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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Casulo de Seda

Escrita porHatakesaturn & HyugaUchiha31
Revisada por Lelen

Capítulo 32

  — Sabe que pode parar com os chás quando quiser e assim, sua vida será atrapalhada por herdeiros. — A loira revirou os olhos castanhos e voltou a observar o salão. Hinata sorria com as caretas de Tsunade quando o assunto era filhos.
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  — Acho que Neji deseja isso.
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  — Sempre tem o lado positivo, no seu caso lados. — A amiga pareceu não entender. — Fazer os filhos, e as crianças lindas que vão povoar este reino. Hoje seria um ótimo dia para começar. — Tsunade riu maliciosa.
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  — Ah, talvez se não houvesse tantos convidados.
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  — Não se preocupe com isso. Não há um problema que eu não possa resolver. — A loira acenou para Temari e tomou mais um gole de seu vinho.
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  — Posso saber o que você fez? — Acariciou a própria testa imaginando as brincadeiras da Senju.
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  — Depois desta semana cansativa, sua noite sem seu noivo e essa sua boa vontade de unir mais dois casais é mais que merecido. — Levantou-se ajeitando o vestido amassado, pegou sua taça e antes de tomar distância sussurrou para Hyuga: — Tem a ala ao redor de seus aposentos livre apenas para os pombinhos. — Desceu os degraus e continuou: — Pode gritar bastante, pois eu não estarei lá.
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  — Posso saber onde a senhorita pretende passar a noite?
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  — Na ala dos convidados… — Ela sorriu de modo travesso ao deixar Hinata e Temari de boca aberta antes de gargalharem, já sabendo em que quarto ela passaria a noite. A rainha olhou para longe e viu Neji conversando com Shikamaru e Jiraya, sorriu ao vê-lo tão elegante com aquela coroa em sua cabeça, combinava consigo. Levantou e saiu andando em direção ao seu marido, com a No Sabaku em seu encalço, assim que chegaram a Hyuga pediu licença e puxou o ex-general.
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  — Tsunade disse que temos a área em volta do nosso quarto livre.
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  — Já quer fugir da festa, majestade?
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  — Se for com você eu fujo de qualquer lugar para onde for. — Hinata sorriu indecente, colocando a mão no torso do marido, que passou os dedos levemente pelo rosto da rainha vendo-a ruborizar aos poucos. Desceu os dedos até o pescoço e ao chegar no ombro a puxou para perto.
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  — Tenho um presente, alteza — sussurrou no ouvido dela e se afastou vendo os olhos ganharem um tom mais escuro do lilás. Agarrou o braço de Neji e seguiram caminhando, cumprimentando algumas pessoas ao longo do caminho até sumirem da festa, entrando no corredor que dava acesso para os quartos reais.
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  Hinata encostou o rei na parede o mirando com um desejo descomunal e disse:
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  — Qual será o meu presente?
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  — Precisamos ir até a sala de banho principal — ele disse calmo, pegando na mão dela e depositando um beijo cálido nas costas. — Vamos.
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  Caminharam pelo extenso corredor e ao chegarem em frente às portas duplas, Neji as abriu como de costume, dando passagem a ela, que viu a água cheia de pétalas, velas por todo o lugar deixavam a iluminação quente e aconchegante. A Hyuga caminhou a passos lentos, encantada com a arrumação, até o centro da sala e virou-se ao escutar a porta se fechando, e a chave trancando-a. O Hyuga virou de cabeça baixa e por um instante, ela achou que tinha algo de errado, mas quando ele a olhou sorrindo, soube que ele estava bem, mordeu o lábio e acompanhou com os olhos os seus movimentos. Neji sentou em uma cadeira e pegou um papel e um grafite, que jazia em cima de uma mesinha de apoio, a mirou e disse:
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  — Foi aqui que eu tive o primeiro vislumbre de toda sua beleza, pode me mostrar novamente?
