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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Mafia’s Paradise

Escrita porPams
Revisada por Lelen

14 • Memórias

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

Toscana, outono de 2016

  Dizem que não há nada melhor que um pote de sorvete de creme para curar um coração ferido. Passar horas fazendo maratonas de filmes românticos enquanto sua mente processa inúmeras lembranças de momentos felizes antes do término.
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  Claro, que isso funciona apenas com mulheres normais.
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  Para as nascidas da máfia, algo mais forte e eficaz fazia-se necessário. E na concepção de %Clarice%, mesmo tentando proteger seu coração por anos, dosando seus sentimentos e não se entregando totalmente, ainda doía na mesma proporção de como se tivesse mergulhado nas ondas da paixão. Foram longos minutos parada no centro do espaço premium, olhando a fonte à sua frente, processando sua nova realidade, permitindo as lágrimas escorrerem por seu rosto.
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  E honestamente, a frase que mais lhe sobrevinha era:
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  “Estando com ela em meus pensamentos”.
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  Finalmente a jovem havia descoberto o que se passava na mente do Magnus após anos de amizade, entretanto, não era exatamente o que esperava. Involuntariamente, seu corpo começou a se mover para fora da sala, seguindo em direção a entrada do saguão, sua atenção estava distante das pessoas que passavam por ela, tanto que nem percebeu a aproximação de %Vincenzo%. Sua mente ainda confusa e perplexa pela situação, apenas consentiu que seu corpo continuasse a caminhar até o bar do hotel.
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  — Quero aquela garrafa — pediu ela, ao barman que a atendeu.
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  Prontamente o homem pegou a garrafa de Martini e colocou à sua frente acompanhada de um copo. Assim que ela se moveu para pegar e abrir, %Vincenzo% o fez primeiro.
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  — O que está fazendo? — perguntou ele não entendendo o estado da moça.
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  Para o segurança, %Clarice% estava agindo de forma imprudente e automática, como se estivesse fora de órbita.
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  — Não se intrometa. — Ela tocou na garrafa, segurando-a com segurança, lançando um olhar frio e ameaçador para ele.
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  O homem se assustou com gesto, pois nunca a havia visto daquela forma, contudo, mesmo contra sua vontade, retirou a mão da garrafa e assentiu. Permanecendo em silêncio, ele apenas a observou despejando o líquido no copo e tomando em uma única golada. Quanto mais ela repetia os gestos como se estivesse em um looping, mais as lágrimas escorriam em seu rosto, fazendo-a sentir ainda mais dor juntamente com suas memórias felizes.
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  — Eu não sei o que está acontecendo, mas se continuar assim, resultará em um coma alcoólico — comentou %Vincenzo% ao segurar novamente a garrafa que se encontrava bem abaixo da metade.
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  — Já disse para não se intrometer. — Ela o olhou novamente, porém, desta vez sua voz soou num tom visível de embriaguez.
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  O segurança manteve sua seriedade, observando os olhos inchados e avermelhados da jovem pelas lágrimas. Seu silêncio seguinte a fez entender que ele não a deixaria tomar mais nenhum gole de martini.
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  — Fique com sua garrafa, eu não preciso dela. — %Clarice% voltou-se para o barman e apontou para outra garrafa, de algo um pouco mais forte. — Quero aquela, por favor.
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  — Se fizer isso, vai desejar não existir — disse Vincente ao homem, permanecendo com seu olhar fixo em %Clarice%.
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  O barman, engolindo seco, permaneceu imóvel.
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  — Vamos para casa — disse %Vincenzo% ao afastar a garrafa da moça com precisão e segurá-la pelo pulso. — Não vou permitir que se machuque.
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  — Esqueça a sua promessa, me deixe em paz. — Ela se debateu para se afastar dele, soltando-se, e no impulso da raiva batendo em seu tórax com alguns socos levemente fracos devido ao álcool. — Está demitido.
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  — %Clarice% Elizabeth Tommaso. — Ele segurou mais firme em seus pulsos, fazendo-a parar. — Já disse, não deixarei que se machuque.
