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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Loco Contigo

Escrita porLi Santos
Editada por Lelen

Continuação de “Weekend


Capítulo 2 • Fanático

Tempo estimado de leitura: 11 minutos

“Mamãe se você quiser eu serei romântico
Vem rápido, vem rápido
Que estive mil noites como um lunático
Será que eu sou de sua pele
Fanático-co-co”
Fanático, Maikel Delacalle☆

  Domingo de Sol. Mais um para conta de Salvador.
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  E, mais uma vez, cá estava eu na praia, porém dessa vez muito bem acompanhada.
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  Nahuel e eu voltamos na Ribeira, agora apenas para ficarmos na areia, na água geladinha e curtindo o dia. Ontem eu dormi no hotel com ele, tivemos uma noite bastante animada onde transamos na banheira que tem no quarto onde ele está hospedado. Toda vez que terminamos uma transa, Nahuel esperava eu me deitar de bruços para repousar a cabeça em minha bunda. Tal gesto me fazia rir, já que ele literalmente esfregava o rosto nela.
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  — Tan suave, chiquita — “tão macia, chiquita”
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  Era o que ele dizia me arrancando boas risadas.
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  O tempo passou voando. Aliás, esse final de semana estava passando rápido demais. Já eram quase 18h e o Sol se punha no horizonte, um belo espetáculo que admirei ao lado de Nahuel. Ele estava mais calado nos últimos minutos. Parecia que sabia que a hora de se despedir de mim se aproximava, assim como há uma semana. Não poderia dizer que eu não sentia o mesmo, estaria mentindo, mas não queria demonstrar tanto minha tristeza antecipada.
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  Deixamos a praia e retornamos ao hotel.
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  Impulsivo, como ele costumava ser quando transavamos, meu grandão me agarrou, puxando minhas pernas para cima, prontamente as prendi na cintura dele sem interromper nosso beijo. O fato de estarmos com roupas de praia facilitou na hora de nos despirmos. Nahuel e eu estávamos nos especializando em tirarmos as roupas um do outro de maneira rápida. Eu adorava vê-lo sem sua cueca mostrando toda sua gostosura e corpo musculoso de jogador de futebol. Mas, sem a mínima dúvida, era Nahuel que admirava mais a mim. Como eu disse: ele adorava deitar em minha bunda. Mas não só isso. Meu zagueirão iniciou hoje uma nova maneira de demonstrar que gostava do meu corpo.
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  — Nahuel! — reclamei, contraindo a coxa, local onde ele havia mordido. — Nahuel, isso dói.
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  — Só uma mordidinha de leve, chiquita — disse, sem olhar pra mim, roçando os lábios no mesmo local que tinha mordido. — É tão macia… deixa eu morder só um pouquinho.
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  — Seus dentes grandes fincados na minha coxa doem, sabia? — continuei no meu argumento. A mordida na surpresa fez com que doesse mais.
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  — Eu mordo com carinho — seu olhar indecente se voltou na direção dos meus olhos ainda meio assustados com a mordida. Desse jeito eu não resistia.
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  — Devagar…
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  Sorrindo de canto, Nahuel preparou-se para me morder de novo. Segurou minha coxa, abrindo a boca e raspando os dentes de cima em minha pele, finalizando a mordida fechando a mandíbula abrangendo boa parte da carne da minha coxa. Dessa vez eu não me assustei tanto, foi gostoso. Talvez por eu esperar a mordida, talvez pela delicadeza com que ele fez. Não sabia afirmar. Só sabia que era bom, prazeroso. Uma trilha de mordidas foi feita pela boca apetitosa de meu grandão. Como ele era fascinado em minhas curvas, parando segundos a mais em cada uma delas para saborear com mordidas molhadas e chupões.
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  Quando alcançou meu rosto, Nahuel virou o jogo.
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  Não só o jogo, mas como o meu corpo também. Certeiro como um de seus carrinhos em campo para desarmar o adversário, Nahuel me virou de bruços, jogando o peso de seu corpo sobre mim. Senti sua respiração em meu pescoço, estava pesada e cheia de desejo. Ele mordiscou minha orelha, esfregando sua virilha em mim. Aquilo realmente me excitou, tanto que empinei a bunda para trás também esfregando-a nele. Nahuel soltou um belo palavrão de excitação assim que fiz isso e riu fazendo movimentos com seu quadril. Desceu uma das mãos até seu pau, posicionando-o entre minhas nádegas. Ok, achei que ele fosse querer um anal assim logo de cara, mas superando espectativas, ele enfiou seu pau em minha intimidade conseguindo introduzir apenas a cabeça. Instintivamente, eu abri as pernas dando passagem pra ele, que continuou o movimento até introduzir por completo.
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  A partir daí, eu quase perdi o sentidos de tanto prazer.
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  Ao fim de tudo, mais uma vez, Nahuel me esperou deitar de bruços e deitou-se em minha bunda adormecendo minutos depois.
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[⚽]