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  Hinata ficou estática, lembrou-se de quando eles caminhavam pelo jardim e ela pediu para que ele a pintasse. Ela sorriu mordendo o lábio e puxou a fita em suas costas que segurava o vestido em volta de seu corpo, deixando com que a seda deslizasse pelas suas curvas e amontoasse no chão. A lingerie branca foi feita especialmente para aquela noite, seria um desperdício se seu marido não a aproveitasse, ela subiu o olhar até o dele e encontrou a lateral dos lábios curvados, ele levou os olhos até o papel e começou a desenhar, os dois estavam em silêncio, nada era ouvido, apenas o deslizar do grosso grafite na folha de papel. Neji estava concentrado, seus olhos iam do papel para Hinata como se decorasse cada pedaço dela e céus, como ele já havia decorado aquele corpo, apenas vê-la daquela forma fez com que seu corpo inteiro tivesse pressa de tocá-la.
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  Neji terminou o desenho e se controlava para não a agarrar com força, no entanto, queria fazer tudo ser especial, já tinha a amado diversas vezes, mas como sua esposa seria a primeira e tinha que ser algo a se lembrar. Levantou com tranquilidade, a cada passo Hinata sentia seu corpo tremer, ele ficou próximo o suficiente para sentir a respiração quente e descompassada da rainha. Sua mão foi até o rosto angelical e ela deitou o rosto em sua palma, sentindo o carinho em sua pele, ele deslizou o toque pelo ombro, braço até chegar na cintura e levar ao laço do espartilho, desfazendo-o. Hinata sentiu seu corpo arrepiar, seus seios foram libertados e o pano que cobria sua intimidade foi retirado com cuidado pelo rei, que desceu até seus pés para retirá-la e ao subir para ficar de pé, beijou cada parte de sua pele.
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  Toda esfera que os abraçava ali estava perfeita, Hinata se sentia completa, foi ali que tudo começou, seria ali que tudo iria começar novamente. Agora, como marido e mulher. Ela levou as mãos até a roupa do marido e tirou cada peça de roupa, beijando cada parte do corpo másculo que Neji esbanjava. Os dois desceram os degraus da grande banheira de pedra e foram acolhidos pela água cristalina, as pétalas afastaram-se a medida que seus corpos se afundavam, eles não conseguiam tirar os olhos um do outro, era como se não quisessem perder um mísero segundo daquele momento. A rainha sentou-se no colo do ex-general, apoiando seus braços nos ombros largos, subindo as mãos até os cabelos longos, retirando o pedaço de pano que amarrava os fios castanhos e finalmente encostou seus lábios nos dele, fechando os olhos ao sentir o calor que ele emanava.
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  — Neji… — gemeu.
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  As mãos dele passearam pela coluna e desceram até o quadril farto e apertou ali, sentiu ela rebolar em cima da ereção, que já estava presente, os lábios foram até o pescoço, ombro, onde depositou uma pequena mordida e seguiu caminho até os seios. Lambeu os bicos duros de tesão e ouviu gemidos deixando a garganta de sua esposa, levou uma das mãos até os seios e os massageou enquanto os chupava. Os dedos pequenos de Hinata se infiltraram no couro cabeludo de Neji e os puxava com certa vontade, sentiu ela rebolar com mais determinação, o queria dentro de si.
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  — O que você quer, Hina? — sussurrou no ouvido de sua esposa de maneira arrastada, lambeu o lóbulo e desceu até o pescoço o mordendo. — Me diga o que quer.
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  — Você… Quero você dentro de mim, me faça sua, Neji, como da primeira vez…
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  O rei posicionou ambas as mãos na cintura fina, levantando a esposa e a encaixando em si, ambos gemeram alto a cada centímetro que o pênis do Hyuga preenchia a rainha. Assim que estava todo dentro dela, sentiu o quadril em cima de si mexer-se e viu os olhos de Hinata revirarem. Neji gostou do que presenciou, aproximou dos lábios carnudos e os beijou com devoção, mordeu o inferior e disse:
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  — Rebola, Hina, rebola pra mim.
