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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Mafia’s Paradise

Escrita porPams
Revisada por Lelen

16

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

Toscana, inverno de 2020

  Em meio ao recesso da temporada de jogos do campeonato da liga italiana, intitulado de Série A, estava um casal desfrutando dos quentes cobertores, taças de vinho Château Cheval Blanc e muitas carícias. A vida de Matteo Ricci estava sendo um sonho do qual não queria acordar, afinal, era assim que ele se sentia. Sua carreira no futebol seguia promissora, jogando mais uma temporada pelo seu time de coração, Fiorentina, além de receber muitos mimos da sua fã número 1.
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  — Hum… Fica aqui, estou com frio — resmungou a mulher, se encolhendo mais na cama.
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  — Já volto — disse ele, dando um sorriso de canto.
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  Ao se espreguiçar, caminhou para fora do quarto e desceu as escadas. O apartamento duplex em que morava se localizava no bairro mais nobre de Florença, em um condomínio composto por dois prédios luxuosos, afastado do centro comercial. Sua intenção era fazer algo para matar a fome, pois suas energias haviam sido consumidas pelos desejos de sua amada. Contudo, antes mesmo de chegar à cozinha, uma ligação vinda da portaria o desviou da rota. O motivo? Uma visita inesperada que o deixou estático a princípio.
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  — Quando o porteiro me disse quem era, eu não acreditei — disse ele, ao abrir a porta e recepcionar sua visita.
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  A pessoa apenas sorriu de leve e adentrou o apartamento, o impressionando ainda mais.
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  — Amor, você está demorando… — A mulher que vinha do quarto, parou estática no meio da escada. — %Alice%?!
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  — Oi, Rosalia — cumprimentou a garota com um sorriso tímido.
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  — %Alice%! — Rosa terminou de descer os últimos degraus e correu para abraçá-la. — Amiga, por onde andou? Como nos achou aqui? Que surpresa.
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  — Surpresa estou eu com esse “amor” — ela riu ao olhar para a amiga que vestia uma camisa masculina, então, desviou para Matteo — em seu vocabulário.
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  — Temos tantas coisas para te contar — comentou Matteo com um sorriso bobo.
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  — E você também para nós — disse Rosalia em sua curiosidade pelo sumiço da amiga. — Quando todos souberem da sua volta… 
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  — Vai ser uma loucura — completou Matteo.
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  — Ninguém pode saber que eu voltei — disse %Alice% um pouco aflita ao se lembrar do passado. — Principalmente os Magnus.
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  — %Ally%, você está praticamente em casa agora, toda a região de Toscana é controlada por eles. — Rosalia e seus argumentos racionais a puxaram para a realidade.
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  — Eu aprendi a ser discreta — disse a jovem confiante em suas palavras.
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  — Isso dá para notar — brincou Matteo, rindo de leve. — Ficou fora do radar por cinco anos.
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  — Vim apenas por consideração aos meus melhores amigos. — Ela sorriu novamente. — E foi fácil achá-los, estão nas revistas agora.
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  — Pois é, meu jogador favorito é um craque famoso — brincou Rosa ao se afastar da amiga e ir se aninhar em Matteo.
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  — E qual o grau de consideração que a trouxe aqui, correndo o risco de se expor a todos? — indagou ele, curioso.
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  — Vou me casar! — %Alice% ergueu a mão, mostrando o anel de noivado.
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  — O quê? — disseram ambos, o casal, boquiabertos.
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  — E quero que sejam meus padrinhos — completou %Ally%, com um brilho no olhar.
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  Mesmo surpresos, o casal se alegrou com a felicidade da amiga e a abraçou com felicitações. Os cinco anos de silêncio da parte de %Alice% haviam sido uma experiência única para ela, que passou a conhecer mais o mundo em que estava inserida da forma mais inesperada possível.
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  — Agora trate de sentar aqui e ir me contando tudo, senhorita. — Rosalia a puxou para o sofá, sentando com ela sob um olhar curioso. — Por onde andou todo esse tempo?
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  — Estive bem longe e escondida — respondeu %Alice% num tom carismático.
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  — Você realmente parece feliz longe de tudo aqui — comentou Matteo ao permanecer de pé, encostado na parede. — Seu rosto está mais reluzente.
