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Na Hora Certa

Escrita porNyx
Editada por Lelen

CAPÍTULO 08 • “Entre Ondas e Frestas”

Tempo estimado de leitura: 20 minutos

  POV Charles Leclerc

  Acordei antes do despertador.
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  De novo.
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  Mas não era ansiedade pela corrida, nem pelos jornalistas que estariam no paddock, nem pelas voltas que eu vinha ensaiando mentalmente desde a noite anterior. Era outra coisa, ou melhor — alguém.
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  Peguei o celular do criado-mudo sem pensar. Tela bloqueada, nenhuma notificação nova. Mas mesmo assim, abri o chat.
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  %Isla%.
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  As mensagens estavam lá, as palavras simples, vivas. Mais nítidas do que qualquer gráfico de telemetria.
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  Sorri. Idiota. Só de lembrar do jeito como ela escrevia, como ria, ou como falava do filho.
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  Falamos de besteiras, rimos mais do que o necessário, talvez mais do que devêssemos.
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  Quando mencionei o gesto que ela fazia antes de trabalhar no carro — os dedos discretos no número da pintura — o silêncio que veio depois da mensagem dela me pegou.
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  “Você… notou isso?”
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  Claro que notei, eu noto tudo nela.
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  Mas foi a última mensagem que me puxou de volta pra realidade.
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  “Preciso dormir. Amanhã vai ser puxado. Boa noite, Leclerc.”
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  Boa noite, Leclerc.
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  Como se isso não tivesse mudado nada.
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  Suspirei. Deixei o celular encostar no peito e fiquei olhando pro teto, onde só o escuro respondia.
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  Ela tinha alguém?
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  Levantei.
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  Fiz tudo no automático: roupa de treino, shake, tênis, fone de ouvido. Mesmo caminho de sempre até a sala do fisioterapeuta. Ele já me esperava com o elástico de resistência pronto.
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  — Dormiu bem? — ele perguntou, puxando a faixa.
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  — Dormi… — respondi, mesmo sem acreditar.
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  Começamos com mobilidade, depois costas, core. O cronômetro apitava, o suor escorria, os músculos ardiam, mas a cabeça... não estava ali.
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  — Tá com o pescoço travado de novo — ele murmurou, ajustando minha postura. — Força no olhar. Foco.
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  Foco.
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  Essa palavra.
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  Essa palavra de novo.
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  Mas como é que eu foco se a voz dela ainda ecoava nas minhas mensagens? Se o sorriso dela, o jeito como falava do %Liam%, o rastro da conversa da noite passada… ainda estavam grudados em mim?
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  E aí, como se a cabeça já não estivesse ocupada o suficiente, veio a lembrança da Alix. A discussão. A porta batendo. A acusação jogada no ar:
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  “Você está apaixonado por ela...”
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  Balancei a cabeça como quem tentava tirar a frase da memória à força.
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  Será?
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  Não.
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  Claro que não.
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  Aquilo era só mais uma projeção da Alix, uma última tentativa de se manter ali, mesmo quando tudo já tinha terminado. Aquilo era loucura. Mas por que, então, aquela frase não saía da minha cabeça?
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  Suspirei.
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  Apliquei força.
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  No treino, no olhar e corpo, mas a mente… a mente estava ocupada demais tentando não pensar nela.
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  E falhando miseravelmente.
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  O paddock ainda estava acordando quando eu os vi. %Isla%, agachada ao lado do filho, os dois tão imersos no que faziam que por um instante pareceram parte da paisagem. Ela explicava algo sobre calibragem dos pneus, apontando pra um medidor digital com a paciência de quem já sabia que ensinar era também um jeito de amar.
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  — Tá vendo esse número aqui? — ela dizia. — Se passar disso, o carro pode escorregar. E se tiver menos, ele não gruda no chão.
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  — Igual quando meu tênis tá frouxo? — %Liam% perguntou, franzindo a testa.
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  — Exato. — ela sorriu, e o menino pareceu ter descoberto o segredo da Fórmula 1 ali mesmo.
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  Me aproximei devagar, só observando os dois por alguns segundos. O %Liam% mexia nos cabos com aquele fascínio curioso de quem ainda não aprendeu a ter medo de quebrar as coisas. %Isla%, por outro lado, mantinha uma mão sempre perto — pronta pra impedir um desastre, mas sem sufocar a curiosidade dele.
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  — Cuidado com esse aí — falei, me abaixando ao lado deles. — Ele é mais temperamental do que parece.
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  %Liam% olhou pra mim com os olhos arregalados.
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  — Ele explode?
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  — Não. Só reclama muito quando alguém puxa os fios errados — brinquei, e vi %Isla% disfarçando um sorriso.
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  — Obrigada por isso — ela disse, sem muito entusiasmo, mas com aquele tom que carregava mais do que deixava transparecer.
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  Respirei fundo. Não era meu plano, mas as palavras saíram.
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  — Vocês vão ficar até segunda? Porque… bom, tem uma piscina na minha casa. %Liam% poderia gostar. E… não sei, talvez você também.
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  Ela me encarou por um segundo longo. Hesitou. Os olhos avaliando mil variáveis ao mesmo tempo. Mas antes que ela respondesse, %Liam% vibrou:
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  — Piscina? Sério? Com foguete?
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  — É… talvez sem foguete, mas tem um escorregador d’água. — sorri, desarmado.
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  %Isla% respirou fundo. E então veio a alfinetada, delicada como um bisturi.
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  — Não acho que seja uma boa ideia. Sua namorada...
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  — A gente não tá mais junto, na verdade, terminamos há muito tempo — soltei, quase baixo demais.
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  Os olhos dela buscaram os meus por um momento. Vi a surpresa contida, o julgamento suspenso. Ela não disse nada. Mas não precisou.
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  %Liam%, claro, não se importava com o subtexto.
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  — Mamãe, por favor! Eu prometo que não vou levar o robô pra água!
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  Ela olhou pra ele, depois pra mim, depois pro céu — como quem pedia paciência ao universo inteiro.
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  — A gente conversa depois da corrida, tá? — disse, voltando o olhar pra mim.
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  Assenti.
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  Foi só isso.
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  Mas naquele momento, mesmo sem foguete... alguma coisa já estava prestes a decolar.
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🏁🛠️

