entrou no hospital e encontrou o médico que procurava chegando exausto na recepção para a entrega de um prontuário. Ficou calada o observando. Seria muito abuso aparecer após a noite de Natal? Estava claro que a noite fora agitada para ele. %YunHee% fechou os olhos em dúvida, e encostou-se na parede do corredor coçando a cabeça. Roía uma unha pensando no que faria, e quando olhou para a direção onde o médico estava, viu que ele já se encaminhava até ela. Ajeitou a postura e franziu o cenho envergonhada.
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  — Bom dia, senhorita %Niag%.
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  — Bom dia. Me desculpe, Dr. %MinSuk%. Eu não deveria ter vindo… Digo… Foi insensível da minha…
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  — Eu soube que veio ontem. — Ele cortou a fala dela, fazendo a mulher encará-lo calada.
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  — Como havíamos marcado…
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  — Peço desculpas, eu tive uma cirurgia emergencial.
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  — Tudo bem, imagine. Conseguiu salvar o paciente? — ela perguntou solidária.
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  O médico negou silencioso.
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  — Acabo de assinar o prontuário de óbito. Após uma noite longa de esforço, uma madrugada com os familiares todos em volta da cama do paciente… — %MinSuk% bufou pesaroso com as mãos na cintura.
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  — Lamento… — %YunHee% sentiu-se ainda pior por ter ido ali naquele momento.
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  — Tomou café? — o médico perguntou de repente, e %YunHee% negou ainda mais envergonhada. Ele sorriu discreto imaginando o quanto ela não havia ficado ansiosa. — Me acompanha?
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  Ela aceitou e o seguiu à cantina. Como da primeira vez, sentaram, fizeram os pedidos e logo iniciaram o diálogo.
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  — Como foi seu Natal, senhorita %Niag%?
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  — Pode me chamar de %YunHee%, Dr. %MinSuk%.
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  — Pode dispensar o doutor, me chame de %Suk% ou %MinSuk%, se preferir.
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  — Sim. O meu Natal foi… Tranquilo, com poucos amigos.
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  O médico acenou afirmativo e silencioso analisando a expressão no rosto da mulher. “Com poucos amigos”, ele refletia como uma mulher linda e livre como ela passaria a noite de Natal com poucos amigos, e ele, que tinha tantos amigos não pode ao menos telefonar à sua família devido seu plantão médico.
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  — Bem… %YunHee% — ele sorriu simpático ao pronunciar —, eu sugiro que telefone a sua sogra. Eu não posso lhe passar nenhuma informação. Entretanto… Me sinto no dever, após uma noite conturbada perdendo um paciente, de confortar seu coração.
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  %YunHee% manteve sua expressão aflita.
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  — Quando %JinGoo% foi transferido daqui, ele estava com vida.
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  — Estava?
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  — É, como eu disse… A senhorita só terá mais informações a partir de sua sogra. Quando um paciente é transferido para outra unidade, como no caso de %JinGoo%, o prontuário desce com ele. Eu não sou mais o médico responsável a partir do momento que ele sai daqui, então eu não tenho mais informações.
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  — Dr. %MinSuk%! — Ele sorriu compreensivo para ela. — %MinSuk%… Não pode ao menos dizer para qual hospital levaram ele?
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  — Lamento, %YunHee%. Somente a sua sogra pode lhe dizer.
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  — Ela nunca fará isso… Estou há semanas telefonando-lhe e ela nem mesmo atende.
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  %MinSuk% pensou um pouco sobre aquilo. Observou o rosto cansado de %YunHee% e algo naquele olhar o fazia ter uma imensa vontade de burlar as regras. %MinSuk% respirou fundo, olhou à sua volta e debruçou-se na mesa delicadamente, a fim de aproximar-se para que só %YunHee% o ouvisse.
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  — Não há algum amigo dele que possa telefonar para ela? Ou para o número do próprio %JinGoo%. Ele trabalhava, certo? Provavelmente alguém teria de cuidar das licenças médicas dele.
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  — %Joongki%! Eles eram colegas de empresa! Talvez a senhora %Kim% atenda-o.
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  — Tente isso. Pode dar certo.
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  — Obrigada, %MinSuk%! — %YunHee% pegou as mãos do médico segurando-as apertadamente. — Só em saber que ele saiu daqui com vida eu já sou imensamente grata a ti!
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  %MinSuk% ficou surpreso e atônito observando a mulher pegar suas coisas apressada e despedir-se após se curvar em agradecimento. Ele pegou a caneta no bolso de seu jaleco, um guardanapo e a chamou antes que ela se afastasse mais. %YunHee% parou vendo-o aproximar-se e pegou o papel que ele lhe estendia.
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  — Este é meu telefone, caso eu possa ajudar de alguma outra maneira.
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  Ele sabia que se dispor a ajudar %YunHee% era como apontar uma arma para sua cabeça e outra para seu crachá dentro daquela instituição, mas havia uma ética pessoal que o impedia de ser racional.
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  %YunHee% esboçou um amplo sorriso grato, e %MinSuk% praguejou mentalmente pelo que havia acabado de fazer. Suspirou pesadamente observando ela pagar seu café da manhã na cantina e sair apressada em seguida. Sentou-se à sua mesa, terminou seu café e retornou para seu último dia de plantão.
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  Quando atravessou correndo os portões do hospital, Hyun e %Joongki% a avistaram e correram atrás a chamando. Ela comentou tudo o que o médico disse e, como num lampejo, a face de Hyun também se animou a encarar %Joongki%.
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  — Desculpe, %Yun%. Eu já fiz isso e o telefone dele se encontra fora de área. Provavelmente, os pais dele deixaram outro contato na empresa.
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  — Não importa, %Ki%! — %YunHee% bradava sorrindo e reclamando gesticulando muito: — Como não pensei nisso antes?? %Joongki%, você telefone à sogra do seu telefone, e se apresente como um amigo da empresa.
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  — É, %Joongki%! Pode dar certo! — Hyun felicitou-se.
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  Ele encarou as duas e tentou fazer o que elas diziam, mas a chamada não completava. Embora não tivessem conseguido, %YunHee% manteve-se num ânimo diferente. Ela sabia que uma hora a senhora %Kim% atenderia a chamada de %Joongki%.
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  Durante todo o dia, %Joongki% tentou telefonar, sem obter nenhum sucesso. %YunHee% havia acabado de falar com ele ao telefone, ela estava deitada em seu sofá. Hyun havia saído. E %Joongki% entrando em sua banheira, em sua casa pediu que %YunHee% se acalmasse e esperasse. Ela bufou após desligar a chamada com o amigo e encarou o visor do próprio celular.
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“E se ela tiver mudado o número?”, “Mas por que chegaria a tanto?”...