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  — Ah… Neji… — Ela se movimentava com lasciva, as unhas rasgando a pele das costas do ex-general o fazia rosnar, levou a mão até os cabelos longos dela e os puxou fazendo com que ela abrisse a boca gemendo com a cabeça pendida para trás. Levou a língua até os seios e os chupou, apertou, mordeu de leve o mamilo e se deliciou ouvindo os mais belos sons saindo daquela boca maravilhosa. O barulho indecente era abafado pela água, mas os gemidos definitivamente seriam ouvidos por todos, caso Tsunade não tivesse liberado a área. Ambos gritavam alto, a cada estocada se sentiam mais quentes, nem a água estava sendo o suficiente para apagar o fogo que eles estavam experimentando, tamanho era o prazer.
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  — Hina… Ah, não para… — Apertou a nádega da rainha e a ajudou a se movimentar com mais força, seu pau ia fundo, sentia seu corpo inteiro tremer, assim como o de Hinata. Ela estava chegando ao seu limite e quando gritou alto de olhos fechados foi o sinal de que precisava para se derramar-se também. Neji beijou os lábios de sua esposa antes de abraçá-la e ficaram ali, normalizando suas respirações até sentirem-se bem para sair da água. Ele buscou dois robes, colocando um em Hinata e vestindo o outro. — Não tem ninguém nesta ala do castelo, certo?
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  — Não, não tem, mas… — Foi interrompida pelo grito que deu ao ser erguida do chão. — Neji… o que está? — Sentiu seus lábios serem tocados em um beijo faminto.
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  — A noite está longe de acabar, Hina. — Abriu a porta da sala de banho e carregou sua esposa até o quarto, onde a deitou na cama, admirou sua beleza, os cabelos levemente molhados, os lábios vermelhos dos beijos lascivos que trocaram, as pupilas dilatadas demonstrava o quanto ela estava em expectativa e ele não se encontrava de outra forma. Tirou o robe, e Hinata fez o mesmo, os dois sorriam um para o outro de forma romântica e ao mesmo tempo libidinosa. Caso fosse possível, Neji sentia-se ainda mais apaixonado por ela, ele venerava a rainha de maneira tão pura, seu coração sempre foi dela, tentou se enganar em algum momento, não lembrava exatamente quando perdeu completamente sua razão por ela, mas perderia todas as vezes.
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  Debruçou-se sobre ela, beijou a testa, a boca, o colo, distribuiu vários beijos pela barriga, beijou o monte de vênus e então se perdeu nos lábios, agarrou o quadril enterrando seus dedos na carne macia. A coluna de Hinata arqueou ao sentir a avidez que era chupada, lambida, adorada, seus gemidos deixavam sua garganta sem controle algum, as mãos procuravam algo para apertar e sanar seu desejo e prazer, iria a loucura em minutos. Revirou os olhos ao ter dois dedos dentro de si a estocando enquanto a língua de Neji circulava seu clitóris de maneira ágil, ele sabia exatamente cada ponto erógeno da rainha e dedicaria toda sua existência a proporcionar todos os prazeres dessa vida. Sentiu o líquido em sua língua e as pernas de sua esposa darem espasmos com o forte orgasmo que tinha atingido.
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  Hinata o puxou pelos ombros assim que recuperou sua respiração, beijou seus lábios e inverteu suas posições, desceu até o pênis de seu marido que já estava duro novamente e disse:
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  — Minha vez, não? — Ela sorriu de maneira travessa e colocou a língua para fora passando por todo o comprimento dele, chegou na cabeça e o engoliu de maneira imoral, Neji assistiu aquilo hipnotizado e ao sentir a garganta da rainha em sua glande revirou os olhos jogando a cabeça no colchão gemendo rouco. Hinata descia e subia a cabeça, deslizando os lábios molhados pela pele enquanto sua mão a auxiliava nos movimentos para masturbá-lo, a lingua vez ou outra circulava a parte sensível fazendo o Hyuga se contorcer em prazer.
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  — Ah... Hina, eu vou... gozar… — Sentiu seu corpo esquentar de forma súbita, seu gozo parecia se acumular para jorrar com toda a força que tinha, sentiu Hinata acelerar os movimentos e então atingiu o ápice gemendo alto o nome da rainha. — Hinaa…. — Ela fez questão de engolir todo o líquido viscoso e ainda lambeu os lábios, mordendo o inferior olhando diretamente nos olhos do rei. — Venha aqui… — a chamou, e ela deitou em seu peito, foi acolhida pelos braços fortes de Neji e sentiu-se feliz como nunca.
