Me Animal

Escrito por Samilla Way | Revisado por Pepper

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Capítulo Um - Se Matando no Trabalho

  Meu nome é Gerard Way, delegado da divisão de homicídios de Newark, Nova Jersey. E daí? Eu trabalho demais nessa porra, eu sempre estou fumando e tomando café. Sempre nessa porra dessa cidade tem alguém sendo morta, pela máfia, por policiais, por assassinos com tesoura, trafico, crimes passionais, por mim e etc.
  Um dia eu estava tomando café quando a minha secretaria entrou na sala e jogou uma pasta cinza em cima da minha mesa, ela se mandou e eu abri a pasta, era foto de um casal assassinado com vários tiros, eles pareciam uma peneira. E um relatório que eu não ia ler porque mais tarde eu ia ter um encontro (com meu amante porque eu era casado) com alguém. Eu vesti meu sobretudo, coloquei a minha arma uma 9mm no quadril, peguei as chaves do carro e fui ate o local do crime.
  Chegando lá, tinha uma adolescente de um 15 anos, mais ou menos, sentada na porta de uma ambulância recebendo os primeiros socorros, ela chorava muito. Eu acendi um cigarro, entrei na casa, tinha sangue espalhado por todos os lugares. Ray Toro o legista, já estava retirando os corpos da cena do crime, eu olhei e achei uma digital com sangue no espelho da sala onde eu estava.
  - Hey! Alguém do CSI, vem ver isso. – meu irmão Mikey apareceu com sua câmera enorme, tirou fotos e depois colocou um pedaço fita adesiva para colar a digital, talvez do possível assassino. – Bom, um casal foi morto, alguma pista?
  - Caralho Gee você não leu de novo o relatório? – Mikey olhou para mim, eu desviei o olhar. – Ah, parece que o marido era um viciado em cocaína e não pagou a divida, possível assassino, um traficante local, mas ninguém sabe quem é.
  - A famosa lei do silencio entendi, quando vocês do CSI, analisar pistas e descobri quem foi o filho da puta que matou o casal, me chame. – eu traguei bastante fumaça deixando invadir minha cabeça e depois a soltei. – Suspeitos falem comigo. Quem é a garota na ambulância?
  - Filha do casal de 16 anos, ela presenciou o crime e ainda quase foi morta, ela foi esperta, mas eu duvido que ela vai querer testemunhar. – eu traguei mais uma vez, e soltei a fumaça.
  - Isso é problema do promotor Iero não meu.

  Mais tarde eu estava no restaurante quando uma garçonete chegou perto de mim, eu queria ignorá-la, mas eu precisava de um café expresso.
  - O que senhor deseja? – me senti com um velho de 50 anos. – O que o senhor vai pedir?
  - No momento ele quer um café expresso com whisque e eu uma garrafa de vinho branco suave do porto, com duas taças. – Frank apareceu, ela anotou e se mandou, ele me deu um beijo no alto da cabeça. – Você está tão sexy esta noite delegado Way, eu estou no caso .
  - Aquele do casal que foi morto e presenciado pela filha, eu também, vou ter que fazer a menina falar. – eu coloquei as mãos na mesa. – E você tem que fazê-la testemunhar é foda. – eu caí na gargalhada. – Quando a gente sai é justamente para nos libertar do trabalho.
  - Admita é mais excitante quando falamos de pessoas mortas, com vinho e sexo selvagem. – Frank riu de mim. – Pára de ser tão serio, você é assim com sua esposa. – ele ficou confuso, eu não respondi nada. – Por isso que você me procura, espero que esse caso seja fácil de resolver, eu quero que você viaje comigo para Veneza, você diz para Lindsey que você vai a uma viagem de negócios, workshop, no nosso caso wau que chupe.
  - Ela está desconfiada que eu tenho um caso só não sabe com quem? – a garçonete apareceu com o meu café e a garrafa de vinho para Frank, ele serviu nossa taça e tomou sensualmente, ela se mandou mais uma vez. – Ela é irritante, possessiva, mandona, e etc, só estou com ela por causa da nossa filha senão eu estaria divorciado. – eu tomei o meu café dando um gole longo. – Quero passar esta noite no seu apartamento.
  - Claro Gee...

  Estávamos no sofá do apartamento de Frank, nós estávamos nus, eu deitei por cima dele. Eu beijei seus lábios com violência, Frank passou as mãos no meu peito descendo ate meu pênis, ele segurou com força e começou a me masturbar desesperadamente, eu puxei pelos cabelos, o deixei colocar minha língua em sua boca, nossas línguas se encontraram num ritmo forte, então eu comecei a chupar a língua dele. Frank aumentava seu ritmo, eu tive um orgasmo e mordi a língua de Frank, ele parou de me masturbar. Eu dei um selinho longo e forte nos lábios de Frank, eu comecei a beijar no pescoço dele, fui descendo ate o pênis dele que estava ereto, como eu o chamava de little Frankie, eu comecei a dar selinho na cabeça, em seguida comecei a beijar mais intensamente usando a minha língua, descendo por toda a sua extensão, ate a base, eu fiz o caminho oposto mais rápido e massageando seus testículos, eu fiquei beijando a cabeça do little Frankie ate eu olhar Frank nos olhos e o colocar na boca. Frank gritou no sofá.
  - Chupa gostoso, ah... awn, awn. – eu o coloquei inteiro na boca ate a base (vantagens de ser garganta profunda), comecei a subir e descer rapidamente, Frank começou a fazer carinho na cabeça, ele era romântico para caralho. – Awn... Awn... Chupa mais... awn, ah, ahn. – ele gemia alto, eu chupava mais intensamente, eu só parei quando ele pré-gozou na minha boca.
  Frank saiu de cena para pegar camisinhas em seu quarto, eu comecei a me masturbar rapidamente, eu fechei os olhos, senti novamente os passos de Frank, então eu parei.
  - Está se divertindo sem mim? – eu dei um sorriso, eu sentei um pouco no sofá, voltando a me masturbar, Frank se ajoelhou aos meus pés. – Posso chupar um pouco o little Gee? – eu dei de ombro, soltei a minha mão, Frank colocou a cabeça do meu pênis, ou little Gee na sua boca, segurou a base e chupou com força.
  - Own Frank, isso ai... Ai own... – eu abri a boca para gemer. – Me faz gozar own, own... Ah... Ah... – eu agarrei seus cabelos com violência para guiar seus movimentos. – Isso me dá prazer, own, awn, ah, ah, ah... – eu tive um orgasmo rápido e intenso, Frank parou de me chupar tirando a boca, eu ainda não soltei minha mão de seus cabelos, eu os puxava com força enquanto ele abria uma embalagem de camisinha de cereja, colocou um pedaço na cabeça do meu pênis e foi desenrolando com a boca. – Isso é gostoso, mas quero você de quatro para mim.
  Frank se levantou rapidamente, eu também, dei um selinho nos lábios dele que ficou de quatro no sofá com seus braços apoiados no braço do sofá. Eu ajoelhei uma perna enquanto a outra estava em pé no tapete persa e o gato branco persa de Frank, Sassy nos assistindo em cima da mesa de centro. Eu segurei a bunda, mas antes, eu chupei os testículos dele, em seguida chupei sua entrada batendo a minha língua, ele gemendo, em seguida dei um beijo na bunda dele. Eu segurei com mais força então o penetrei, senti um prazer inigualável, eu o penetrava rapidamente, eu olhei o relógio de parede e era 3 da manha, forte, mas Frank gostava do meu jeito de foder. Eu gritava enquanto eu investia forte em Frank que rebolava e se masturbava... Cinco minutos depois Frank gozou, eu estava tendo mais um orgasmo fazendo eu investir mais rápido.
  - Isso estou gozando owh, owh... owh... – eu tive outro orgasmo assim Frank teve outro em seguida, eu alisei o little Frankie gozadinho ainda duro. – Owh... Ah, ai... – eu diminuí a minha velocidade e gozei caímos juntos no sofá. Eu saí de dentro de Frank, me vesti rapidamente e joguei a camisinha no chão.
  - Por que você sempre tem ir embora? – Frank ficou segurou o little Frankie para me provocar, eu mordi o lábio inferior. – Fica comigo essa noite, você disse que ia ficar.
  - Eu não quero que de novo a Lindsey vai e não me deixe ver nossa filha. É só pela Bandit, você sabe que eu queria ficar aqui, te assumir só que agora não dá. – eu não ia largar minha esposa por um caso, Frank foi ao seu quarto e me deu um rolex novo dentro da caixa. – Não precisava Frank, serio. – eu gostava dos presentes caros que o promotor Iero me dava e do sexo com ele também.
  - Aceita eu comprei para você, eu te amo. – eu dei um selinho nos lábios dele e parti.

Capítulo Dois - Depoimento Chave

  Eu estava tomando o café da manha com a minha esposa e filha, Lindsey não parava de olhar para mim desconfiada, eu já sabia onde isso ia dar, eu dei a minha xícara na pia, ela chegou do meu lado.
  - Já sei o que vai perguntar. Onde eu passei a noite? Eu estava trabalhando com o promotor Iero, um caso banal, mas caso de policia é sempre caso de policia. – eu fiz uma careta para Bandit que caiu na gargalhada.
  - Eu não aguento mais essa vida com você, nosso casamento é de aparência, o único caso que você tem é com outra mulher. – ela começou a chorar, eu estava ficando com raiva. – Me diz o nome da vadia! – nossa filha arregalou os olhos.
  - Não deveria dizer essa coisa na frente da Bandit, não tem garota nenhuma só você que não me quer. – ela colocou as mãos na cintura. – Bandit vai se arrumar para escola. – ela se mandou, eu segurei Lindsey pelos braços e a sacudi. – Não transamos há um ano, como você não quer que eu tenha um caso, mas não eu não tenho garota nenhuma caralho!
  - Vou para casa da minha mãe com a Bandit, ate você refrescar a sua memória e talvez eu peça o divorcio! Só apareça para visitar a sua filha!
  Eu coloquei as mãos na cabeça...