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  A firmeza em sua voz fez com que a jovem sentisse um breve arrepio no corpo, mesmo não estando mais sóbria, ela conseguia sentir a entonação e intensidade que emanavam dele. Em instantes, %Clarice% voltou a chorar, desabando nos braços do segurança. %Vincenzo%, por sua vez, a amparou no susto, envolvendo-a de leve com um abraço reconfortante, que se manteve por longos minutos até que ela desmaiou.
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  — O senhor quer ajuda? — perguntou o barman com o olhar em choque pela cena que presenciava.
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  — Não. — %Vincenzo% a pegou no colo e se moveu para sair do hotel.
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  Colocando-a com destreza no carro, deu a partida seguindo de volta ao centro de Milão. Ao chegarem no estacionamento da cobertura, novamente o segurança pegou-a ainda desacordada e seguiu de elevador até o andar desejado. Por mais que %Vincenzo% soubesse de todos os passos da garota, havia assuntos restritos dos quais não conseguia participar e a conversa com Magnus havia sido um. O que o fazia pensar que o estado de %Clarice% fora resultado de alguma notícia perturbadora referente a ambos.
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  — Nem mesmo a morte de seu pai lhe causou tantas lágrimas… — comentou ele ao ajeitar o corpo dela sobre a cama, cobrindo-a em seguida com uma manta. — O que foi que conversaram?
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  Ele suspirou fraco e se retirou do quarto, deixando a porta entreaberta. Descendo as escadas, caminhou até a cozinha, em sua mente algumas receitas se passavam, pois já tinha a ideia de forçar a jovem a comer algo assim que acordasse. Mesmo que fosse apenas pelo trabalho, após mais de um ano de convivência diária, %Vincenzo% havia se habituado a preocupar-se com Tommaso.
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  — O que fazer?! — sussurrou ele ao retirar o celular do bolso e vasculhar no Google maneiras de se curar a ressaca. — Café…
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  Ele sabia que %Clarice% não gostava de tomar café puro e ela não estaria apenas de ressaca ao acordar, seu coração também estava ferido e precisava de tratamento. Lembrou-se de vários conselhos de sua mãe sobre mulheres, quando era adolescente.
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  — Tiramisù, é a pedida certa… — concluiu ele prontamente ao abrir o link da receita. — Temos café e chocolate, além de ser seu doce favorito.
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  E nada como chocolate para um coração triste, com promessas de liberar a endorfina e acalmar os ânimos. Assim, %Vincenzo% separou os ingredientes e iniciou o preparo da sobremesa com máxima atenção e um toque de descontração para que ficasse bem leve o resultado final. Após minutos de silêncio total, seu celular tocou, forçando-o a atender, por ser importante.
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  — Não deveria me ligar a esta hora do dia — disse ele num tom sério e preocupado.
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  — Precisamos nos encontrar, há semanas que não envia seu relatório. — Uma voz feminina soou do outro lado da linha. — Com %Clarice% Tommaso sendo carregada em seus braços em plena luz do dia, não me diga que não há novidades.
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  — Se está me vigiando, não precisa que eu lhe reporte — retrucou ele, demonstrando irritação pelo contato da mulher.
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  — Descubra o assunto da conversa do casal da Toscana — ordenou a mulher em seu tom firme. — E reporte até o final da semana.
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  — Mais alguma ordem, senhora? — perguntou ele, segurando os nervos.
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  — Se for para ela se afundar em seu drama, apenas observe e consinta, será um Tommaso a menos para nos preocupar. — O tom de ordem continuou.
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  %Vincenzo% engoliu seco a ordem, que certamente ele não acataria. Apesar de ser uma Tommaso, %Clarice% já havia lhe mostrado que não tinha nenhuma semelhança de frieza e maldade do pai, menos ainda o caráter duvidoso como o irmão. Um suspiro cansado veio dele, direcionou sua atenção para a geladeira que ainda estava aberta após ele encaixar a travessa de vidro em uma das prateleiras. O segurança permaneceu ali, encostado à bancada, após limpar as vasilhas que sujou e organizar a cozinha. Com o olhar distante e os pensamentos em como seguiria com sua missão extra sem quebrar a promessa feita ao falecido Tommaso.
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Horas depois…