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  — Me prometeu que a noite estava longe de acabar, senhor Hyuuga. — Ela olhou para cima e sorriu ladino.
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  — Posso descansar um pouco? — Ela subiu em cima dele de repente. — Vou entender isso como um não. — Ergueu seu corpo ficando sentado na cama e beijou os lábios dela, agarrou os fios negros e os puxou devagar, as línguas enrolavam e disputavam espaço até o ar faltar.
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  — Você pode descansar me dando orgasmos. — Ela sorriu sapeca e passou a língua pelos lábios.
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  — Você virou uma safada, Hina.
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  — Culpa sua.
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  — Antes, preciso te dar uma coisa… — Ele a pegou pela cintura e a colocou sentada no colchão, levantou da cama e foi até uma mesinha de apoio no canto do quarto. Abriu uma gaveta e tirou uma folha de papel, olhou bem aqueles traços e se lembrou do momento em que fez aquele desenho; sorriu. Caminhou até a cama e entregou o papel a ela, assistiu a boca dela se abrindo devagar e os olhos marejados.
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  — Isso…
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  — Foi quando você se mostrou pra mim a primeira vez. — Ele a interrompeu e baixou a cabeça, mas em seguida mirou os olhos perolados. — Não consegui dormir sem desenhar você, achei que desenhando eu poderia livrar minha mente de sonhos pervertidos e… dos sentimentos que eu carreguei tantos anos, os escondendo até de mim mesmo.
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  — Neji… — Ela cobriu a boca com a mão e as lágrimas deixaram seus olhos.
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  — Eu sempre te amei, majestade.
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[...]

  — Não está muito apertado? — As criadas puxavam as cordas do espartilho enquanto a rainha mantinha a mão no abdômen. — Não acho que seja necessário para o desjejum.
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  — Já tivemos essa conversa. — Olhou para o marido de forma carinhosa. — Tenho que me vestir de acordo com as nossas posses, para mostrar a força de nosso reino. Apenas uma rainha com o rosto bonito que serve para retratar nosso poder.
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  O rei se aproximou, agradecendo mudo as criadas que ajudavam sua esposa a vestir-se, assim que terminaram seus afazeres. Tomou a cintura da morena, beijou o pescoço feminino sentindo o aroma que mais amava e disse:
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  — Vossa alteza transmite apenas o próprio poder. — Plantou um beijo atrás de sua orelha. — Não há nada que nosso reino tenha produzido de melhor que você, Hina.
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  — Palavras muito bonitas, meu rei. — Selou os lábios nos do Hyuga.
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  — Vamos ou estenderemos nossa noite de núpcias. — Afastou-se seguindo até a porta esperando a esposa passar com um sorriso largo.
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  — Deixaria seus convidados sem o devido adeus? — Tomou o corredor rumo a sala de refeições com o moreno ao seu lado. — Iria se indispor com seus aliados desta forma?
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  — Nada contra os aliados da Lua, mas veja isso. — Pegou uma mão de Hinata e ergueu com a outra fez um gesto exagerado de cima a baixo no ar, mostrando o corpo curvilíneo da esposa. — Eu seria louco de rejeitar uma noite com minha linda rainha para ficar na companhia de marmanjos velhos?
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  — Não sei — parou nas portas duplas e uniu as mãos em frente ao corpo —, Gaara e Itachi parecem fazer seu gosto. — Sorriu ao entrar na sala e desejou bom dia a todos os seus convidados sob o olhar assassino do marido. Sabia que teria volta, mas não deixaria de irritá-lo por receio.
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  Sentou-se à mesa assim que as criadas terminaram o serviço e conversas animadas tomaram o salão. O café teve um clima perfeito, Tsunade e Temari convidaram Ino para o desjejum no castelo, com a desculpa que o conselho participaria do pós casamento. Inventaram literalmente uma nova regra para as comemorações.
