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ATENÇÃO!

História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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E se for ele?

Escrita porKelsea
Revisada por Lelen

Capítulo 2

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

Rosana fitou hipnotizada o homem misterioso de cabelos castanhos perfeitamente cortados, barba rala por fazer e olhos verdes sedutores, seria um anjo que havia vindo dizer que realmente sua chance estava arruinada? Porque ele era bonito demais para ser real e aquele sotaque sem nenhum esforço fez os pelos de seus braços se arrepiarem inteiro. 
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  A jovem, ao longo de sua adolescência, nunca teve muito tempo para ir a festas, paquerar e tentar encontrar alguém, afinal estava concentrada demais em provar ao seu pai que era capaz de assumir a empresa algum dia, uma missão quase impossível. Nos Estados Unidos ela até conheceu alguns garotos interessantes na faculdade, mas nenhum que a fizesse se encantar como aquele homem misterioso havia feito em apenas um segundo.
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  A aspirante a empresária precisou de alguns segundos para se recompor e tentar formular uma frase decente sem se distrair com a visão do paraíso.
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  — É… sim eu estou bem, quer dizer, não — admitiu de alguma forma sentindo confiança no estranho angelical.
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  — O que aconteceu, signorina? — Ele olhou fundo nos seus olhos como se pudesse ler sua alma.
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  Após a segunda fala, Rosana conseguiu identificar que seu sotaque era italiano.
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  — Bom, eu sendo desastrada do jeito que sou, acabei derrubando café e estragando o meu computador. Tinha algo muito importante nele, que claro, eu salvei na nuvem, mas não tem outro… — A cabeça da herdeira ainda se encontrava tonta por tanta beleza.
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  — Conputatore en la oficina? — Rosana arregalou os olhos, confusa.
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  — Oficina? Mas não dá tempo…
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  O estranho angelical deu uma risada charmosa parecendo exibir sua voz sexy.
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  — Me dispiace, sino qui in Brasile ha poco tempo, non parlo partoguesse molto bene. Credo que chi si chiama sala di riunione.
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  — Ah, sim. Nossa, eu já devo estar atrasada, mas não importa, sem a minha apresentação…
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  — Segnorina, scusa, ma mio padre sempre dice che non importa como facciamo algo, ma come facciamo, capito. A questão da união é importante. Va! O resto se resolverá.
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  As palavras do estranho eram gentis e como em um passe de mágica, deram a Rosana o incentivo que ela precisava. Quem diria que a vida traria um consolo através de um italiano gato. Ela realmente estava animada para começar a frequentar o escritório, assim teria a chance de conseguir seu telefone.
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  — Tem razão. Eu vou conseguir!
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  — Isso, Segnorina!
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  — Obrigada, quer dizer, grazie! Preciso ir. — Ela correu ainda se perguntando quem era o charme em pessoa e como o seu pai não lhe havia falado de um italiano novo no escritório? Ainda mais ele sendo tão atraente!
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  Depois de uma passada no banheiro para se recompor, Rosana entrou na sala de reuniões com as bochechas coradas pelos olhares voltados a ela, um deles em particular chamou a atenção. O italiano que era a razão para estar ali a encarava exibindo o mesmo sorriso hipnotizante de alguns minutos atrás. Como assim? Ele era parte do comitê avaliador? Definitivamente ela precisava ter uma conversa com o senhor Gumercindo.
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  — Me disparate… Digo, me desculpem pelo atraso, eu tive um pequeno problema.
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  — Sabe o quanto prezamos pela pontualidade, senhorita Rosana — repreendeu um dos acionistas mais velhos, provavelmente pensando que Gumercindo deveria estar louco por ter dado uma chance à mulher.
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  A garota engoliu em seco, pelo visto não havia causado uma incrível primeira impressão como desejava.
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  — Eu sei e prometo que não irá se repetir.
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  — Muito bem, então vamos começar logo para não perdermos mais tempo — comentou um outro membro do comitê com idade para ser seu avô.
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  — Certo. É, muito bem, senhores, hoje vou falar sobre uma proposta capaz de mudar o futuro dessa empresa para melhor…