  Eu não estava conseguindo me concentrar no caso quando Ray entrou na minha sala, me chamando para ir ao necrotério, eu nunca liguei para os mortos era normal. Ray abriu a porta da sala, eu vi os corpos do casal , eu cruzei os braços.
  - Ray o que pode ser tão importante para você me chamar antes do CSI?
  - Bem, veja esses arranhões. – ele mostrou o braço da vitima estava todo arranhado, poderia ser qualquer coisa. – A principio eu achei que fosse uma luta entre Victoria e o assassino, mas esses arranhões foram feitos pré-morte, antes dela morrer, inclusive encontrei vestígios de unha na pele da vitima, um pedaço de unha com sangue do possível agressor ou assassino, eu dei as unhas para analise. – eu respirei aliviado.
  - Pelo menos uma boa noticia hoje. – Ray olhou para mim desconfiado.
  - Você e a Lin-z brigaram de novo? – eu olhei para o cadáver da mulher.
  - Pior ela acabou de ir para casa da mãe, cismando com a historia de que eu tenho caso, eu não tenho tempo de ter um caso. – Ray arqueou uma das sobrancelhas. – O que foi?
  - Eu e Ethan vimos você na festa de Natal da divisão, debaixo do visco beijando o promotor Iero na boca de língua. E sabemos que ele é gay passivo assumido. – eu teria que confessar. – Pode se abrir.
  - Eu nunca deixei de gostar de mulher, mas antes disso eu e a Lindsey não transávamos mais, aí apareceu Frank a gente ficou amigo e depois do Natal começamos a sair, mas não conta para ninguém. Vamos nos concentrar no caso, agora eu vou ouvir a garotinha que viu tudo a filha do casal assassinado.
  - Boa sorte!

  Eu entrei na sala de interrogatório, com um copo de café do Starbucks, eu sentei com as pernas abertas, Amanda Calton era do juizado de menores estava abraçado a garota que nem olhei o rosto. Eu dei um soco na mesa, me olhou, ela era linda, corpo de mulher mesmo sentado conseguia reparar, o rosto de bebe a deixava mais sexy estilo Lolita. Ela mordeu o lábio inferior, ficou abraçada a Amanda como se fosse uma menininha assustada com lagrimas nos olhos.
  - Srta. você poderia me contar o que aconteceu? – ela desviou o olhar. – Eu preciso saber agora! – Amanda pediu para não pressioná-la.
  - Tudo bem sra. Calton eu conto... – tinha uma voz doce e calma. – Eu tinha acabado de voltar da escola... – ela respirou fundo, eu a olhei nos olhos só que mais uma vez ela desviou o olhar. – Eu entrei em casa pela porta dos fundos, o som estava alto era código que meu pai estava drogado... Só que eu fui ate a sala, mas minha correu em minha direção... Eu ainda vejo! – ela se levantou da cadeira e olhou para o espelho que mostrava apenas de um lado. – O barulho dos tiros, ela caindo, o assassino me olhou nos olhos, e atirou só que ele errou, o estilhaço da bala acertou aqui... – tirou o casaco, abriu os botões de sua blusa marrom, ficando de sutiã de renda rosa quase transparente, eu fiquei excitado, mostrou a marca do estilhaço no ombro quase em cima do seio direito, eu voltei a me concentrar para não ter uma ereção. – Ele fugiu, não era da área senão eu o conheceria.
  - Mas mesmo assim srta. você poderia reconhecê-lo, ou descrevê-lo? – ela fechou a blusa e em seguida se sentou.
  - Com certeza, mas não me chame de srta. parece meu professor velho de matemática, me chame de . Qual seu nome policial? – eu não queria dizer, mas estava afim de acabar logo aquele caso.
  - Eu sou delegado Gerard Way, , ou delegado Way como preferir.
  - Ok Gee. – ela disse sensualmente e bem suja o meu apelido.
  Ela apertou a minha mão com um sorriso aparentemente inocente...

Capítulo Três - Doces Venenos

  Eu estava comendo um pacote de Doritos quando eu resolvi ler o laudo da cena do crime, vi foto de Victoria e Mark mortos na sala. O corpo de Victoria estava virado para cima, bem perto da porta da sala, ela deveria ter sido surpreendida pelo assassino, ela lutou, mas caiu perto do sofá. Isso não batia com testemunho de que disse que sua mãe tinha vindo ao seu encontro, não tinha pegada de que calçava 36, ela nem sequer esteve na sala na hora do crime. Por que ela mentiu?
  Frank entrou na sala, eu respirei fundo e voltei a comer o meu Doritos, ele deu um selinho nos meus lábios, eu larguei o saco de biscoitos, fechando a porta e Frank estava saltando de felicidade.
  - vai testemunhar, alem disso, eu estou sabendo que a Lindsey te largou. Quer passar comigo essa noite? – eu neguei balançando meu dedo indicador.
  - Esse caso está estranho, mentiu no depoimento... Eu quero descobrir porque. – Frank colocou suas mãos em meus ombros e começou a massageá-los com força. – Desculpas, mas hoje não dá eu vou me dedicar ao caso e descobrir tudo.
  - Não precisa reconheceu o assassino, Alan Chavez, isso eu vim te ver, estão te esperando para você meu amigo o interrogá-lo.
  A minha secretaria me deu outro relatório com as provas que o incriminavam, eu li rapidamente, precisava prendê-lo rápido precisava resolver minha vida pessoal que estava uma bagunça. Eu fui ate a sala de interrogatório, onde tinha vários policiais olhando pelo espelho, eu entrei na sala, olhei para cara do mexicano marrento com bigode de bandidinho.
  - Você sabe por que você está aqui, não é Chavito? – ele deu de ombros, ainda me jogou um beijinho. – Continua me mandando beijinhos, eu não gosto, mas seus coleginhas de cela vão adorar e vai passar muito tempo lá.
  - É sobre o casal , to ligado na parada parceiro, na verdade, ele estava me devendo uns bagulhos. – ele fez gestos com as mãos. – Eu resolvi apagar ele e a vadia dele, entendeu a parada, pena que gostosinha não morreu, mas avisa ela que Chacal que apagar ela.
  - Porque o Chacal, um líder da gangue que apagar a menina? – eu coloquei as mãos na mesa.
  - Eu não vou dizer mais nada pergunta a gostosinha que ela te responde, quero o meu advogado.
  Os policias entraram na sala, o levaram. Eu estava pensativo por causa da historia do Chacal quer apagá-la...

  Mais tarde eu fui ate o conselho tutelar onde estava hospedada, eu entrei no quarto dela que estava arrumando as malas, sorriu ao me ver, correu em minha direção e ela me abraçou forte.
  - Você é um amor mesmo Gee, veio se despedir, o promotor Iero arranjou um lugar para eu ficar segura ate o julgamento, admito vou sentir sua falta. – eu não estava sorrindo, não ia me despedir. – Ué o que foi?
  - Por que o Chacal quer te matar? – ela tomou um susto e em seguida colocou as mãos na boca.
  - Viciados quando não tem dinheiro, usam moedas de troca, o Chacal dormiu com a minha mãe para pagar uma divida do meu pai, depois meu pai me ofereceu, eu não aceitei, bati nele e fugi desde então ele ameaça e de vez em quando minha mãe serve de moeda de troca pela minha vida, agora ela não está mais aqui. Eu só transo com quem eu quero! – fechou a mala com raiva.
  - Você é forte e decida, eu já vou.
  - Espera Gee...
   segurou o meu braço, e a passou por suas curvas, eu fiquei rendido a ela, descendo as coxas, ela fechou os olhos com prazer, eu segurei com a outra mão o seu cabelo, então venceu a distancia entre nós, beijando meus lábios devagar, passou sua língua em meus lábios, eu passei a mão nas suas costas, ela fez pressão com os lábios para entrar em minha boca, eu dei passagem então nossas línguas se tocaram sem pudor.
  - Espero não estar atrapalhando o casal. – era Frank então eu parti o beijo, não gostou queria me beijar novamente, mas eu a impedi. Frank estava com os braços cruzados. – Você sabe que pode prejudicar o caso se souberem que você beijou uma testemunha ainda menor de idade! – os policiais entraram, mas não ouviram a nossa conversa apenas levaram .
  - Desculpe Frank, mas não fui eu, ela me beijou. – Frank colocou a mão no meu ombro.
  - Tem coisas que ainda não estão esclarecidas nessa historia, Gerard eu te perdôo, mas vai ter que passar esta noite comigo no meu apartamento.
  Eu abracei Frank e em seguida dei um longo selinho em seus lábios, depois o abracei novamente, estava com cara de decepcionada, balançando a sua cabeça...

Capítulo Quatro - A Morte Sempre Ronda

  No mês seguinte Frank ainda não tinha marcado o julgamento, nós estávamos tão entretidos no caso que ate enquanto transávamos falávamos do caso . Eu via Bandit nos finais de semana, ela me mostrava os desenhos e exercícios, ela estava aprendendo a ler, era muito fofa.
  Um dia eu estava revisando as letras do alfabeto para Bandit ler quando o meu celular tocou, eu a deixei com o alfabeto e fui atender correndo o celular que estava na cozinha.
  - Way.
  - Eu não acredito nisso amor, - era Frank. – tentaram matar hoje de manha, alguém invadiu o hotel ela morava com os seguranças, ela estava vindo da escola fuzilaram o ônibus escolar e explodiram o quarto matando todos seguranças dela, agora o CSI está lá.
  - Merda, hoje é o meu dia de ficar com a minha filha acontece isso, merda, merda, merda. – eu chutei a parede, respirei fundo.
  - Eu dei um jeito é o seu dia de folga nada mais justo que você ficar com sua filha, mais tarde eu passo ai, a gente transa e te dou mais informações do caso, te amo.
  - Valeu.