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  — Isso é o amor — comentou Rosalia seu palpite.
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  — Não, é liberdade — corrigiu %Alice%, dando um suspiro animado. — Estou tão feliz, conheci tantas pessoas legais ao longo desses anos e… Pela primeira vez consegui ter sonhos e planos para o futuro.
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  — Isso é o que importa, que esteja bem. — Assentiu Rosa, com um sorriso sutil no rosto. — E qual o nome do felizardo?
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  — Tomás Coimbra — respondeu ela, soltando outro suspiro com um toque de apaixonada.
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  — Sobrenome português, era lá que você estava? — indagou Matteo, reconhecendo a origem do sobrenome.
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  — Sim, como sabe? — perguntou %Alice% surpresa com sua precisão.
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  — Sou jogador, já tive algumas partidas com times portugueses pela Europa League, conheci um jogador do Benfica com esse sobrenome — explicou ele.
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  — Estive morando ao norte da cidade de Braga, depois de passar por várias cidades aleatórias da Europa — contou %Alice%, parte de sua história. — Foi lá que conheci ele, era um dia de chuva e presenciei o atropelamento de um cachorro, o motorista não quis prestar socorro e eu, apavorada, peguei o animal e saí correndo em busca de socorro, ele estava passando de bicicleta e me viu. Logo me apaixonei por um veterinário fofo.
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  — Que meigo. — Rosalia fez uma cara boba, imaginando a cena. — Quase uma fanfic, amiga.
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  — Sim. — Assentiu %Alice%.
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  — E quando vamos conhecê-lo? — perguntou Matteo curioso.
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  — Bem, convido vocês para nosso jantar de ensaio do casamento — respondeu ela. — Será na próxima sexta, estamos planejando a cerimônia para o final de janeiro — explicou ela, os planos do casal. — Tomás quer passar a lua de mel no Brasil e voltar antes do carnaval.
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  — Que sonho! — Rosalia sentiu uma pontinha de inveja, pois já havia falado sobre casamento algumas vezes com Matteo, entretanto, o jogador no auge de sua carreira, optou por focar em treinos e nos jogos, não querendo um compromisso que lhe roubasse a atenção. Para ele, casamento era algo sério e seu momento atual estava atrelado ao esporte, o que não o deixaria dar a atenção devida a sua esposa e família.
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  — Posso contar com vocês lá? — indagou %Alice%.
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  — Mas é claro que sim, mande o endereço, por favor — pediu Rosa, afirmando a presença deles. — Os jogos de Matteo estão em recesso pelas festividades do final do ano e a primeira semana do ano nunca tem nada de especial para fazer.
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  — E a senhorita não trabalha? — perguntou %Alice% impressionada. — E por falar em trabalho, como se deu o meu shipp de infância?
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  — Claro que eu trabalho, e foi através do meu trabalho que este shipp aconteceu — contou ela, recordando o dia em que reviu seu melhor amigo no trabalho. — Por ironia do destino, trabalho como T.I para a FIFA, e em um dos eventos da federação eu precisei participar, afinal, sendo integrante da equipe de tecnologia, não posso me ausentar dessas ocasiões, e foi lá que esbarrei no melhor jogador do Fiorentina.
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  — Que fofo, sempre torci por vocês, um completa o outro — disse %Alice%. 
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  — Antes eu vivia em Londres, mas agora eu trabalho home office só para termos mais tempo juntos — completou Rosalia.
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  — Resumindo, eu me tornei jogador e ela se apaixonou por mim, bem conforme o planejado — brincou Matteo, arrancando um olhar atravessado de sua amada.
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  %Alice% caiu em gargalhadas, lembrando-se da época da escola. No fundo, sentia falta daqueles momentos, de estar com os amigos em uma conversa saudável e tranquila, chegar em casa e receber um abraço caloroso da mãe. De certa forma, ela sentia falta de partes de sua vida em Toscana.
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  — A conversa está maravilhosa, mas eu preciso ir — disse %Alice% ao se levantar do sofá. — Meu avião parte daqui algumas horas, tenho que voltar para Braga.
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  — Mas já?! — Rosa se levantou juntamente, demonstrando tristeza por sua passagem tão rápida após anos longe. — Dorme aqui esta noite, vamos conversar mais.
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  — Não posso, prometi ao Tomás que voltaria hoje — respondeu ela. — Mas… Te quero na segunda em Lisboa para me ajudar com a escolha do vestido.
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  — Sério? — Rosa se mostrou honrada pelo convite.
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  — Claro, você é minha madrinha de casamento — garantiu %Alice%. — Preciso de suas opiniões de moda.