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  Por sorte, a jovem batalhadora havia ensaiado tanto que sabia a apresentação de cor e salteado. Assim sendo, expôs seus argumentos sem precisar de nenhum slide. Os acionistas a encaravam atentos, mas não esboçaram nenhuma reação.
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  Ignorando a revolução que acontecia em sua barriga e as pernas trêmulas, Rosana concluiu sua apresentação sem gaguejar uma única vez e com um sorriso orgulhoso no rosto. Como queria que seu pai estivesse ali.
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  — Muito bem, senhores, era o que eu tinha para falar, espero que considerem a ideia, afinal, investindo no vinho, tenho certeza que essa empresa crescerá ainda mais. Obrigada.
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  O membro mais antigo do comitê a encarou de cima a baixo quase fazendo com que a torrada que havia tomado de café da manhã voltasse ali mesmo. O coração de Rosana batia forte como se ela estivesse no meio de um julgamento. Bom, não deixava de ser, afinal, aqueles homens velhos e carrancudos que por algum motivo possuíam a confiança de seu pai, julgariam se ela realizaria o seu sonho ou não.
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  Para a surpresa de Rosana, antes da votação, o italiano misterioso se pronunciou erguendo o braço.
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  — Sim, Matteo, o que quer falar? — indagou o membro mais velho cruzando os braços e revelando o nome do galã: Matteo.
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  — Si signore. Bom, é Rosana, non é? A senhorina non ha trazido ninguno dado relevante, solo ha parlato sobre il vino, non preocupou em trazer uma presentazione.
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  Rosana quis voar no pescoço do homem. Como alguém tão bonito podia ser tão cafajeste? Ele sabia muito bem o que havia acontecido, como teve coragem de a expor dessa forma? Ainda mais depois de tê-la encorajado e dado forças para estar ali. Pelo jeito, aquele italiano não era angelical e sim “maledeto”.
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  — Segnori — continuou Matteo sem nem ter a coragem de a olhar nos olhos como havia feito antes —, il caffè è una tradizione di questa compagnia e di questo paese, iniziano a produrre il vino, tutto esso si perderá. Anche, I giovanne non beven tanto vino. Um dado que li outro dia em um artigo, ma que la signorina no há trago e deveria tê-lo acrescentado, afinal, signori, os geovanes son importante consumitori  ainda mais considerando que entram todos os giornos nel mercado de trabalho
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  Rosana sentiu sua voz sair fraca ao rebater:
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  — Sim, mas como eu disse, as pessoas com mais de 40 ainda são …
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  Contudo, antes que ela pudesse terminar seu raciocínio, o italiano continuou a interrompendo de forma grosseira.
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  — Posso essere qui a poco tempo, ma io valorizzo la tradizione e il Mercato giovanneScusa, ma la tua proposta non è buona,  in verità, è  una piada,  como  dizem  aqui.
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  A jovem nunca havia se sentido tão humilhada em toda a sua vida, nem mesmo quando trabalhava nas fazendas como uma simples empregada. Tudo piorou quando a maioria dos acionistas votou contra seu projeto, provavelmente influenciados pela fala do italiano maldito de olhos brilhantes.
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  Depois da apuração dos votos, o chefe dos acionistas cruzou as pernas e deu a sentença:
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  — Eu sinto muito, Rosana, mas seu projeto foi negado.
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  A moça engoliu seco vendo seu sonho escapar de seus dedos por causa de um italiano maldito com um sorriso perfeito
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  Tentando conter as lágrimas, Rosana correu para o lugar mais confortável daquela empresa, a copa, onde havia a velha máquina de café que os funcionários usavam antes da abertura da lanchonete. Sem pensar muito, ela pegou um pequeno copo e o mexeu com a bebida da qual ela queria se orar.
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  — É, café, parece que você venceu…
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  Enquanto ela sentia o quente da bebida descer por sua garganta, escutou uma voz familiar.
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  — Io sinto muito signorina, ma il yup projeto non era buono — afirmou Matteo antes de continuar. — Ma saiba que non é nada pessoal.
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  Lutando para não se perder naquela voz sedutora, Rosana deu um suspiro enquanto se lembrava de que quando alguém atacava o trabalho de sua vida, era sim pessoal.
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  — Matteo, não é? — começou se aproximando do italiano de cabelo impecável. — Bom, já que gosta tanto de café, por que não toma um pouco? — Em um impulso ela virou o copo em sua mão em cima do cabelo de Matteo que, segundos depois, estava ensopado pela bebida quente.
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  — Também não é nada pessoal! — zombou.