  — Hum… — O som de murmúrio soou de %Clarice% após finalmente seu corpo despertar do desmaio.
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  Uma sensação de peso tomou conta de sua cabeça, fazendo-a sentir-se dolorida. Aquilo tinha nome: ressaca. A última vez que havia exagerado nas doses de martini e tequila foi em sua despedida do colégio de Londres. Uma noitada entre amigas regada a jogo de verdade e consequência com muitos desafios a pagar. Abrindo os olhos, percebeu estar em seu quarto, o que a intrigou qual fora a forma em que chegou ali.
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  — O que foi que eu fiz?? — sussurrou para si ao erguer seu corpo, tentando lembrar seus últimos passos, até que a frase de término de %Giovanni% lhe invadiu a mente.
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  A dor que sentiu no momento retornou de imediato, fazendo seus olhos lacrimejarem.
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  — Eu me recuso a chorar novamente por causa desse bastardo — disse em alto e bom tom para si mesma, respirando fundo.
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  Levantando da cama, sentiu uma breve tontura que passou assim que firmou os pés. A passos lentos, saiu do quarto e seguiu para o andar de baixo, encontrando seu segurança na área da cozinha, as mãos nos bolsos da calça, encostado na bancada. %Clarice% estava em um misto de confusão e vergonha, pois alguns flashes vieram em sua mente, como a cena dela batendo nele.
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  “Quem deveria ter levado os socos era o %Giovanni%” pensou ela.
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  — O que faz aqui?! — indagou ela, seguindo em direção à cozinha. — Seus serviços não se estendem ao meu apartamento.
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  Ele permaneceu em silêncio, apenas observando-a direcionar o corpo para a geladeira.
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  — Não ouviu o que eu disse? — Ela colocou a mão na porta da geladeira e o olhou.
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  Suas vistas ainda estavam doloridas pelas muitas lágrimas, o rosto inchado e os cabelos desgrenhados o fizeram segurar o riso.
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  — Não vou deixá-la sozinha — respondeu ele com precisão. — E não haverá conversa sobre isso.
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  Ela bufou de leve, abrindo a porta e se deparando com a sobremesa.
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  — O que é isso? — indagou ela, parcialmente estática.
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  — O que está vendo, mas precisa esperar mais alguns minutos para comer — disse ele num tom descontraído.
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  — Você que fez?! — Ela fechou a geladeira e o olhou admirada.
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  — Não sou bom apenas em ser segurança. — Ele sorriu de canto com um olhar presunçoso.
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  Aquela havia sido a primeira vez que %Clarice% o via sorrir, mesmo que discretamente. O que a deixou boquiaberta internamente.
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  — Não vou te dar a placa de funcionário do ano — retrucou ela ao se afastar da geladeira. — E não acho que uma simples sobremesa vá me ajudar.
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  — É mais saudável e menos perigoso que uma garrafa de martini — assegurou ele.
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  Ela deu de ombros, seguindo para a sala, então parou e o olhou novamente.
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  — Por que fez isso…? E não me diga que foi por uma simples promessa — perguntou ela de forma séria.
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  — Não importa o motivo, vou protegê-la até de si mesma se for necessário — respondeu ele em sua forma enigmática de sempre, o que causou um breve e inesperado arrepio no corpo da jovem, ocasionando em uma acelerada batida no coração.
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  Se café e chocolate curam a ressaca de um coração partido…
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  O que fazer para aplacar a raiva que um chefe da máfia sentia de si mesmo?
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  Uma das coisas que %Luigi% jamais imaginou ver fora seu irmão perdendo o controle sobre si. E lá estava o caçula Magnus adentrando o que havia sobrado da tradicional residência da família. Em um surto de destruição após expulsar todos os empregados da propriedade, o furacão %Giovanni% iniciou seu ataque a cada metro quadrado que via pela frente, desde os luxuosos carros na garagem até os vidros dos espelhos nos banheiros.
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  Não houve uma mobília que tenha saído inteira.
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  — Reza a lenda que exercícios físicos são bons para acalmar as pessoas, mas andou exagerando, irmão — brincou %Luigi% ao parar em frente ao mais velho.
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  %Giovanni%, que estava sentado no chão do escritório, um lugar que por muito tempo havia sido o local de brigas e discussões de seus pais, com as mãos ensanguentadas apoiadas nos joelhos, ergueu seu olhar para ele, demonstrando um misto de desolação e impotência detectadas pelo caçula.
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  — Vai embora — pediu %Giovanni% num tom fraco e baixo.
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  — Já entendi que não está bem, mas trate de melhorar — disse o caçula com o olhar preocupado. — Me assusta te ver assim.