  Mais tarde Frank apareceu lá em casa, trazendo o nosso jantar macarrão a bolonhesa que ele mesmo tinha feito, Frank colocou no micro-ondas para esquentar, Bandit abraçou as pernas dele, interesseira. Por se sentir culpado pelo fim do meu casamento, toda vez que ele vinha minha casa e sabia que Bandit estaria lá trazia um presente, dessa vez ele trouxe uma Barbie fada para ela, a safadinha agradeceu e se mandou.
  - não quer testemunhar, eu já tentei convencê-la, mas ela quer conversar com você. – eu fiquei com medo dela me beijar de novo, mas precisávamos resolver aquilo. – Ela está no meu apartamento por enquanto, eu a trarei aqui amanhã depois do nosso expediente.
  - Só se você estiver presente, a gente nunca sabe. – o micro-ondas apitou, Frank pegou um pano de prato que estava na pia e tirou o macarrão e colocou em cima da mesa.
  - Você tem medo dela? – Frank me indagou.
  - Talvez, ela é surpreendente, nunca sei o que ela pode aprontar, ou talvez quem tem medo é ela, eu seja um protetor. – Frank arqueou uma das sobrancelhas. – A traz aqui, agora vamos comer rápido, para eu botar Bandit para dormir para a gente discutir sobre as novidades do caso.

  Depois que a Bandit dormiu, Frank e eu estávamos revisando o caso no meu escritório, ele passou as mãos no meu cabelo, em seguida me deu um beijo no pescoço, eu gemi baixo.
  - Quero que você me conte tudo. – Frank passou a mão na minha coxa, eu estava de boxer vermelha, fiquei arrepiado. – O que aconteceu com a ?
  - Um grupo de homem numa caminhonete preta fuzilou o ônibus escolar onde voltava da escola, um deles deve ter apertado o dispositivo e o quarto do hotel foi totalmente explodido matando todos os seguranças dela. – Frank subiu sua mão ate a barra da boxer, colocou sua mão dentro, eu gemi alto quando a mão dele tocou meu pênis, ele começou a me masturbar de leve. – Isto te excita?
  - Ah... – gemido longo, eu fechei meus olhos. – Hm... Ok e agora eu tenho que convencê-la a testemunhar, tenho certeza que esse atentado foi o Chacal. – Frank colocou parte do meu pênis para fora e voltou a me masturbar só que me mais rápido, eu pendei a cabeça para trás. – Awn... own, ah, oh... isso...
  - Bem eu li todo o inquérito, e vi que a garota mentiu, tem varias pontas soltas nesse caso que o advogado de defesa pode usar isso contra nós. – ele apertou com força. – Mas, vocês deveriam ter resolvido isso.
  - Eu ia resolver, mas prenderam o cara e ele confessou o crime... – eu gemi alto, ouvimos a porta abrir e Frank parou, eu tentei me ajeitar, Bandit apareceu coçando os olhos. – O que foi bebê?
  - Não consigo mimi papai... – ela sentou no meu colo, eu lhe dei um beijo no alto da cabeça. – Posso ver TV na sala?
  - Sim... – ela comemorou saindo do meu colo. – Mas só o canal de desenhos, o de numero 39, mocinha. – ela confirmou com a cabeça e saiu. – Essa foi por pouco.

  Depois do expediente, eu fui para casa, tirei a camisa, fui ate o meu bar, peguei uma garrafa de whisque, bebi duas doses, tomei um banho de banheira quente e longo, relaxei um pouco. Eu coloquei uma camiseta de banda e uma cueca preta, fui para cozinha, abri a minha geladeira e peguei uma garrafa de Budweiser, abri e comecei a beber, sentei no sofá. Eu peguei o controle da TV e a campainha tocou, eu dei mais um gole na cerveja e a levei comigo para atender a porta. Eu abri e era Frank com , ela olhou para mim e me abraçou com força, fiquei meio constrangido por estar sem calça, ela me soltou do abraço e entrou. Frank me deu um selinho longo e apertou a minha bunda, eu arquei a sobrancelha, ele também entrou. sentou-se no sofá, ela estava de mini saia de jeans e cruzou suas pernas.
  - Agora eu quero conversar com você sobre essa besteira de não querer testemunhar. – ela me olhou triste e fez bico, eu respirei fundo. – Eu sei do atentado, mas...
  - Eu quero conversar com você a sos, sem o promotor Iero ouvir nossa conversa. – Frank não queria sair, eu passei minha mão em meus cabelos para trás.
  - Por favor, Frank. – Frank contrariado saiu da sala, eu me ajeitei no sofá. – Então, por que você não quer testemunhar?
  - Quem disse que eu não vou testemunhar, eu disse isso como desculpa para te ver. – voou no meu pescoço e começou a beijá-lo, foi subindo seus beijos ate o canto da minha boca, mas tentei ser frio, então ela parou. – Por que você está me evitando? Está com medo do seu namorado não gostar?
  - Do que você está falando srta. ? – eu fingi não entender do que se tratava, mas revirou os olhos.
  - De você e o promotor Iero, eu vi vocês se beijando na boca, não venha me dizer que são apenas amigos que eu não acredito nisso, ele nem precisa saber. – ela voltou a beijar meu pescoço de leve, mas eu estava ficando excitado. – Eu sei que você me quer, eu também quero você.
  - Você só tem 16, e eu tenho 35, sou bem mais velho. – eu passei as minhas mãos nas coxas macias e grossas de .
  - E daí? Você me deixa cheia de tesão, você deve ser bem experiente...
  Eu segurei com uma mão seus cabelos, beijei seus lábios, toquei bem devagar, ela abriu bem a boca para deixar a minha língua tocar a dela, era muito bom. segurou a minha mão que acariciava a sua coxa, a conduziu para a renda da sua calcinha bem pequena, ela fez eu apertar o pano e parte da sua vagina, eu arrepiei e tive uma ereção. Eu inconsequentemente comecei a acariciei a vagina dela por cima da calcinha mesmo, ela tirou a minha mão e eu parti o beijo e em seguida respirei fundo olhando para todos os lados para ver se ninguém estava vendo aquela cena. abaixou a calcinha ate os joelhos abrindo suas pernas o máximo, eu passei a minha mão na parte interna da coxa dela, subindo rapidamente, ela colocou meu polegar em seu clitóris para eu estimulá-lo.
  - Não seja covarde me satisfaça! Que depois eu te satisfaço! – ela era uma verdadeira tentação, eu obediente comecei a estimular, subindo e descendo, era muito excitante, bem devagar. – Awn... ah, ah, ah... – depois eu usei dois dedos para fazer movimentos circulares, ela caiu no sofá deitando, eu fui mais rápido, depois desci ate sua entrada molhada, subindo novamente ate seu clitóris e o estimulando acariciando para cima e para baixo. – Awn Gee! Ah, ah, ah, ah...
  Eu acelerei meus movimentos enquanto ela apertava seus seios por cima da blusa de tricô vermelha, as expressões loucas de prazer, ela queria gritar, eu diminui o meu ritmo, ela arqueou as costas tendo um orgasmo, então eu parei. vestiu a calcinha novamente e me deu um selinho longo e saiu da minha casa, eu respirei fundo novamente.
  Frank entrou na minha casa, eu coloquei uma almofada em cima da minha ereção, ele sentou-se ao meu lado começou a beijar meu pescoço, eu dei um selinho longo em seus lábios.
  - E aí a vai testemunhar? – eu apertei a almofada.
  - Sim, Frank ela vai testemunhar.

Capítulo Cinco - Julgamento de Sangue

  Dois dias antes do julgamento, eu estava nervoso porque também ia testemunhar, mas era padrão. não saia da minha cabeça como ela me seduziu, não podia indagá-la por ter mentido porque aquela Lolita safada poderia colocar a minha cabeça a premio, mas estava tudo resolvido. Eu respirei fundo enquanto deitava na minha cama sozinho, porem eu estava me acostumando com aquilo, agora eu sabia como Lindsey se sentia todas as noites quando eu saia com o Frank e chegava de manhã.
  Eu ajeitei meu travesseiro e caí pesadamente no meu sono... De repente eu acordei assustado com o barulho do meu celular, olhei o despertador era 2 e meia da manha. Eu peguei meu celular no criado mudo e atendi.
  - Way.
  - Aqui é o Ray, nem te conto. – eu bocejei e cocei os olhos.
  - Espero que seja importante para ter me acordado, às 2 e meia. – eu sentei na cama.
  - Mataram o promotor Iero no apartamento dele, advinha quem... – eu não fazia ideia. – A .
  - Estou indo para aí agora.
  Eu me arrumei rapidamente, lavei o rosto, esquentei um copo de café expresso no micro-ondas e fui correndo ate o apartamento de Frank...
  Chegando a cena do crime, o apartamento estava todo revirado, os CSI estavam recolhendo provas e tirando fotos do local do crime. Mikey estava passando um pó especial nas mãos de que estava de cabeça baixa, a cozinha estava suja de sangue e miolos, eu mesmo com vários anos de experiência na policia quase chorei quando vi o corpo de Frank estirado em seu tapete persa, com sangue e um buraco na cabeça. Ray colocou o corpo dele num saco plástico e em seguida em deu um tapa nas costas, eu respirei fundo e fui para perto de que estava chorando e assim quando me viu, saiu correndo para me abraçar, ela me abraçou com força chorando.
  - Desculpas Gee, eu sei que ele era seu namorado, mas não tive escolha. – eu a soltei do seu abraço, vi sua camisola suja de miolos, esperma e sangue.
  - O que aconteceu ? – eu cruzei os braços, ela começou a chorar.
  - Eu não queria... – eu olhei nos olhos dela, mas ela desviou o olhar para direita. – O promotor Iero tentou me estuprar, ele me apontava a arma para eu chupar o pênis dele. – ela entrou em desespero e começou a chorar. – Eu fiz, mas ele queria mais, eu lutei com ele pela arma assim que eu a consegui, ele disse que ia me matar e eu atirei.
  - Ele já pediu para fazer uma coisa desse tipo antes? – balançou a cabeça positivamente.
  - Há dois dias, ele segurou a arma e me ameaçou se eu não o chupasse, ele me mataria, ele mandava eu fazer apontando a arma para minha cabeça. – eu respirei fundo, mas não queria acreditar porque Frank era gay.