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  Antes de conseguir ouvir as reclamações em italiano, a herdeira saiu pisando forte e não se preocupando em esconder a feição zangada.
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  A herdeira entrou em casa batendo a porta e se jogando no sofá sem cumprimentar ninguém. Como Rosana era sempre gentil e alegre, logo, até mesmo Gumercindo estranhou o comportamento da filha.
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  — Boa tarde, Rosana! — exclamou tirando os olhos de seu jornal.
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  A garota deu um suspiro enquanto colocava os pés sobre a mesa de centro da sala.
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  — Rosana, o papai já cansou de falar que não gosta que coloquemos o pé aí. Geralmente sou eu quem faço isso. O que deu em você, minha irmã? — O tom inocente de Angélica sempre fazia seu coração se acalmar.
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  — Me desculpe, meu docinho — Rosana começou, envolvendo a irmãzinha em seus braços. — É que a apresentação do meu projeto não saiu como eu esperava… Ele não foi aprovado — declarou já aguardando o olhar fuzilante do pai. Contudo, ao invés de julgá-la, ele continuou lendo seu jornal. — Pai, como o senhor não me disse que no comitê avaliador teria um italiano cabeça dura e grosseiro?
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  Gumercindo mais uma vez desviou o olhar das folhas que segurava para encarar a filha.
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  — Grosseira.
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  — Tudo estava indo bem — declarou ocultando a parte do problema com o computador. — Eu apresentei minha proposta e todos os acionistas pareciam interessados, até aquele italiano de olhos brilhantes pedir a palavra e estragar tudo.
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  — Olhos brilhantes? — Angélica cruzou as pernas se aproximando curiosa.
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  Percebendo o erro, Rosana sentiu sua bochecha queimar. Droga, sua irmãzinha não deixava passar nada.
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  — Esquece o que eu falei, docinho.  Enfim, você tinha que ter me contado sobre a presença de um novo acionista. Afinal, quem é ele?
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  Gumercindo murmurou algumas palavras para si mesmo enquanto largava seu jornal na mesa para começar a explicar.
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  — Matteo chegou de surpresa há apenas alguns dias, exigindo seu lugar de diretor acionista. Eu não pude recusar.
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  — Mas como assim? Aquele italiano parece ser um pé rapado.
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  — Mas tem olhos brilhantes — zombou Angélica.
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  — Docinho, os adultos estão conversando — repreendeu a herdeira.
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  — Odeio quando me trata feito criança. — Angélica cruzou os braços.
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  — Mas o nosso cinema ainda está de pé?
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  Em meio à cara emburrada, a adolescente abriu um sorriso. A tradicional ida ao cinema de toda sexta com sua irmãzinha era um momento muito especial para Rosana, e naquela noite em especial seria bom tentar se distrair, não só por causa do projeto, mas também para tentar tirar um certo par de olhos brilhantes de sua mente.
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  — Está sim!
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  Angélica exibiu um belo sorriso antes de subir para o seu quarto deixando os adultos a sós.
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  — O Matteo é filho do meu antigo melhor amigo, Bartollo, que faleceu há pouco. Agora ele veio assumir o lugar do pai como acionista.
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  Rosana ouviu atenta, o pai já havia relatado a temporada que passou na Itália, mas nunca dessa forma, ela nem sabia sobre esse suposto melhor amigo.
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  — Mas eu não entendo, por que o filho do melhor amigo italiano tem direito a ser acionista da nossa empresa?
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  Gumercindo suspirou enquanto tirava os óculos.
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  — Porque o Bartollo não era só o meu melhor amigo, era também meu sócio — revelou fazendo Rosana arregalar os olhos.
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  — Como é? O senhor teve um sócio?
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  — Foi há muito tempo, antes de você nascer, eu tinha acabado de assumir a fazenda do seu avô, mas eu, na época, por mais que ele tivesse me ensinado, não tinha segurança para cuidar de um negócio, por isso decidi passar uma temporada na Itália, lá eu conheci o Bartollo, ele entendia de negócios, mas eu queria crescer e se ofereceu para me ajudar. Eu o trouxe para o Brasil e juntos nós expandimos a empresa. Tudo ia bem, até que brigamos feio. Você não se lembra porque era bebê.