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  — Com prazer — brincou Rosa.
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  %Alice%, em risos, se despediu dos amigos e retirou-se do apartamento deles. Passou alguns minutos esperando pelo elevador, até que o mesmo chegou ao andar vindo da cobertura. Assim que a porta abriu, o coração de %Alice% gelou de imediato ao se deparar com a última pessoa que havia tido contato no passado.
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  Após segundos de silêncio.
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  — Pode entrar, eu não mordo e nem sou uma assombração. — A voz de %Luigi% causou um frio na espinha dela, ele continuou com o dedo no botão, mantendo a porta aberta. — Já você, %Alice%.
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  — Senhor Magnus. — Ela engoliu seco, dando o primeiro passo para entrar.
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  Após tantas pesquisas e cuidados, planejamentos de como entraria e sairia de Toscana sem ser vista ou notada, ali estava ela diante de uma possível ameaça de exposição. Ela sentiu seu corpo trêmulo pelo medo eminente, e %Luigi%, percebendo, riu de leve.
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  — Não precisa se preocupar… Nós compartilhamos do mesmo segredo. — Mais uma vez ele quebrou o silêncio. — Não vou contar ao meu irmão… Mas você deveria ser mais discreta ainda, eu disse para não procurar por seus amigos.
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  — Eu apenas… — Ela respirou fundo quando se lembrou que precisava respirar.
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  Sabia que era arriscado estar ali, ele tinha razão.
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  — Acha mesmo que meu irmão desistiria de vigiá-los mesmo depois de tantos anos? — perguntou %Luigi%, fazendo-a refletir.
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  — O que faço agora? — sussurrou %Ally%, quase pedindo clemência.
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  — Desça até o estacionamento e saia pela lateral do prédio, pelo acesso dos funcionários — disse ele, mantendo sua serenidade, como se o caso não fosse tão crítico assim.
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  — Por que está me ajudando novamente? — perguntou ela, intrigada pelas ações dele, lembrando-se da forma em que o caçula a aterrorizava quando criança.
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  %Luigi% apenas sorriu de canto e assim que o elevador parou no andar no hall de entrada, ele apertou o botão do estacionamento e saiu ao abrir a porta.
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  — Tente ser mais discreta, se ele te encontrar, não terá mais a minha ajuda. — Com essas palavras, ele manteve seu olhar sério para ela até o fechar da porta.
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  Com o coração acelerado, %Alice% seguiu passo a passo as recomendações do Magnus caçula, conseguindo com sucesso chegar ao aeroporto e embarcar em seu voo de volta para Braga. Minutos depois de o avião aterrissar, soltou um suspiro de alívio ao encontrar o noivo a esperando no saguão de desembarque.
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  — Desculpe a demora, o avião teve uma turbulência — explicou ela ao se aproximar dele.
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  — Fiquei preocupado — disse ele ao abraçá-la forte. — Não deveria ter ido sozinha, cinco horas de voo.
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  — O que importa é que estou aqui. — Ela sorriu de leve. — Vamos para casa?
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  — Claro. — Ele pegou a mochila que estava com ela, para carregar. — Como foi rever seus amigos?
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  — Foi bem nostálgico, muitas lembranças do passado — contou %Alice%. — Como previ, Rosa e Matteo estão juntos como casal.
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  — Você é boa em previsões — brincou Tomás, lembrando-se de quando a conheceu no dia do resgate. — Também previu que seria minha esposa.
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  — Você me deixou encantada a primeiro momento, então… Claro que não deixaria passar a oportunidade.
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  — Hum… Como se tivesse sido difícil me apaixonar por você — comentou ele, rindo baixo, então lhe roubou um beijo. — Você é um encanto, %Alice% Miller.
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  Estrategicamente, ambos moravam no mesmo prédio, em andares diferentes. %Alice% na companhia do cachorro salvo de nome Xerife, e ele na companhia de seus pais já avançados de idade. Tomás tinha mais duas irmãs, já casadas, e sendo tio de três crianças sapecas, seu sonho de ser pai aumentava a cada dia com a expectativa do casamento. Após se despedirem nas escadas, %Alice% adentrou seu apartamento solitário e foi recepcionada por Xerife. O cão, mesmo velhinho, ainda tinha energia para latir como se desse boas-vindas a sua tutora.
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  — Está com fome? — perguntou ela, sorrindo para ele e seguindo até a cozinha. — Vamos comer um pouco.
