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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Almas Afins

Escrita porLi Santos
Editada por Lelen

Capítulo 21

Tempo estimado de leitura: 22 minutos

  POV %Seb%

  Estou caminhando agora até o quarto onde %Li% e Sophie estão. Estou nervoso. Correu tudo bem durante o parto, eu consegui chegar a tempo de ver o nascimento de minha filha e isso para mim já valeu a noite. %Pete% vinha comigo, o médico só liberou sua entrada porque ele chorou, literalmente. O médico disse que a Sophie vai ficar em observação por uma noite, pois o cordão umbilical estava enrolado a um dos bracinhos dela. Quando ela nasceu, estava meio roxo o local. Ele disse que, após a retirada do cordão umbilical, o roxeado do braço dela saiu, mas prefere que ela passe a noite aqui, até porque era para ela nascer daqui a duas semanas. Sorte que ela não vai precisar ficar na incubadora. Ainda bem.
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  Entramos no quarto e vimos %Li% segurando nossa filha nos braços. Ela sorriu ao nos ver.
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  - Amor! Vem ver nossa pequena. - Ela disse e eu me aproximei da cama.
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  - Bochechuda do papai! - Eu disse, babão e ela riu.
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  - Como vocês duas estão, maninha? Soubemos do bracinho dela, como está? - %Pete% perguntou apreensivo e ainda choroso. Ele chorou mais do que eu...
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  - Graças a Deus está tudo bem agora. Vejam, - ela disse e levantou um pouco a roupinha da Sophie – não está mais roxo. E ela não está chorando. O médico disse que vamos ficar aqui hoje por precaução. E que ela não terá nenhum tipo de sequela.
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  - Ai, que bom, mana! Fiquei preocupado. - Ele finalmente sorriu e Sophie sorriu também. Parece que ficou feliz ao ver o tio sorrir.
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  - Ahhh, ela está sorrindo para você, %Pete%! - %Li% disse chorosa. Pronto, agora é que o %Pete% vai chorar mesmo.
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  - Olha o titio aqui, Sophie!! Gatinha! - %Pete% brincou com ela e fez algumas caretas. Isso fez a Sophie sorrir para ele.
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  Ficamos ali mais um tempinho. O médico liberou a visita dos outros. Chuck, o padrinho, era o mais empolgado e chorou ao segurar a Sophie no colo. São uns chorões, esses caras (até parece que eu não chorei, não é?). Deixamos o quarto, após alguns minutos e deixamos as duas descansarem. No dia seguinte, podemos levar as duas para casa. Daí para frente foi só felicidade em nossas vidas.
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  POV %Aline%