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  — E qual foi o motivo da briga?
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  — Eu descobri que ele estava me roubando, o coloquei para fora no mesmo instante — revelou não escondendo a dor que as lembranças lhe causavam.
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  — Que horror.  E o senhor vai deixar o filho dele na nossa empresa? — Rosana levantou o tom de voz, indignada.
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  — Minha filha. O Bartollo nunca mais tinha dado notícias, agora com a morte dele que esse filho apareceu.  Ele ameaçou ir na justiça se eu não o fizesse, ele tem provas de que o pai foi responsável por ajudar a fundar a empresa, ou era isso ou teríamos que ceder metade do nosso patrimônio para aquela família maldita.
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  — Tudo bem. Você tem razão.
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  — Ótimo, então eu não quero mais saber de você jogando café nele.
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  Rosana arregalou os olhos, incrédula.
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  — O quê? Como o senhor…?
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  — Eu sei de tudo que se passa na minha empresa, Rosana, já devia saber disso. Eu estou decepcionado. Jogar café em um dos acionistas, mesmo que na copa da empresa não é atitude de uma presidente, mas sim de uma criança mimada. Eu esperava mais de você, Rosana, não investi em Havard para isso — declarou.
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  Rosana queria explicar que o italiano maldito era um traidor, que segundos antes da reunião a havia encorajado para depois humilha-la diante de todos os outros acionistas. Queria gritar que se em seu lugar estivesse o filho homem que Gumercindo tanto queria, ele não teria dito aquelas palavras tão duras e já o teria nomeado presidente de forma permanente, mas em nome de seu futuro, guardou todas essas queixas para si mesma se limitando a responder:
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  — Certo, me desculpe, pai, não vai mais acontecer.
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  — Assim espero, porque caso contrário, não poderei mais confiar a presidência a você.
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  Rosana cruzou os braços enquanto mentalmente amaldiçoava aquele italiano charmoso que havia arruinado sua vida.
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  Em meio ao cheiro de pipoca, Rosana tentava se distrair encarando os cartazes pendurados no cinema do shopping. Havia alguns títulos interessantes, uma nova comédia romântica que ela estava louca para assistir, contudo, Angélica havia optado pelo filme da youtuber da qual era fã.
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  Rosana não gostava de contrariar a irmãzinha que já havia sofrido tanto crescendo sem uma mãe e com um pai frio. Além do mais, comédias românticas eram uma bobagem que só serviam para iludir as garotas, já que os homens da realidade eram todos uns traidores, chegavam de mansinho com seus sorrisos hipnotizantes e palavras de encorajamento, para depois apunhalar pelas costas, e não, ela não estava falando de ninguém em particular, pelo menos era o que repetia para si mesma.
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  — Ai, a fila está muito grande, desse jeito vamos perder o começo do filme e eu ainda quero pipoca — reclamou Angélica.
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  — Fica calma, docinho, vamos fazer o seguinte, você vai comprar as pipocas, eu fico aqui na fila dos ingressos pode ser?
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  — Jura que não vai comprar os ingressos para aquela comédia romântica boba que você queria ver ao invés do filme da Lisa Belinha?
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  Rosana riu.
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  — Eu juro, pode ir!
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  — Você é a melhor do mundo! — A pequena abraçou a irmã mais velha.
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  Rosana jogou um beijo de longe enquanto a irmã caminhava em direção ao balcão de lanches.
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  A fila realmente estava longa, mas depois de alguns minutos, Rosana finalmente era a próxima. Mas então, um homem alto de cabelos marrons entrou na sua frente. Que grosseria. Era só o que faltava e a situação ficou ainda pior quando ela reconheceu a voz do fura fila.
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  — Um ingresso para Lisa Belinha, per favore — pediu Matteo.
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Lelen

Só quero dizer para Matteo: cala a boca, homem u.u
E a coitada da Rosana não tem um minuto de paz, né? Até aleatoriamente no cinema o rapazinho aí surge, quero só ver o que ele vai aprontar aí 🧐
Tô imaginando que é capaz de ele ser um amorzinho com todo mundo da família (inclusive conquistando a irmãzinha da Rosana) e acabar tirando a pp de louca, viu? aff
Começa logo a parte bonitinha pra eu não querer socar ainda mais a cara bonita do Matteo, sim? KASDNASPODNP

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