  Com estes pensamentos permeando a mente de %YunHee%, ela levantou-se de súbito e discou o número da sogra. A chamada em espera, já era o habitual para ela, mas quando ouviu a voz da sogra ao outro lado, %YunHee% sorriu exasperada.
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  — Ahjumma?
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  — Eu disse para você esquecer o meu filho!
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  — Desculpe, senhora, mas eu não posso. Eu o amo! Ele é a minha vida! Ahjumma… Quão cruel é não ter notícias dele. A senhora sempre aprovou nosso relacionamento, me conhece desde criança… A senhora não sabe o que eu passei para ter que…
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  — Chega! — a mulher bradou do outro lado da linha fazendo %YunHee% emudecer. — Agora é tarde demais!
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  — O quê? O que… o que a senhora quer dizer com isso?
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  — Acabou, %YunHee%. Não existe mais %JinGoo% para você — a sogra respondeu e desligou a chamada sem dar o direito de resposta.
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  %YunHee% segurava o aparelho em suas mãos trêmulas, os olhos sobressaltados e grossas lágrimas que caíam.
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  Abriu a boca numa expressão muda de dor, e deixou-se cair de joelhos. Apertava o próprio corpo contra si, num choro desesperado. Sua dor mesclava entre o torpor e o desespero. Num desses momentos de desnorte, ela discou o número de %Joongki% e a chamada foi para a caixa postal. Com o celular em mãos e o coração sangrando, pôs-se a caminhar a ermo. Andou a pé, até chegar ao hospital da cidade.
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  %MinSuk% estalava o pescoço na porta do hospital aliviado por poder ir embora. Olhou à frente sorridente, até perceber a imagem de uma mulher desnorteada, chorando desesperada vindo de encontro ao hospital. Ainda afastada alguns metros, a mulher caiu ao chão numa entrega depressiva ao sentimento que mais lhe parecia, o puro desespero da perda.
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  Já havia visto inúmeras famílias que perderam seus familiares daquele mesmo modo. Caminhou analítico até aproximar-se, enfim, reconhecendo-a. Era %YunHee%! Ele apressou-se e tocou o ombro dela, encarando-a de modo preocupado. O olhar sem brilho denunciava para ele, que a dor que ela sentia era irreparável. Abraçou-a de modo respeitoso e compassivo.
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  %YunHee% agarrou o colarinho da camisa amarrotada do médico e puxava-o para si como se fosse encontrar qualquer tipo de conforto para o que sentia.
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  — %YunHee%… — ele sussurrou. — O que houve?
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  A falta de vocábulo e o choro em urros soluçado pela mulher respondia ao que ele não queria acreditar.
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  — Vamos… Eu te levo até a sua casa — ele respondeu sem aguardar confirmação.
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  Apenas pegou-a pelos braços a fim de erguê-la sobre o pés. Pegou o celular caído ao lado da mulher e colocou em seu próprio bolso. Guiou %YunHee% até seu carro e a colocou sentada no banco do carona, com as pernas ainda para fora, ela recostou a cabeça no banco, encarava o chão com olhar vazio. %MinSuk% pegou uma garrafa de água que tinha ao lado de seu banco de motorista, não estava fresca, mas era o que ele tinha de mais imediato. Retirou um calmante de sua bolsa e entregou à mulher. %YunHee% bebeu sem nem mesmo ligar-se ao que fazia.
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  %MinSuk% agachou-se à frente dela, com uma de suas mãos segurou a mão de %YunHee% massageando-a, a fim de consolá-la, tirou os cabelos bagunçados da mulher que lhe cobriam o rosto, e encarou a expressão desnorteada dela.
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  — Consegue me dizer onde mora?
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  %YunHee% olhou para ele, pela primeira vez e acenou positivo. Respondeu o nome de sua rua, num sussurro quase inaudível. %MinSuk% digitou-o em seu celular em busca de um caminho pelo GPS, identificou a rota, ele sabia onde era. Desligou o aparelho telefônico e o colocou sobre o painel do carro. Ajudou %YunHee% a posicionar-se, passando as pernas dela para dentro do veículo e afivelando o cinto de segurança, deu a volta pela frente do carro, sem desgrudar o olhar da moça. Retirou a bolsa de seu corpo e, após colocá-la no banco de trás, sentou-se no banco do motorista rumando até o endereço da mulher.
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  Durante o trajeto, %YunHee% encarava o vidro da porta. Não chorava mais, não esboçava reação alguma, o que demonstrava o efeito do calmante. %MinSuk% alternava olhares entre ela e o caminho. Assim que chegou à rua, pediu que ela lhe dissesse onde era a casa, %YunHee% não respondeu nada, manteve-se inerte até avistar sua casa e apontar fracamente.