  No dia seguinte eu estava nervoso porque agora tinham que arranjar um novo promotor, mas a minha secretaria abriu a porta do meu escritório, e uma mulher linda, alta, loira de olhos azul escuro entrou. Eu apertei a mão dela, ela se sentou na cadeira.
  - Eu sou a nova promotora dessa jurisdição, Alexandra Harper, eu quero os relatórios do inquérito do caso , por causa da morte do promotor Iero, conseguimos adiar o julgamento ate segunda-feira. – eu abri a minha gaveta da mesa onde estava o relatório da delegacia.
  - Bem, sra. Harper, eu tenho aqui, mas o relatório original está no apartamento de Frank e agora é cena de crime. – eu peguei o relatório e entreguei a ela.
  - Eu não consigo engolir essa historia que o Frank tentou estuprar aquela menina se eu o conheço desde da faculdade e ele já era assumidamente gay. – a promotora Harper colocou as mãos no queixo. – Ela esconde algumas coisas.
  - As evidencias coletadas pelo CSI ainda vão ser analisadas, mas indicam preliminarmente que ela não mente dessa vez, como você disse ela esconde coisa e já mentiu em depoimento. – eu relaxei na cadeira.
  - Você não vai fazer nada! Isso pode acabar com o caso! – eu revirei os olhos.
  - Promotora, eu não posso fazer isso, primeiro seria reabrir o caso e segundo eu poderia ser preso. – a promotora Harper não entendeu. – Eu fui buscar informações e a me beijou na boca, Frank sabia disso e ela pode dizer que eu a agarrei e você já sabe que isso pode dar.
  - Já entendi delegado Way, então toma cuidado com ela e eu quero extremo rigor no caso do assassinato do Frank, ele era meu amigo e não quero que arquivem por legitima defesa, seus preguiçosos!

  Domingo à noite, eu contei uma historia para Bandit dormir, ela dormiu, eu a cobri, em seguida dei um beijo no alto de sua cabeça. Eu saí de seu quarto indo ate o banheiro, eu tomei um longo banho de banheira para relaxar e me concentrar no que dizer no julgamento, depois eu me enrolei numa toalha, eu ouvi um barulho vindo do meu quarto, na minha cama. Eu abri o armário do banheiro e peguei a minha 9mm, saí apontando, entrei suavemente dentro do quarto e levei um susto... Era se masturbando completamente nua em cima da minha cama. Eu coloquei a arma no criado mudo, ela esfregava seu clitóris com um dedo e penetrava sua vagina com o dedo indicador, ela riu quando viu a minha arma. Mas, ela continuava seu show, indo mais rápido o movimento de vai-e-vem com seu dedo, ela tirou totalmente seu dedo e o chupou.
  - Vem brincar, apenas olhe, ou usufrua do meu corpo, sou toda sua. O gosto do meu prazer é bom, ah... – ela esfregava o clitóris circularmente com mais vontade.
  - Pare com isso, minha filha está dormindo. Parece que você esqueceu bem rápido o abuso do Frank. – eu cruzei os braços e ela gemeu mais intensamente.
  - Eu só penso em você, você me ajuda a esquecer o mal de todos, isso vai... – ela arqueou as costas.
  - Todos, minha nossa...
  Eu a tirei da minha cama, puxou a minha toalha me deixando exposto, ela arqueou uma sobrancelha e sorriu, me empurrou então eu caí deitando na cama.
   jogou seu cabelo para trás, sentando no meu colo, ela uniu nossos lábios e eu a beijei com violência, ela desceu a sua mão por todo o meu peito ate o meu pênis, ela começou a acariciá-lo, eu gemi baixo, em seguida ela fez carinho em meus testículos, então eu tive uma ereção. lambeu toda a extensão do meu pênis, me fazendo grunhir, em seguida ela segurou a base e o colocou na boca, subindo e descendo rapidamente. Eu segurei seus cabelos com força para guiar seus movimentos, ela fechava mais a boca, eu a empurrava e ela quase se engasgou, eu a trouxe para cima novamente ate a cabeça, onde ela cuspiu ficou batendo a língua. Depois ficou dando selinhos na cabeça antes dela o colocar novamente na boca, ficar subindo e descendo rapidamente. Eu gemia alto e agarra a cabeceira da cama toda vez que ela fazia pressão com a língua. Ela começou a beijar todo o meu pênis e depois ela ficou chupando a base me fazendo ter um orgasmo, desceu e começou a chupar meus testículos com pressão me levando a loucura.
  Eu peguei uma camisinha velha dentro do criado mudo, eu abri a embalagem e desenrolou sobre o meu pênis, ela era experiente, ou aprendeu numa aula de educação sexual. Ela sentou-se sobre mim novamente, eu passei as minhas mãos na parte interna de sua coxa ate a virilha, gemeu em desaprovação. Ela conduziu minhas mãos ate seus seios com seus mamilos rígidos e marrons, eu apertei e fiquei muito excitado, eu fiquei apertando enquanto conduziu meu pênis ate a entrada da sua vagina, ele entrou com dificuldade pela falta de lubrificante na camisinha, eu gemia, o meu pênis entrou todo dentro da sala que rebolava seus quadris circularmente contra os meus e ela gemia comigo. Depois conduziu as minhas mãos ate seus quadris, a fazendo deitar no meu colo e uniu nossos lábios num beijo intenso.
   beijava com vontade enquanto eu ficava com os olhos e os lábios entre abertos gemendo, fazendo movimentos de vai-e-vem com investidas rápidas e violentas.
  - Adoro a sua força seu animal, fode com mais força. – eu estoquei violentamente, ela teve um orgasmo, segurou sua bunda para eu penetrá-la melhor, eu estava enlouquecendo de prazer. – Ah, ah... awn... ah, ah...
  - Own, oh... Caralho isso é ótimo. – eu revirei meus olhos de prazer.
   soltou sua bunda e segurou os meus quadris e começou a cavalgar, para cima e para baixo, para frente e para trás, com força e rapidez. Mas, o meu celular tocou, segurou meu braço para eu não atender, mas eu peguei o celular e ela saiu do meu colo, penetrando um dedo em sua vagina e voltou a se masturbar, me provocando, e a outra mão segurou com firmeza em meu pênis e começou a me masturbar com a camisinha rapidamente.
  - Way. – eu tive um gemido, eu tirei a mão dela.
  - Aqui é a promotora Harper, não temos mais caso, o réu foi assassinado dentro da cadeia, os CSI foram para cena do crime, essa historia parece que nunca termina.
  - Amanhã eu resolvo isso. – desliguei o celular e o coloquei ao lado do despertador. – Caralho!
   deu um sorriso se vestiu e se mandou do meu quarto, aquela garota era estranha...

Capítulo Seis - Voltando à Rotina

  No dia seguinte, eu fui ate o necrotério onde estava o corpo de Chavito sendo lavado por Ray que estava rindo do corpo, eu olhei bem e descobri porque, era porque Chavito tinha um pênis de mais ou menos 4 cm. Eu não olhei muito...
  - O que você tem para mim Toro? – ele olhou esperto para mim.
  - Chavito, bem é obvio que ele foi apagado. – ele me mostrou o corte profundo na garganta e abriu a boca dele, a língua havia sido decepada. – Sinal obvio de alguém que não queria que ele falasse.
  - Legal tem algo ainda mais interessante? – eu coloquei a mão na cintura.
  - Com certeza, checa só. – Ray e eu viramos o cadáver de costas, cortaram as costas para escrever Chacal. – Foi o Chacal que mandou ele ser apagado.
  Eu fiquei impressionado, mas pensativo que eu transei com algumas horas, meu sangue gelou quando eu vi a promotora Harper na porta da minha sala. Eu cocei a cabeça.
  - O que você quer?
  - Eu quero pessoas parem de morrer. – eu dei uma risada sarcástica.
  - Está querendo o impossível, esqueceu isso aqui é Nova Jersey sempre tem alguém sendo assassinado. – eu entrei na sala e ela me seguiu.
  - O julgamento era hoje e agora o réu aparece morto sobre custodia do estado. – eu peguei o minha xícara que foi decorada pela minha filha com borboleta e escrito papai, tomei o meu café. – Enquanto isso fica tomando café enquanto as pessoas morrem dê sorte se a sua filhinha voltar para casa. – ela segurou o porta retrato que estava eu, Lindsey e Bandit no Central park, depois o colocou na mesa.
  Eu fiquei pensando por mais que tenha sido bom estar com na cama, eu sentia falta da minha esposa, mesmo sendo um pé no saco. Eu ia falar a verdade para ela para pelo menos nós sermos amigos, íamos começar do zero.