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  — Já disse para ir embora. — %Giovanni% se levantou do chão e pegando a garrafa pela metade ao seu lado, deu um gole, enquanto seguia para a sala.
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  — Eu não vou embora, sou seu irmão. — %Luigi% o parou no caminho, voltando o olhar para a garrafa, estranhando as atitudes do irmão. — Bourbon?! Somos italianos, não tinha algo melhor?
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  %Giovanni% tentou segurar o riso, porém, não obteve sucesso.
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  — Me deixe em paz. — Ele se soltou do irmão e continuou seguindo até chegar à sala.
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  — O que aconteceu para te deixar assim? — indagou %Luigi% ao segui-lo. — Nem a empregadinha sumindo do mapa te deixou nesse estado.
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  %Giovanni% permaneceu em silêncio por alguns instantes, sentando-se no sofá.
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  — Eu rompi o noivado — finalmente respondeu ele ao fechar seus olhos, sentindo sua cabeça doer com toda a situação.
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  — E como está a %Clari%? — indagou %Luigi% ao perceber a seriedade do assunto.
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  Por mais que soubesse da preferência da jovem, ele sempre a teve como uma boa amiga que sempre ajudava nas horas difíceis.
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  — Se eu estou assim… — O mais velho suspirou fraco, fazendo o outro refletir em sua condição atual — como você acha que ela está?!
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  O silêncio vindo do caçula o perturbou.
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  — Vai me odiar também? — indagou %Giovanni%.
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  — %Clarice% não vai te odiar, muito menos eu — assegurou %Luigi%, certo de suas palavras. — Se não tivesse sido honesto com ela, aí sim poderia pensar dessa forma.
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  — Eu me desprezo por ter feito isso com ela. — %Giovanni% manteve-se com os olhos fechados, tentando controlar seus sentimentos. — %Clarice% é minha melhor amiga, nunca quis magoá-la.
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  — Por que magoaria uma pessoa sendo sincero com ela? — indagou %Luigi%. O caçula cruzou os braços ao se encostar na parede, olhando o irmão imóvel. — Uma verdade dolorosa vale mais que uma vida de mentiras e aparências.
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  %Giovanni% riu de leve, então abriu os olhos e o olhou.
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  — Quem é você e o que fez com o meu irmão?! — Seu tom soou descontraído, arrancando uma risada de %Luigi%.
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  — Ir ao psicólogo tem suas qualidades — brincou o caçula. — Agradeça a doutora Segre por isso.
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  — Pelo que sei, demitiu ela — comentou o primogênito.
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  — Não vamos focar em minha vida — disse o mais novo, desviando o assunto. — O que fará agora? Ainda não tivemos nenhum sinal da %Alice%, isso se ela ainda estiver…
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  — Nem ouse insinuar isso. — O olhar do primogênito ficou mais sério e inexpressivo.
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  %Giovanni% não se permitia pensar em tal situação.
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  — Eu não sei o que farei quanto a isso… Mas sei que não conseguiria dar a %Clari% a vida em matrimônio que ela merece — continuou %Giovanni%, certo de sua decisão. — E jamais a faria passar pelo que nossa mãe passa até hoje.
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  %Luigi% entendeu que as palavras do irmão se referiam mais ao sentimento que tinha de lealdade e amizade pela jovem Tommaso.
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  — Ainda não consegue admitir que gosta da filha da empregada? — indagou o caçula.
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  — Eu não sei o que sinto, mas sei que não é bom… Machuca. — Em segundos a lembrança do dia em que foi salvo por %Alice% tomou sua mente, sendo desviado para a noite em que a beijou pela primeira vez.
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  Ambas as memórias resultaram num misto de sentimentos que levou os olhos de %Giovanni% a lacrimejarem.
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  — Lamento dizer, irmão, que, em nosso caso, tais sentimentos podem se transformar em uma intensa onda de amor — informou %Luigi%, sendo empático com ele, quanto à sua condição. — E isso é claramente um vício perigoso.
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Agora eu não posso voltar atrás
  Isto é claramente um vício perigoso.
  - Overdose / EXO

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Lelen

Eu tô cada vez mais orgulhosa do Luigi? Nunca pensei que ele seria o minimamente sensato da história, mas tá se saindo super bem HHAHAHAH
E o Vincenzo já todo caidinho pela mana, vai dar ruim aparentemente, mas esperamos um final feliz para o casal porque sim.
Mal posso esperar pelo retorno da Alice e os estragos que ela vai causar HAHAHAH Giovanni foi de parafuso, mas a gente já sabia que ele era um pouquinho instável, né. Vamos ver se vai haver alguma consequência da decisão dele de terminar tudo com Clarice.

Pâms

Clarice merece um final feliz, depois das turbulências da vida, e Vincenzo está aí pra isso.

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