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  Os dias se passaram e finalmente na segunda, como combinado, as amigas estavam na loja CasArt, uma das mais conceituadas em vestidos para noivas. 
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  — Ah não, este está muito antiquado — reclamou Rosalia ao lhe fazer experimentar o sexto vestido consecutivo. — Precisamos de um mais moderno.
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  — Nenhum está bom o suficiente para você — disse %Alice%, rindo da careta da amiga. — Eu gostei do segundo.
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  — O segundo tem muita renda, não combina com sua delicada simplicidade — explicou a outra, entendendo o estilo de %Ally%.
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  — Que tal este aqui — disse a atendente, apresentando outra opção. — Sem renda, com a modelagem estilo princesa, tomara de caia, sem luvas e sem véu.
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  — Perfeito, tão sutil e nem um pouco extravagante, tenho certeza que será uma linda noiva — disse Rosa, certa da escolha.
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  — Vou experimentá-lo então. — Assentiu %Alice%.
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  Assim que retornou do provador, recebeu os aplausos da amiga e da atendente, fazendo-a rir de leve e se sentir a mulher mais feliz do mundo. Em um piscar de olhos, sua atenção se moveu para a vitrine da loja, permitindo-a focalizar a rua, por um curto espaço de tempo, %Alice% ficou paralisada com a possível cena do outro lado da rua. Seus olhos pareciam reconhecer o rosto do homem a quem se escondeu todo aquele tempo, o que a fez entrar em agonia interna.
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  — %Alice%?! %Alice%?! — Logo a voz de Rosa chamou-a para a realidade, fazendo ela desviar a atenção para a amiga.
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  — O quê?! — perguntou a jovem.
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  — O que, perguntou eu. Você ficou paralisada. — Rosa olhou para trás, analisando a vitrine. — Viu alguma coisa?
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  — Não… Eu… — %Alice% voltou novamente o olhar para a mesma direção anterior e viu o local vazio. — Não é nada, acho que só estresse e ansiedade pelo casamento.
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  No restante do dia, a jovem tentou disfarçar sua preocupação. Será que o que havia visto era real, ou apenas sua mente querendo se prender novamente ao passado do qual se libertou? Precisou se esforçar ainda mais, para não demonstrar isso em seu jantar de ensaio.
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  O dia do casamento para uma noiva sempre foi considerado um misto de emoções e expectativas. Para %Alice%, seria uma data especial para a qual havia se preparado durante tanto tempo. Sua preparação seria no hotel, onde a cerimônia seria realizada em seu espaço vip, um quarto de luxo reservado para a noiva que havia aproveitado a noite anterior com sua madrinha e cunhadas, em uma despedida de solteira regada a filmes de romance na Netflix e muita pipoca doce envolvida. Rosalia parecia mais empolgada que a noiva. Logo pela manhã, todas se levantaram às pressas por estarem atrasadas para a maquiagem e cabelo, e após tudo pronto, a jovem Miller pediu para ficar sozinha por alguns minutos em sua suíte.
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  — Não poderei ter arrependimentos depois de hoje — sussurrou ela ao pegar o buquê de rosas brancas e voltar seu olhar para o espelho diante dela.
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  %Alice% ficou estática de imediato quando seus olhos ficaram no reflexo da pessoa que jamais esperava ver naquele dia. Seu coração acelerou pela agonia do momento, com sua mente sendo preenchida pelas memórias do passado. 
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  — Bom dia, %Alice%. — A voz grossa e fria de %Giovanni% a fez sentir uma onda de calafrio, seguido de uma fraqueza interna que a fez soltar o buquê em sua mão.
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  Aquele momento caracterizava o fim do ciclo de cinco anos…
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  Cinco anos longe de todos que conhecia… 
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  Cinco anos de paz e liberdade... 
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  Cinco anos de discrição…
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  Cinco anos de segredos…
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  Cinco anos que não via aquele olhar nebuloso e intenso em sua direção.
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But I know I'll be hunting high and low
High
There's no end to the lengths I'll go to.
- Hunting High And Low / A-ha

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Lelen

AI, O SHIPP DE INFÂNCIA SE TORNOU REAAAAAAAAAL <3<3
Confesso que eu tinha esquecido deles (PERDÃO, ROSA E TEO!), mas aí lembrei e ao mesmo tempo que não acreditei, acreditei sim HAHAHAHAH
E O SER HUMANO DO GIOVANNI ME APARECE LOGO EM QUE DIA? DISGRAÇA, TINHA TANTO TEMPO PRA APARECER.
E Luigi segue sendo meu amorzinho HAHAHAHAHAHA

Pâms

Rosa e Teo é o shipp que mais sabia que ia acontecer kkkkkkkkkkk uns fofos ❤❤❤❤

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