  Quatro anos depois…

  Mal posso acreditar que minha Sophie está fazendo quatro anos de idade. O tempo passou muito rápido. Ela está crescendo mais e mais e, a cada dia, é um novo aprendizado ao lado dela. %Seb% e eu nos casamos quando ela fez dois anos de idade, uma cerimônia linda lá em Montreal. Decidimos ir para lá, pois ficaria mais barato para nossos pais e também porque nós queríamos nos casar lá. Nosso primeiro lar. %Seb% e eu temos poucas brigas, mas, desta vez, a briga foi um pouco além do esperado. Ele pegou algumas conversas no meu celular que me arrependo. Eu quis me vingar, pois ele pegou a Emma, aquela mesma da mensagem e ex dele, numa festa que ele foi sozinho. A primeira vez que ele me traiu. “Ah amor, eu estava bêbado e ela me seduziu…” A velha desculpa, mas como eu já estava de flerte com esse tal cara das conversas, resolvi relevar. Nós dois erramos, mas nenhum quer admitir o erro. Orgulho é algo traiçoeiro e doentio. Ah, eu só quero me resolver com o %Seb%. Mas ele não está falando comigo. Birrento.
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  Nos mudamos para uma casa grande aqui em San Diego, realizei um dos meus sonhos que era morar em SD. Queríamos morar numa casa com quintal grande justamente por causa da Sophie, ela gosta bastante de brincar no quintal. Após mais uma discussão infantil com o %Seb%, eu resolvi sair de casa para refletir. Eu precisava respirar. Fui em um bar que costumamos ir sempre, pedi o de sempre para o garçom que sempre nos atendia. Ele perguntou pelo %Seb%. Apenas disse que ele estava em casa com nossa filha. Depois de duas goladas na bebida em minha frente, eu me arrependi de ter saído de casa e deixado a Sophie e o %Seb% sozinhos. O que você está fazendo, %Li%? Você não é mais criança. Está na hora de crescer e resolver as coisas como adulta! Espantei os pensamentos ruins e resolvi voltar para casa, mas, antes que pudesse levantar da mesa, um cara alto e bem forte visivelmente sentou-se ao meu lado e segurou meu braço. Olhei para ele assustada. Eu ainda estava plena da minha consciência, mas um pouco tonta. Aquela bebida era bem forte (ainda pedi para o garçom colocar o dobro da dose que ele normalmente usa). Juro ter visto, de relance, o cara colocar algo na bebida e empurrar, literalmente, a bebida em minha boca. Relutei em beber, mas acabei ingerindo um pouco. Nessa hora ninguém me ajudou, o garçom estava do outro lado do balcão. Não havia ninguém perto da gente, o bar estava lotado, mas todos preocupados com suas próprias vidas. Nem se importaram com minha presença ali. No alto dos meus 25 anos e eu estou sendo dopada por um cara. %Aline%, você já foi mais esperta e forte! Reaja! Eu lutava internamente com minha vontade de fechar os olhos. Eu não poderia perder a consciência agora. O cara começou a me carregar, me arrastando pelo bar até a saída.
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  Perdi a consciência por alguns instantes e, quando acordei, eu estava numa espécie de furgão. Estava quente, escuro. A única iluminação era da parte da frente do carro, onde havia um homem alto, talvez o mesmo do bar, não dá para ver direito. Ele estava procurando algo no porta-luvas do carro. Parecia com pressa. Tentei me levantar, mas logo ele veio para cima de mim, me beijando a força, tentei me esquivar, mas ele era o dobro do meu tamanho. Eu estava tão acostumada com o peso na medida certa que o %Seb% tem, tão acostumada ao toque suave dele, às vezes firme, sedutor e delicioso. Como eu queria que ele estivesse aqui. Como eu NÃO queria estar aqui.
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  O cara começou a tirar minhas roupas. Eu ainda estava dopada, sonolenta, mas tentando ainda me livrar de seus toques. Tudo em vão, às vezes ele nem se esforçava para me segurar.
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[…]