  O sábado não foi bonito.
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  O carro teve um problema na válvula do MGU-K — uma falha minúscula, mas que afetou todo o sistema de recuperação de energia. Perdi potência nas retas, estabilidade nas saídas, e junto com isso… a chance de largar na frente.
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  P5.
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  Na minha casa.
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  Norris em P1, como se estivesse esperando por isso desde 2023. Verstappen em P2, com aquela cara de que já venceu antes mesmo de começar. Piastri em P3, mais técnico que ousado. Russell em P4, eficiente, frio.
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  E eu. Charles Leclerc. P5.
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  Num circuito onde largar atrás é quase sinônimo de perder.
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  Na minha casa.
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  A frustração veio como freada brusca em curva molhada.
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  Ainda mais quando vi todo mundo esperando que eu sorrisse pra foto oficial. Mas o que ninguém viu… Foi ela.
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  %Isla%.
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  Ela passou a noite ajustando o carro com Matteo. Correndo contra o tempo. Correndo por mim. Revisou cada linha da telemetria como se estivesse lendo um mapa para salvar alguém. Ajustou torque, trocou sensor de temperatura, recalibrou o diferencial.
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  Eu vi, mesmo fingindo que não vi.
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  A concentração dela, o silêncio pesado, o cabelo preso de qualquer jeito e o tablet colado ao peito. Ela não dormiu e nem reclamou, só trabalhou.
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  E agora… aqui estávamos.
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  Domingo. Corrida.
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  Entrei no modo piloto assim que vesti o macacão, mas alguma coisa não se encaixava. A cabeça… não desligava.
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  O barulho do paddock parecia abafado demais. Como se o mundo estivesse me pedindo pra escutar só o que vinha de dentro. Respiração, pressão, cobrança. %Isla% passou por mim de novo. Tablet nas mãos, postura reta e fone no ouvido. Focada.
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  Nossos olhares se cruzaram rapidamente, só um segundo, mas foi suficiente.
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  Não houve aceno, nem sorriso, mas eu senti. Ela estava lá. Presente. Por mim, pelo carro e pelo trabalho dela.
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  — Charles — Matteo chamou, entregando o capacete. — Vinte minutos.
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  Assenti, puxei o zíper do macacão até o pescoço. O peso do capacete nas mãos parecia o mesmo de sempre, mas eu não estava. Hoje, o que me apertava não era o cinto. Era o que eu não sabia nomear.
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  E aí, no silêncio entre um ajuste e outro, uma verdade escapou sem permissão:
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  “É só uma corrida. Mas hoje… eu queria ganhar por ela também. Pra ela ver.”
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  Porque quando ela me olhava… eu queria ser melhor.
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  Luzes apagaram, Mônaco rugiu e Max disparou.
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  Não foi surpresa.
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  O carro da Red Bull colou no asfalto como se tivesse nascido ali. Gasly segurou firme em segundo — aquele tipo de dia raro em que tudo se encaixa. Sainz fez o que Sainz sabe fazer: pressionou. Preciso, agressivo, colado no câmbio do Pierre.
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  E eu…
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  Larguei bem, mas só isso.
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  O carro não rendia como nos treinos. A curva 11 me cuspia a traseira a cada volta. O tempo escapava. As chances também.
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  — Curva 11 com perda de tração. Ajuste torque para o setor três. — disse a voz dela no rádio.
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  Fria. Técnica.
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  Mas eu reconheceria aquele timbre no meio do caos de um furacão. Fiz o ajuste. Torque reconfigurado. Setor três mais equilibrado, mas ainda não era o bastante.
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  Gasly segurou o segundo lugar até o fim como se a vida dele dependesse disso. Sainz colou na traseira, tentou na saída da Rascasse — não conseguiu.