  Mais tarde eu comprei rosas vermelhas para Lindsey, um coelho de pelúcia para Bandit, indo ate a casa da minha sogra. Chegando lá, eu bati na porta e Bandit atendeu, ela sorriu me dando um abraço forte e eu lhe entreguei o coelho de pelúcia, ela sorriu.
  - Papai quando você e a mamãe vão ficar juntos? – eu me ajoelhei para ficar na altura dos olhos dela, eu a olhei nos olhos.
  - Eu não sei, sua mãe é quem decidi isso. – ela ficou triste, eu fiz carinho em sua cabeça então ela me abraçou de novo. – Sua mamãe está em casa? – eu dei um beijo na bochecha dela, então ela sentiu cócegas e sorriu de novo.
  - Ta sim papai, ah eu vou trazer a minha prova que eu tirei A+ e uma estrela dourada. – eu me levantei.
  - Chama sua mãe. – então Bandit saiu correndo pela casa.
  Eu fiquei nervoso, Lindsey apareceu meio assustada, ela tinha pintado o cabelo de loiro e ainda tinha cortado, eu levei um susto tremendo, ela não entendeu. Eu entreguei o buquê de flores a ela que gostou e colocou numa jarra, em seguida cruzou os braços.
  - O que você quer?
  - Eu não vim pedir perdão, você está linda. – ela levou um susto. – Eu quero te contar toda a verdade, sim, eu realmente tive um caso.
  - Eu sabia Gerard, ninguém chega em casa quatro horas da manha todos os dias se não tiver um caso. – Lindsey ficou nervosa.
  - Calma, mas não só isso, em uma coisa eu não menti, não era uma mulher e sim um homem. – Lindsey colocou a mão no peito e ficou com a boca aberta. – Tem mais, era o promotor Iero. – ela ficou pálida.
  - Aquele que passou o ano novo com a gente e me deu aquele colar com um diamante negro da Nigéria. Estou pasma, ele não foi assassinado por violentar uma adolescente. – eu confirmei. – Meu Deus.
  - Lyn-z tem mais, aquela garota fica me perseguindo, me seduzindo, eu já caí e isso é perigoso posso perder meu emprego, me ajuda. – eu a abracei forte.
  - Claro, eu te amo e posso te perdoar, e tentar resistir sozinho é complicado, , já pensou que ela pode não ser quem diz que é. – eu olhei Lyn-z nos olhos. – Toma cuidado com ela.

Capítulo Sete - Natal Chuvoso

  Lindsey preparou a ceia de Natal, mas eu teria que fazer cerão na divisão de homicídios, a sorte que eu estava de bom humor porque desde que minha esposa voltou para casa, tudo melhorou, fazíamos sexo sempre que podíamos, eu estava chegando cedo em casa para dedicar mais tempo a minha família, os assassinatos diminuíram e tinha sido enviada para um programa de proteção a testemunhas no Alasca, bem longe de mim.
  Chegando lá, eu acendi um cigarro e fiquei fumando no estacionamento, eu ouvi um barulho de salto alto, então olhei para trás e era só um vulto, mas saquei a minha arma e não era ninguém, parei de fumar. Entrei na delegacia onde tinha um monte de caras entediados jogando bolinhas de papel um nos outros. Eu assobiei então eles pararam, estava indo ate a minha sala quando Mikey me interceptou.
  - Pegamos o cara que matou o Chavito, ele está na sala de interrogatório, agora faça mágica de fazê-lo falar. – eu dei um abraço no meu irmão e depois dei um tapa na bunda dele e todos riram. – O nome do cara é Nathan Adams, ou Machado.
  Na sala de interrogatório, eu sentei, coloquei as fotos na mesa, Nathan não olhou para mim, eu acendi um cigarro, olhei para tatuagens de cadeia, tinha uma de um chacal rosa.
  - Então você trabalha para o Chacal? Quem ele é? – eu traguei rapidamente e soltei a fumaça e ele caiu na gargalhada. – Qual é a graça?
  - Seu policial idiota, Chacal não é um nome de alguém e sim um cargo de liderança. Todos da gangue somos chacais, o Chacal que você fala é nosso líder, ele dá as ordens e me deu a ordem de apagar o vacilão do Chavito, ele ia contar quem é o nosso atual líder para não ficar preso. – eu me levantei da cadeira, dei mais uma tragada no meu cigarro e soltei a fumaça em Machado.
  - Machado por que o Chacal. – eu fiz aspas com as mãos. – mandou o Chavito matar os ?
  - O cara devia muito pó, ele não ia pagar ta ligado, o Chavito apagou. – eu segurei a cadeira onde Machado sentava.
  - Por que o Chacal quer tanto matar a ? – Machado sorriu e em seguida deu uma risada.
  - Não é verdade, Chacal admira a beleza da gostosinha da , eu que não encosto a mão nela, senão morro. Talvez seja apenas o susto.
  Eu saí da sala de interrogatório, os outros policiais da divisão comemoraram, e me abraçaram, cambada de gays...

  Eu estava no estacionamento, abrindo a porta do meu carro, eu sentei colocando o cinto de segurança e comecei a dirigir... Quando o sinal estava verde eu acelerei...
  - Feliz natal Gee... – eu tomei um susto que quase perdi o controle do carro, olhei para trás e era só de cinta liga rosa e as meias 3/4 e uma coleira com meu nome escrito. – Nossa por que você se assusta ao me ver?
  - Olha, não continua com isso. Você não deveria estar no Alasca? – ela se sentou no banco do passageiro com as pernas abertas, eu olhei para frente tentando evitar olhar para ela se esfregando, claro. – Eu vou para minha casa passar o natal com a minha esposa e filha, no momento eu quero só transar com ela.
  - Para de tentar lutar senão eu conto para a policia o que rolou no seu quarto, ou melhor, para sua esposa. – eu tive que parar o carro no cruzamento férreo, ela sentou-se no meu colo e começou a beijar meus lábios, eu toquei as costas dela, ela partiu o beijo rapidamente. – Isso seja um bom menino e eu serei uma garota má. – ela voltou a beijar meus lábios, eu não ia conseguir resistir a ela, passou as suas mãos na minha barriga e me arranhou, abriu o botão da minha calça, ela começou a chupar a minha língua. Os outros carros buzinaram e eu empurrei e voltei a dirigir. – Ah Gee por que você parou? Sempre para no melhor.
  - Chega se quiser fode com a minha vida, sua puta, mas eu não vou cair nas suas armadilhas, eu amo verdadeiramente a minha esposa e agora não temos segredos! – eu parei bruscamente o meu carro. – Se vista e saía do meu carro agora. – ela pegou um sobretudo no banco traseiro e se vestiu, abrindo a porta do carro.
  - Vai se arrepender amargamente, você só se livra de mim quando eu quiser, seu merda. – bateu a porta do carro então eu fiquei momentaneamente aliviado.

  Em casa, eu deitei no sofá, tirei a casaco e a camisa, porque a minha pele estava ardendo. Eu vi as marcas das unhas de da minha barriga, estava sangrando um pouco, eu peguei um copo com gelo e coloquei por cima da minha ereção, que quase instantaneamente aliviou e me acalmou, eu fiquei pensando no que ia dizer para Lyn-z, mas a verdade seria melhor para futuras acusações de já que ela me ameaçou, Lindsey apareceu na sala, a primeira coisa que ela viu foi os arranhados na minha barriga.
  - Espero que tenha sido uma gata de quatro patas que tenha feito isso em você? – eu sentei no sofá, e ela sentou-se ao meu lado.
  - Infelizmente não, a voltou, ela entrou no meu carro e mais uma vez tentou me seduzir só que dessa vez eu tive forças para reagir e fazê-la se mandar. – eu deitei minha cabeça no ombro de Lindsey. – Ai meu amor, o que eu faço ela me ameaçou?
  - Nada, já que me contou a verdade, vamos ficar juntos e mesmo que você seja condenado por ter caído nas armadilhas dela, eu e Bandit ficaremos ao seu lado, isso não parece ter fim. – o meu celular tocou, Lindsey olhou e desligou a ligação. – Era a promotora, ainda é Natal meu amor...

Capítulo Oito - Dizer Adeus Dói Muito

  Eu estava deitado na cama, olhando para a neve caindo lá fora na janela, eu ouvi a risada de Bandit brincando na neve, era meu dia de folga seria perfeito. Eu levantei tomando meu banho longo de banheira, depois coloquei perfume e me vesti, desci para tomar meu café que estava pronto com meu cereal, eu comemorei.
  Depois eu fiquei brincando de guerra de bolas de neve com Bandit, por alguns minutos quando eu vi no outro lado da rua, Lindsey viu também e chamou Bandit para dentro que entrou contrariada. estava sorrindo vindo em minha direção, mas seu sorriso se cessou quando Lindsey chegou perto de mim e segurou a minha mão. Ela ficou perto de nós e deu mais uma risada, levantando as mãos.
  - Calma Gee, eu não vim arranjar confusão, eu vim de despedir, eu vou ser recolocada no programa de proteção a testemunha, a vaca da promotora descobriu que eu fugi do Alasca por causa de você e do Chacal, enfim adeus Gee e não se preocupem comigo. – na cara de pau se aproximou de mim e tentou me beijar minha boca, mas eu desviei. – Seja bonzinho, é só uma despedida.
  - Adeus srta. . – eu fui frio então deu uma piscadela para mim e partiu. Eu fiquei de frente para Lindsey. – Espero que ela realmente tenha ido.