  Retomei a consciência de novo após um apagão. Ouvi gritos e barulho de algo que pareciam ser socos. Minha visão foi se acostumando com a luz que vinha de fora do furgão e pude ver o cara e mais alguém brigando com ele. Só depois eu vi que era o %Seb%. Mas, como ele me achou? Ah, meu salvador! Ele sempre me acha, sempre sabe quando eu estou precisando dele. Ele e o cara trocaram mais alguns socos, até que ouvi gritos do garçom, que era nosso amigo, vindo da direção oposta. Quando vi, nosso amigo estava correndo apontando para onde estávamos. Junto com ele, três policiais também corriam. O cara viu e tentou fugir, mas foi pego por um dos policiais. Nosso amigo explicou para a polícia que %Seb% não era bandido e eles o deixaram ir. %Seb% veio na minha direção, preocupado e segurou em meu ombro.
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  - Está tudo bem? – Disse, com a voz afobada por causa da briga.
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  - Sim… - eu disse, ainda meio grogue e envergonhada por tudo. Eu estava de sutiã e com o short aberto, toda descabelada. - Me desculpe, amor, eu… - antes que eu concluísse, ele disse.
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  - Conversamos em casa, ok? Vem, eu te ajudo. - Ele disse, com uma cara de cansado (irritado, na verdade) e segurou em minha mão me ajudando a descer do furgão. Ele me levou até o carro e fomos para casa. - Você foi bem irresponsável, sabia? - %Seb% disse ao estacionar o carro na garagem, após virmos o caminho todo em silêncio. - E se aquele cara matasse você? Hein? Como eu e a Sophie ficaríamos sem você? Meu Deus, é inacreditável! - Ele bradou irritado e bateu as mãos no volante, respirou fundo e fechou os olhos com força. Olhei para ele envergonhada e assustada com toda situação.
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  - Me… me perdoa, %Seb%, eu não sabia o que… - antes de eu terminar, ele bradou irritado.
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  - Claro que não sabia o que estava fazendo! Claro! Foi inconsequente o que você fez! Não pensou em mim, não pensou na nossa filha, não pensou muito menos no seu bem-estar. Meu Deus, %Li%, você não sabe o quão preocupado eu fiquei quando o Carl – o garçom nosso amigo – me disse que você havia sido levada por um estranho. Eu chamei a Iris – nossa empregada – para ficar com a Sophie enquanto ia atrás de você. - Ele falava e gesticulava irritado, enquanto eu apenas o olhava com os olhos marejados. Logo, eu estava chorando. Ele falou mais algumas coisas que não consegui ouvir, pois me encolhi no banco do carona e apertei os braços nos ouvidos. - Hey! - Ele percebeu que eu estava chorando. - Não chora vai, eu não consigo ver você chorando. Já passou. Está tudo bem agora. - Ele me acolheu em seu abraço.
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  Após chorar bastante, ainda dentro do carro, %Seb% e eu entramos em casa. Encontramos Iris sentada no sofá da sala com Sophie deitada em seu colo. Ambas dormindo. %Seb% acordou ela, agradeceu por ter ficado com nossa filha e ela voltou para casa dela de táxi. Peguei Sophie no colo e levei para cama dela. Fui até nosso quarto e fui direto para o chuveiro. Não demorou muito e %Seb% estava lá, parado na porta, me observando tomar banho. Sorri sem graça, ainda estava envergonhada por tudo e um pouco dopada também. Ele se aproximou de mim, beijou minha testa e começou a me dar banho. Ensaboou minhas costas com a esponja, movimentos circulares que me fizeram relaxar na banheira. Fechei meus olhos e senti os movimentos suaves que %Seb% fazia pelo meu corpo. Após o banho, ele me enrolou na toalha, me carregou e me levou para cama. Começou a enxugar meus cabelos e meu corpo. Tudo isso em silêncio, nós dois. Ele pegou uma roupa e eu a vesti. Deitei na cama e me enrolei toda, faz frio esta noite. Ele foi tomar banho e logo estava na cama comigo. Não falamos nada, ele apenas se deitou ao meu lado e aconchegou a cabeça em meu peito, acariciei seus cabelos. Logo adormecemos.
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  De manhã, nem foi necessária uma conversa entre nós. Estava tudo resolvido. Voltamos a nossa rotina normal. Ele com a banda e eu com a produção da mesma e ambos cuidávamos de nossa pequena Sophie.
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  Alguns meses depois…

  O aniversário da Sophie está chegando. Nossa pequena vai fazer 5 aninhos. %Seb% e eu não queríamos fazer só uma festa, então pensamos numa viagem para o Canadá. Sophie conhece muito pouco o Canadá e queremos que ela tenha essa familiaridade com nosso país de origem, afinal, ela também pode ter cidadania canadense por ser filha de canadenses. Combinei com os meninos também, para todos irem. Math não marcou nenhum show na semana do aniversário dela, para que todos pudessem viajar. Ele também teve um filho, um pouco mais novo que Sophie, tem quatro anos. Seu nome é Charles. Ele e Sophie sempre brincam juntos quando tem show ou quando eles vão lá para casa nos dias que não há shows. %Seb% e eu estamos sem brigar. Combinamos que antes de haver qualquer chateação, que haja conversa. Resolvemos tudo antes que vire uma bola de neve, sem sentido, e cheia de mágoas desnecessárias.
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[…]