  Hoje é segunda-feira.
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  Se dependesse apenas de mim, o final de semana jamais acabaria. Me despedir do Nahuel hoje cedo, quando me arrumei para ir ao trabalho, foi doloroso. A carinha dele dizia claramente que não queria essa despedida. Mas o pior será amanhã. É o último dia dele em Salvador, ele precisará voltar, pois à tarde já terá treino físico na academia do São Paulo. O dia passou arrastado mais do que nunca. Nahuel e eu trocamos mensagens, assim como já fazíamos o dia inteiro. Agora eram por volta das 17h30 e faltava pouco pra eu concluir meu horário de trabalho. Nahuel me ligou por vídeo chamada às 15h e não desligou até agora. Disse que queria apenas me ver, mesmo que eu não pudesse falar por motivos óbvios, ele só queria me ver trabalhar.
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  Pontualmente às 18h eu desliguei o computador, me despedi de todos e desci até a recepção do prédio, o Uber já estava esperando, foi mandado por Nahuel que pediu para o motorista me aguardar. Em menos de meia hora eu estava no hotel. Subi até o andar onde meu grandão estava e toquei a campainha do quarto dele.
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  Um furacão atendeu a porta.
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  Nahuel me puxou para dentro, fechando a porta em seguida, e logo me beijando. Jogou minha mochila no chão, puxando minha perna pra cima e me empurrou na parede com força. Gemi com o impacto, o que fez ele interromper o beijo pra ver se eu estava bem. Ele voltou a me beijar, só que agora em meu pescoço, devagar. Ah, como eu adorava aquilo. Comecei a ofegar, passeando as mãos pelos braços dele que me seguravam firme na parede. Nahuel curvou o corpo para encaixar sua virilha na minha, roçando seu pau em mim. Dava pra senti-lo endurecido mesmo com a cueca o cobrindo.
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  Enquanto puxava minha blusa pra cima, Nahuel gemia e gemia gostoso. Já mencionei que eu fico louca quando homens gemem quando estão comigo em momentos assim? Pois é, me excitava tanto, mas tanto que eu deixava meu lado tarado comandar meus atos. E esse meu lado me fez passar a mão nas bolas de Nahuel, suspendendo devagar o pau dele. Meu grandão me encarou com um sorriso de prazer e mordiscou o lábio, passando a língua sobre ele. Me puxou para si novamente e caminhamos até a cama, onde ele me jogou, subindo em cima de mim. Eu estava somente de lingerie, Nahuel mordeu minha coxa de novo e, na mesma bocada puxou a lateral de minha calcinha para baixo e com a outra mão puxou o outro lado, retirando-a totalmente. Desprendeu o feixe de meu sutiã, jogando a peça para trás e mordendo em volta de meus seios. Intercalando entre um chupada e uma ofegada, ele tirou sua cueca ficando totalmente nu para mim. Seu pau já duro, balançando com o mínimo movimento de seu corpo. Eu tive uma ideia de tentar dominar essa transa, ou pelo menos o início dela, mas meu zagueiro fogoso não deixou, não agora. Enfiando ritmicamente seu pau em mim, meu Adolfinho apoiou-se com os braços ao lado do meu rosto ao mesmo tempo que seu quadril se movimentava rápido dentro de mim.
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  Ah, que delícia…
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  Farei outra confissão pra vocês: não era fã de brutalidade durante o sexo. É, eu preferia o sexo mais “normal” sem muitas estripulias ou coisas que poderiam ser consideradas “safadas demais”, quase um BDSM da vida. Porém, depois que tive a primeira experiência sexual com o Nahuel, eu mudei esse conceito. Claro que já tive experiências parecidas, mas não eram com o Nahuel, entendem? E não, não era por ele ser meu ídolo e sim pela conexão que tivemos. Dois safados cheios de tesão, era isso que éramos afinal.