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  E eu?
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  P4.
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  Quarto lugar.
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  Sem pódio. Em Mônaco.
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  No rádio, o engenheiro-chefe anunciou:
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  — Corrida limpa. Obrigado, Charles. Quarto lugar confirmado.
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  Nada da %Isla% e talvez isso tenha doído mais que o pódio que não veio. Soltei o volante com força contida, tirei o capacete devagar e olhei ao redor.
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  Todo mundo batendo palmas. Aplaudindo a vitória do Max. O esforço do Pierre. A consistência do Sainz.
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  Mas, dentro de mim… era só o eco do que não aconteceu.
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  O capacete já estava fora, o macacão aberto até a cintura e mesmo assim, eu ainda não conseguia respirar direito. Passei direto pela equipe, pelo menos até o ponto inevitável: o corredor da imprensa.
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  Microfones.
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  Câmeras.
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  Boletins ao vivo em pelo menos três idiomas diferentes.
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  Sorri.
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  O tipo de sorriso treinado. Raso.
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  — Charles, decepcionado com o quarto lugar? Principalmente aqui, em casa?
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  — Eu corro pra vencer — respondi, curto. — Sempre.
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  — Você acha que a estratégia da equipe contribuiu para essa posição abaixo do esperado?
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  — Acho que todo mundo deu o melhor hoje. Não foi suficiente. Acontece.
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  — Mas você largou em quinto. Esperava mais desempenho do carro?
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  — O carro melhorou muito desde o treino de sábado. A gente teve um problema com o sistema de gerenciamento de energia. Conseguimos ajustar parte disso. Mas aqui… cada curva cobra caro.
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  — Você estava visivelmente tenso no carro. Pressão por correr em Mônaco?
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  — Correr em Mônaco é sempre pessoal. Mas pressão não é o problema. Expectativa, talvez.
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  — Você falou no rádio: “Diz isso pra %Torres%”. É a engenheira nova, certo? Alguma tensão ali ou… algo mais?
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  Levantei o olhar.
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  A pergunta ficou no ar por um segundo a mais do que devia.
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  — A %Isla% faz o trabalho dela. Muito bem, aliás — respondi, seco. — A corrida é sobre o carro, não sobre os nomes em volta dele.
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  Engoli a vontade de sair andando, só continuei respondendo o básico até me liberarem. Até os flashes cessarem, até as vozes sumirem.
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  Saí do corredor da imprensa com o rosto ainda quente. Nem pelo calor, mas pelas perguntas. Pelo tom. Pelo jeito que transformavam cada curva em uma falha de caráter.
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  Vi a equipe à frente, mas antes mesmo de chegar ao box… Meus olhos encontraram algo melhor.
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  %Liam%.
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  Cabelo cacheado, suado, camiseta da Ferrari um número maior do que o corpo. E nas mãos? Uma plaquinha feita com papelão e canetinha vermelha. Número 16. Contornado com estrelas tortas.
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  Ele me viu e gritou antes que eu pudesse me esconder dentro de mim:
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  — Você foi muito rápido, Charles! Eu contei! Você era o mais legal!
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  Parei.
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  Não totalmente, mas o passo vacilou. O peito aliviou. Soltei um riso abafado, cansado, mas real.
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  — É mesmo? — perguntei, ainda ofegante.
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  Ele assentiu com uma convicção de quem não entendia de pódio, mas entendia de heróis.