  Finalmente o dia da viagem chegou. Sophie está bastante empolgada, pois ela nunca foi numa viagem para as montanhas. Resolvemos ir para Mont Tremblant, uma estação de esqui que fica ao norte de Montreal, província de Quebec, junto as Montanhas Laurentianas. Um lugar lindo! Pelo menos nas fotos e segundo os relatos de meus pais, que passaram a lua de mel lá. A minha lua de mel com o %Seb% foi em Paris. Chique, não?! Chegamos em Montreal e alugamos um carro, na verdade, foram dois carros, para levar todos até a estação que fica a 1h30 dali. Sophie estava tão empolgada quanto todos que estavam ali. Ela foi no colo do %Seb% e toda hora apontava para fora do carro e falava empolgada sobre a neve, as montanhas e árvores da floresta que havia ao redor delas e neve, neve, neve, muita neve. Esse é um dos invernos mais frios que já se teve registro aqui no Canadá. Nos EUA também estava bastante frio. Enfim, chegamos ao destino. Fizemos o check-in no hotel e descansamos um pouco. Hoje é quarta-feira, o aniversário dela é no sábado, só iremos embora semana que vem, então temos bastante tempo para curtir esse lugar. Meus pais e as fotos não mentiram sobre esse lugar. É realmente deslumbrante!
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  Na primeira noite, nós só descansamos. Porém, no dia seguinte que começou nossa diversão. Não estava nevando, mas o cenário era lindo. Tudo branquinho por causa da neve que caiu à noite. Sophie se divertiu bastante pulando e correndo para lá e para cá. Na verdade, ela estava mais caindo do que qualquer outra coisa. Chuck, Lia e ela ficavam correndo e jogando neve um no outro. Lia e Chuck estão se dando bem, tanto como padrinhos da Sophie tanto como um casal. É, acho que meus melhores amigos vão desencalhar, finalmente! Está até demorando... bom, dois dias depois, reservamos a mesa maior do salão do hotel para um jantar com todos, para comemorar o aniversário da nossa menina. Foi um jantar bem agradável. Sophie quis sentar ao lado dos padrinhos, %Seb% e eu sentamos em frente a eles. E os demais se espalharam na mesa.
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  - Dindo! - Disse Sophie, com aquela vozinha que ninguém resiste, principalmente o Chuck que muda completamente a expressão para uma bem bobona.
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  - Diga, minha princesa! - Ele respondeu bobão.
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  - Podemos ir ver as montanhas mais de perto amanhã?
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  - Claro, meu amor! Será seu presente de aniversário, meu e de sua linda dinda.
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  Ele falou e logo olhou para Lia que estava mais vermelha do que o Dave quando acordou esta manhã. Soltei uma risadinha que fez com que o %Seb% risse também. Lia nos repreendeu com o olhar estreito. Ela fala que gosta do Chuck, mas não quer namorar. Pois eu acho que ela não vai resistir muito. Até o fim desta viagem ela namorará o Chuck. Anotem.
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  - Aeeee!! Agora já é amanhã? - Perguntou Sophie fazendo todos rirem da carinha de dúvida que ela fez.
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  - Não, lindinha. Amanhã é amanhã. - Disse Lia, como se fosse óbvio, e realmente era. Mas, não para uma criança de cinco anos. Eu olhei para ela que revirou os olhos, rindo.
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  - Não entendi. - Sophie respondeu com um biquinho e o cenho franzido. O mesmo biquinho que eu faço quando peço algum favor para os meninos. %Seb% viu e me olhou rindo.
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  - Igualzinha a você. - Ele disse e eu tive que concordar.