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  Nahuel me apertava, mordia partes de meu corpo que me arrepiava toda, mas tudo despertava um desejo por mais e mais e mais…
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  Durante uma de suas investidas, eu com as pernas cruzadas na cintura dele, os braços para cima presos por uma das mãos grandes dele, Nahuel trabalhava com sua cintura em um ritmo quase desumano enquanto beijava meu rosto com suavidade. Agora era a minha vez de gemer gostoso para o meu grandão.
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  Fizemos mais três ou quatro posições, não parei pra contar com precisão, antes de atingirmos nosso prazer máximo. Me levantei a tempo de escapar das pernas de Nahuel que já se preparavam para se encaixar em mim e caminhei até o banheiro.
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  — Te espero no banho, grandão.
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  O palavrão que Nahuel soltou me fez rir e, antes de entrar no banheiro, senti o impacto do corpo dele me agarrar por trás, me alçando no ar.
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  No dia seguinte, pela noite após o trabalho, eu fui até o hotel levar Nahuel para o aeroporto. Poderia ter ido direto pra lá, mas eu quis ajudá-lo a arrumar a mochila e claro que transamos uma última vez. Apesar de cansada do trabalho — particularmente hoje aconteceram coisas que quase me fizeram surtar e mandar todos pra puta que pariu —, fiz questão de dar um último beijo em meu grandão para agradecer por esses dias maravilhosos. A dúvida se ainda nos veremos novamente, algum dia, era grande dentro de mim. Inevitável não pensar nisso. Por mais que Nahuel afirmasse e eu sentisse que ele voltaria, a sensação de que não daria certo era grande. Talvez seja por decepções passadas? Bem provável que sim, mas difícil de não associar o passado com o futuro com o Nahuel.
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  O aviso sonoro dizia que o embarque para o voo dele havia começado há quase vinte minutos. Nahuel seguia imóvel dentro do meu abraço, o rosto encaixado em meu pescoço, senti algo molhado escorrer no local e confirmei minha dúvida mental de que ele estava chorando. Ah, isso me fez deixar caírem as lágrimas que eu segurei durante todo o dia.
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  — Não chore, bebesita — falou, afastando o rosto de meu pescoço para me encarar e segurou meu rosto. — Me matas assim…
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  — Queria ir com você — confessei e soltei um longo suspiro, controlando meu choro.
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  — Não é uma despedida, ok? — ele disse ainda me encarando. — Voltaremos a nos ver, mi chiquita. Eu vou voltar pra te ver.
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  — Espero que não demore…
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  Nahuel não respondeu. Fechou os olhos e me beijou, calando qualquer fala que pudéssemos emitir. O aviso sonoro voltou a tocar, alertando sobre a chamada do voo dele. Estava na hora de ir, dessa vez pra valer.
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  Se eu não estava preparada para me despedir dele há uma semana, agora poderia ser mais fácil, certo? Não, eu não estava.
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  Acho que nunca estarei.
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Lelen

O bonito tá indo embora e essa semana passou voando. Pode ir voltando (ou a pp vá atrás dele kkkk) que me recuso a já ter drama na história. Não pode. Tô com medo dos próximos capítulos kkkkkkkkkkkk

Li Santos

O drama ta chegando, inevitável, MAAAAAS vão vir ceninhas boas antes. 🤭😏

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