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  Atrás dele, %Isla%.
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  Calada, postura reta, olhar firme. Mas havia algo suave nos olhos dela naquele instante. Um quase-sorriso contido.
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  Nossos olhares se cruzaram. Por um segundo longo demais pra ser apenas educação. Ela não disse nada, eu também não, mas naquele espaço entre o “não dito”, havia tudo.
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  Agradecimento, cumplicidade e… algo novo. Algo que eu não tinha nome ainda, e isso me assustava mais do que qualquer pergunta de jornalista.
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  — A gente quase pegou o Sainz, né? — %Liam% perguntou, animado, com a placa apertada contra o peito.
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  %Isla% sorriu de canto, agachando-se ao lado dele.
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  — Quase, piloto foguete. Mas sabe o que atrapalhou? O desgaste do pneu no terceiro setor. Lembra o que a mamãe disse sobre tração? — %Liam% assentiu, sério.
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  — Se perde tração… escorrega.
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  — Isso. E se escorrega… perde tempo na curva.
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  — Mas ele corrigiu! — retrucou, olhando pra mim com olhos grandes. — Eu vi! No rádio você falou pra ajustar torque. — %Isla% riu baixo, me encarando com um brilho quase cúmplice.
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  — Ele presta atenção em tudo.
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  — Puxou você, então — comentei, sem pensar demais. Ela ergueu uma sobrancelha, divertida.
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  — Ele puxou o que tem de bom. O resto... ele já vai aprendendo com o tempo.
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  Continuei ali, por um instante a mais do que o necessário. Como se o mundo pudesse parar só pra que aquela cena durasse mais.
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  Continuei andando, mas mais leve.
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  Mais inteiro.
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  E com a certeza de que, naquele dia, aquele placar de papel e aquelas estrelinhas mal desenhadas… Valiam mais do que o troféu.
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  No fim do dia, depois que o motorhome se esvaziou e a adrenalina virou cansaço, peguei o celular.
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  Sem pensar demais, ou talvez pensando demais, e mesmo assim fazendo.
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  Abri o chat privado. O mesmo que ela disse "boa noite, Leclerc" há poucos dias — e que desde então parecia o lugar mais vivo do meu telefone.
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  Digitei:
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Charles: O convite ainda tá de pé. Se quiserem, a piscina tá aqui. E foguetes são bem-vindos.
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  Esperei.
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  Uns segundos.
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  Uns minutos.
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  Talvez o tempo suficiente pra eu achar que tinha sido idiota.
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  Então veio a resposta.
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%Isla%: %Liam% já tá com a sunga na mochila. Eu levo o protetor solar.
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  Ri de verdade. Sozinho, sentado no sofá da minha casa, ainda com o macacão pendurado numa cadeira e o cabelo bagunçado.
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  Encostei a cabeça no encosto, fiquei olhando pro teto por longos segundos.
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  E pensei:
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  Talvez... talvez eu esteja mesmo ferrado.
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  Mas, pela primeira vez, essa palavra não parecia tão ruim assim.
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  Nota da autora: Charles está completamente apaixonadoo, só não quer admitir kkkkk. É interessante ver a evolução dele, porque no começo da história, na entrevista, ele jogaria a culpa na equipe, mas dessa vez, não, ele assumiu que a equipe fez o que podia por ele e pelo carro, vocês perceberam também?
  Vamos ver o que vai acontecer nessa visitinha, hein?

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Charles. Ainda bem que (quase) sabe que tá ferrado. E tá muito.
Quero ver esse dia na piscina KKKK
LIAM, COISA MAIS PRECIOSA DESSA HISTÓRIA. PROTEJAM ELE DE TODO O MAL DO MUNDO!

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