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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Almas Afins

Escrita porLi Santos
Editada por Lelen

Capítulo 3

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

  POV %Pierre%

  O show acabou e a pateta da minha irmã não veio nos ver. Não veio me ver. Isso me magoa. Fomos ao camarim e então pude ver que meu celular tinha inúmeras ligações dela. Será que aconteceu algo? Os caras disseram que ela havia ligado para eles também. É, aconteceu alguma coisa com ela. Comecei a ligar desesperadamente para o celular dela, sem sucesso. Só caixa postal.
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  - Inferno! Só cai na caixa postal. - Eu disse irritado, andando de um lado a outro. - Ninguém atende lá em casa. Ou ela desmaiou ou ela não está em casa. - Concluí a ligação e pus as mãos na cabeça. - O que pode ter acontecido, caras?
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  - %Pete%, calma. Vamos achar a %Li%. - Disse %Seb%. - Eu a deixei em casa, ela disse que tomaria banho e decidiria se viria ou não. - Ele disse, tentando refazer os passos da última vez que encontrou com ela. De repente, ele teve uma ideia. - %Pete%! Já sei cara, liga para o taxista que você indicou para trazê-la aqui, ele pode ter alguma informação.
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  - Verdade! Porra, %Seb%, às vezes você pensa! - Disse ironicamente, ele riu. Liguei para o taxista. - Tem certeza? - Eu disse ao telefone, ele havia me dito que pegou a %Li% no meu apartamento às 16h e a deixou aqui, tinha até um comprovante da corrida, que depois ele me mandou por mensagem. - Tudo bem, cara, muito obrigado! - Desliguei e fiquei ainda mais preocupado.
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  - E aí, %Pete%? - Perguntou Chuck. Todos estavam preocupados, juntamente comigo.
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  - Ele disse que trouxe ela para cá às 16h. Me mandou um comprovante da corrida e uma imagem da câmera do táxi dele onde dá para ver a %Li%. Mas, já são 21h20 e onde ela está? - Eu disse derrotado, preocupado e quase chorando. Primeiro dia dela na Califórnia e eu a perdi. Sou um péssimo irmão e um péssimo tutor!
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  - Caras! Tenho notícias da %Aline%! - Disse nosso produtor, entrando ao camarim animado. - Um segurança disse que várias garotas hoje se passaram por ela para tentar entrar, já que não havia mais ingressos, só que uma delas, além de dizer que era a %Aline%, ainda mostrou uns documentos para ele. Só que ele não quis ver, pois estava muito movimentado e agitado. - Um alívio me consumiu por dentro, mas logo veio a angústia novamente. - Ele disse que acha que ela está lá fora ainda.
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  - Nesse frio? Esse filho da puta acha que é quem para deixar ela lá fora? Que insensível! Vou buscá-la agora! - Eu falei furioso e saí correndo até a saída. Todos me seguiram. - %Li%! - Eu falei assim que saí, mas não encontrei ninguém. - Ei, - chamei a atenção do segurança que estava na porta da casa de show, ele olhou para mim - havia uma garota aqui na porta, sozinha, chorando provavelmente?
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  - Sim, ela estava aqui até cinco minutos atrás. Ela pegou os papéis que estavam com ela e saiu naquela direção. Se correrem, podem alcançá-la.
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  - Obrigado! - Eu nem pensei duas vezes. Saí correndo na direção para onde o segurança apontou. Meu coração estava disparado por conta da adrenalina da corrida e pela preocupação com ela. Eu não sabia se ela estava bem. Sabia que ela estava esse tempo todo esperando por mim, sozinha, nesse frio. Ainda não consegui achar ela. - Acharam ela? - Perguntei para os caras, que vinham logo atrás de mim. Eles negaram com a cabeça. Eu estava começando a me desesperar, quando ouvi um grito de socorro. - É ela! - Era a voz da minha irmã, tenho certeza, vinha de um beco ali perto. Todos fomos até lá e encontramos ela cercada por dois caras bem mal-encarados. - Hey, deixem-na em paz!
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  - %Pete%! - Ela disse chorando, aliviada ao me ver. – Cuidado, %Pete%, eles estão armados. - Me falou preocupada. Dali para frente, eu só parti para cima dos dois, com muita raiva, os caras me ajudaram. %Seb% foi até %Li% para protegê-la. Ficou abraçado a ela. - %Seb%, estou com medo. - Ela disse abraçada às costas dele. Enquanto isso, brigávamos com os dois meliantes. - %PETE%! - Fui atingido de raspão no braço pela faca que um deles carregava. Logo, a polícia estava ali e os caras fugiram, mas foram presos. Eles tinham pegado o celular da minha irmã, mas a polícia o devolveu. - %Pete%! %Pete%! Está tudo bem? - Ela disse, soltando-se das costas do %Seb% e vindo em minha direção.
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  - Au! – Gemi, pois ela tinha me abraçado forte demais, bem no braço machucado. Ela se afastou e pediu desculpas. - Tudo bem, anjinho, você está bem? Eles te machucaram? – Perguntei, acariciando sua cabeça.
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  - Não, eles tentaram tocar em mim, mas eu não deixei. Na hora que vocês apareceram, eles iam tentar novamente, me ameaçando com a faca. Ah, que bom ver vocês! - Disse aliviada, repousando a cabeça em meu ombro.
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  - Vamos voltar para boate. Lá você vai comer algo, deve estar com fome. - Ela concordou. Todos voltamos para boate, terminamos de curtir a noite e voltamos para casa. Ela dormiu no caminho de volta, deitada em meu colo. Tive que acordá-la quando chegamos. Subimos até meu apartamento e entramos. - Eu sei que você já deve conhecer, mas bem-vinda ao lar irmãzinha! Agora sim, oficialmente! - Ela sorriu e agradeceu pela hospitalidade. - Sou seu irmão e tutor. É minha obrigação. E mesmo se eu não fosse, eu te amo, %Li%. Jamais a deixaria sem um lar.
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  - Amo muito você, meu irmão! - Ela pulou em meus braços. Na boate, eu fiz um curativo no braço, realmente não foi nada demais a ferida. Liguei para nossos pais para avisar que já estávamos em casa. Combinamos em não contar para eles o que havia ocorrido, pois os conheço bem e sabia que exigiriam a volta da %Li% para Montreal mesmo eu sendo o tutor dela.
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  Após o ocorrido passou-se algum tempo. %Li% entrou numa escola tradicionalmente americana de ensino médio, fez amigos, sem os problemas que teve em Montreal. Ainda bem, pois isso me preocupava muito. Eu viajava muito com a banda, por isso, ela passava a maior parte do tempo sozinha. Ela tirou a carteira de motorista, dei um carro para ela de presente e com isso ficou mais fácil para ela ir para escola, pois a mesma ficava um pouco longe de nosso apartamento. Tudo estava indo muito bem para nós dois. A banda estava fazendo sucesso cada vez mais, muitas viagens, shows, CDs gravados. Ufa! Uma correria total. Às vezes, eu sinto falta de apenas chegar em casa, ir no quarto da minha irmã, pedir uma pizza e assistir a um filme ao lado dela. Saudades.
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