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  %MinSuk% observou as luzes acesas e imaginou que haveria alguém. Ele desceu do carro, pegou seus pertences e ajudou %YunHee% a sair do veículo. A mulher não conseguia andar, sentia-se mole. Ele pegou-a no colo e, com certa dificuldade, ativou a trava e alarme do veículo, caminhou até a casa, e embora as luzes estivessem acesas havia muito silêncio. Ao aproximar da porta, notou-a entreaberta, preocupou-se e com cuidado avançou pela sala. %YunHee% adormecera em seu colo. Ele a deitou no sofá com zelo, e resolveu analisar o local. Estava vazia a casa. Não sabia dizer se fora arrombada, mas tudo parecia em ordem, menos a dona da casa.
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  Mordeu os lábios pensativo olhando à sua volta, e bufou confuso. Encarou a face adormecida de %YunHee% e abaixou-se até ela, mais uma vez ajeitou os cabelos que caíam em seu rosto e contemplou-a com curiosidade. O que realmente teria acontecido?
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  Recordou-se do celular dela que ele havia pegado e colocado em seu bolso. Retirou-o e pela falta de senha, foi possível mexer nas ligações recentes dela. Avistou um nome: “%Joongki%”. Apertou os olhos observando o nome, não lhe era estranho.
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  Num flashback se lembrou de %YunHee% pronunciando aquele nome. Discou o número, mas antes que fosse atendido, outra mulher entrou pela porta da sala. Ela encarou %MinSuk% confusa.
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  — Por favor, acalme-se — ele disse defensivo antes que Hyun assustasse-se mais. — Eu sou o Dr. %MinSuk%, encontrei %YunHee%…
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  — %YunHee%?— Hyun o interrompeu assustada. — Onde ela está? O que houve?
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  — Não sei. Encontrei ela chorando desesperadamente na porta do hospital no momento em que eu saía do meu turno.
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  Hyun aproximou-se preocupada de onde ele estava e assustou-se a ver a amiga deitada desacordada no sofá.
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  — Não se preocupe. Eu tive que dar a ela um calmante.
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  — Mas o que aconteceu afinal?
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  — Não sei. Ela me pareceu muito abalada, segurava o telefone e chorava muito.
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  Hyun pensou um pouco sobre aquilo e pegou o telefone que %MinSuk% lhe estendia. Procurou nas chamadas recentes, e viu que há uma hora ela havia feito uma ligação para a senhora %Kim%.
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  — Ela atendeu! — Hyun constatou num sussurro surpreso e mais preocupado.
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  — O que disse?
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  — A senhora %Kim%, atendeu a chamada.
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  — A sogra dela? — perguntou %MinSuk%, curioso.
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  Hyun sentou-se no chão ao lado de %YunHee% e pensava sobre aquilo. %MinSuk% também se encontrava pensativo e sentou-se numa poltrona próxima, colocou as mãos às têmporas sentindo-se extremamente culpado. A havia instigado a ligar, e pelo visto não recebera boas notícias.
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  — Você é parente dela? — ele perguntou após um breve momento de silêncio.
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  — Amiga. Obrigada… Por… Trazê-la.
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  Ele negou com um sorriso discreto denunciando que não havia motivos a ser agradecido.
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  — Como sabia onde ela morava?
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  — Ah, ela me falou após acalmar um pouco, e a porta estava aberta quando cheguei, as luzes acesas… Revistei a casa, me parece tudo normal, mas veja depois se não há nada faltando.
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  — Certo, obrigada.
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  %MinSuk% levantou-se delicadamente e deu um último olhar na direção de %YunHee%.
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  — Eu tenho que ir. Vocês ficarão bem?
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  — Sim, sim. Obrigada novamente.
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  — Ela vai acordar apenas amanhã. Quer que eu a deixe no quarto?
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  — Sim! Por favor, se não for incomodar.
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  %MinSuk% sorriu pegando-a novamente no colo e seguindo Hyun pelas escadas. Ao entrar no quarto de %YunHee%, após deitá-la em sua cama, Hyun a cobriu e %MinSuk% percorreu os olhos rapidamente pelo local avistando ainda algumas fotos de %JinGoo%.
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  Ele saiu do quarto e logo Hyun seguiu-o. Ela o agradeceu mais uma vez, ele entregou novamente o telefone dele em um cartão caso Hyun precisasse ligar e despediu-se cortês. Hyun sentou-se no sofá, extremamente confusa e preocupada quando o celular de %YunHee% sobre a mesa de centro tocou. Era %Joongki%. Ela atendeu e contou-lhe o ocorrido. Ele queria seguir para lá, mas Hyun disse que não era necessário.
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Lelen