  Duas semanas depois, eu estava de folga e Lindsey levaria Bandit na escola, Lindsey me deu um selinho e entrou dentro do carro, Bandit esqueceu a mochila, eu entreguei a ela e eu a peguei no colo, Lindsey ligou o carro... E ele explodiu!
  Eu segurei bem firme a Bandit para ela não ser ferida pelos estilhaços, eu abracei Bandit que estava chorando com muito medo. O resto do carro estava pegando fogo, assim com tinha estilhaços e pedaços do corpo de Lindsey.
  - Bandit você está bem?
  - Não a minha perna dói papai. – então chegaram os bombeiros e uma ambulância, e eu vi um cara de gangue do outro lado da rua, eu saí correndo atrás dele, mas eu caí minha perna estava com pedaço do carro...

  Nunca tinha pensado que a minha casa seria uma cena de crime, minha esposa seria explodida no seu carro que por pouco Bandit não ia junto com ela. No enterro simbólico por não ter muitas partes para enterrar, eu estava de óculos escuros, mas as lagrimas caíram sem parar, Bandit estava com uma rosa vermelha na sua mão inconsolável, mesmo sem saber direito o que estava acontecendo. Eu recebi muitas condolências, estava de muletas porque minha perna estava quebrada. Depois que todos se foram, eu e Bandit ficamos sentados no tumulo recém colocado de Lindsey, eu respirei fundo, mas ouvi passos de alguém que jogou uma rosa branca no tumulo, eu olhei para cima e era , eu não entendi.
  - Calma, eu fiquei sabendo que sua esposa e vim dar minhas condolências, amanhã eu vou embora eu prometo, foi horrível que fizeram com ela.
  - Desculpe , eu sou policial, também sou humano e... Não sei como vou viver daqui para frente. – ela se sentou ao meu lado, tocou meu rosto. – Como pode pensar numa coisa dessas?
  - Eu não estou pensando em nada, mas você quiser um alivio esta noite para esquecer dos seus problemas, essa é a minha ultima noite na cidade, hotel Esperança, quarto 677. – ela me deu um beijo na testa.

  Bandit foi dormir na casa da minha sogra, eu fiquei parado dentro do carro confuso se ia ou não procurar , no hotel esperança. Eu bati a cabeça no volante, pensei um pouco e dirigi de volta para minha casa tentar descansar. Chegando em casa, eu tirei os sapatos, as roupas e as joguei no chão, fui ate o meu bar onde tinha uma garrafa de whisque aberta, coloquei um copo cheio e tomei num gole, o whisque estava fraco e com um gosto estranho, mesmo assim pegando a garrafa e o copo e o levei pro sofá, sentei e tomei mais um copo, mas dessa vez senti uma fraqueza muito forte, uma moleza, como se eu não tivesse mais controle do meu próprio corpo... Eu fechei os olhos lentamente... Abrindo novamente senti alguém me tocar a minha pele, não conseguia ver quem era, era apenas um borrão preto em cima de mim... Eu não conseguia me mexer...
  - Agora vai ficar tudo bem. – era a voz de ...

Capítulo Nove - Obsessiva e Maligna parte I

  Eu acordei pela manhã como um pesadelo de que tinha vindo a minha casa, e meio que me estuprado (pode rir). Eu acordei nu na minha cama toda revirada, pelo menos eu tinha conseguido dormir, minha sogra levaria Bandit na escola era menos uma coisa que eu deveria me preocupar.
  Eu levantei da cama, relaxado, confuso mentalmente, com ressaca, com o corpo dolorido, eu fui ate o banheiro e fui fazer xixi, mas assim que segurei meu pênis, doía muito, alem disso eu fiz xixi com sangue e isso nunca tinha acontecido. Eu dei descarga e lavei as mãos, tomei banho de chuveiro porque eu deveria estar atrasado, mesmo tendo recebido uns dias de folga pela morte da minha esposa, eu ia trabalhar.
  Olhando para o meu corpo, eu vi marcas na minha barriga, de mordidas arroxeadas, uma arcada dentaria pequena compatível com a boca de , chupões na virilha e na base do meu pênis, arranhões e apertões nos braços, alem de uma pequena dor dentro do meu anus, foi uma noite violenta que eu nem me lembrava. Eu tomei um banho rápido, indo ate o espelho para achar mais marcas, eu encontrei um recado escrito com batom vermelho “A noite de ontem foi incrível, adoraria repeti-la. Com todo amor, ”, ainda tinha um beijo com batom. Eu não apaguei o recado, corri pro meu quarto e me vesti rapidamente, peguei a minha câmera digital e tirei a foto do recado do espelho e coloquei para imprimir, eu poderia usar isso contra ela.
  Assim que a foto imprimiu, eu coloquei dentro de uma pasta vazia, desci as escadas e a garrafa de whisque estava lá, eu coloquei dentro de um saco plástico para levar ao laboratório do CSI para ver se aquela piranha tinha me drogado.

  Eu cheguei ao laboratório do CSI, Mikey estava paquerando na porta uma ruiva falsa de seios grandes, eles estavam rindo. Mikey assim que me viu tomou um susto, ele me abraçou e notou as marcas de chupões no meu pescoço e tomou um susto maior ainda.
  - Primeiro você não deveria vim trabalhar e segundo você esqueceu sua esposa morta bem rápido, me diz que isso foi obra de uma prostituta louca.
  - Pior . – Mikey tomou um susto de novo. – Ela me persegue a meses, eu tento resistir, mas sem a Lindsey vai ser impossível, analisa isso pra mim. – eu entreguei o saco a Mikey.
  - O que você quer que eu ache especificamente? – eu respirei fundo, dei mais um gole no meu café do Starbucks.
  - Drogas, eu acho que ela me drogou, eu não lembro de nada de ontem a noite, a ultima coisa que lembro é de tomar essa porra de whisque paraguaio. – ele segurou o saco.
  - Só isso, então em vinte minutos eu lhe trarei a resposta, espere aqui. – Mikey e a garota entraram no laboratório.
  Eu acendi um cigarro e fiquei fumando, depois fumei outro e quando dei por mim, eu tinha acabado o maço e Mikey não havia chegado. Jogando o copo de café vazio no chão, Mikey apareceu com duas folhas e me entregou.
  - Você tem razão Gee, ela te drogou.
  - Com o que caralho? Sem termos técnicos. – Mikey fez gesto de calma com as mãos.
  - Boa noite Cinderela e isso explica o fato de não se lembrar de nada... – Mikey caiu na gargalhada, eu não entendi qual era a graça. – E também com uma alta dose de remédios para impotência sexual, você tem sorte de não ter tido um infarto. – eu segurei o papel e fui embora.
  Eu estava dirigindo o meu carro ate a promotoria para saber se a tinha mesmo ido embora do estado ou não. Chegando lá, eu encontrei a promotora Harper fumando do lado de fora, eu cheguei perto dela e ela não entendeu.
  - O que faz aqui delegado Way?
  - Eu quero saber quando a srta. vai embora? – ela suspirou.
  - Ela está te perseguindo, nossa, olha Way o avião dela pro Havaí parte hoje. – ela olhou para seu relógio. – Na verdade agora mesmo, não sei como deixaram ela fugir do Alasca, mas do Havaí, ela não vai fugir, pode ficar tranquilo.
  - Só vou ficar tranquilo mesmo quando eu conseguir uma medida cautelar, dela não se aproximar de mim a quarenta quilômetros. – eu ia embora quando o celular da promotora tocou, ela atendeu.
  - Alô... – ela se irritou. – Porra como assim, o avião explodiu e fugiu? Vocês são incompetentes! – ela respirou fundo. – Como você seu idiota quer que eu me acalme, eu vou acalmar é o caralho. – eu me assustei, ela espumava de raiva. – Se ela não quer ser protegida, eu vou falar com FBI, outra tomara que ela seja morta pelo Chacal. – ela desligou o telefone.
  - está por aí... Que ótimo! – eu chutei o chão, a promotora Harper olhou para mim.
  - Você tem provas que ela te persegue? – eu acenei com a cabeça positivamente. – Perfeito, eu consigo a medida cautelar se você reabrir o caso e depois fazer a vadia confessar que matou o Frank, mas que não foi em legitima defesa.
  - Claro promotora. – então apertamos nossas mãos...

  No dia seguinte eu reuni a divisão de homicídios e o CSI na minha sala, eles olharam para mim, eu acho que pelas marcas, pela minha perna engessada também.
  - Todos nós sabemos que a safada da mentiu em depoimento, agora, temos que refazer todo o nosso trabalho, enfim a promotora Harper pediu extremo rigor dessa vez senão vamos refazer tudo novamente. Agora vamos dedicar a esse caso quem sabe pegamos o Chacal. – todos pularam de alegria. – Vamos ao trabalho, ah Mikey e Ray fiquem preciso falar com vocês. – todos saíram menos Ray e Mikey. – Ray, eu já tenho o mandato e quero que faça a exumação dos corpos e dê material para fazer o DNA, para ver se eles são os pais legítimos de . – Ray saiu da sala. – Mikey amanhã você e eu vamos a cena do crime fazer uma reconstituição com as fotos, agora preciso buscar a minha filha na escolinha.
  - Boa sorte e manda um beijo para minha sobrinha favorita.

