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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Almas Afins

Escrita porLi Santos
Editada por Lelen

Capítulo 14

Tempo estimado de leitura: 4 minutos

  Dois anos depois…

  POV %Aline%

  Dois anos se passaram. Caralho! Como o tempo voa. Acabei de completar dois anos de namoro com o %Seb%. Na verdade, são dois anos e uns dez meses (contando com o tempo que namoramos escondido de todos, rs). Estamos cada dia mais apaixonados um pelo outro e vivemos muito bem aqui no apartamento dele (que agora é nosso). %Pete% conseguiu, nesse tempo, recuperar sua conta bancária e comprou um apartamento para ele. Agora ele mora com a Lachelle aqui mesmo em LA. Eles também têm o mesmo tempo de relacionamento que %Seb% e eu. Eu continuo sendo fotógrafa dos meninos, apesar de ter recebido uma promoção: agora sou chefe de produção, ao lado do Math. Enquanto ele cuida da agenda da banda, burocracias de fora do palco, eu cuido de toda a parte audiovisual do show deles. Mas, eu não resisto e ainda fotografo, principalmente nos bastidores. Ultimamente, eles têm feitos muitos e muitos shows, mais do que já faziam. Quase não paramos em casa, Hahahaha. Ultimamente, também, venho me sentindo mais cansada. Eu sei que pode ser por causa da rotina puxada da produção, mas eu estou desconfiada de outra coisa.
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  Estou sozinha em casa. Agora que dormimos no mesmo quarto, o antigo quarto que eu ficava transformamos em um estúdio de edição para mim. Aqui também tem uma mesa com o notebook do %Seb%. Ele me deixou aqui e foi gravar um programa de TV com os meninos. Daqui a pouco deve estar chegando. Fim de semana temos uma turnê pela América do Norte, voltaremos ao Canadá depois de algum tempo. Na verdade, no Natal do ano passado nós passamos lá em Montreal com meus pais, os pais do %Seb%, enfim… a casa dos pais dele estava bastante cheia.
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  Levantei por alguns minutos, eu estava me sentindo sufocada, como se estivesse debaixo de um baita Sol, porém eu estava dentro de casa, no ar-condicionado e era inverno. Fazia 11°C lá fora e o ar dentro do estúdio estava em 20°C. Por que eu estava me sentindo daquele jeito? Sufocada… levantei e fui pegar um copo d’água. Tentei puxar o ar pelos pulmões e ele entrava com dificuldade. Bebi a água e só então percebi, ao segurar o copo, que eu estava trêmula. Minhas mãos tremiam mais que vara verde. O que está havendo?
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[…]

  Minha cabeça dói.
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  Minha visão passou de escura para turva. Só então percebi que estava acordando. Abri os olhos devagar e senti uma dor intensa no braço. O que aconteceu comigo? Acho que desmaiei. Abri os olhos por completo, cabeça ainda latejando e meu braço também. Rolei o olhar até ele e vi que eu estava sangrando. Na hora do desmaio, eu caí por cima do copo de vidro, os cacos perfuraram meu braço, cortando-o. Ainda bem que não tenho vertigem de sangue, senão desmaiaria novamente. Levantei devagar, me apoiando no balcão da cozinha e fui até a pia lavar o ferimento. Após lavá-lo e sentir uma imensa dor, fui procurar o kit de primeiros socorros. Em vão, pois meu braço estava com um corte bem profundo. Lavar o ferimento e colocar gases nele não foram o suficiente para conter o sangue. Peguei o pano de prato (que eu não havia usado ainda) que estava na mesa e enrolei com força no braço. Calcei minha pantufa do Donald (sim, o Pato Donald. %Seb% quem me deu. <3), peguei minha carteira, celular, as chaves de casa e chamei um táxi. Chegando na portaria, o porteiro me olhou assustado e perguntou se eu queria ajuda. Disse que já havia chamado o táxi, que estava a caminho. Não consegui falar com o %Seb% e nem com o %Pete%. Os outros também não atendiam. Parece que ainda estão na gravação. Finalmente o táxi chegou e eu pedi para me levar ao hospital mais próximo. No caminho, recebi uma mensagem do Math, perguntando se estava tudo bem. Respondi contando o que houve e disse que estava indo para o Hospital Good Samaritan, que fica perto. Ele disse que os meninos ainda estavam gravando e que estão sem o celular, mas que, assim que der, falará para a produção do programa, para que deem uma pausa na gravação e possam assim avisar para eles o que houve.
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  Cheguei ao hospital e me senti um pouco tonta, ainda assim eu caminhei até o balcão e solicitei atendimento. Rapidamente um enfermeiro veio e me levou para dentro da sala de atendimento. O meu ferimento estava sangrando ainda mais e minha tontura piorava a cada segundo. Ele me colocou numa maca e pediu para aguardar um instante. Fiquei ali por dois minutos, mais ou menos, e então eu não me lembro de mais nada. Apaguei novamente.
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Lelen

Sobre as provocações, acho que eu deixava de gostar do cara por causa das brincadeirinhas, sério. Desencantava na hora. HAOISSHAOISN
E eu posso desconfiar que a pp tá grávida? OINSADOINO
É sempre meu palpite pra quando desmaios, enjoos e coisas estranhas começam a acontecer na história HAISASOASHOI

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