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  As despedidas tiveram início com o loiro, rei do Sol. Minato, Kushina e Naruto conversaram com o casal desejando os melhores votos e subiram em sua carruagem com a promessa do Hyuga em visitar, desta vez como rei, o reino distante.
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  O rei do reino das Flores, Kizashi, pai de Sakura, prometeu uma reunião com a Lua logo após a que teria na Areia, com uma filha sorridente demais ao seu lado se despediu desejando muitas felicidades ao casal real. Neji e Hinata estreitaram os olhos um para o outro quando a carruagem tomava seu caminho para a saída do castelo imaginando que o próximo evento que uniria os reis, seria no castelo de Gaara.
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  — Perdeu um deles, Neji — Hinata comentou quando Hashirama se aproximava com o irmão, Tsunade e Jiraya. Abraçou fortemente sua família do coração, ouvindo muitas juras de morte do tio Tobirama ao namorado da amiga, que se demorou em um forte abraço.
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  — Hina, a culpa é sua. Arrastarei esse monte de feno inútil até a Folha e ficarei de olho até que ele e Tsuna tomem jeito. — O grisalho beijou sua testa acompanhando o Namikaze até a carruagem, não antes de brincar com o coitado. — Ele dormirá em meu quarto, gosto de me esquentar a noite. — Empurrou Jiraya se afastando do casal, que gargalhava alto pela cara do primo de Minato.
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  Temari tirou seu ar tão forte que a apertou em um abraço. A loira não chorava, mas Hinata sabia que estava emocionada. Despediu-se dos dois irmãos da Sabaku e de seu ex-soldado, recebendo os votos e a promessa de um convite de casamento. Neji e Shikamaru mantiveram o aperto de mão por algum tempo, pareciam se admirar mutuamente e sem dúvidas, por tudo que ambos passaram em batalha.
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  — Itachi, muito obrigada por tudo. — A morena não demorou para se despedir do Uchiha, sentia o olhar queimando em suas costas. — Espero que tenha gostado da festa.
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  — Foi a melhor, sem dúvidas. — Olhou para trás da rainha que acompanhou o Uchiha curiosa, vendo Ino atrás de si acompanhada de seu pai. — Nos veremos em breve, espero.
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  Assim que ouviu os votos de felicidade do rei do Fogo, deu as costas sem esperar o marido, quase correndo da fúria do moreno.
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  — Volte aqui, Hina. — Assim que dobrou a primeira curva que dava para os corredores, apertou os passos. — Hinata!
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  — Está nervoso por perder dois casamentos vantajosos? — Ela entrou na biblioteca se escondendo entre os livros antigos.
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  — Eu não me casaria por conta de acordos. Aprendi que devemos lutar pelo amor de verdade, aquele que irrita com brincadeiras tolas e sem fundamentos.
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  Hinata deixou seu esconderijo gargalhando do marido.
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  — Eu fico feliz por ter aprendido algo assim tão inspirador. — Levou suas mãos até o homem alto, ainda sorrindo com a brincadeira.
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  — Infelizmente tive que abrir mão de Gaara, pois Sakura chegou primeiro. — Acompanhou a esposa nas risadas altas, que transformavam o ambiente.
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  A felicidade parecia contagiante, a sala grande, quase sempre tão calma e fria parecia acolhedora fazendo as gargalhadas ecoarem.
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  — Já que aprendeu tanto e teve seu coração partido por um ruivo — ajeitou a roupa de Neji e se afastou tomando o caminho até a porta —, não se importará em ter sua primeira assembleia com seus súditos.
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Fim.

📌 Olá, leitores! É um prazer estar por aqui colaborando com uma história que amo! Intensidade, um amor que sufoca e algumas piadinhas são sempre o que procuramos trazer para vocês em nossas histórias e espero que gostem muito. É maravilhoso ter uma gêmea da escrita, nós literalmente compartilhamos um neurônio, acreditamos que as vezes até mais hahaha
Aproveitem a leitura ☺️
HatakeSaturn e HyugaUchiha31 🪢


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