  Eu cheguei à escolinha, a professora da Bandit me cumprimentou, Bandit veio correndo e me abraçou, em seguida me deu sua mochila, ela deu um leve sorriso e então fomos para o carro, ela sentou-se na cadeirinha e coloquei a mochila no banco do passageiro. O trajeto ate em casa foi tranquilo.
  Chegando em casa, eu coloquei o carro na garagem, eu vi a porta da sala e as janelas abertas, passo de alguém, tinha alguém na minha casa. Eu pedi para Bandit permanecer dentro do carro, saquei a minha arma do quadril e entrei discretamente, olhei na sala não tinha ninguém, senti cheiro de comida na cozinha, entrei devagar e... Era cozinhando, ela me viu e derrubou a panela no chão.
  - Ai que susto meu amor. – ela se aproximou e apontei a arma para a cabeça dela. – Isso não é necessário, depois de ontem a noite você deveria ser mais bonzinho comigo. – colocou as mãos no meu peito e eu abaixei a arma colocando de volta no quadril.
  - Saía da minha casa! Por que você não pode me deixar em paz? – ela começou a beijar o meu pescoço, descendo as suas mãos ate o zíper da minha calça jeans.
  - Porque você me ama e não consegue resistir a mim. – ela tocou seus lábios nos meus, eu a puxei pelos cabelos para aprofundar o beijo, eu estava sozinho e era fraco, sabia disso, seus lábios eram doces, mas ela partiu o beijo. – É muito mais fácil quando você coopera. – ela abriu o zíper e o botão da minha calça, deixando a minha cueca roxa exposta, começou a alisar meu pênis por cima da cueca mesmo. – Eu tenho que contar algo importante.
  - Pára é serio. – eu tirei as mãos dela, mas estava com uma ereção. – Vá embora daqui! – ela sorria enquanto eu segurava seus braços, ela gostava da força que eu fazia, ela sentia prazer com aquilo, então eu a soltei. – Minha filha está aqui, me deixe em paz.
  - Seus lábios dizem vai embora, me deixe em paz, mas o seu corpo me diz quero te comer. Deixa-me contar a novidade porra! – eu a empurrei, ela caiu no chão, sorrindo abriu os botões de sua blusa branca, deixando seus seios a mostra, seus mamilos marrons rígidos, esfregou um de seus mamilos circularmente. – Você me quer aqui. – a outra mão ela a colocou dentro da calcinha, começando a se masturbar.
  - Se levante, eu não quero que minha filha entre e veja esse seu show ridículo. – ela parou e se levantou, olhou nos meus olhos e sorrateiramente ela tirou pênis para fora e começou a me masturbar com rapidez. – Ah, pára com isso . – eu estava sem forças ela ia mais rápido.
  - Eu sei que você gosta disso. – eu coloquei as mãos na pia enquanto me masturbava, era bom, mas eu queria forças para resistir. – Ah goza para mim.
  - Awn, hm... hm... – eu segurei a mão dela e tirei. – Eu vou conseguir uma medida cautelar contra você sua louca parar de me perseguir. – ela riu da minha cara e conseguiu segurar meu pênis novamente, voltando a me masturbar rápido, eu num momento de fraqueza eu rasguei a calcinha dela, com uma das mãos separei as pernas dela, ria.
  - Você? Você me quer pode foder, você nunca vai se livrar de mim. Porque você me ama quanto eu amo você e nada nos impede de agora ficarmos juntos nem o viado do Frank e nem a chifruda da sua esposa morta. – ela estava conduzindo meu pênis na entrada da vagina dela, eu a penetrei forte todo de uma vez só dentro dela. – Isso Gee agora me faz gozar loucamente que nem ontem. – ela ficou esfregando com força seu clitóris, eu fiquei parado, ela voltou a beijar meu pescoço, ela se movimentando dentro de mim, eu senti prazer, mas minha raiva era maior.
  - Eu te odeio, acabou, me larga, você me drogou ontem e age com se fosse normal. – eu retirei meu pênis de dentro dela e me vesti, deu um grito furiosa, ela veio para cima de mim com uma faca de cozinha, mas bloqueei o golpe e derrubei a faca no chão, saquei a minha arma e dei um tiro na mão de . – Se eu te ver perto de mim, ou da minha filha, eu atiro na cabeça, me ouviu e agora quando tiver uma medida cautelar, você vai se presa se aproximar de mim.
  - Como pode tratar assim a mãe do seu filho? – eu apontei a arma para ela, alisou a barriga e começou a chorar.
  - Como você ficou grávida? – ela limpou as lagrimas e alisou a barriga, eu e tirando a noite anterior só havíamos feito sexo uma vez com camisinha e nem gozei.
  - De ontem a noite, foi perfeito. – ela era totalmente louca. – Eu vou embora e também deixo dois presentes para você.
  Ela saiu da minha casa, então eu guardei a minha arma dentro do armário da cozinha onde a Bandit não poderia pegar, Bandit estava no quintal brincando na neve inocente, ela nem sabia o que havia acontecido dentro de casa. Eu fui ate a mesa tinha um teste de gravidez feito em laboratório e um DVD, eu olhei o exame e tinha dado negativo e o relatório medico acusava de gravidez psicológica porque de acordo com os testes feitos anteriormente, era estéril.
  Eu liguei a TV da sala, coloquei o DVD no aparelho, eu respirei fundo e soltei o play era um vídeo...
  “ totalmente nua no meu quarto, sentada na cama, eu estava apagado com ereção também nu. Ela jogou seus cabelos para trás, olhou em direção da câmera.
  - Oi amor se você estiver vendo esse vídeo deve ser porque você não se lembra, ou está com raiva de mim, enfim, vamos ter um filho essa noite um menino que vamos chamar de Gerard. Aproveite muito!
  Ela deitou-se na cama se engatinhando, eu estava totalmente mole, mas deitei por cima dela para começar a beijar seus seios, ela olhava constantemente para a câmera, mesmo gemendo, eu desci meus beijos ate o clitóris e comecei a lamber sendo incentivado por ela, acariciava meus cabelos para cima e para baixo.
  - Está vendo Gee como você chupa bem uma buceta molhada, vai pra baixo. – eu parei e abriu suas pernas, eu estimulava o clitóris circularmente com um dedo passava a língua na entrada de sua vagina. – Ai Gee, ahw... ah... ah... ah... – ela gemia olhando para câmera com se eu estivesse no quarto assistindo, ela arqueou as costas tendo um orgasmo. – Gee! – teve outro orgasmo. – Para de chupar agora você me come. – eu caí por cima dela totalmente chapado, ela segurou o meu pênis, mas antes ela tirou a câmera do lugar onde estava.
  Ela filmou o meu rosto caído em cima dos seus seios, depois filmou em baixo, ela segurando o meu pênis e o penetrando na sua vagina e gemendo, eu comecei a me mexer enquanto colocou dois dedos na minha entrada e penetrou meu anus de uma vez só, eu gritei de dor e ela se divertiu fazendo movimentos de vai-e-vem”.
  Eu desliguei o DVD e fiquei com mais raiva dela e decidi que ela nunca mais ia me tocar...

Capítulo Dez - Obsessiva e Maligna Parte II

  No dia seguinte na cena do crime, Mikey e eu olhávamos as fotos quando percebemos que a posição do corpo de Victoria estava estranha, as pernas tortas.
  - Quem morreu primeiro Mikey? – eu entrei na cozinha.
  - De acordo com o Ray, o marido foi morto com dois tiros na cabeça, depois a mulher um minuto depois. Que estranho? Eles ficaram praticamente no mesmo lugar. – eu voltei a sala e fiquei perto do sofá que era de frente a porta, eu olhei a risca de giz onde o Mark tinha caído.
  - Bem, o cara atendeu a porta, e levou dois tiros na cabeça e caiu reto no chão, mas a mulher teria fugido do Chavito, isso não faz sentido. – eu não entendi. – Mesmo que usado um silenciador assim que ela viu o marido teria corrido imediatamente.
  - Talvez a esposa não estivesse na sala os tiros foi dado a uma distancia media... – eu olhei o meu relatório, os tiros foram dados pelas costas como a gente não tinha visto isso.
  - O assassino da Victoria estava na cozinha. Vamos fazer uma coisa, eu vou fingir que eu sou o Chavito e você será o casal, eu te mato na porta e você corre para cozinha para eu te surpreender.
  Eu saí pela porta da sala, fiquei na porta e apertei a campainha, Mikey atendeu a porta e fingir dar dois tiros nele então liguei o meu cronômetro e saiu correndo, pelo quintal a porta de trás estava aberta, eu entrei correndo e ofegante mesmo assim eu levei dois minutos para chegar ate lá, eu sabia que Chavito tinha arritmia, ele não ia consegui correr por dois minutos ou por qualquer distancia. Mikey chegou a cozinha esperando que eu o matasse de mentirinha. Eu sentei na cadeira cansado, Mikey fez um gesto para eu levantar.
  - Não preciso te matar de novo, não foi o Chavito que matou a esposa, eu acho que foi a .

  Chegando ao laboratório do CSI, Mikey pegou as informações no computador, analises de provas anteriores, eu tentei olhar para a tela do computador, mas Mikey fez uma expressão negativa para mim.
  - Lembra dos arranhados nos braços da esposa, aparentemente conseguimos coletar o DNA, como tinha sangue do agressor, na época, nós não tínhamos o DNA no sistema, mas...
  - Se agora você sabe quem é me diga caralho! – eu o interrompi.
  - Calma cara. – Mikey finalmente me mostrou a tela do computador, era foto de do programa de proteção a testemunha. – Parece que a sua amada amante, lutou com a mãe antes da morte, pode ser que ela não deu o tiro, mas ela deve ter visto o Chavito no quintal e não fez nada.
  - Agora sim vamos pegá-la! – Ray apareceu todo elétrico com o resultado do DNA nas mãos. – Mais noticias boas?
  - Ótimas depende do ponto de vista de cada um, era filha de Victoria, mas não de Mark e sim de um membro de gangue Antonio Nunes que pegou perpetua por assassinato há exatamente um ano, ele era da gangue do Chacal.