Mas gente… Senhora Kim, apesar de eu entender o seu lado “mãe preocupada”, eu ainda quero te dar um tapão esfregado na cara, apenas digo.
Jin Goo não pode ter partido dessa pra melhor, até porque, ele não existe mais para a Yun-hee, né… Coitada, já tava bem (sqn) sem essas palavras ambíguas da sogra, aí ouve uma coisa dessas e vai de parafuso.
Ainda bem que ela tem amigos (Min-Suk engana ninguém kkkk), embora poucos, muito prestativos e que se importam <3

PS: NÃO SEI SE TÔ PRONTA PRA ESSES DRAMAS ATÉ A PRÓXIMA HISTÓRIA COM O FELIZES PARA SEMPRE (veja bem, eu estou esperando o felizes para sempre no fim do fim) GZUS, ME SOCORREEEE.

Ray Dias

A senhora Kim vai apanhar de comboio das leitoras pelo visto. Kkkk Amei o “vai de parafuso” kkkk Bem Yun Hee não estava mesmo preparada pra essa notícia após ouvir de sua que o jinGoo havia saído do hospital vivo. Ela não esperava, e a Senhora Kim desalmada que só… O Min Suk não engana o que? O que você está pensando dona lelen? Ele apenas é muito prestativo hahahaha E se tem uma coisa que você está, é preparada para o drama ! O felizes pra sempre nunca pode ser tão fácil, afinal.

Liv

Espero muito que o jin-goo dê um chega pra lá nos próprios pais, sinceramente. Apesar de achar que ele não vai fazer muita coisa 😒 agora a yun-hee tem mais um amigo, e acho que a hyun ou fica com o ki ou com o médico kkkkkkkkkkkkkk

Ray Dias

Ela tem mesmo mais um amigo porque o Suk vai ajudar bastante ela. Já seu palpite da hyun, não está errado. Ela fica realmente com um deles.

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