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  - Escuta, lindinha, - disse Chuck – quando esses dois ponteiros estiverem aqui no doze, aí será amanhã. Entendeu? - Ele mostrou o relógio para Sophie que parece ter entendido a explicação. Ela ainda estava aprendendo a ver as horas no relógio. O digital ela consegue identificar bem rápido ~risos~. Qualquer um consegue, né. Enfim…
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  - Tá bom, dindo. - Ela disse sorrindo e voltou a comer seu bife acebolado com purê de batata. Sua comida favorita. Isso quando não tem lasanha. Ou cheeseburguer. Ou macarrão com queijo. Ou hot dog. Ou pizza. Ou pudim. Enfim, vocês entenderam, né?
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  Terminado o jantar, nós fomos ao terraço, que era coberto, para conversar, enquanto Sophie e o Charles, filho do Math, brincavam. Algumas horas depois, voltamos para o quarto. Sophie estava tão cansada que dormiu antes de chegarmos ao quarto. Carreguei ela e coloquei-a na cama de casal ao lado da minha. Troquei a roupa dela e deixei-a dormir. %Seb% e eu ainda ficamos bebendo mais um pouco, na varanda do quarto.
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  - Eu estava realmente precisando dessa viagem. - %Seb% disse suspirando, enquanto dava mais um gole em sua taça de vinho. - Nós precisávamos. - Completou. Naquela noite não estava nevando, o céu estava deslumbrante: escuro, estrelado e uma brisa gélida soprava em nossos corpos.
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  - Sim, como precisávamos. - Eu disse, também em suspiros. Mesmo com esse clima bom que faz nesta noite, eu estava apreensiva. Na verdade, desde que chegamos há alguns dias.
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  - Está tudo bem, amor? - %Seb% perguntou.
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  - Sim, sim. Está tudo ótimo. A Sophie está feliz pela viagem, todos estamos nos divertindo. Está tudo ótimo, amor. - Menti. Em partes, pois, mesmo estando feliz por tudo que está acontecendo, eu estava preocupada com algo. E eu nem sei explicar o porquê.
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  - Fala logo o que é. - meu Deus, como ele pode me conhecer tão bem? E como eu não consigo esconder nada dele? Aff, não tem a menor graça!
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  - O que amor? Já disse que está tudo bem. É bobagem! - Disfarcei. Pessimamente.
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  - %Aline%… - pronto! Me chamou pelo nome!
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  - Ahhh, não me chama assim, %Seb%! Eu falo, nossa! - Ele sorriu vitorioso. Eu suspirei derrotada e falei: - Eu estou com um mal pressentimento. Não sei explicar, mas, lembra daquele sonho que tive, antes da Sophie nascer? - Questionei. Ele arqueou a sobrancelha esquerda e afirmou com a cabeça. - Pois então, sonhei novamente algo parecido com aquele sonho. Como se fosse uma continuação, uma outra cena dele, não sei dizer, mas isso está me intrigando e muito!
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  - Confesso que estou com uma sensação ruim também, mas até agora não aconteceu nada de ruim e não vai acontecer, meu amor. Fica tranquila. Não vou deixar nada de errado acontecer com a gente! - Ele segurou firme em minha mão e eu me senti um pouco mais confortável. Ele repousou um beijo na mesma.
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  - Tudo bem, amor, confio em você. - Respondi sorrindo. - Espero ser apenas um pressentimento ruim. [n/a: pressentimento de mãe nunca falha...]
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  Terminamos o conteúdo da garrafa de vinho e fomos dormir. Consegui dormir bem por algumas horas, até que em dada parte da noite, às 2 AM eu acordei com o barulho do vento na porta da varanda e um frio incomum. Olhei para a porta e ela estava um pouco aberta. Sem saber muito por onde andava, eu levantei, calcei minhas pantufas do Donald (sim, eu ainda tenho elas) e fechei a porta. Que estranho. Jurava que o %Seb% havia fechado quando entramos. Bem, voltei em direção a cama e foi quando eu vi que a cama da Sophie estava vazia. Meu coração acelerou e, de repente, um arrepio de desespero percorreu meu corpo.
