Na Mente de Dolores Umbridge

Escrito por Mikaelson | Revisado por Lelen

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Capítulo 1 — Introdução a

  Ao entrarem na sala de Defesa Contra as Artes das Trevas, encontraram a Professora já sentada à sua mesa, vestindo o cardigã rosa felpudo da noite anterior e o laço de veludo preto na cabeça. Harry lembrou-se, mais uma vez, com força, de uma grande mosca pousada imprudentemente sobre um sapo ainda maior.
   foi a primeira filha de um bruxo chamado Orford e uma trouxa chamada Ellen Cracknell. Seu irmão mais novo era um aborto, mas era uma bruxa. Sob a influência de seu pai, ela desprezava sua mãe trouxa e seu irmão aborto, considerando-os inferiores a ela e a seu pai, e e seu pai os denunciaram. Mas qual a história por trás da mulher mais perigosa do mundo bruxo...?

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  NONO ANO DA VIDA DE DOLORES, 1936
  Uma garotinha de cabelos negros olhava freneticamente para um vestido cor de rosa que brincava com suas mãos. O vestidinho rosa era agarrado com força em suas mãos. A garotinha de apenas nove anos, observava o vestido rosa com fascínio, enquanto as pessoas começavam a passar por ela a ignorando. Ela estava acostumada com aquilo. As pessoas nunca gostaram dela e o único amigo que ela tinha a rejeitou. Ou seja, ela não era nada. Ignorando seus próprios pensamentos, pegou seu vestidinho rosa, apertando em suas mãos e foi para casa. De longe dava para ouvir o pai discutir com a mãe. Eles sempre brigavam, mas hoje o motivo peculiar era o irmão mais novo. sorriu para o irmão tentando incentiva-lo. E assim por um mísero momento, os irmãos permaneciam unidos...

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  ANO DEZ DA VIDA DE DOLORES
  — Porque... — A garota se debulhava em lágrimas sentindo as lágrimas virem. — Eu só tentei fazer o que eu achava certo... Eu não queria irritar ninguém. Mas eles não me entenderam. Por que sempre tenho que ser o maior problema para todos?
  Uma voz ecoou em sua mente, como se quisesse lhe dizer que ela podia ser quem quisesse.
  — Do que adianta ser quem eu quiser, se o que eu queria eu nunca vou ter? —  murmurou a garotinha para si mesma.
  Ela via as crianças brincando no parque e por um mísero momento, sentiu vontade de chorar. Mas ao invés disso, um sorriso docemente meigo escapou de seus lábios.
  — Você parece diferente, — disse o pai dela, Orford, quando a filha chegou em casa.
  — Ora, pai, estou normalmente bem. — Ela sorriu docemente.

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  — E então, , animada para ir para Hogwarts? — perguntou o irmão mais novo à irmã mais velha com curiosidade. — Dizem que é um bom lugar.
  — Estou sim, pena que você não pode ir.
  — Mas você vai, isso que importa.
  — Você tem razão. — sorriu docemente para o irmão.

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  O Beco Diagonal estava repleto de crianças no ano de 1938. As crianças olhavam as vassouras, animadas. O lugar era completamente mágico. O mundo bruxo estava repleto de coisas belas. Para era um lugar mágico. Mas também uma chance de recomeçar e esquecer seu passado tão doloroso... Sorriu docemente para a família e começou a procurar seus materiais, indo a Floreios e Borrões comprar seus materiais. Ouvira algumas pessoas falando sobre a supremacia puro sangue o que a deixou curiosa e atenta. Depois foi à loja de Olivaras comprar sua primeira varinha. Bétula, corda de coração de dragão. Assim que saiu da loja de Olivaras foi para a loja de Madame Malkin.
  — Primeira vez em Hogwarts, querida? — perguntou Madame Malkin e assentiu.
  Ela viu um garoto de cabelos negros opacos e pele pálida que tinha um ar frio. Ela ficou curiosa ao ver o garoto, mas não pareceu demonstrar.
  — Aqui está seu uniforme, querida — disse Madame Malkin.

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  Assim que chegou em casa, comemorou ao comprar seus materiais. Finalmente iria para Hogwarts e ali sim faria a diferença... Era tarde e ela se deixou dormir, seu peito subindo e descendo, se sentindo satisfeita por logo ir para Hogwarts. No dia seguinte, acordou animada, mas ver o pai brigando com a mãe não causava um bom ânimo nela. Ela estava feliz em ir a Hogwarts, mas a família não tinha bons momentos.

CONTINUA...



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