  Algumas horas depois na prisão, eu estava esperando Antonio Nunes aparecer do outro lado do vidro, ele se sentou, eu peguei o telefone e ele o outro, eu vi a tatuagem recente de um chacal rosa.
  - Eu vou ser breve com você cara. Quando você conheceu Victoria , ou na época, Victoria Edwards? – ele deu um sorriso de lado.
  - Vicky gostosa, sim há mais ou menos 18 anos, o que aconteceu com aquela vadia? – eu não entendi do motivo dele ficar furioso.
  - Por que você a odeia? Ela foi assassinada por um dos seus companheiros de gangue Nunes. – ele deu outro sorriso.
  - Ela mereceu por ter deixado a minha menina ter sido criada por aquele drogado do que mandava a Vicky desde daquela época dar para qualquer um para pagar suas dividas. Aquele filho da puta me ofereceu a menina, mas eu não quis, ele disse que ela era virgem e custava mais caro, só que ela era idêntica as minhas irmãs que eram gêmeas na idade dela, eu fiz o exame há dois anos e descobri que a era minha filha, eu a salvei antes que alguém tocasse nela.
  - Uau. – eu pensei se ele soubesse que e eu fizemos o que seria de mim. – Quem é o atual Chacal?
  - Você disse bem, antes de ser preso era eu. – eu fiquei impressionado. – Só que não o Chacal e sim a Chacal. – eu tomei um susto, agora Chacal era uma mulher. – Minha filha !
  Eu desmaiei...

Capítulo Onze - A Verdadeira Face do Mal

  Eu acordei num hospital com Mikey ao meu lado, eu estava com a minha perna engessada no alto, minha sogra entrou no meu quarto chorando em desespero.
  - O que está acontecendo?
  - Você não presta, deixou a sua namoradinha sequestrar a minha neta. – eu não entendi nada.
  - O que aconteceu? – eu comecei a ficar nervoso.
  - Uma adolescente foi na escola da Bandit hoje mais cedo, dizendo que você tinha ido para o hospital e que era sua namorada, Bandit confirmou porque viu vocês se beijando na cozinha. – coloquei a mão na testa. – elas foram embora, eu fui à escola e a professora me contou tudo.
  - Ai meu Deus, eu tenho que sair daqui agora, você não entende, ela me persegue, ela não é minha namorada, ela não pode ser aproximar de mim. – eu tentei tirar a minha perna que estava presa. – é o Chacal! Ela matou os pais por vingança, a mãe por não ter contado a verdade e o pai porque ele tentou vendê-la para o antigo Chacal. Agora ela está com a minha filha, eu a mato.
  Eu não conseguia soltar a minha perna, Mikey chamou o medico que entrou rapidamente no meu quarto, ele aplicou um sedativo que me fez adormecer lentamente... Eu acordei com o barulho do meu celular, eu o peguei e o atendi.
  - Quem é?
  - Você deveria ver quem te liga antes. – era .
  - Onde está a Bandit? – ela deu uma gargalhada.
  - Só se você me prometer ser bonzinho comigo e podemos viver todos juntos, eu e você e nossos filhos, porque vai ser um casal lindo a Bandit e o Gerard Junior.
  - Ok, eu faço o que você quiser, mas me diz onde a Bandit está? – o telefone ficou mudo. – você está aí?
  - Sim sempre estou aqui para você meu amor, vou botar nossa filhinha no telefone. – Bandit começou a chorar.
  - Aqui é o papai você está bem? – ela chorou mais ainda.
  - Não, eu to com medo, ela é malvada com as bruxas dos contos de fadas, ela cortou meu cabelo e to com fome. – eu senti mais ódio por .
  - Ela não é a namorada do papai, ela é louca e não está esperando bebê. – Bandit confirmou. – Escuta papai assim que te achar vou prender a malvada, e te levar para casa. – ela chorou e desligou o telefone.
  Eu não conseguia dormir, então apertei um botão, uma enfermeira entrou no quarto, eu não vi seu rosto porque ela estava de costas para mim, mas ela se virou uma injeção e era , eu levei um susto, ela passou seus dedos em meus lábios enquanto aplicava a injeção no meu pescoço... Eu fechava meus olhos lentamente... Antes de apagar totalmente...
  - Agora tudo vai ficar bem...

  Eu acordei num galpão sujo e abandonado com vários caras da gangue dela me olhando, eu tentei me mexer, mas estava amarrado numa maca, totalmente nu a mercê daquela louca. entrou e pediu para outros caras saíssem, eles a obedeceram.
  - Não era esse lugar que eu imaginava viver com você, mas a policia está atrás de mim, então vamos brincar... – ela ficou alisando a minha barriga com as mãos, depois subiu as mãos ate meu rosto, ela se inclinou ate meu rosto e começou a beijar meus lábios, mas eu mordi o lábio inferior então ela partiu o beijo. – Nossa que violento! Por isso que eu te amo.
  - Você não sabe o que é o amor sua louca. – ela me deu um tapa no rosto.
  - Louca? Você enganou seus dois amores, o Frank dando esperança que largar a sua família por ele e a Lindsey dizia que a amava, mas fodia comigo e com o Frank. – ela olhou no fundo dos meus olhos. – Se isso é amor, eu não sei o que é.
  - É pode ser, mas por que afinal você matou o Frank? – ela passou as mãos nas minhas coxas.
  - Ah meu amor, ele estava atrapalhando o nosso caminho, você não ia ser meu totalmente se ele ainda estivesse aqui, eu peguei a arma e ameacei a sua ex-mulher e sua filha de morte, eu confessei que era o Chacal, ele se assustou e eu forjei aquilo tudo. O esperma, ele nunca me quis ele era gay mesmo. – ficou me cheirando e sentiu prazer. – Cheiro de homem, por falar em promotores meus amigos estão acabando com aquela vaca loira neste exato momento.
   saiu da sala, eu voltei a balançar e soltei a minha mão, eu consegui desamarrar a outra, depois os pés. Esperei um dos comparsas entrarem, eu dei um chute na cara dele, e vesti a roupa dele e roubei sua arma. Eu saí da sala com cautela assim que um comparsa me viu começou a atirar, eu me escondi ate atrás de um barril de plástico.
  - Seu idiota se você atirar no meu namorado, eu mato você! – gritou, eu olhei para cima, ela estava perto de Bandit que estava com seu cabelo cortado, amarrada e amordaçada numa cadeira chorando. – Gee meu amor apareça senão nossa filha vai morrer.
  - A Bandit não é sua filha, e sim de Lindsey e eu. – eu me levantei rapidamente, ela atirou na minha direção.
  Eu arrastei a minha perna com o gesso, correndo o máximo que eu pude, eu subi as escadas do galpão, deu três tiros em minha direção, mas não me acertou, ela ficou com raiva. recuou tirando Bandit da cadeira e a pendurou no alto.
  - Se você Way se aproximar de mim, eu solto e ela morre como uma panqueca.
  - Vamos esquecer isso. – Bandit fechou os olhos. – Nós nos amamos e vamos ter um filho deixa a Bandit viver para sermos uma família feliz. – ela trouxe Bandit para cima fora do perigo, a menina não entendeu. – Venha me abraçar. – ela correu para me abraçar forte, então eu a abracei, Bandit cruzou os braços emburrada. – Você matou a Lindsey?
  - Claro, eu pessoalmente eu mandei colocar explosivos no carro dela e assim que ela deu partida, boom o carro explodiu.
   tocou meus lábios com urgência, eu abri os olhos enquanto ela me beijava que nem uma louca, levantei uma de minhas mãos, então eu atirei no coração dela, andou de costas, tropeçou e caiu lá embaixo como uma panqueca. A policia cercou o galpão, eu peguei Bandit no colo e desci as escadas, eu a abracei para ela não ver o corpo de agonizando, eu a levei para fora.
  Eu coloquei a Bandit na ambulância, uma enfermeira fez os primeiros socorros nela, então eu fiquei mais aliviado sentando ao lado da minha Bandit, coloquei meu braço em volta do ombro dela e a enfermeira de um pirulito em forma de coração para ela que começou a chupar.
  - Papai é feio mentir? – eu olhei nos olhos dela.
  - Claro minha filha. – ela ficou confusa.
  - Então por que você mentiu para novinha malvada? – eu arregalei meus olhos.
  - Bom Bandit é que às vezes é necessário mentir, eu menti para salvar a sua vida. – ela deu uma chupada no pirulito enquanto a enfermeira fazia um curativo no joelho dela se divertindo com a nossa conversa.
  - Mas a mamãe disse que mentir machuca as pessoas e a vovó disse que você é um safado mentiroso. – eu respirei fundo.
  - Pode ser, mas se estamos aqui foi porque eu menti. – ela se levantou e me deu um beijinho estalado na bochecha.
  - Então mentir é necessário. – eu confirmei. – Mas, você acabou de mentir porque você disse que mentir é feio. – ela se sentou novamente.
  - Não conta para sua avó que eu te dou um dólar. – ela colocou as mãos na cintura.
  - Você está mentindo? – eu fiz cócegas na barriga dela.
  - Eu te amo e vai contar. – ela me olhou.
  - Depois que você me der a grana, eu decido...
  Então eu a abracei aquela pequena mercenária...

FIM



Comentários da autora


n/a: Espero que gostado dessa fic porque foi a minha segunda de suspense, com todo o MCR, essa banda me inspira principalmente o Gerard, beijos a todos que leram, Samilla Way.