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  - Sophie! Sophie! - Gritei desesperada, fazendo com que o %Seb% acordasse, ligando a luz do abajur.
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  - Amor? O que houve? - Disse meio sonolento. Esfregou os olhos e viu que Sophie não estava na cama. – Amor, cadê nossa filha?!
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  - Eu não sei, %Seb%. Meu Deus, Sophie!! Onde ela está? - Eu disse andando de um lado para o outro. - Meu Deus, sabia que algo de ruim aconteceria. Sophie! - Falei desesperada.
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  - Calma, amor, - %Seb% disse e veio até mim, me abraçando - se desesperar não vai ajudar, está bem? Vamos achar ela. Deve estar andando pelo hotel. - Eu parei um pouco de gritar e tentei me acalmar.
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  - Olha amor, - eu disse apontando para a cama – a roupa dela sumiu. - Me referia a blusa de manga que ela estava usando. Ela mesma havia escolhido para usar no dia do aniversário, pois tinha unicórnios e era rosa e preta. - O macacão também sumiu! - Foi presente meu e do %Seb%. Um conjunto de frio que tinha um macacão acolchoado, azul-marinho com bolas rosas com gatinhos dentro delas. Vinha um casado da mesma estampa, com um capuz de pelos, que ela não levou.
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  - Onde ela foi? Vamos, vamos atrás dela!
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  %Seb% e eu descemos até o saguão do hotel. Perguntei para a recepcionista se havia visto uma garotinha passar por ali. Ela disse que não, mas verificou a câmera de segurança. Ela disse que na troca de turno com sua colega, a recepção ficou cerca de quinze minutos sem ninguém. Ela viu as imagens e nelas mostrou uma criança andando sozinha até a porta do hotel que, por algum motivo desconhecido, estava aberta. Argn, que incompetência! Por que diabos esta merda de porta está aberta?! Dei um muro no balcão para descarregar minha raiva. %Seb% segurou minha mão e apertou de leve, tentando me acalmar. Prontamente, a recepcionista acionou os seguranças do hotel para procurarem pela Sophie. %Seb% deu uma descrição de como ela estava vestida e uma foto dela para ajudar na procura. As pantufas dela também haviam sumido. Para onde ela foi tão equipada assim? E sozinha! %Seb% avisou aos outros sobre o sumiço da Sophie. Me deram um chá bem quente para ver se eu me acalmava. Tudo que eu queria era sair para procurar a minha filha, mas %Pete% e Dave estavam me vigiando. Aliás, todos estavam me vigiando para que eu não saia. Começou a nevar e minha preocupação só aumentou. Só se passaram trinta minutos, mas parece que foram horas e horas de espera. Eu já havia chorado e parado várias vezes. Lia e Chelle tentavam me acalmar, pois o chá não resolveu de nada. Me levantei e comecei a andar pelo hotel novamente, para ver se Sophie estava escondida. Ela tinha essa mania de se esconder em locais diversos pela casa. Lia e Chelle foram comigo. Eu dei um jeito de fugir da vista delas e saí pela piscina aquecida. Lá tinha uma porta de dava do lado de fora do hotel. Eu vestia meu casaco longo e preto, escolha da Sophie. Segundo ela, como somos mãe e filha temos que nos vestir parecidas. Meu casaco também tem pelos no capuz, igual ao dela.
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Lelen

Gente do céu, no capítulo 20 tava tudo bem, aí a criança decide nascer porque sim. Aí no capítulo 21 a gente esperando que tudo fique bem e na paz E AÍ SURGE UM QUASE ABUSO.
E AGORA TERMINA COM UM DESAPARECIMENTOOOOOO.
VIVE COMO ASSIM???
EU QUERO FINAL FELIZ, SOCORROOOOO

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